3 pensamentos sobre “MISHPATIM: “INSOLÊNCIAS”

  1. Pela Graça de D’us.

    Caro Sr. Rabino Avraham e amigos,

    Venho pedir permissão para traçar algumas linhas em relação a aula: “Parashá Mishpatim: Insolências”, conforme obra oral do Mestre Rabino Avraham em site Beit Ari”zal.
    Como de praxe, adianto sincero pedido de escusas pelos erros de entendimento e pequenez de minha palavras.

    O Mestre Avraham inicia a aula fazendo a citação do pasuk de Shemót 21:17, que diz “E aquele que maldisser o seu pai, ou a sua mãe, certamente será morto!”, sendo que traz luz sobre esse pasuk trazendo a citação de uma passagem do Talmud que diz: “No período que precederá a vinda de Mashiach, a insolência vai aumentar, os custos vão subir, a vinha vai dar o seu fruto, mas o vinho será desejado, o governo vai se virar para a heresia, não existirá a admoestação…e aqueles que carregam a verdade não irão conseguir mostrar a falsidade das visões hereges.” O Mestre Avraham segue trazendo vários exemplos das palavras dos sábios, onde todos trazem a idéia de que o período que antecede a vinda de Mashiach será de momentos de grande dificuldade, onde a iniqüidade será muito grande, risco para aqueles que “temem o pecado” pois “ serão desprezados”, etc…
    Enquanto ouvia as palavras do Mestre Avraham, eu fiquei lembrando de aulas anteriores do Rav Avraham, onde explica que existe “ duas formas” para que a humanidade “traga Mashiach”, querendo dizer, ou Ele virá através dos esforços de muitos em cumprir Torá ( onde cada um, dentro de seu grupo espiritual, busque alinhamento dentro daquilo que lhe cabe, formando uma “parceria”, como o Mestre tantas vezes fala em sua obra), ou através da “descida” do homem, querendo dizer, um grande nível de impureza e iniqüidade.

    Refletindo nas palavras do Sr. Rabino Avraham, parece que caminhamos em direção a uma das “formas”, pois a descrição dos sábios que o Mestre traz parece muito familiar com aquilo que vemos no mundo, talvez de forma ainda rudimentar, mas ao menos em alguns aspectos isso parece estar ocorrendo, fazendo lembrar outras palavras que o Mestre traz em outras aulas: “estamos nos calcanhares de Mashiach”, querendo dizer, estamos nos aproximando muito do momento em que teremos uma mudança de paradigma na realidade que vivemos, algo que o Mestre já nos fez questionar em outro momento: “Queremos Mashiach?”. Obviamente que não tenho como apreender todas as nuances que o Mestre traz nestas palavras, contudo, fica no mínimo que estaremos diante uma “inversão” de tudo aquilo que é Santo, onde todas as Leis de D’us serão transgredidas pela maioria, enquanto aqueles que tentarem manterem-se fiéis ao seu cumprimento, serão tido como hereges, que D’us não permita.

    Entre tantas reflexões que surgiram, não pude deixar de ficar espantado com o fato que o Mestre Avraham trouxe palavras dos sábios que foram proferidas a mais de dois mil anos atrás! Além disso, várias fontes diferentes foram citadas pelo Mestre, diversos sábios, sendo que todos trouxeram a mesma idéia, sendo que interpreto isso como uma “prova” daquilo que o Mestre tantas vezes fala: “ que muitos mestres/sábios falam por inspiração Divina”, revelando a origem Santa daquilo que trazem ao mundo. Obviamente fico longe demais de poder apreender tudo aquilo que revelam, mas o mínimo que posso entender, dentro das limitações que tenho, já faz com que fique impressionado e admirado, aumentando o espanto a D’us, Sua Torá e a admiração ao Seu Povo, pois através dos sábios e mestres do Seu Povo, D’us revela Sua infinita Misericórdia, revelando e mostrando a humanidade a forma de servi-Lo, bem como, as conseqüências das transgressões.

    Embora entenda apenas de forma superficial muitas coisa trazidas pelo Mestre Avraham, inegavelmente olhando para o mundo de hoje, muitas questões podem ser vistas, querendo dizer, muito daquilo que os sábios disseram vemos já ocorrendo em nosso dia-a-dia, em nossas casas e famílias, mas o que mais talvez chame a atenção é que tudo é feito de forma “aceitável”, como fossem parte de um processo “evolutivo” social, algo que chega a ser assustador, pois para a imensa maioria de nós, que crescemos em um lar sem Torá, isso parece lógico e coerente, que D’us não permita.

