LÁMED

Ver resenha do título ÁLEF.

PALAVRAS CHAVES: O Lámed é a décima segunda letra do alef-bet e tem um aspecto de sua forma acima da linha horizontal normal para as letras do álef-bet, é uma letra composta por três letras, o lámed é metaforicamente uma “torre voando no ar” ou uma nave espacial/foguete, o primeiro “estágio” do foguete é a letra caf, o segundo estágio é a letra vav, e o terceiro estágio é a letra yud: a cápsula da nave, porque se deseja viajar para fora no espaço ou dentro da consciência?, a letra lámed é o portal (para meditação) da vontade de explorar e adquirir conhecimento, esta vontade de explorar é uma assinatura no “dna espiritual” do homem, a ciência se defrontando com o espiritual, a necessidade da aceitação de D-us, todos os caminhos levam a realização do Divino, a capacidade humana latente de retorno a D-us, considerações sobre da exploração espiritual, a exploração no início é positiva, a palavra lámed significa aprender ou ensinar, Shofetim/Juízes 3:31, considerações sobre o melámed/professor, o controle da “alma animal” (néfesh habahamit), a origem da iêtser hará com o pecado de Adam, a infantilidade do orgulho do Ego, as vaidades e vontades da “má inclinação”, subjugando a iêtser hará que não quer isso, o pecado espera sempre à espreita, somente os tsadikim subjugam completamente a iêtser hára, e mesmo estes justos têm níveis distintos sobre este subjugar, a força maior da exploração é saber o limite da onde não explorar, o lámed/melámed é a força de subjugar a iêtser hará, ensinando o aluno que ele é aluno, o objetivo do ensino é transformar o aluno em mestre, considerações sobre a visão material da realidade, a endeusamento da matéria e as disciplinas físicas, o mestre busca elevar a consciência do aluno, o (meu) método do mestre, a letra lámed tem valor numérico 30, o calendário judaico é luni-lunar, a sefirá de malchut, o rei David e o atributo da humildade (shiflut), Yeshua (Josué) era aluno de Moshé, o malchut/mundo da pessoa, os atributos necessários para um mundo digno, o Mashiach ben David, a exploração humilde, o avanço no da’at eliyón (“conhecimento superior”) para se ligar a D-us.

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KAF

Ver resenha do título ÁLEF.

PALAVRAS CHAVES: O Kaf é a décima primeira letra e tem valor 20 e não 11, as letras do alfabeto Hebraico são os “blocos fundamentais da realidade” que a conferem com coerência, como exemplos: graças à letra Vav entendemos as hierarquias no universo, a alma é composta por letras do alfabeto Hebraico, a letra Hêi implica no elemente de criação, e a letra Chet é um “portal” que permite alteração da consciência etc., estamos ainda no primeiro nível do entendimento do alfabeto Hebraico chamado de “Mundos”, aprendendo um pouco sobre os “instrumentos” divinos que são as letras, o desenvolvimento espiritual e psicológico através deste estudo, o kaf tem a forma do universo que ocupa o espaço acima do horizonte, teoria geocêntrica, um estudo sobre os corpos celestiais, o Dirá b’Tachtonim (“a moradia santificada para D-us”) nos mundos inferiores, movimentos celestias e a Presença Divina, contrariando as tendências naturais, outros elementos da natureza além do homem se prostram diante de D-us, o Pérek Shirá, os astros são “recipientes” para os anjos, o Salmo 8, a letra Kaf é a capacidade de sermos “impressionados” pelo infinito, em Hebraico o Kaf é também metaforicamente a palma da mão e as nuvens, o Kaf como verbo alude ao poder de coerção/supressão, o Salmo 128, estudo sobre o poder de coerção positivo e negativo, a era de Mashiach, a kedusha/santidade não se mistura com a tumah/impureza, Yossêf é vendido (na parashá Vayeshev) por 20/Kaf moedas, estudo sobre os pés e os sapatos, a “sarça ardente” e a remoção dos sapatos de Moshé, o significado da venda de Yossêf.

Música: A Shtetl Nigun (autor desconhecido).

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YUD

Ver resenha do título ÁLEF.

