REDENÇÃO QUÂNTICA

Em uma aula antológica através do instrumento da Cosmologia e Física Quântica, o Rabino Avraham Chachamovits traz grandes ensinamentos sobre a Redenção de Pêssach: o arquétipo de todas as redenções. Um mar de conhecimentos científicos converge para a Era Messiânica, mostrando assim que a ciência pode e deve ser um instrumento de revelação da luz de D-us no mundo. Esta convergência entre Torá e ciência é de fato trazida a níveis muito elevados, e de duas formas particulares: no vídeo-aula, os temas são científicos e se movem em direção ao espiritual. E no texto inédito incluído (no formato PDF) de mesmo título da aula, os temas são espirituais e se movem em direção ao científico. O “pacote” oferece então uma das aulas mais importantes, profundas, e complexas já oferecidas pelo Rabino Avraham – literalmente promovendo mudanças de paradigma sobre a realidade atual e o futuro, quando “A glória do S‑nhor se revelará, e toda a carne [ou seja, através dos nossos sentidos físicos] juntamente a verá” (Isaías 40:5), quando o homem verá o grau “espiritual do físico”.

Gravado em 21 de Nissan 5770 (07/04/2010)

Inclui texto em PDF: “Redenção Quântica”

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PÊSSACH MÍSTICO

A festa de Pêssach celebra ao êxodo milagroso do Povo Judeu do cativeiro do Egito. Com a “mão forte”, D-us liberou e formou Seu povo para que este pudesse receber a Torá santa. A riqueza de simbolismo revelado e místico desta festa é incompreensível. Os mestres da Torá trazem explicações milenares de todos os níveis para elucidar o momento dramático, espetacular e inusitado pelo qual o Povo de Israel passou. Nesta aula avançada e baseada na Cabalá do mestre maior, o Ari”zal,, o Rabino Avraham Chachamovits explica com grande profundidade e lucidez aspectos extraordinários do Sêder de Pêssach. Certamente, estas revelações de luz apressam a vinda do único e verdadeiro Mashiach, e que isto seja em breve amém.

PALAVRAS CHAVES: Sêder (“Ordem”) de Pêssach, símbolos na Keará (“a bandeja”), Matsá/Matsót, poder Divino de limitar, estrutura da realidade, tsurah (“forma”) e chomêr (“substância”), limitação provém do homêr, a tsurah de um astro é a sua alma, homêr é a combinação dos elementos que forma este astro, olamót (“mundos espirituais”), considerações profundas sobre a pluraridade deste mundo de Asiyah (“ação”), sefirah/sefirót, Orót (“luzes”) e Kêlim (“recipientes”), midá/midót (“características da personalidade/caráter”), a tendência da midá é se expandir sem limites, a tendência da luz é se difundir sem limites, a criação depende da restrição das luzes espirituais, a natureza das orót e dos Kelim, o que significa retificação?, “cooperação emocional” entre as midót, maturidade e os “sistemas maduros”, a natureza dos mundos espirituais e seus habitantes depende das orót e os kelim, o Nome Divino Shak-dai, a keará do Sêder, tsimtsúm (“restrição da luz”), a missão de missão revelar a luz oculta de D-us, as matzót são os kelim para “receber” as luzes, as luzes precisa mser canalizadas através dos recipientes, nossa mente precisa restringir/retificar nossos desejos.

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MASSÊI

PALAVRAS CHAVES: Netsutsêi Kedusha (“Fagulhas Divindas”), ato da criação, luz de Tohu (“Caos”), sefirót, inter-inclusão, shevirát ha-kelim (“quebra dos recipientes”), arbah olamót/qutro mundos espirituais, a origem e vitalidade dos domínios da impureza/klipót, revelando o divino, elevação das fagulhas caídas, extrair (“birúr”), Olám HaTohu e Olam HaTikun, lógica divina, duas categorias de klipót, mitsvót e Mashiach, retificações da alma animal e do corpo, a mistura do bem e do mal, 40 anos no deserto, jornadas espirituais.

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MATOT

PALAVRAS CHAVES: Purificação de utensílios idólatras, lei da atração magnética, objetos pessoais usados, força de kavanót/intenção, linguagem mística, a regência de D-us, vermelho é a cor de guevurá (“severidade”), branco é a cor de chéssed (“bondade”), a raiz de tudo é o bem, a teshuvá é um fogo, adoçamento dos juízos, oferecimentos no altar do Templo sagrado, transformação espiritual, jejuns, entusiasmo no serviço a D-us purifica.

