VAYIGASH: “PARA PRESERVAR VIDAS”

Um vórt (“breves palavras de Torá”) sobre o Bereshit 45:5, parashá Vayigash 5775.

Música: O cantor Belzer, Reb Y. Damen no casamento Satmar de Reb Aharon Teitelbaum.

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VAYISHLACH: “INTOLERÁVEL TOLERÂNCIA”

Um vórt (“breves palavras de Torá”) sobre o Bereshit 34:1, parashá Vayishlach 5774.

(Música: Coral com o Reb Yermiah Damen cantando Ani Ma’Amin, comemorando o resgate do Rebe de Bélz anterior e seu irmão o Bilgorayer Rov, pai do Rebe de Bétz atual. Eles se salvaram do holocausto nazista e chegaram em segurança em Éretz Israel no ano de 1944).

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YOM KIPUR

Um shiur do Rabino Avraham sobre a festa de Yom Kipur e as leis da teshuva.

PALAVRAS CHAVES: As halachót (“leis”) de Teshuvá (“retorno e arrependimento”), necessidade da confissão verbal dos pecados em Yom Kipur, arrependimento dos pecados, a realidade é imbuída com a possibilidade da teshuvá, consciência da capacidade de retificação existente na realidade, teshuvá por amor a D-us transforma as manchas espirituais em méritos, nem todos os pecados são expiados em Yom Kipur, níveis de expiação, a grave punição celestial (só para os judeus) de Karêt (“corte” do Bnêi Israel, o “Povo de Israel”), o constante escrutínio do Beit Din shel Ma’alah (“Tribunal Celestial”), o gravíssimo pecado de Chilúl Hashém (“profanação do Nome de D-us”), a teshuvá completa, o ba’al teshuvá (“mestre do retorno”), teshuvá em idade mais avançada, a importância da resolução da teshuvá no coração, contato com Hashém, a tsedacá (contribuição a alguém digno que precisa, em geral, de modo financeiro), afastamento das fontes de transgressões, a família “antiga” do ba’al teshuvá, o uso do “poder da fala”, “Lech Lechá” (Gênesis 12:1): “saia da casa de seus pais”, o recebimento do “jugo” Divino, pedir perdão para os homens, Yom Kipur é tempo de teshuvá

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DIVRÊI CHIZÚK

Divrêi Chizuk (“palavras de força”) é composto por dois shiurim de judaísmo introdutório do Rabino Avraham para os judeus que estão iniciando seu caminho de teshuva (“retorno”). Muita hashkafa (“entendimento judaico”) é passada sempre com vigor, mas aqui de modo mais simples para despertar o desejo de revelação da alma judia adormecida para muitos do Bnêi Israel (“Povo Judeu”).

PALAVRAS CHAVES (do segundo shiur): Culturas espiritualmente imaturas, o mal é uma criação de Hashem, o mitúk ha-dínin (“adoçamento dos decretos”) amargos, a função da classe anjos chamada “Satán”, parábolas do Zohar sobre o Satán testando o caráter dos homens, a iêtser hará (“má inclinação”) e sua afinidade com as coisas materiais, a alma do judeu, o desdenhar das realidades espirituais, o mochín de katnút (“consciência restrita”), a arrogância, os conceitos da sociedade sem D-us, o drama invisível do espiritual, fé tênue, prestando atenção na realidade, dificuldades na percepção sobre a providência Divina, o foco intenso no “Eu”, atsvút (“depressão”), recompensas e punições, a ordem para o universo, gam zu le’tová: a fé simples, responsabilidade espiritual, o livre arbítrio, a influência angelical na vida.

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A TECNOLOGIA ESPIRITUAL DA TESHUVÁ

Shiur do Rabino Avraham sobre a Teshuva e a modificação/refinamento das midót (“caráter/personalidade”),

Obs: No segundo shiur do título REÊ, o mesmo texto é abordado, porém de modo diferente.

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RAIO-X DO CAOS

Um shiur lúcido do Rabino Avraham sobre a natureza do caos, suas manifestações na cultura, educação e moralidade. O shiur prossegue com uma leitura e explicação da introdução “Os iníquos fazem um cerco aos íntegros” (pág. 17), do livro “Cuidado! Sua alma pode estar em perigo”.