PALAVRAS CHAVES:  Yud é a menor das letras do álef-bêt, o ponto de onde se origina toda a realidade, a “singularidade”, o tsimtsum: a restrição da luz de Hashem, o “Big Bang” e o processo de “inflação”, o início do tempo e espaço, expansão do universo, as leis da natureza, o ponto mais íntimo da sabedoria (chochmah), a sabedoria “singular” do rei Salomão, o yud representa a concentração de sabedoria, convergência à sabedoria maior do mestre, a conexão profunda entre aluno e o mestre, concentrando a energia no avodah Hashem (“trabalho espiritual a D-us”), bitúl (“auto-anulação”): tsimtsum e a auto-concentração de luz, os bloqueios da consciência e os conflitos interiores da pessoa, quebrando os vícios de expressão, aprendendo a expressar a voz da alma, rebaixando o Ego, a necessidade e aquietar a mente para revelar a alma, a revitalização da criação e uma importante meditação no “agora”, o yud tem o valor dez: a base do sistema numérico, o miniyán (dez homens judeus): o ideal da pluralidade, a união do dez, os dez poderes da alma expressos nos dez dedos da mão, os dez pronunciamentos da criação e os dez mandamentos, os dez mandamentos e o processo de redenção do mundo na era messiânica.

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VAV

Em mais um shiur brilhante desta série histórica de anos atrás, o Rabino Avraham Chachamovits traz de modo inusitado, muita Torá profunda e ciência.

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PALAVRAS CHAVES: A letra Vav e o início da Criação, duas dimensões: interna e externa, o Vav é o conector fundamental da realidade, diferenciação: a dimensão externa do Vav, as hierarquias espirituais e físicas, a interrelação entre as coisas: a dimensão interna do Vav, “inter-inclusão”, lógica Divina e os circuitos elementares na ciência e tecnologia, a primeira posição do Vav na Torá, a presença do Vav nas palavras sa Torá, o Vav como “pilar”, a realidade anti-D’us deste mundo, se aproximando de Hashem pela ciência, o limite do pensamento racional, a visão da humildade, os “barulhos” mentais que atrapalham a conexão com Hashem, a visão do Talmud sobre os “pilares que sustentam a humanidade, o modelo de “doze pilares” do Sêfer Yetsirah, o “Big Bang”, o modelo de “sete pilares”, três dimensões do espaço mais algo o tempo passado (um aspecto da dimensão do tempo), explicações sobre a realidade que se desdobra constantemente do passado, o “rio do tempo”, o que é o “presente”?, o futuro e o modelo de “um pilar” que sustenta o mundo, o Tikkún Olám (“Retificação do Mundo”), trazendo Mashiach e a “ansiedade messiânica”, o seis dias da Criação, a duração do mundo, a união do Céu e da Terra.

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DÁLET

Nesta continuação da série “A Mística do Alfabeto Hebraico”, o Rabino Avraham Chachamovits explica a letra Dálet de acordo com a Cabalá. Um intenso shiur do Rabino Avraham sobre o bitúl: a autoanulação.

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PALAVRAS CHAVES: Dálet é a quarta letra do alfabeto Hebraico, a imagem do homem curvado, a humildade, bitúl: a autoanulação do “ego”, se ligando a Hashem através do bitúl, vários níveis de bitúl, os bloqueios da iêtser hará (“a má inclinação”), ganhado bitúl através da gratidão por tudo, nada é merecido e tudo que temos é presente de Hashem, a importância de prestar atenção” em tudo, o “princípio da incerteza de Heisenberg”, a grande percepção dos justos e a falta de percepção do orgulhoso, Hashpa’ah: a influência Divina na sua vida, tudo acontece para você é por necessidade, o “livre arbítrio”, qual a missão de sua vida?, considerações sobre o bitúl ha-yêsh (“autoanulação existencial”), realidades dos anjos, o sonho de Jacó e os anjos, considerações sobre os níveis espirituais mais sublimes, definição do “orgulho”, a descrença em Hashem, Jean Paul Satre: um dos muitos “filósofos” do orgulho, o dirá be’tachtonim (“a moradia no no mundo inferior”), a luz vem da escuridão, dálet é um portal para ligação com Hashem.