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PINCHAS

PALAVRAS CHAVES: Seguindo os atributos Divinos, Chéssed (“Bondade”), Guevurá (“Severidade”), blocos fundamentais da realidade, combinação de atributos, inter-inclusão, desequilíbrio sefirótico/psíquico, passagem por testes, ausência de Nêstach, oportunidades para fazer o certo, forças espirituais antagônicas, bondade retificada, a providência Divina e as chances de retificação, tecnologia espiritual, tsimtsúm, manchas na alma, lutas espirituais interiores, as sefirót coordenam a realidade, ressurreição dos mortos, corpos translúcidos, era de Mashiach, um tempo de conexão com D-us.

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BALAK

PALAVRAS CHAVES: A jumenta de Bila’am, revelação e missão angelical, nomes dos anjos, cuidado com nomes de D-us, livro do anjo Raziel, Adam, consciência constrita, anjo Rafael, anjo Gavriel, classes de anjos, Serafim, anjo em forma compreensível, vestimentas mundanas, Nahar Dinur/Rio de Fogo, a mikvê, crescimento espiritual.

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CHUKAT

PALAVRAS CHAVES:  a parah adumah/vaca vermelha, ahavat israel/amor ao próximo, queda de consciência, morte, cinco letras de terminação em Hebraico, guevurót, estados de severidade, 50 portais de Binah, remoção de impurezas, adoçamento/mitúk hadínin.

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SHELACH 1 & 2

AULA 1 – PALAVRAS CHAVES: Parashá Shelach 5769 (15-06-2009) relações ilícitas, abominações, corrupção moral, homossexualismo, afronta a D-us, perversão da consciência, sítra áchra/lado do mal, difusão do mal no mundo, falta de fé, vitória por meios naturais, tempos atuais, milagres, fé.

AULA 2 – PALAVRAS CHAVES: Parashá Shelach 5770 (31-05-2010), o “pecado dos espiões”, as mitsvót desta parashá, questão sobre o nome desta parashá, o nome de uma entidade é o reflexo de sua essência, o relatório dos espiões (Bamidbar 13:28), a conclusão do relatório (verso 31), a promessa de Hashem para o povo entra na Terra Santa, vitória natural ou supernatural, não se depende de milagres, o ordenamento de Hashem pressupõe que a pessoa poderá cumpri-lo, a realidade superficial e “apressada”, o mundo é a desculpa para não se cumprir o desejo de Hashem, justificações para a desconexão com Hashem: tudo pode ser usado como desculpas, a crença exclusiva no meio natural: da vitória por méritos próprios, falta de autoestima e ignorância espiritual, a promulgação da consciência sobre o Divino depende dos homens, a pessoa sem fé e o divórcio da possibilidade dos milagres, a real opção da fé transcendem o grau racional/natural, os meios naturais são Hashem Ele mesmo, em guemátria Elokim = HaTeva/A Natureza, só o orgulho separa a pessoa de Hashem, a perda da chance de uma vida excepcional através da Providência Divina, o limite da falta de fé impede o alcance dos potenciais, o erro dos espiões: “Eu não sou capaz…”, a infantilização espiritual, o treino de ideais que bloqueiam a fé, a ascensão de vida depende do equílibrio entre o material e o espiritual, a necessidade de nossos esforços diante do entendimento de que tudo vem de Hashem.

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NASSÔ 1 & 2

AULA 1

PALAVRAS CHAVES:  sotah, espírito de ciúmes, pureza sexual, Yossêf HaTsadik, Yesód, zelo.

 

AULA 2

PALAVRAS CHAVES:  nazír, cabelos, opshernish, vinho, impureza, tikun, barba, Kéter, alma, consciência.