PALAVRAS CHAVES: parashá Toledot, o patriarca Ya’acov representa a retificação, Essáv representa a força do caos/ao lado do Mal, imaturo/estagnado é igual ao mal, objetivo da vida é a retificação, a necessidade de orientação para a retificação, a busca de vida e os assuntos de retificação, a constante presença do “Eu”, a inteligência do Mal, o orgulho limita a lucidez, o autolimite dos parâmetros racionais que a pessoa tanto confia, a busca pela auto-satisfação, os “charlatões espirituais” a auto-ajuda, o comércio religioso, locais nefastos de “estudo” mirando nos adolescentes, a cognição e os erros espirituais, Essáv é uma grande força “desagregadora”, o uso da força do caos nos “recipientes” retificados do bem, buscando dominar a iêtser hará (“má inclinação”), o caos ético-moral, problemas educacionais seculares, palavras e conceitos muito negativos alimentando as crianças seculares, desenhos sórdidos e bizarros, o “disfarce” da sítra áchra (“o lado do mal”), considerações sobre o pensar sem foco no divino, crítica à “filosofia” (chakirah), insanidade, a adaptação biológica ao caos, se afastando do caos, crescendo em humildade, a Torá é o “mapa” da retificação, a remoção das falhas de caráter..

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PAPÉIS TROCADOS

O Rabino Avraham elucida as ambiguidades do papel masculino e feminino criadas na sociedade secular e os seus resultados negativos, bem como os ideais de relacionamento dos patriarcas e matriarcas.

PALAVRAS CHAVES: a parashá Chaiyê Sarah, causas bíblicas do envelhecimento precoce, Sarah honrou Avraham, essências opostas: a relação entre o homem e a mulher, força ativa/masculina e receptiva/feminina, a paz é o ambiente ideal para ativação dos potenciais, o homem precisa trazer Torá para sua casa, disfunções do mundo secular: a perda dos papéis naturais, a mulher criando filhos receptivos à luz de Hashem, as corrupções das funções masculino-feminina levam às perversões sexuais, a problemática homossexual, a degeneração moral do mundo, leniências morais causadas pela falta de entendimento espiritual, o “despreparo” secular diante das questões espirituais/morais, a “modernidade” encobre as falhas de caráter, os profetas afirmaram estas degenerações como a “marca” antecedendo a era messiânica, a transfiguração da verdade, as misturas indevidas, a lei natural/espiritual de Hashem, a “fabricação” de ilusões, entendendo os princípios de cada coisa que existe, o grande trabalho de Avraham e Sarah, Yitschak: o primeiro judeu de nascimento, a relação equilibrada/arquétipa dos patriarcas e matriarcas, a importância do estudo de Torá em casal, o casal e os dois lados da mesma alma, os “frutos espirituais” da união do casal, se tornando um “sócio” de Hashem.

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MUNDO CAÍDO

Uma aula iconoclástica impactante do Rabino Avraham que aborda o tema das influências helenistas no mundo ocidental secular e as grandes dificuldades da pessoa se elevar espiritualmente.

PALAVRAS CHAVES: o Rambam e a Epístola do Iêmem, a “fluência” do entorno do homem na sua consciência, o enraizar na percepção na realidade mundana, o “aviso” que chega sobre a inconsciência, a problemática do conforto e prazeres, ta’anúg: a essência do prazer que transcende a consciência, Hedonismo: a busca do prazer e as deitificações, total oposição a Torá, adicção e as “indústrias do prazer”, a máscara do mundo caído, a exploração do corpo na sociedade secular, os resultados espirituais muito danosos da nudez e atos que derivam disso, o vitalizar da sítra áchra (“outro lado”), a dificuldade de separação dos estímulos de prazer, a racionalização sobre os prazeres, dormência mental: a perda da conexão espiritual, o “treinamento” físico-emocional do materialismo, a grande dificuldade do resgate espiritual, os enviados de Hashem que ajudam na redenção da alma, a rara oportunidade de ser resgatado, a luta do mal para impedir o crescimento espiritual do indivíduo, a origem do “ego”, o livre arbítrio, Torá e a retificação do caráter, clamando a ajuda de Hashem.

