MIKÊTS

PALAVRAS CHAVES: Constante alteração das coisas: Entropia, Hashem constantemente vitaliza a realidade, convergência entre Torá e a ciência, todas as essências estão na Torá, o tempo altera somente a expressão material de algo, os pronunciamentos Divinas da Criação são constantes e eternos, leis de D-us são imutáveis, o Techiyát HaMetim (“Ressurreição dos Mortos”), letras do alfabeto Hebraico e a raiz de tudo, retificação das midót (“características de personalidade”), a importância da retificação, a obrigação espiritual de se retificar, a flecha inexorável do tempo, “o tempo é um caçador, sempre a espreita de nós”, considerações profundas sobre o tempo, o tempo “caleidoscópio”, o declínio das gerações, o estado final da geração, o avodah Hashem (“trabalho a D-us”) atua no mundo físico como a Entaupia – o oposto da Entropia, o tempo e o Shabat, a transformação da Era Messiânica, a Festa de Chanuka, Teoria das Cordas, as 10 dimensões da Chanukiá (“candelabro de Chanuka”), portal das realidades, a Ór Áyin sóf (“a Luz Infinita de D-us”), a manifestação do infinito dentro do finito, recebendo méritos espirituais, a Torá ilumina a mente e oferece alegria para o coração, ahavát Israel (“amar o próximo”).

tzedakah

Um pensamento sobre “MIKÊTS

  1. Bom dia Rabino Avraham e Amigos,

    Após Mikets 5770 em vídeo, orienta-nos o mestre a prosseguir com o áudio 5770=> https://beitarizal.org.br/2013/03/08/mikets/ , um estudo ainda mais profundo e revelador.

    Cita o mestre:

    “… tudo tem o seu tempo pré determinado, e até para todo o propósito debaixo do céu…”
    E nos surpreende pois logo esclarece que o próprio tempo é limitado, por conseguinte as forças da materialidade, o lado negativo, a escuridão, sendo esta última a atual predominância no mundo, momento em que é concedido um termo de luz às nações, enquanto que Israel em exílio está sendo subjugado a estas regras, que são na verdade um grande propósito dos céus, assim entendi minimamente. Explica que a própria origem da palavra tempo em hebraico (et) é uma força angelical incumbida de certificar que tudo está ocorrendo como pré determinado.

    “… entropia…”

    Nos traz o Mestre este conceito de forma única e exclusiva e percebo então o quanto é deficiente ciência sem Torá. Conforme pequeno ponto de entendimento da citação anterior e explicação do mestre, compreendo que mesmo após a morte, e não tendo méritos para evoluir espiritualmente, Hashem em extrema misericórdia, nos concede esta força/oportunidade diferenciada citada pelo mestre: “… o seu tempo pré determinado…”. Recebemos então um novo veículo de expressão, um novo corpo, em algum grau possível de revelação da luz de D-us. Tudo de acordo com nossas ações, “… através (olhando de um nível mais microscópico) de cadeias de causas e efeitos, uma coisa leva a outra, em fim os estados de cada coisa vão essencialmente se modificando de acordo com a entropia do universo…”. O mestre esclarece que no entanto estas mudanças e as coisas são constantemente vitalizadas por D-us. Que “… as essências são infinitas, as manifestações finitas…” Após esta convergência (de Torá e Ciência) feita pelo mestre, somos direcionados a refletir que, apesar do limitado tempo no qual somos investidos neste grau de realidade e existência ínfima, nossa essência é única: Criação, o desejo Divino contido na Torá de Hashem. Entendo que por mais que sejamos falhos, manchados e sofrermos mudanças constantes, a vontade de D-us sempre prevalece. E lembro da frase preciosa dita pelo mestre que: tudo é para o bem. E em seguida reflito que apesar de alguns acharem que isto significa esperar que as transformações ocorram por si só, uma vez mais lembro o mestre dizer que o homem pode até atrasar sua própria evolução espiritual, mas por fim o desejo Divino sempre será cumprido. Uns pelo bem, e outros infelizmente pelo mal, mas tudo sendo para o bem, pois “… os seus pronunciamentos são eternos…”. E graças a D-us que aqui estamos tentando ir pelo caminho do bem, que assim seja para sempre, a todos nós, se D-us quiser, amém. O mestre segue imergindo a graus ainda mais profundos, considerando que até mesmo os nomes de tudo que existe, inclusive os nossos, representam miríades das causas e efeitos, efeitos possíveis de revelações Divinas, deixando claro que tudo tem uma oportunidade única para manifestação da luz de D-us, “… por isso que é tão importante se retificar…”, precisa ser trabalhado nossa natureza, e é obrigação do homem diz o mestre, “… é Lei espiritual…”.