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BECHUCOTAI

PALAVRAS CHAVES: A tsedacá/caridade, é necessário porém não suficiente só estudar Torá, a prática das mitsvót (“mandamentos”), alinhamento com D-us depende do cumprimento das mitsvót, se fixar no estudo de Torá sem prática é (quase) como heresia, o problema do acadêmico no Judaísmo, intelectualização arrogante e o auto-sistema de crença, a admoestação desta parashá sobre não cumprir o desejo de D-us, a Torá é nossa “aliança” espiritual com Hashem, o erro do teórico, tikún (“retificação”), a pessoa que anda na Torá ajuda a retificar o mundo, Yesód: o “conector” espiritual entre o mundo físico e o espiritual, Yesód é o justo: a fundação do mundo, a causa do caos no mundo, alinhamento espiritual e as bênçãos, a interrupção da luz e a dor do homem, comportamentos errados: criando caos no mundo, klipót (“forças do mal”), os julgamentos de Íma/Binah, o subjugar da misericórdia, o aumento dos julgamentos aumenta a discórdia entre as pessoas, os atos corretos/mistvót subjugam os julgamentos, o jugo Divino, a escravidão dos desejos, os preconceitos da vida secular, a tsedacá salva da morte, Nôach unificou as luzes das sefirót, trazendo Mashiach, teshuvá (“retorno a D-us”), a tsedacá “adoça” os decretos Divinos, se preocupando com fazer o que é certo, a “doce” Era de Mashiach.

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EMOR

PALAVRAS CHAVES:

Aula 1: Kedusha (“Santidade”), a kedusha maior dos cohanim (“sacerdotes”), as várias proibições para um cohen, obtendo kedusha através da perishá (“separação”) das coisas proibidas, o pshat (“nível literal”) da Torá, o processo espiritual da construção/destruição de mundos antes do nosso, o Mal é a “sobra” deste processo, o Mal é “a escuridão na face do abismo”, Isaías 45:7 “a escuridão/Mal é uma criação”, a luz vindo da escuridão, a luz original da Criação foi ocultada para os justos, a luz/kedusha precisa ser separada do Mal/tumah (“impureza”), as mitsvót/mandamentos servem também entendermos intimamente o conceito de kedusha e tumah, a perishá original/”separação primoridal” foi desequilibrada pelo pecado de Adam e Cháva, devido ao pecado original as forças do bem/luz e do mal/escuridão se fundiram dentro de Adam e Cháva, a formação das duas inclinações no homem: a boa e a ruim, tikún: o ato de realinhar algo em desequilíbrio, restaurando a perishá: a função da Torá, Mashiach (“Messias”) é o tempo em que o tikún finalizado, cumprir as mitsvót difunde luz espiritual nos mundos, revelando as fagulhas Divinas, a Shechiná (“Presença Divina”) é a origem da kedusha, reequilíbrio do mundo e do mundo pessoal, a lógica da Era Messiânica, o “pão de D-us”: a oferenda dos cohanim, a teshuva, o mestre professor da Torá: o cabalista

AULA 2: O alinhamento com D-us através das mitsvót (“mandamentos”), diferenças de graus de consciência/percepção/lucidez, níveis de bitúl (“anulação”), recebendo o “jugo Divino” da Torá e mitsvót, humildade no cumprir do desejo de D-us, a definição do orgulho e arrogância, o bitúl leva à ascensão de consciência, os medos de crescer: a falta de fé, sérios limites de percepção devido à falta das mitsvót, desconexão com o espiritual, Hashem sublinha a tudo, a “escravidão” materialista, a natureza animal do homem, o grave problema da preguiça, a cristalização dos comportamentos e posturas cômodas, o tsimtsúm: a contração da luz Divina, as manifestações independentes na criação ocorrem graças ao tsimtsúm, o enxergar da realidade no aspecto da verdade, a verdade é eterna, a ilusão sensorial, a excessiva identificação com o mundano, insegurança e dúvida: a falta de bitachón (“confiança em D-us”), as “opiniões” dos homens, caos e incoerência, a bondade de se escutar uma pessoa caótica, o fracasso no aperfeiçoamento, o aumento na incoerência devido à reincidência, o Makóm Panúi (“Espaço Vago”), a heresia dos que desdenham a Torá e a mitsvót, a blasfêmia dos “achismos”, a grande heresia da negação de D-us.