“Niggun No.2, Baal Shem” de Ernest Bloch (1880-1959). Violino: Jascha Heifetz (último recital em 1972).

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A PROIBIÇÃO DA IDOLATRIA PARA O MUNDO

Em dois shiurim fundamentais, o Rabino Avraham trata um dos assuntos principais da Torá: o grave engano da idolatria. O primeiro shiur estabelece as bases da Torá sobre a proibição de idolatria (ver palavras chaves abaixo). Um segundo shiur mais antigo e místico é incluído, tratando resumidamente o tema sobre a “idolatria inadvertida”. Como trazido nestas gravações, a intenção original do Rabino Avraham era de continuar estes shiurim com as leis relativas às proibições de idolatria. Esperamos que isso ainda ocorra em breve, se D-us quiser.

PALAVRAS CHAVES: o Rambam (“Maimônides”) e os conceitos básicos da idolatria (Hilchót Avodah Zarah), sociedades primitivas e o paganismo, o negar da realidade do Um D-us, origem histórica, avodah zarah: o trabalho espiritual “estranho” – fora dos limites permitidos, Enósh (Gênesis 4:26) e as práticas de adoração idólatra, os ensinamentos da Torá para prevenir os enganos da idolatria, os graves erros de fé: crença em intermediários, as funções naturais das criações de acordo com o desejo de Hashem, tudo na criação é sujeito a Hashem, idolatria são os erros de crença em outros poderes existentes no universo, causas egocentrismo, a “sedução” da idolatria, avodah zarah: o negar do monoteísmo puro, o orgulho e arrogância são equivalentes à idolatria (Talmud, Sotah 4b), ligação verdadeira com Hashem.

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RELAÇÕES SEXUAIS PROIBIDAS

A Torá ensina que as ações corretas conectam o espiritual ao físico. Isto é algo muito pertinente nos atos sexuais devido à sua força criativa intrínseca, ao elemento espiritual do ato e na pureza sexual como um caminho para a santidade. Isto é assim na medida em que ao se unir através do ato sexual da maneira correta, ou seja, de acordo com as halachót (“leis da Torá”), e assim usando apropriadamente suas energias sexuais – a forma física da ‘energia espiritual’ – o casal realiza seu potencial intrínseco para grandes ascensões espirituais. Através de uma união santificada o casal gera verdadeiramente uma resposta de iluminação nos níveis celestiais que trazem bênçãos para eles, os seus, e o mundo. Em aulas intensas que tratam de assuntos que precisam muito ser abordados com vigor e responsabilidade, o Rabino Avraham Chachamovits revela aqui informações vitais sobre a responsabilidade espiritual da união sexual legítima. A primeira aula trata do tema geral de Galúi Ervah (“descobrimento da nudez”), a saber, as uniões sexuais realizadas sem qualquer consciência espiritual, portanto intrinsecamente desalinhadas com as leis de Hashem. A segunda aula adentra estes “descobrimentos” enganosos, tratando das relações sexuais proibidas e que são consideradas como abominações pela Torá.

Certamente temas difíceis, mas vitais para todo aquele que entende o que significa o trabalho espiritual de se afastar do mal e se ligar ao bem real, pois somente através desta consciência elevada no mundo virá então o verdadeiro Mashiach muito em breve, amém.

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DIVINA RECOMPENSA

Um dos temas mais fundamentais da Torá é a Retribuição Divina, seja ela como recompensa ou punição. O que a Torá ensina sobre a justiça Divina, sobre as recompensas de nossos atos meritórios que alinham o homem com as leis espirituais de Hashem, ou dos atos que deixam a desejar, desalinhando o homem com estas mesmas leis? Este shiur do Rabino Avraham Chachamovits busca responder algo sobre estas e outras questões de modo sempre elucidativo e profundo. Na segunda aula, “A humildade de D’us”, uma visão mística é trazida sobre a destruição dos dois Templos Sagrados. Grandes lições aguardam os que buscam conhecimento sobre as verdades da Torá, que ensinam os homens a romperem com as ilusões do mundo e a se ligarem a Hashem da maneira que todos possam obter sua recompensa divina. E a maior de todas as recompensas será a vinda do único e verdadeiro de Mashiach, muito breve amém.