    Segue o Mestre Avraham explicando que “na base do desenvolvimento da consciência humana, existe uma conexão muito profunda com os pais, porque misticamente Aba vê Ima, pai e mãe, representam canais de iluminação.”, tendo por base o pasuk Shemót 21:17, que diz “E aquele que maldisser o seu pai, ou a sua mãe, certamente será morto!”, sendo que o Mestre traz explicações muito profundas sobre o que representam esses “canais”, por onde descem bênçãos importantes para o mundo.

    Obviamente aqui fica mais difícil ainda para, dentro das muitas limitações, conseguir apreender aquilo que o Sr. Rabino Avraham quer dizer, sendo possível apenas intuir que algo muito elevado e importante está sendo trazido. Sendo que o Mestre fala que os pais têm profundo papel no amadurecimento dos filhos, até que esses sejam responsáveis por, através de suas ações retas, provocarem uniões santas também. Explica o Mestre ainda que, se por algum motivo os filhos não crescem, terão sempre aspectos de “imaturidade emocional” que impedirá de agirem de forma correta e assim, não cumprindo sua parte para que essas uniões ocorram, que D’us não permita.

    Na seqüência o Mestre Avraham traz a idéia de que caso haja então essa não passagem dos pais aos filhos das condições que os permitam crescer de forma ideal, haverá um transmitir às gerações futuras de aspectos rebaixados, o que explica o rebaixamento do mundo hoje.

    Confesso que aqui fiquei muito tocado, pois mesmo eu que ainda na tenho filhos, que ainda engatinho em formar uma família, de acordo com aquilo que é demandado daquele que quer se alinhar à Torá, fico pensando como isso impacta em minha vida, nas obrigações de realizar as minhas retificações para que o dia de estiver frente aos meus filhos, se D’us quiser seja logo, possa cumprir com aquilo que é esperado, querendo dizer, posso passar a eles um educação formal, uma educação moral, totalmente centradas na Torá, obviamente isso é algo ideal, mas creio ser parte fundamental no desejo que devo nutrir de ajudar ao mundo, se D’us quiser a apressar a vinda do único e verdadeiro Mashiach e que seja ainda em nossos dias Amem.

    Caro Mestre Rabino Avraham, fico por aqui neste comentário, para não tornar demasiado extenso. Agradeço a leitura dos amigos e reforço o pedido de desculpas pelo pequenez de minhas palavras.

    Rogo a D’us que permita crescimento a todos nós em amor e temor a Ele, para que possamos contribuir com a realização de Seu Plano Divino, dentro daquilo que nos for permitido.
    Tudo de bom a todos,
    Diego Malheiros.

  2. Shalom Rabino Avraham.
    Peço permissão do senhor para publicar algumas palavras sobre esta aula onde é revelando sobre os dias que antecedem a vinda do Mashiach.

    São espantosas as afirmações que o Mestre traz do “Talmud, no final do tratado de Sotá 49” onde nos é revelado grandes verdades e que agora podemos observar nestes dias, começando pela posição dos governos em muitos países incluindo o Brasil, que optam por escravizar a população com heresias e insanidade, causando todo o tipo de males ao mundo, pois os conhecidos regimes se fortalecem ao fragmentar as instituições inclusive as educacionais, degradando a mentalidade das crianças que se tornarão adultos fracos e sem reação contra o sistema que os oprime.

    Compreendo em minhas limitações que uma sociedade degenerada moralmente não tem forças para romper as barreiras que os encobrem, sendo que a parte espiritual das pessoas é afetada pela falta de conhecimento “estudo de Torá” que levam pais e filhos a constantes confrontos e rebeldia, causando todos os tipos de males no mundo sendo que o desrespeito aos pais é um dos mais graves pois causa a escuridão, ausência da Luz do Criador para a pessoa que acaba seus dias sem chance de retificação.

    Entendo com as explicações do Mestre que tudo é um ciclo, e quando este ciclo é movido pelas Leis de Hashem para a humanidade que causam Luz no mundo, tudo será prospero e duradouro, os pais que conhecerem a forma correta de educar seus filhos serão canais de ligação com Hashem e que repassaram estes ensinamentos aos seus filhos que também serão canais de Iluminação para sua geração, causando assim pessoas com princípios morais atuante na sociedade.

