6 pensamentos sobre “TERUMÁ: “TERRA DE GIGANTES”

  1. Pela Graça de D’us.
    Caro Sr. Rabino Avraham.

    Venho pedir permissão para trazer algumas linhas sobre a Parashá Terumá : “ Terra de Gigantes”, conforme aula da obra oral do Mestre Rabino Avraham em site Beit Ari”zal: https://beitarizal.org.br/2014/01/31/teruma-terra-de-gigantes.
    Como de praxe, adianto pedido de escusas pelos erros de entendimento, bem como pela pequenez das minhas palavras.

    O Mestre Avraham inicia a aula trazendo a citação de Shemót 25:8: “E farão um Santuário para Mim, para que Eu resida neles!”. Sendo que para a explicação deste pasuk o Mestre traz uma passagem, onde um sonho do mestre Kedushas Yom Tov , pai do Satmar Rebe, é relatado: “ que uma vez havia sonhado que estava no Céu, uma vez lá, perguntou a um anjo que lhe fosse mostrado o Gán Éden, o Jardim do Éden, o Paraíso. E o anjo o levou para um edifício brilhante, lindo e enorme, mas que parecia com um Beis Medrash, um local de estudo, como vários que existem nas comunidades judaicas ortodoxas, com exceção de que no sonho, realmente, este edifício era fora deste mundo, algo extraordinário, enfim, olhando dentro do edifício, ele viu um homem sentado numa mesa, perto de um Talmud aberto e, ele estava lá, profundamente concentrado no seu estudo. E o Kedushas Yom Tov ficou perplexo com que ele estava vendo e perguntou ao anjo: “Isso é o Gán Éden? Isso parece um cena familiar que nós encontramos lá embaixo na terra!?” E o anjo respondeu: “Se você pensa que esse homem está sentado no Gán Éden, então você está errado na sua avaliação. O que ocorre de fato, é que o Gán Éden, verdadeiramente, está dentro dele, no seu interior!”

    Como de praxe, todas às vezes que o Mestre Avraham traz alguma história dos Tzadikim, conto judaico, relatos outros dos Mestres da Torá, repletos de uma profundidade que nem mesmo seria capaz de tentar descrever, fico profundamente tocado, pois cada palavra acaba por expressar coisas repletas de ensinamentos que, mesmo em um nível revelado, não teria como apreender sua real profundidade, fazendo com que meu orgulho fique aquebrantado, pois faz reconhecer a pequenez em que vivo e quão longe estou destes conhecimentos, embora deseje cada vez mais fortemente me aprofundar, vejo melhor que realmente nada sei, e fico feliz com isso, com a Graça de D’us.

    Dando seqüência à aula o Mestre Avraham explica o que quer dizer sobre o “Gan Éden estar no seu interior, o que é esse interior?”. Para tanto, o Sr. Rav Avraham traz que “em Sua Inefável Bondade Hashem Se constrita, por assim dizer”, para que disso possa a Presença Divina, a Shechina, estar aqui neste mundo, próximo de Seu Povo, lembra o Mestre que essa Força de restrição, esse tsimtsum, é associado ao atributo Divino de Guevurah (Restrição/ Severidade), sendo que isso é representado nesta Parashá pelo tão extraordinário detalhamento na construção do Tabernáculo, querendo dizer, ao seguir zelosamente as orientações para sua consecução, o Povo Santo emula esse aspecto de restrição que Hashem, em Sua Bondade, Faz para permitir que Sua Criação exista e seja nutrida por Sua presença, a Shechina.
    Obviamente que até aqui fico espantado com todas essas revelações que o Mestre Avraham faz, assim como, espantado com a Bondade D’us para com a Sua Criação, mais ainda, sinto reforçada a minha fé em que “Ele é o único Ser no universo”, pois fica claro através das palavras do Mestre que sem Sua presença, nada seria existente, nada seria possível, contudo, Ela precisa ser restrita, através de Sua Bondade para que a Criação possa existir (essa questão é trazida pelo Mestre Avraham em outras aulas, como por exemplo, na série “Mundos Espirituais” https://beitarizal.org.br/2013/03/05/mundos-espirituais-1) através de Sua Bondade, sendo que aqui fico pensando na relação entre a Sua Bondade a Sua restrição, sendo que isso fez pensar sim na Inefável Bondade de Hashem da qual o Mestre fala, que faz com Ele mesmo Se “constrite”, para que a Criação possa existir.

    O Sr. Rabino Avraham, segue explicando que o fato do Povo Santo realizar cada ato no preparo do Tabernáculo tão zelosamente e seguindo orientações tão rígidas e detalhadas, emula essa “restrição” que Hashem Faz , pois representam ações restritivas também, mas feitas com amor em seus corações, sendo que aqui, ao menos em meu pequeno entender (e segundo aulas anteriores do Mestre), o amor representa uma “força de expansão/bondade”, sendo assim, entendo que o Povo Santo emula a D’us de duas formas diferentes, ou através de dois atributos diferentes de D’us. Peço desculpas se erro em meus entendimentos, contudo, esses “pensamentos” vieram a mente durante a audição da aula.