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REENCARNAÇÃO

O conceito de reencarnação jamais foi popularizado em tempos antigos. Os cabalistas, mestres do entendimento da Sabedoria Divina, somente tratavam deste assunto entre eles mesmos, e alusões em diversos comentários da Torá indicam exatamente este desejo dos mestres em ocultá-lo. Entretanto, em nossa geração este tópico tornou-se algo de comum conhecimento no mundo. Obviamente, a chamada “popularização” provocou misturas indevidas deste assunto sagrado com o profano, gerando assim confusão e erros fundamentais sobre a visão Judaica dele. Quando a ignorância prevalece, temos freqüentemente pessoas sem conhecimento autêntico e correto que mal representam e corrompem o pensamento Judaico sobre reencarnação em particular e sobre a Cabalá em geral. E por tudo isso e no espírito de encorajar a fé e assim causar a Teshuvá (“retorno” espiritual uma vida digna), o Rabino Avraham Chachamovits compartilha agora com o público geral os seus conhecimentos singulares sobre este tópico tão profundo e esotérico. Neste shiur gravado em 7 de Nissan 5769 (01/04/2009), pela primeira vez na língua portuguesa, o assunto judaico de reencarnação é tratado com os pré-requisitos necessários para que possa ser entendido melhor de acordo com os santos rabinos de nossa herança. Certamente, os conceitos aqui apresentados são extraordinários, e levarão o ouvinte a um novo grau de experiência mística judaica legítima, fomentando o desejo em seus corações por uma ligação mais profunda com Hashem, amém.

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RAMBAM – FUNDAMENTOS DA TORÁ – CAP. I LEIS 1-5

O grande filósofo judeu e médico conhecido como o Rambam (Rabino Moses ben Maimón ou Maimônides) dividiu a sua obra maior, o Mishnê Torá, em 14 livros, com cada livro dividido em capítulos e cada capítulo desmembrado em discussões de leis individuais. Esforçou-se para criar um código no qual o regulamento sobre um assunto específico pudesse ser prontamente localizado. Colecionando todas as legislações bíblicas, talmúdicas e pós-talmúdicas, e destacando as opiniões mais abalizadas, ele incluiu toda a gama da Lei Judaica – mesmo aquelas leis que, segundo a tradição, não serão novamente praticadas até a Era de Mashiach (tais como as referentes aos sacrifícios no Templo). Sua intenção, em resumo, foi fornecer um código de leis que, em suas palavras, permitiriam que “nenhum homem teria de recorrer a qualquer outro livro sobre qualquer assunto da Lei Judaica, mas que o compêndio conteria toda a Lei Oral”. Portanto, ele decidiu chamá-la Mishnê Torá (Segundo à Torá). E de fato, a partir de sua publicação, a reação à obra foi extraordinária. Estudada e consultada por judeus de todas as partes, a Mishnê Torá logo foi aclamada como a obra mais notável da erudição judaica desde o Talmud. Escrita em linguagem clara e cuidadosamente elaborada, tornou-se um modelo de composição sucinta e concentrada. Ela é única em seu escopo, sem par em sua composição, a obra tem se mantido como o alicerce para todas as codificações da Lei Judaica desde então.

E agora e pela primeira, o primeiro volume desta obra, Hilchót Yesodêi HaTorá (“Fundamentos da Torá”), é traduzido pelo Rabino Avraham Chachamovits. Seus comentários elucidativos nesta obra magnífica abrangem inclusive o seu aspecto místico, de acordo com a Cabalá. Isto é certamente algo inusitado, uma vez que o Rambam é na prática, o pilar do pensamento racional filosófico judaico e não um representante da “escola mística” do judaísmo. Entretanto, quando estudado com maior profundidade e sob a ótica mística, assim como o mestre da Cabalá, o Rabino Avraham Abuláfia fez no passado etc., aspectos extraordinários são revelados do pensamento singular do Rambam. Isto oferece até mesmo para o não-judeu o esclarecimento sem paralelos sobre os fundamentos da fé judaica, e assim, das leis vigentes no universo, muitas das quais se aplicam às Nações. E que toda esta experiência única traga um novo grau de entendimento sobre a Torá de D-us, e cada um aumente em seu desejo de se ligar a D-us de modo correto e sincero, ajudando apressar da vinda do único e verdadeiro Mashiach em breve amém.