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TSAV

PALAVRAS CHAVES: Corbanót (“oferendas”) no Templo, Tikún (“retificação”) dos pensamentos errados através do corbán de olah (“elevação”), Kavaná (“intenção”) e a possível desqualificação das oferendas, ascensão espiritual pelo tikún da mente, o grande nível espiritual das gerações anteriores, sefirá de Malchút e a Shechiná (“Presença Divina”), o exílio da Shechiná, o grau espiritual de Z’eir Anpin (Z. A.), a união deste de Malchút com Z.A., Malchút e a Knessét Israel (“Comunidade Judaica”), fluxo de bênçãos, Malchút e o aspecto feminino do “recebimento”, a linguagem poética do Zohar e a facilidade de se perder nela, a sefirá de Binah/o mundo vindouro, a coluna da esquerda sefirótica é o aspecto feminino: que recebe luz, binah é compreensão e “foco no futuro”, olám habá (“mundo vindouro”) e binah, alegria através da remoção das dúvidas e da compreensão da Sabedoria Divina, alegria espiritual da Torá e a iluminação, as kavaná (“intenção”) e as elevações espirituais, Zót HaTorá (“Esta é a Lei”) é a união dos aspectos masculino/Torá Escrito e feminino/Torá Oral, o “lado do Norte”/Guevurá, a “porção” para o lado negativo (mayim acharoyim), o despertar de Guevurá, mayin nukvim (“águas femininas”) e mayin nuchrim (“águas masculinas”), ações em baixo geram repostas espirituais em cima, o fogo na forma de leão e a aceitação dos sacrifícios no Templo, processos espirituais, a razão que as pessoas estranham a linguagem espiritual: a falta de conexão e hábito espiritual.

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VAYICRÁ

PALAVRAS CHAVES: Homens e anjos, o corpo impede a expiração da alma que “deseja” voltar à sua origem, a missão da alma, a alma não tem necessidade de retificação, a alma animal (néfesh ha-bahamít), os vários “brilhos” da alma, oscilações na fé e na Providência Divina, a sabedoria: o “óleo espiritual” e a inspiração Divina, bitúl (“auto-anulação”), o subjugar do ego e corpo, a força para dominar as emoções, sabedoria e brilho, os limites da Natureza, os pecados aumentam as barreiras espirituais, o “engavetamento” e “anestesia” espiritual, a mente e a ilusão/klipah da materialidade, a ignorância das verdades espirituais, as transgressões alimentam o lado negativo, responsabilidade espiritual, reconciliação entre o homem e D-us, corbanót (“oferendas/sacrifícios”) e teshuvá (“arrependimento”), o rebaixamento das forças negativas, o sacrifício da alma animal, midá kenégued midá (“medida por medida”), tikún (“retificação”), seja como uma vela: um êish tamíd (“fogo perpétuo”), o “bode expiatório”, a teshuvá e o “coração quebrantado”, o choque com os atos anteriores a teshuvá, a teshuvá é um fogo celestial.

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VAYAKHEL

PALAVRAS CHAVES:

AULA 1: A palavra Shabat, tudo é como é devido à vitalidade Divina, a restrição da luz de D-us, Shabat: o descanso perfeito, a “sincronização” do tempo, três dias antes do Shabat, a singularidade, o “fogo” do Guehinôm/Inferno é apagado no Shabat, várias considerações místicas sobre o Shabat, a união esotérica do Sagrado com a Shechiná, a unificação dos mundos: o tempo de máxima santidade, o tempo melhor/santo para a união conjugal, a era Messiânica e o Shabat eterno.

AULA 2: Uma aula rica e profunda sobre a proibição de comer antes de se rezar para Hashem ao acordar pela manhã.

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KI TISSÁ

PALAVRAS CHAVES: O pecado de Adam, o Tikún (“retificação”), Adam e a original do da ansiedade e a falta paciência, despreparados arrogantes “querem” estudar Cabalá, falta de discernimento em tudo, o “recebimento” prematuro, a experiência humana da “troca”, o adulterar da mente, a contração da consciência e os pensamentos negativos/estranhos, avodah zarah (“idolatria”), a ietsêr hará (“má inclinação”), Adam “furou” a separação do domínio do mal que existia externamente ao mundo, as vontades dos homens misturam o bom com o ruim, o distanciamento de D-us pela ietsêr hará, o domínio da ietsêr hará, fazer o bem de fato, a tumah/impureza e a morte, a aproximação da morte através dos erros, a vitalidade do lado negativo (sítra áchra), o agente do mal, o “médico” da Torá e a cura, karêt/corte espiritual, atos positivos “adoçam” os juízos celestiais, a tsedacá salva da morte, atos de bondade (guemilút chassadím), somos “crianças rebeldes”, a vinda de Mashiach.