    “… o famoso aro do tempo …uma flexa inexorável, apontando sempre para o futuro… o tempo sendo como um caçador… sempre a espreita de nós… todo e cada segundo jamais volta… a mente é extremamente dinâmica e subjetiva portanto podendo ser enganada em suas percepções sobre o tempo… ”

    Algo assustador, particularmente falando, pois se é algo sempre a espreita, uma força em vigilância para garantir que tudo está sendo feito como pré determinado, entendo minimamente que o presente como tempo na verdade não existe, e que somos apenas produto de minúsculas frações de acertos, de um instante a outro.

    “… gravidade quântica… existe uma escala de Plank, números extremamente pequenos e que é considerado no pensamento científico como a menor unidade possível que podemos usar para medir algo, tempo, tamanho, distancia etc… e mais ainda, certos argumentos baseado na termodinâmica dos buracos negros, sugerem que existe um número finito de graus físicos de ‘liberdade’ em uma determinada região qualquer do espaço…”

    De acordo com os ensinamentos do mestre, entendo a misericórdia Divina como sento uma lei universal e imutável, a qual nos permite ascender como um pequeno raio de luz quando apontados para algum grau de existência, único tempo real, futuro contido na eternidade Divina, a Torá de Hashem. Assim entendo como sendo nossa única oportunidade de algum nível de liberdade neste grau físico onde tudo a todo instante busca nos engolir como ‘buracos negros’ a nossa volta. Após revelar o único tempo verdadeiramente real e existente (um apontar para o futuro, para a eternidade), o mestre segue então esclarecendo sobre como podemos considerar o que é o presente: “o presente é uma fase… de duração aceita como fazendo parte de um momento presente em questão… é isso que existe…”. Segue então a lógica da ciência citada pelo mestre, pois ao refletir imagino que este momento em questão implicaria em frações e mais frações de parte de momentos presentes pré existentes. E o mestre exemplifica trazendo o Talmud, citando o crepúsculo, um momento duvidoso, evento em que um entra e outro sai, como um “piscar de olhos”. E cita comparações dos sábios sobre os declínios das gerações: “se nós pensarmos que aqueles que vieram antes de nós eram filhos dos anjos, então nós podemos pensar de nós mesmos como filhos dos seres humanos, entretanto se considerarmos que aqueles que os vieram anteriormente eram filhos de seres humanos, então nós precisamos obrigatoriamente nos considerar como jumentos e nem mesmo como jumentos… a degeneração da ligação do homem com D-us…”.

    “… entalpia…”

    Por outro lado, assim como citado anteriormente sobre o crepúsculo e piscar de olhos “um entra e outro sai”, o mestre traça um paralelo sobre o aumento do caos no mundo e a possibilidade deste ser exterminado, inaugurando assim a era messiânica, pois a desordem como fim traz maior potencial de revelação da luz de D-us, algo que o mestre revela como sendo o efeito contrário da entropia, pois as leis da Torá ativa em nossas vidas tem este poder de adoçamento das severidades, de transformação do caos em equilíbrio, permitindo um renascer de nossas vidas e mundo “marcado pelo arco íris do pacto eterno de D-us… permitindo assim a vinda de Mashiach…”.

    “… a experiência do tempo somente pode existir em sua verdadeira grandeza no desligamento da pessoa do tempo… pois assim essa dimensão é apreendida não de forma isolada mas no seu potencial maior, ou seja unificado com as outras dimensões da realidade… da maneira não isolada isso se deve também ao fato de que o tempo e as dimensões do espaço são intimamente conectados de forma a serem considerados unidos e diferenciados propriamente como espaço tempo … esse momento tão especial ocorre em Chanucá”

    Após esclarecer profundamente o que é o tempo para nós, o mestre prossegue nos revelando um momento único de experiência espiritual: a unificação das dez dimensões que ocorre em chanucá. Explica que para os judeus este momento especial ocorre também no Shabat. E nos ensina que Hashem espera de todo homem um envolvimento no ascender das velas de Chanucá, podendo assim em algum grau emular Ele, sendo um junto as nove velas acesas, possível de manifestar as dez dimensões/canais de manifestação de D-us. Que Hashem nos permita.

    Obrigado Rabino Avraham por nos guiar e iluminar nossos caminhos, permitindo em algum nível nos tornar parte da luz de D-us no mundo.

    Edson.

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