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SEGREDOS DA CRIAÇÃO 4

O Rabino Avraham Chachamovits inicia este shiur iluminando um profundo conceito da realidade, o que chamamos de fase. E ele explica: o que configura, começa, e termina a chamada “fase”. Através de inúmeras alusões de ordem física e espiritual este assunto é primeiro examinado. A aula continua expondo detalhadamente de acordo com a Torá as características da conhecida fase da Dór HaMabúl, a “Geração do Dilúvio” (de Nôach/Noé) que foi tão espiritualmente rebaixada. E uma pergunta é lançada: por que esta geração do dilúvio era mais fisicamente poderosa e vital do que as subsequentes? Qual o segredo da longevidade desta geração anterior ao dilúvio? A resposta para este mistério particular, baseado nas ciências naturais, mostra diferenças no globo terrestre que permitiram acesso a uma enorme fonte de energia durante esta geração. No entanto, esta mesma resposta gera aparentes dúvidas quando comparada a outros eventos também sancionados pela ciência e os relatos da Torá. Por fim, estes e outros mistérios da Terra, tal como a “Era Glacial”, são solucionados pela Torá, pois como escrito: “Perfeita é a palavra do Eterno e fidelidade marca tudo o que faz” (Salmo 33:4). Uma aula que ensina como as fases da criação são distintas e não necessariamente interdependentes umas das outras. De fato, vivemos hoje uma fase única da criação, marcada pela necessidade de todos se tornarem partícipes no inaugurar da nova fase do único e verdadeiro Mashiach, e que isso seja em nossos dias amém.

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SEGREDOS DA CRIAÇÃO 3

Diferentes fases geológicas que o mundo vivenciou foram explicadas e previstas pela Torá através dos profetas, nos Midrashím, etc., muito antes mesmo da ciência entendê-las. Nesta aula, o Rabino Avraham Chachamovits trata da fase geológica que o mundo vivenciou posteriormente ao pecado no Éden – quando Adám e Cháva se conheceram biblicamente mais uma vez, e deram à luz ao um filho chamado Shet. De Shet, nasceu Enósh, através de quem, nossos Sábios revelam se iniciou a idolatria no mundo. A aula prossegue explicando a idolatria como um processo de degeneração e assim de distanciamento do verdadeiro serviço espiritual ao Um D-us. Devido a esta “inovação” tão negativa de Enósh, o Midrash afirma que D-us de fato puniu a sua geração de diferentes maneiras (e muito antes da geração de Noâch, e o conhecido mabúl – o dilúvio das águas). No entanto, os profetas aparentemente contrariam o Midrash sobre a destruição na época de Enósh, estabelecendo assim uma “tensão” que é impossível na Torá, pois a Sabedoria de D-us é perfeita e não existem contradições. A resolução vem então através da exposição dos mestres que explica a lógica e solução destas questões do passado através das ciências naturais, trazidas em mias esta aula de fé em Hashem e a Sua Torá.

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SEGREDOS DA CRIAÇÃO 2

Algumas mentes menos iluminadas poderiem argumentar sobre a dificuldade na integração dos achados científicos e do estudo da Torá e que isso se deve ao fato de que a ciência é produto humano, portanto, sempre especulativa – constantemente evoluindo e provendo somente uma descrição aproximada da realidade. Ao contrário disso, a Torá é dada por Hashem, e assim eterna e a verdade absoluta. Aparentemente, a Torá e a ciência não podem ser “misturadas”. Mas de fato, é vital a integração das ciências com a Torá, pois somente deste modo a ciência é convertida em um instrumento de revelação da luz de D-us no mundo – e a “conversão” é o processo espiritual mais completo. Eis sua chance de elevação. Nesta aula, o Rabino Avraham Chachamovits continua a explorar com a convergência da Torá e da ciência. O foco agora é mostrar algumas das grandes alterações físico-espirituais que ocorreram desde os tempos mais remotos do mundo até hoje. Estas mudanças narradas pela Torá e explicadas na ciência contemporânea incluem as alterações na aparência da Terra, no clima, na irradiação e energia solares, na órbita dos planetas, na atmosfera e refração da luz, etc. A mudança de estrutura na natureza e realidade faz parte da vida neste mundo. A própria vida espiritual do homem também se alterou, pois anteriormente ele se encontrava mais próximo à sua origem; carregando assim qualidades espirituais e físicas superiores que hoje precisam ser resgatadas para que ele viva a completude de sua humanidade. E este “resgate” representa o retorno do homem através do seu realinhamento às leis da Torá. Somente assim ele voltará a exibir estas qualidades extraordinárias, forjando um mundo novo: a era do único e verdadeiro Mashiach, em breve amém.