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TERUMÁ

PALAVRAS CHAVES: Tudo está sujeito as klipót que bloqueia a luz de D-us, a “comida espiritual” das klipót, pensamentos e ações negativas do homem, desalinhamento espiritual não é neutro, a “sociedade com o mal” através da força que o próprio homem dá as klipót, fragmentação mental e emocional: a insensibilidade, o “florescimento” do mal, a fagulha Divina que sustenta o mal para que exista o livre arbítrio, será que você – e sua suposta “neutralidade” espiritual – é um agente do mal?, guevurót (“severidades”), o mal é caracterizado pela negligência consciente ou não do bem, tudo que se afasta da Origem perde a luz da sua consciência do seu propósito original, a auto-glorificação da limitação humana é um ato de idolatria, racionalizações para se manter distante do que é reto, a perda de foco espiritual, o “presente” das klipót, o resultado de uma transgressão é outra transgressão, toda a verdade da criação vem através do bitúl (humildade) e a mentira através do yeshút (“orgulho”), não existe neutralidade espiritual, o Yom HaDin (“O Dia do Juízo”) e a sua indiferença das leis de D-us, é “fácil” se focar somente na klipah, a oportunidade de aprender e se desligar de uma vida rebaixada, a Torá é o manual para aferir o crescimento espiritual da pessoa, a guerra contra as klipót.

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MISHPATIM

PALAVRAS CHAVES: A “tecnologia do oculto”, bruxas, feiticeiros, mágicos e em geral pessoas que lidam com o chamado kishúf, contradição do shamayim, influência do espiritual no físico, leis naturais vigentes no mundo, bênção para cada coisa que existe e os agentes de D-us que garantem esta função, tentativa de subversão das leis naturais, corrupção temporária das leis, insistência dos decretos de abençoar, misturas inapropriadas (“ta’aruvót), cruzamentos/híbridos indevidos/estranhos de espécies pelas leis espirituais (como a mula), kelayím (“misturas”), shátnez (“a proibição de misturar lã e linho”) para os judeus, proibição da carne e leite, esta “tecnologia do oculto” ergue temporariamente um poder da sítra áchra, contradizendo a lei espiritual, a proibição destes assuntos é relacionada à proteção de Hashem para nós mesmos, “o feitiço vira contra o feiticeiro”.

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PALAVRAS CHAVES: “Pragas intermediárias”, bloqueios da luz de D-us, erros de pensamentos e emoções, empecilhos ao crescimento espiritual, vivência contrário aos desígnios de D-us para o Bnêi Israel, indulgências e o lema da yêtser hará (“má inclinação”): “eu sou feliz quando faço eu faço o que eu quero”, foco exclusivo na busca de satisfação das vontades, exemplo das empresas, sem uma formação observante da Torá na família é necessário revelar o desejo de se ligar a D-us, a “aceitação” do pacote de cada família, explicações antropológicas sobre a assimilação do judeu, a antiga diferença espiritual do judeu, o aceitar da Torá: a alteração do DNA espiritual, o jugo Divino, a “segunda alma” do judeu: a néfesh Elokít (“alma Santa”), ao se ligar e aceitar a assimilação o judeu só favorece a sua néfesh habahamít (“alma animal”) que todos os humanos têm, vivendo a “vida diminuída” que a sociedade tanto aplaude, a “infestações das pragas” que bloqueiam a vida do judeu, o filme da vida que teria sido será mostrado no “próximo nível”, a praga real da resistência das mitsvót, tomando as devidas providências para eliminar estas pragas, vivendo com coerência espiritual.

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VAYIGASH

PALAVRAS CHAVES: O profeta Eliyahu (“Elias”), ele “ascendeu” e não morreu como os outros homens, mayin nukvín (“águas femininas”) e mayin durchin (“águas masculinas”), causa e efeito, livre arbítrio, o tempo das respostas Divinas, 12 Tribos em Israel, fluxos de Divindade e as bênçãos de crescimento, recompensa por um ato espiritual – uma mitsvá – não “cabe” no universo, Ór Makif (“Luz exterior”) e os paradoxos, considerações profundas sobre os nossos esforços verso os resultados, D-us favorece o mundo com uma posição de Chésed (“Bondade”), “assimetria espiritual”, a impossibilidade de um mundo espiritualmente simétrico, ordem e caos, “Teoria das Cordas”, Bósons, “Supersimetria”, a natureza “imperfeita/assimétrica” do universo finito, as doenças são assimétricas, considerações profundas sobre a natureza das doenças, o patriarca Ya’acov/Jacob rezou para que existissem as doenças e não se morresse repentinamente, as “exceções” de Enósh e do profeta Eliyahu, as causas do sofrimento, o esforço na Torá, a “queda das ilusões”, Yossêf se manteve justo mesmo com tantos testes que ele passou, o mês de Tevêt.

