OS REMANESCENTES DE ISRAEL

A falta de uma busca constante por entendimento legítimo das verdades espirituais da Torá reflete diretamente o estado espiritual caído da pessoa. As distrações, tolices e vaidades são sintomas do materialismo assombroso que engole o mundo sem piedade, e que engana os incautos e arrogantes a perderem seu tempo precioso de vida. Fala-se muito, e nada se diz. Flerta-se com a Torá, achando que um “pouco” ligado é suficiente, melhor do que nada. Erros antigos de mentes infantis que vivem estados crônicos de confusão. E ao invés de amadurecerem, fazem sim grandes esforços apenas para se manterem no mesmo nível que se encontram e de modo despreocupado. Tudo isso é dramático, contudo muito conhecido e previsto na fase em que o mundo se encontra. Estes são os dias que antecedem a grande mudança que está por vir: os tempos mais difíceis da Era Messiânica. Contudo, “Os Remanescentes em Israel não mais cometerão iniquidades nem pronunciarão falsidades, e não haverá entre eles quem possua em sua boca uma língua enganadora; alimentar-se-ão e dormirão em tranqüilidade, e ninguém os assustará” (Tsefaniah 3:13; ver o Rabi Avraham Azulai, Chesed L’Avraham, Mayan 5, Nahar 22, sobre o Kibutz Galiot e os 7.000 judeus que sobrarão em Israel).

tzedakah

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