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O PATRIARCA AVRAHAM

O Rabino Avraham traz neste shiur um enfoque original sobre a personalidade do patriarca Avraham (“Abraão): o pilar primeiro do Judaísmo. A aula trata através da Cabalá e dos Midrashim de assuntos e reflexões pouco conhecidas sobre este grande homem – um gigante de retidão. Uma aula extraordinária (e trazida com uma familiaridade “singular” do patriarca) para todos aqueles que desejam se inspirar no aperfeiçoamento de caráter e crescimento espiritual se preparando assim para a vinda do verdadeiro Mashiach.

PALAVRAS CHAVES: O patriarca Avraham foi um iconoclasta, ele não foi politicamente correto, e viveu na marginal do pensamento popular. Ele representa a força contrária à mediocridade, trabalhando sem se preocupar em ser reconhecido. Ele não criou o monoteísmo uma vez que ele de fato trouxe uma herança que já existia desde Adam, quem a recebeu de um livro sobre as verdades espirituais. E Adam depois deu este livro e informações ao seu sucesso espiritual: Chanóch, Chanóch não morreu e foi “traduzido” para fora da realidade física. Depois Nôach recebeu este livro. Avraham vivia em Ur na Caldéia, um local de idolatria e magias. E ele conheceu a Hashem através de sua própria exegese, e Hashem desejou que Avraham fosse para o deserto. A função espiritual do deserto e o Chashmál. A quebra do yeshút (“orgulho”), bitúl (“autoanulação”), hassagát rúach hakódesh (“inspiração Divina”), o Ba’al Teshuvá segue o dérech Hashem (“caminho de D-us”), os Guêrim (“convertidos”), opiniões sobre judaísmo e o estudo real de Torá, idolatrias modernas, a “maquiagem” do lado do mal, o Sêfer Ietsirá, Avraham encontra Malkitsédek e o abençoa com a kohanút (“sacerdócio”),  o início da linhagem judaica.

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A MURALHA

Uma aula contundente do Rabino Avraham sobre as dificuldades muito comuns dos judeus antes seculares, mas agora iniciantes no judaísmo, e mesmo inúmeros ba’alei teshuva mais “adiantados”, de crescerem verdadeiramente em Torá. Uma aula fundamental.

PALAVRAS CHAVES: Preparo para receber a consciência sobre o Divino, o tratamento inadequado da sabedoria, a consciência da sitra achra (“o outro lado”), “sucesso espiritual” e os três estágios do crescimento, o problema de se manter ligado às fontes impuras, misturas de fontes, perigos das ideias seculares, bloqueios da evolução espiritual, a necessidade de quebrar a casca/muralha que impede a revelação da alma do indivíduo, a forte resistência de “quebrar a muralha”, líderes falsos e ou imaturos, falta de coragem dos líderes, retificando o cerne do indivíduo, as “desculpas de sempre” que impedem o crescimento, degeneração espiritual devido às ações contrárias a Torá, como as klipót são vitalizadas (que D-us não permita), “o pecado jaz à espreita”, rebaixando as forças negativas, “adoçando” a realidade, o imperativo da transformação interior, parashá Emor, entendendo as nossas intenções, a humildade, o único e verdadeiro Mashiach terminará a retificação do mundo.

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EMUNAH

Em duas aulas profundas, intensas e muito místicas, o Rabino Avraham Chachamovits explora o assunto de Emunah (“Fé em D-us”). Entretanto, esta exploração é feita em níveis não “tradicionais” – uma das marcas do Rabino Avraham. A primeira aula investiga a problemática do modo racional não-judaico de fé e como isto é completamente estranho a Torá e a verdadeira ligação com Hashem. O grande exemplo trazido na aula é o de Yitró, o sogro de Moisés. Yitrô quem antes era um idólatra e conhecedor profundo de todas as idolatrias do mundo caminha na sua fé completa em Hashem. Primeiro ele nega sua origem idólatra, examina e derruba a sua visão racional sobre a fé e por fim e da maneira correta alcança a fé completa em D-us.