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MIKÊTS

PALAVRAS CHAVES: Constante alteração das coisas: Entropia, Hashem constantemente vitaliza a realidade, convergência entre Torá e a ciência, todas as essências estão na Torá, o tempo altera somente a expressão material de algo, os pronunciamentos Divinas da Criação são constantes e eternos, leis de D-us são imutáveis, o Techiyát HaMetim (“Ressurreição dos Mortos”), letras do alfabeto Hebraico e a raiz de tudo, retificação das midót (“características de personalidade”), a importância da retificação, a obrigação espiritual de se retificar, a flecha inexorável do tempo, “o tempo é um caçador, sempre a espreita de nós”, considerações profundas sobre o tempo, o tempo “caleidoscópio”, o declínio das gerações, o estado final da geração, o avodah Hashem (“trabalho a D-us”) atua no mundo físico como a Entaupia – o oposto da Entropia, o tempo e o Shabat, a transformação da Era Messiânica, a Festa de Chanuka, Teoria das Cordas, as 10 dimensões da Chanukiá (“candelabro de Chanuka”), portal das realidades, a Ór Áyin sóf (“a Luz Infinita de D-us”), a manifestação do infinito dentro do finito, recebendo méritos espirituais, a Torá ilumina a mente e oferece alegria para o coração, ahavát Israel (“amar o próximo”).

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VAYESHEV

PALAVRAS CHAVES: O estudo da Torá, Yossêf haTsadik (“o Justo”), yasharút (“retidão”), influências seculares, hipocrisia religiosa – aparência de fé, indiferença espiritual, parceria dos Bnei Nôach com o Bnei Israel, retificação do caráter, Chesbón Néfesh (“contabilidade espiritual”), estudo cashér da Torá mística, mudança dos caminhos e atitudes da pessoa, tikún ha-midót (“retificaão do caráter”), o único valor do estudo é a ação, Cabalá significa receber, entendimento da Cabalá não é algo racional somente, sem transformação real dos comportamentos e estilo de vida não existe entendimento algum da Cabalá, a intimidade dos pensamentos de Hashem, inspiração pelo espírito Divino, novas percepções, a glória de D-us preenche todo o mundo, Hashem está em tudo porque Ele é tudo, a vida seca e dura sem D-us, Torát Chayim (“Torá Viva”), Torá é um portal vivo e multi-dimensional, contato com Hashem, permitindo ser influenciado pela Torá, Mashiach virá através do estudo da Cabalá, o caminho de Hashem

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VAYISHLACH

PALAVRAS CHAVES:

AULA 1: O confronto “inevitável” entre o patriarca Ya’acov/Jacob e seu irmão Esav/Esaú, a inteligência superior de Jacob, enganado o lado negativo, o poder do ayin hará (“olho do mal/gordo”) provém dos 400 homens de Esav, 400 é guemátria (“valor numérico”) de rá áyin (“olho mal”), segulah (“remédio espiritual”) do peixe Sheláyim/Carpa, a necessidade de se ter calma, a mente deve imperar, lidando com a hostilidade dos gentios que não nos querem bem, as várias táticas de Ya’acov: a “Arte da Guerra”, manipulação psicológica do inimigo, oração é um instrumento de alteração da realidade, yihudim (“unificações celestiais”), teshuvá e o mérito espiritual, quando a pessoa pede algo para Hashem o lado negativo se interpõe acusando a pessoa, é vital crescer em mérito, a “oração é uma guerra”, a luta de Ya’acov e o anjo de Esav, o novo nome de Ya’acov: agora, Israel, as cicatrizes da guerra, o anjo era o próprio Sámech-Mém (Satán), todos nós sofremos também assaltos espirituais pela iêtser hará (“má inclinação”), as fala interior e as “instruções” da iêtser hará para a pessoa, a consciência e o mundo revelado, o espiritual e o subconsciente, ações militares – a força – as vezes são a única solução, reconhecer e saber lidar com o mal, a fraqueza da leniência moral

AULA 2: Posturas arrogantes e orgulhosas, a força da humildade, Adam e Cháva se uniram novamente após 130 anos, a oportunidade do homem de se auto-encolher, auto-conhecimento depende do “recolhimento” e aprofundamento, quebrando as “mitologias pessoas”, percebendo o seu potencial para ascensão, ambiguidade espiritual e o vazio do ser, tsimtsúm/contração, contemplação da grandeza de D-us, teshuvá e o trabalho espiritual para se ligar a D-us, verdades absolutas de D-us, a visão humilde sobre a vida, a revelação da luz de D-us no mundo, a Torá é a Sabedoria Divina, o superior em baixo e o inferior em cima, outras considerações profundas sobre sobrepujar obstáculos espirituais, a transformação verdadeira da pessoa que está de fato ligada a Torá, revelando os potenciais da pessoa através da Torá, evoluindo em tudo, a pessoa é ajudada a ascender espiritualmente quando ela se esforça para crescer em Torá, a força inabalável de se ligar com o espiritual nasce na humildade