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SEGREDOS DA CRIAÇÃO 1

Neste shiur (de 10 anos atrás) o Rabino Avraham Chachamovits trata de maneira lúcida e profunda a tensão (apenas) aparente que existe entre a sabedoria Divina da Torá e os assuntos da ciência secular. A aula segue iluminando o assunto dos “Ciclos Sabáticos” (shmitót) e a idade do universo de acordo com a Torá. Através desta exploração singular de convergência entre a Torá e ciência moderna, novos entendimentos se revelam. A intenção desta obra complexa de Torá e Ciência – uma das áreas que o Rabino Avraham mais se dedica e inova – é de afirmar que a verdadeira síntese dos ensinamentos da Torá e da ciência ocorre quando o conhecimento científico é usado para explicar, sustentar e iluminar conceitos da Torá. Deste modo, a ciência contribui para a nossa habilidade de perceber a Divindade dentro do universo criado. Mais ainda, em última instância, a Cabalá e a ciência são interdependentes mesmo que ainda sejam vivenciadas separadamente. Em tempo, na medida em que a ciência amadurecer ao ponto de desejar se conectar com o pensamento Divino, o casamento destas duas perspectivas será realizado. Isto é previsto, pois no estágio completamente maduro da ciência ela reconhecerá a unificação total da estrutura do universo como sendo a própria assinatura de Hashem. E a Torá – em particular através de sua dimensão mística da Cabalá e Chassidut – é a chave para o reconhecimento desta assinatura, o que ocorrerá por completo com a aproximação da revelação do verdadeiro e único Mashiach, e que isso seja assim amém.

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VAYIGASH

PALAVRAS CHAVES: O profeta Eliyahu (“Elias”), ele “ascendeu” e não morreu como os outros homens, mayin nukvín (“águas femininas”) e mayin durchin (“águas masculinas”), causa e efeito, livre arbítrio, o tempo das respostas Divinas, 12 Tribos em Israel, fluxos de Divindade e as bênçãos de crescimento, recompensa por um ato espiritual – uma mitsvá – não “cabe” no universo, Ór Makif (“Luz exterior”) e os paradoxos, considerações profundas sobre os nossos esforços verso os resultados, D-us favorece o mundo com uma posição de Chésed (“Bondade”), “assimetria espiritual”, a impossibilidade de um mundo espiritualmente simétrico, ordem e caos, “Teoria das Cordas”, Bósons, “Supersimetria”, a natureza “imperfeita/assimétrica” do universo finito, as doenças são assimétricas, considerações profundas sobre a natureza das doenças, o patriarca Ya’acov/Jacob rezou para que existissem as doenças e não se morresse repentinamente, as “exceções” de Enósh e do profeta Eliyahu, as causas do sofrimento, o esforço na Torá, a “queda das ilusões”, Yossêf se manteve justo mesmo com tantos testes que ele passou, o mês de Tevêt.

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MIKÊTS

PALAVRAS CHAVES: Constante alteração das coisas: Entropia, Hashem constantemente vitaliza a realidade, convergência entre Torá e a ciência, todas as essências estão na Torá, o tempo altera somente a expressão material de algo, os pronunciamentos Divinas da Criação são constantes e eternos, leis de D-us são imutáveis, o Techiyát HaMetim (“Ressurreição dos Mortos”), letras do alfabeto Hebraico e a raiz de tudo, retificação das midót (“características de personalidade”), a importância da retificação, a obrigação espiritual de se retificar, a flecha inexorável do tempo, “o tempo é um caçador, sempre a espreita de nós”, considerações profundas sobre o tempo, o tempo “caleidoscópio”, o declínio das gerações, o estado final da geração, o avodah Hashem (“trabalho a D-us”) atua no mundo físico como a Entaupia – o oposto da Entropia, o tempo e o Shabat, a transformação da Era Messiânica, a Festa de Chanuka, Teoria das Cordas, as 10 dimensões da Chanukiá (“candelabro de Chanuka”), portal das realidades, a Ór Áyin sóf (“a Luz Infinita de D-us”), a manifestação do infinito dentro do finito, recebendo méritos espirituais, a Torá ilumina a mente e oferece alegria para o coração, ahavát Israel (“amar o próximo”).

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INTRODUÇÃO À CABALÁ

É difícil imaginar como, em uma única aula, o ouvinte possa participar de uma visão tão profunda e rica sobre a origem da Criação, o Pecado Original de Adam e Chava, a introdução do Mal no mundo, o desdobramento espiritual do esplendoroso recebimento da Torá por Moisés no Sinai e a sua transmissão milenar para os mestres da Cabalá, chegando até os nossos dias. Mas o fato é que nesta única aula, não somente o Rabino Avraham  explica com lucidez ímpar e profundidade incomparável estes conceitos e tantos outros, mas ele adentra também nos assuntos da Física Quântica, trazendo assim o ouvinte a um clímax revelador de insights iluminados sobre a realidade, onde Torá e ciência são completamente integradas.

Isso certamente ajudará muito a expansão de consciência e crescimento espiritual de todos que estudarem estas lições, bem como o apressar da vinda de Mashiach, e que isso seja muito em breve em nossos dias amém.

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