A segunda aula aborda aspectos profundos sobre os estágios de consciência bem como os comportamentos necessários para que a pessoa possa crescer em percepção sobre a verdade inquestionável que Hashem sublinha toda a realidade, pois “Toda a Sua glória preenche o mundo”. Também é examinado as “operações” da yêtser hará (“má inclinação”) que busca constantemente iludir o homem e separá-lo de D-us. Certamente, esta obra poderá muito acrescentar à visão e consciência de todo indivíduo que busca um caminho de fé crescente e ligação verdadeira com D-us, a função principal do homem em vida.

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DESPERTA, LEVANTA-TE, Ó JERUSALÉM!

O Rabino Avraham Chachamovits traz esta aula fundamental, contundente e muito pertinente diante dos eventos recentes (do ano passado) que foram tão duros em Israel. É preciso aprender as lições para evitar a repetição delas. Uma aula de responsabilidade espiritual para todos os judeus.

PALAVRAS CHAVES: A benevolência de D-us sobre Israel, acusadores celestiais, méritos e deméritos de Israel, o exílio de Israel, as Nações se opõem a Israel devido aos comportamentos falhos de alguns, lei espiritual: a falta de kedusha (“santidade”) dá forças ao lado negativo, transgressões das mitsvót pelos judeus atuam contra o próprio povo, angústias horríveis do Povo Judeu é devido aos pecados, profecia Messiânica sobre Israel, o governo secular de Israel, atrasos na revelação do Mashiach, estudo de Torá afasta pensamentos negativos, andando na halachá (“lei judaica”), ignorância da lei: vale para os assuntos laicos e mais ainda para os espirituais, insensibilidade espiritual, o tempo de D-us para a punição não é o tempo do homem, a ilusão do homem sem fé, o ideal de atuação uníssona de nossos pensamentos/falas/ações, as vestimentas espirituais são independentes, a relação de Adam e D-us, a queda espiritual de Adam, tsélem: a semelhança da alma no Alto, “manchando” em baixo e em cima, o materialismo oculta a sutileza da realidade, a percepção sobre tudo é “nublada” como nos assuntos psicológicos, a percepção grosseira sobre as nuances da vida, é vital se distanciar da materialidade, o mal no tempo de Mashiach – e todas as ilusões e mentiras serão expurgadas, o patriarca Avraham se separou de seu sobrinho Lote – uma lição vital para todos, cuidado com a associação com pessoas erradas, o mal se oculta na sedução, Lote tinha a mesma aparência física de Avraham: mas só na aparência externa, o maldoso enquanto vivem são chamados de mortos: se recusam a cumprimento das mitsvót, quem não faz teshuvá é um perverso, é vital andar em retidão, revertendo o estado confuso da mente que não se liga a Hashem, crescimento de fé e confiança em D-us e apressando a vinda do Mashiach.

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CONTABILIDADE ESPIRITUAL

Baseado na obra “A Bondade de Avraham”, esta aula (sobre o Shabat Teshuvá, que precede o Yom Kipur) traz reflexões profundas e místicas do Rabino Avraham Chachamovits sobre “responsabilidade espiritual” em geral e o processo de teshuvá (“arrependimento e retorno a Torá”). Ainda que seja um processo eminentemente Judaico que trata do ba’al teshuvá (“penitente”) em geral e do crescimento em Torá em particular, Noéticos que desejam se ligar a Hashem certamente se beneficiarão enormemente com estes pensamentos e admoestações. A aula trata de aspectos da teshuvá relativos ao contínuo do tempo: passado, presente e futuro. Vários conceitos básicos da Cabalá são adentrados, criando uma tela de cores intensas que fazem desta aula realmente singular.

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SHMIRÁT HALASHÓN Vol. 3

Ver resenha no Vol. 1.