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VAYETSÊ

PALAVRAS CHAVES: Sonhos, visão e profecia, vários graus de consciência, ligação sensorial com a realidade, reações aos estímulos físicos, árduo trabalho de crescimento espiritual, o livro Messilát Yasharím, elevação dos pensamentos, para os judeus é vital entender e cumprir o que é o Shabat etc., as klipót previnem as ascensões, o profeta Ezequiel (1:4) descreve estas klipót que bloqueiam a mente, recalcitrância: a pessoa se recusa a se iluminar e alimenta assim as klipót, ciclo vicioso da falta de iluminação, “A sabedoria é dada aos sábios” (Daniel), percepção das essências – “insight”, a necessidade de alinhar seus pensamentos com o seu coração, sem elevação a pessoa se mantém prisioneira do ego, o materialismo bloqueia o espiritual, mudança de foco da mente: o infinito, consciência contraída, a “luz” de keter que balança e ordena a mente, matê ve-ló matê (“tocando, mas não tocando”), a mente sempre busca o infinito, restrição da mente evita a obliteração da mente, de acordo com o “recipiente” espiritual assim também é a sua iluminação, estágios de meditação.

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TOLEDOT

PALAVRAS CHAVES:

AULA 1: Esáv (“Esaú”), o irmão perverso de Jacob representa o Tohu e Bohu (“Coas e Desolação”), oa ssuntos do mundo são “duros”, a origem do Caos é em Guevurá degenerada, caos: o rompimento das uniões, deformidade das verdades, a apreensão sobre as verdades absolutas varia conforme o nível da pessoa, expressão da verdade em níveis diferentes, o caos ético-moral, o foco da mente precisa ser D-us, o típico conglomerado de opiniões informais da maioria, a falsa “exploração” intelectual baseado no desejo e vontade do momento, “achismos”, as “cercas” da Torá (“ou seja, as leis sobre as leis”) protegem as verdades espirituais, relativismo incoerente, falta de rigor nas ideias, o caos é o poder sem raiz e sem reconhecimento da origem Divina em tudo, se conectando com a “inteligência interior” das coisas, a pessoa que deseja se elevar é ajudada pelo Alto, o desejo de retidão faz você ir além de sua capacidades naturais, Esáv é a iêtser hará (“má inclinação”), canalizando sua força espiritual.

AULA 2: Conceitos profundos da Cabalá sobre dois modos de discernimento, e sobre a maneira que uma pessoa sem discernimento e ligação real com D-us se conecta somente à superficialidade da realidade. E Esáv representa esta força negativa, superficial, ou seja sem retificação.

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CHAIYÊ SARAH

PALAVRAS CHAVES: Abrindo os canais de revelação, altruísmo e abnegação, Sara é Malchut, recipiente puro, bênção Divinas, alegria no serviço a D-us, restrições na alegria para evitar corrupção, o patriarca Yitzchak e a alegria final da era do verdadeiro Mashiach.

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VAYERÁ

PALAVRAS CHAVES: O sacrifício de Yitzchak, o Samech-Mem (“o anjo do mal”) acusou Avraham de ter trocado o sacrifício “original” por um animal, a própria Torá afirma que uma vez consagrado um animal não pode ser usado para outro fim, o Samech-Mem tentou fazer o tsadik Avraham a pecar no caminho dele cumprir a mitsvá que Hashem o ordenou, e o anjo do mal fez o mesmo com Yitzchak, a iêtser hará (“má inclinação”) surge sempre e com astúcia para atrapalhar nosso atos corretos, a iêtser hará está sempre tentando a pessoa para que ela se desvie, a Presença Divina somente habita aonde há alegria santificada, a importância de shalom báit (“paz no lar”), o desejo judaico é de sempre cumprir as mitsvót, a alma está exilada no corpo e tem grandes dificuldades: os desejos do corpo lutam contra ela, o grupo corajoso chamado de Bnei Nôach também têm desejo de cumprir as suas mitsvót, o processo de acusação celestial, como opera a auto-ilusão da pessoa, atrasos no cumprimento das mitsvót, a ilusão é um disfarce apra o ruim, cuidado com o ruim acidental, pecar significa se esquecer de D-us, o tsadik é aquele que não se desconecta de D-us, o perigo da oscilação entre o certo e o errado pode ser sanado.