    Graças a D-us por estes ensinamentos que levam a refletir sobre a consistência nas famílias do povo Santo, entendo que a educação dos filhos é de forma que estes princípios sejam mentidos por milênios, e desta maneira os filhos não constituem famílias com pessoas fora da comunidade ou com pessoas que não prezam por estes ensinamentos que mantém este canal de bênçãos sempre presente nos lares.

    Busco entender que os Noéticos devem buscar emular em algum grau o povo Santo na criação dos filhos, tendo uma casa com paz e estudo de Torá, demonstrando respeito, seriedade e disciplina com os deveres e cumprimentos das sete Leis e suas ramificações, cobrar das crianças o devido respeito aos pais, avos, educadores, sociedade e a natureza, lembrando a eles sempre que o Criador a tudo observa e cobra pelos atos incorretos a todo instante, entendo que devemos desejar que nossos filhos constituam famílias com pessoas que tenham o mesmos princípios comportamentais para que não haja contradições e desentendimentos ao cada um defender uma maneira de viver e principalmente se tratando do espiritual, onde muitas pessoas entendem que idolatria é algo espiritual (D-us nos livre), disso.

    Reflito sobre tudo que é revelado pelo Mestre, e concluo que cabe a nós buscar retificação de nossas ações e assim trazer os ensinamentos para nossas vidas, pois a cada momento podemos traçar “paralelos” com o que aprendemos aqui e com o que vimos no mundo, compreendo que desta forma vivenciamos e temos a oportunidade de discernir para o correto, sobre esta grande Mitzvá de honrar os pais, honrar o Mestre e assim agradecer por todas as oportunidades que são reveladas.

    Obrigado por tudo Mestre, sou eternamente grato pelas tantas oportunidades de aprender e desenvolver buscando sempre a lucidez.

    Edson Bertoldo

  3. Shalom caro Rabino Avraham e estudantes do Beit Arizal,

    Peço respeitosamente a licença para comentar o presente shiur:

    Graças à D-us, o Meste Rabino Avraham mostra como cumprir a mitsvá de honrar os pais colocando esse assunto como um dever universal. Os pais sendo canais de iluminação para os filhos devem ser tratados com grande temor e amor. Assim os pais precisam eles mesmos se retificar para transmitir iluminação adequada aos seus filhos e estes por sua vez precisam aceitar essa iluminação através dos seus atos corretos no cumprimento das leis da Torá.

    Entendo que se trata, portanto de vivência espiritual correta de pais e filhos para que haja sucesso nesse processo de iluminação para evitar que os filhos cresçam de maneira imatura, mimados e, portanto emocionalmente desequilibrados o que é muito comum no mundo secular.
    Essa mitsvá é tão fundamental que ela deve continuar sendo observada mesmo após o falecimento dos pais, como por exemplo, não mencionar eles pelo nome, etc. E entendo pelos ensinos do Mestre que a pessoa pode ainda estudar Torá e fazer tsedaká pedindo à D-us que haja pelo mérito dessas mitsvót a elevação da alma de seus falecidos pais, algo que busco na minha limitação fazer, tentando honrar meus pais que já partiram desse mundo.

    Mas o shiur mostra que a pessoa deve honrar seu Mestre de Torá mais do que a seus pais, pois ele é o pai espiritual dela. Então se honrar os pais biológicos já é uma grande responsabilidade, quão maior não é a responsabilidade de honrar o nosso Mestre de Torá? Se abandonar os pais biológicos é algo inaceitável e repugnante, quão maior não é a gravidade de abandonar a oportunidade de estar ligado à um Mestre de Torá? Tudo isso me leva a meditar na tremenda responsabilidade espiritual que é estar aqui estudando com o Mestre Avraham que revela num shiur (https://beitarizal.org.br/2013/03/07/vayigash-5770/) que a ligação que um Mestre de Torá tem com seus alunos é eterna e, portanto entendo que se um aluno abandona seu Mestre de Torá ele é prejudicado aqui nesse mundo e no mundo vindouro, pois em fazendo isso ele compromete o elo eterno com seu Mestre, que D-us não permita. Agradeço á D-us pela rica oportunidade de estudar estas santas obras de Torá do Rabino Avraham. Tudo de bom á todos!

    Respeitosamente, Emerson

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