Assuntos tratados nestas duas aulas:

Capítulo II
2. A leniência sobre Lashón Hará falada a três ou mais pessoas.
3. Uma interpretação alternativa de “b’apei tlata”.
4. Somente os ouvintes originais podem repetir a informação.
5. Todos os três ouvintes podem ser repetidores.
6. Repetição somente dentro da mesma cidade.
7. Não repetir o que é dito em confidência.
8. Falando de modo a implicar a informação dita confidencialmente.
9. Adicionando à informação; Discutindo o background de outra pessoa.
10. Ouvintes inapropriados; Conclusão da aplicação de “Apei Tlata”.
11. Revelando informações individuais a juízes e membros do Conselho.
12. Avaliando um orador público.
13. Assuntos de negócios são assumidos como confidenciais.

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SHMIRÁT HALASHÓN Vol. 2

Ver resenha no Vol. 1.

Assuntos tratados nestas duas aulas:

Capítulo I
1. Definição de Lashón Hará: Comentários Negativos, sejam eles verdadeiros ou falsos.
2. Fontes Bíblicas para a Proibição de Lashón Hará.
3. Pessoas que fazem Lashón Hará habitualmente.
4. Consequências profundas de falar Lashón Hará.
5. Ser “coagido” a falar Lashón Hará.
6. Falar Lashón Hará para Evitar Perda Financeira.
7. Falar Lashón Hará para Evitar Desonra Pessoal.
8. Vários métodos de Exprimir Lashón Hará.
9. Falar de si mesmo de modo derrogatória Juntamente com Outros.

Capítulo II
1.A Proibição Contra Fazer Lashón Hará para Várias Pessoas.

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SHMIRÁT HALASHÓN Vol. 1

Shmirát Halashón (“Leis da fala apropriada”) são um conjunto de leis e mandamentos judaicos extremamente importantes, complexos e rigorosos. E todo judeu precisa conhecer e praticar as mitsvót, incluindo as leis da fala apropriada. Agora, em geral estas leis também são aplicáveis aos Bnêi Nôach (“Noéticos”). Veja: a “Arca de Nóe” tinha as dimensões de 300 cúbitos de comprimento, 50 de profundidade e 30 de largura. Em Hebraico, a guemátria (“o valor numérico”) da letra SHIN é 300; NUN tem valor numérico 50 e o LÁMED tem guemátria 30. O SHIN, LÁMED e NUN que se referem a arca de Noé soletram a raiz da palavra em Hebraico LASHÓN (“língua”). Disso aprendemos que os Bnêi Nôach devem aprender as leis da “fala apropriada” chamadas em Hebraico de Shmirát Halashón, significando literalmente “guardando a língua”. Estas leis incluem proibições contra difamação, calúnia, maledicência (Lashón Hará, ou “língua do mal”) e Rechilút (“fofoca e boato”) etc. Note que a palavra em Hebraico para arca é TÁIVAH, que se traduz como “palavra”. Portanto, é muito importante para os Bnêi Nôach aprenderem as leis sobre as “palavras”.

As duas aulas deste título são a introdução deste importante assunto, iluminado agora pelo Rabino Avraham Chachamovits, que traz também aspectos místicos ligados a Shmirát Halashón. Toda a pessoa conectada a Torá e que deseja crescer verdadeiramente em retidão e santidade precisa estudar e cumprir estas leis, se D-us quiser.

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ANESTESIA ESPIRITUAL

PALAVRAS CHAVES: Parashá Êkev, não se esqueça de Hashem, este esquecimento vem do aumento das posses pessoais, abundância material e a arrogância, os lembretes do sustento, testes e seus benefícios, clamando a Hashem e reconhecendo Ele como a causa das causas, crescendo em fé (emunah) e confiança (bitachón) em Hashem, a natureza humana preguiçosa e lei do mínimo esforço, esquecimento de Hashem e o aviso contra toda forma de idolatria, o materialismo são os “outros deuses”, domínio da consciência, insensibilidade espiritual, o testemunho de Hashem, nações pagãs destruídas por Hashem como os filhos de Anák, o “fogo consumidor” que é Hashem, a prestação de contas, bênçãos de Hashem para vitória contra a má inclinação do homem, anestesia espiritual.