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LECH LECHÁ

PALAVRAS CHAVES: O patriarca Avraham e a meditação, percepção das realidades espirituais se iniciam no questionamento, voz interior, desejo de ligação a D-us, Hitbonenút (“meditação”) é o processo de desvelamento da verdade que sublinha a realidade, estado de contemplação e a cura da deficiência espiritual, o caminho do meio, hábitos incoerentes aumenta a confusão mental e emocional, estado de ambiguidade sobre a realidade, problemas com a Teshuvá (“retorno a uma vida de Torá”), a saída do auto-envolvimento, a klipá é a força espiritual que oculta a luz de D-us, o exílio espiritual, rompendo com as ilusões, a meditação judaica cashér é um processo de busca sobre o significada verdadeiro das coisas, aquietamento da mente para a oscilação mental, através da contemplação a pessoa extrai a verdade sobre qualquer aspecto de sua vida, o estudo das halachót (“leis”), o erro do sábio Ácher que caiu e por fim se tornou um herege, conselhos sobre a humildade.

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NÔACH 2

PALAVRAS CHAVES: O espírito da morte foi introduzido no mundo por Adam, zehuma (“veneno”) do Serpente foi injetado em Chava (“Eva”), a geração de Adam foi rebelde diante de D-us, eles se conectara com a parte inferior da Árvore do conhecimento, Nôach também pecou, a necessidade de um progresso contínuo ascendente em santidade, vida santificada, não existe “neutralidade” espiritual, o homem precisa se erguer em retidão, a benevolência Divina permite que o homem se ache uma criatura independente, depressão é escuridão interior, a diferença entre a vida pela Ets Da’at e a Etz Chayim.

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NÔACH 1

PALAVRAS CHAVES: O início da civilização como a conhecemos, longevidade das pessoas da geração de Nôach (“Noé”), clima da terra era diferente, possível influência reptiliana no DNA humano, a raça Adâmica foi extinta salvo Nôach, Hashem restabeleceu a aliança sagrada com Nôach, obrigação de comer carne, problemas com o vegetarianismo, a necessidade da carne, na era do Mashiach os corbanót (“oferendas”) voltarão, entretanto um am ha’arets (“ignorante da Torá”) não deve comer carne, (várias explicações sobre) a mística da questão da carne, reencarnação como meio de retificação das transgressões, os Bnei Nôach, elevação das “almas caídas” e Mashiach.

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BERESHIT

PALAVRAS CHAVES: A Torá começa com a segunda letra do alfabeto Hebraico, álef é o espírito, álef foi guardado para os 10 mandamentos, pshat (“nível literal/revelado”) e sód (nível profundo/oculto), o homem tem o corpo e a alma, dois níveis básicos de entendimento da Torá, olám hazé (“mundo do agora”) e olám habá (“mundo vindouro), a Torá é o mapa de toda a Criação, a vestimenta da Torá celestial, não temos permissão de tudo saber, a ciência também desconhece tudo antes do Big Bang, álef é Atsilút, quatro olamót (“mundos”), a Torá de hoje é do olám ha-Beriyah, na era do Mashiach o nível de sód será o nível revelado da Torá, a letra Bêt é aberta em um dos lados, (várias considerações profundas sobre) o mal vem do norte, forças antagônicas com raízes comuns, a letra Bêt expressa a pluralidade e divisão da Criação, a complexidade da realidade é “produto”, por assim dizer da essência do Bêt, Bêt Reshít (“dois começos”).

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SEGREDOS DA ALMA

As duas aulas deste título abordam assuntos extraordinários e inéditos na língua portuguesa. Ambas as aulas são baseadas no livro Darósh Darásh do Rabino Avraham Chachamovits. Na primeira aula, o assunto sensível e profundo da possibilidade do elo de um amor após a morte é tratado com clareza, vigor e grande iluminação. A segunda aula trata do importante assunto do Yóm HaDín, o dia do juízo pessoal de cada um – a fase que ocorre após o falecimento. Certamente assuntos muito místicos e que precisam ser conhecidos por toda pessoa que teme a D-us e deseja ganhar entendimento sobre as verdades espirituais que sublinham a nossa vida. Só este ganho real de consciência e ações corretas permitirá o crescimento espiritual verdadeiro da pessoa e a retificação do mundo.

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