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A PROVIDÊNCIA DIVINA

Através de shiurím gravados há 10 anos atrás, o Rabino Avraham Chachamovits explica com abrangência, vários aspectos do tema Judaico fundamental sobre a Hashgahah Pratit (“Providência Divina”), trazendo gigantes da Torá como o Rambam (“Maimônides”), o Ramban (“Nachmânides”) e a visão Cabalística e Chassídica do Ba’al Shem Tov. Certamente uma obra dirigida a todo aquele que deseja aumentar sua fé em Hashem e na  percepção da “Mão Guiadora” d’Ele atuante na sua vida. E é através do engrandecimento desta fé que a pessoa poderá vivenciar agora mesmo algo da era Messiânica, antes mesmo de sua revelação em breve amém.

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ATALHOS ESPIRITUAIS

Nesta aula vital para o crescimento espiritual legítimo, o Rabino Avraham Chachamovits usa o exemplo de Kôrach (Números 16) como o arquétipo dos graves erros das pessoas – hoje em dia mais do que nunca – que buscam a espiritualidade, mas de modo equivocado, distorcido, e em último instância, prejudicial. O foco da aula é que não existem atalhos espirituais. Esta é uma aula que certamente ajudará no preparo real para a era do único e verdadeiro Mashiach, em breve amém. (Hinêni, Chazán/Cantor Ya’akov Yoseph Stark).

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A VERDADE SOBRE A REENCARNAÇÃO

Nesta grande aula, o Rabino Avraham Chachamovits aborda primeiramente assuntos referentes à própria autenticidade do assunto de Guilgulêi HaNeshamót/Reencarnação. Historicamente, muitos já questionaram arrogantemente se o assunto santo da reencarnação é parte legítima da Torá  Isto é apenas produto da grande ignorância que impera e em particular das posições de anti-semitas, que durante as gerações sempre buscaram descredibilizar os Sitrêi Torá/Segredos da Torá de uma maneira ou outra, além de outras manifestações de sua agenda real. Após a exposição histórica e fundamental sobre estes assuntos sagrados, a aula adentra a essência da reencarnação de acordo com a Cabalá do Ari”zal. E toda esta iluminada exposição busca explicar a profundidade do passúk/verso Ki lô al haléchem levadô yichiyê ha’adám ki al kol motsá pi Hashem, “Que nem só de pão vive o homem, senão que de tudo o que sai da boca do Eterno, disso vive o homem” – Deuteronômio 8:3 (Parashá Êkev).

Eis uma aula muito importante e reveladora sobre reencarnação, que certamente tem o poder de imbuir o ouvinte com um grau maior de responsabilidade espiritual, permitindo também a sua contribuição para o apressar da era Messiânica, em breve amém.

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AMALÊK: FRIEZA NA TORÁ

Uma aula muito importante sobre quem foi Amalêk – o maior inimigo do Povo de Israel – e seu significado sob o ponto de vista místico.

PALAVRAS CHAVES: Amalêk: o inimigo maior do Povo de Israel, o ataque covarde de Amalêk, o elemento espiritual da yêtser hará (“má inclinação”), a “mistura” da boa e má inclinações, as racionalizações para não cumprir o desejo de D-us, o “Amalêk interior” representa um aspecto particular da má inclinação, a dúvida esfria o entusiasmo sobre D-us, o estudo “intelectual” da Torá, muitos que não cumprem Torá e mitsvót estudam Torá, Amalêk destrói o entusiasmo do cumprimento das leis, a paixão de cumprir as mitsvót, Amalêk “aplaude” o desenvolvimento intelectual mas sem cumprir as mitsvót, a necessidade de paixão pelas mitsvót evita a perda de interesse, o “desaparecimento” daqueles que só estudam Torá e não cumprem as mitsvót, a “abdução materialista”, o disfarce de Amalêk para “reassumir” controle, ligação com D-us “compartamentalizada”, Amalêk e o foco material e não espiritual, o rei Saúl não cumpriu com destruição de Amalêk, Haman o perverso: um descendente de Amalêk, os “negócios” como desculpa constante, o escutar da voz interior de Amalêk, o ataque intelectual e o de rebeldia, a guerra contra Amalêk, as duas Arcas da Aliança, a Era de Mashiach

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