    O Mestre segue trazendo que o fundamento da construção do Tabernáculo, estava em “inspirar o coração de todo e cada membro do Povo”, “para doar de si mesmo aos outros e a Hashem”, sendo que representam um esforço restritivo para a construção do Tabernáculo, devendo esse esforço sempre ser emulado pelo homem para fazer uma conexão com Hashem. Nunca sendo algo fácil, mas requerendo esforço verdadeiro, explica o Mestre Avraham.

    Neste ponto da aula, fiquei novamente tocado, pois de alguma forma as palavras do Mestre responderam um questionamento que, de certa forma, sempre fiz desde que comecei a estudar Torá: por quê tentar se “aproximar”de D’us requer esforço? Por quê é algo tão difícil e requer tantas mudanças ? Por quê exigir do Povo Judeu um tão extraordinário detalhamento à construção do Tabernáculo? Confesso que, em alguns momentos, tentei responder a essas questões pensando que isso ocorria tão somente por nosso foco errado e arrogância, contudo, após ouvir o Sr Rav Avraham nesta aula, entendi que além dessas “respostas” que tinha eu entendido dentro de minha pequenez, creio que essa “dificuldade” represente sim uma possibilidade que Hashem oferece para que o homem emule a Ele em Seu atributo de Severidade. Lembro aqui das palavras do Rav Avraham: “ Crescimento Espiritual”- Não existe qualquer possibilidade de crescimento espiritual legítimo sem esforço e disciplina” (https://beitarizal.org.br/2014/03/30/crescimento-espiritual). Peco desculpas ao Mestre se novamente trago meu entendimento, que é deverás superficial e nem de longe toca o cerne das questões que o Mestre fala, contudo, fazem com que fique mais ainda pequeno e espantado diante a D’us e Sua Bondade.

    O Mestre segue citando o Santo Zohar, onde é dito que “o Mishcan terrestre veio através do lado esquerdo da Guevurah, isso é devido às suas formas e estruturas precisas e exuberantes. E somente depois ele foi incluído no lado direito , Chessed…” Sendo que o Mestre revela que a Presença Divina, a Shechina, pousa sobre o Tabernáculo, sendo isso expressão da Vontade de Hashem de estar próximo a Seu Povo.

    Explica o Mestre Avraham, que tudo na Criação é vitalizado pela Shechina, dos mais altos níveis, até as klipot, sendo que o Mestre usa aqui a metáfora de um “coração físico que bombeia sangue para todo o corpo, do cérebro às unhas, sendo uma referência ao grau mais elevado ao mais baixo, sem o qual não existe vida alguma. Por isso o coração é a vida e isso é o amor puro, a Shechina é amor na acepção mais absoluta da expressão, sendo o fogo que consome mas não queima! ”.

    Confesso que aqui as palavras do Mestre deixam-me profundamente tocado, contudo, não me sinto em condições de expressar muito além do meu espanto, afinal, como o Mestre explica, Hashem “Doa” a Shechina para que habite neste mundo inferior, sendo isso expressão de Seu Amor incomensurável, algo que não consigo traduzir em palavras o que traz ao meu coração, mesmo dentro das grande limitações do nível e grau de minha alma, mas intuo que não há como compreender isso.

    Segue o Mestre Avraham explicando que “o coração é tudo, sem essa entrega não existe vida, o coração é a vida e a pessoa não pode ter uma relação verdadeira com Hashem, sem a sua total entrega!” Sendo que a pessoa precisa fazer as coisas com todo o seu coração , como é dito no Shemá Yisrael, explica o Mestre, sendo que “isso representa um desejo verdadeiro de estar em conexão com a Shechina, em devekut com Hashem, independente do que está ocorrendo em sua vida, independente da circunstância…”

    As palavras do Mestre aqui, fazem refletir sobre as minhas ações, sobre a minha “entrega”, obviamente guardadas as proporções daquilo que seja possível em meu nível e grau, tomando por “meta” o ponto em que mais “perto” posso chegar de Hashem, querendo dizer, o quanto sou capaz de reconhece-Lo em toda a Criação, reconhecer o “permear da realidade por Ele”, conforme o Mestre nos trouxe em aula anterior, sendo isso algo que está muito distante, mas que creio dever objetivar alcançar.

    Caro Mestre Rabino Avraham, fico por aqui neste texto, para evitar de torná-lo muito extenso e de leitura enfadonha. Contudo, fica o compromisso de um segundo texto para dar seqüência a aula tão rica do Mestre Avraham. Reitero o pedido de desculpas pelos diversos erros de entendimento e se deixei meus pensamentos falarem mais alto aqui, contudo, tudo foi dito na tentativa de ajudar ao grupo.
    Rogo a Hashem, que permita sempre crescermos em amor e temor a Ele cada vez mais.
    Tudo de bom,
    Diego Malheiros.

  2. Shalom Rabino Avraham,
    Peço respeitosamente a licença para trazer um breve comentário do shiur da Parashá Terumá.
    O Rabino inicia esta aula contando a experiência que o pai do Rebe Satler, teve em um sonho, onde surgiu uma grande indagação: O que significa o homem ter o Gan Éden dentro dele? A construção do Mishcan terrestre foi um trabalho de força Divina devido as precisas ordens que foram dadas por D-us para a construção desta estrutura, possibilitando assim que D-us pudesse habitar no meio dos Bnei Israel, e somente depois explica o Rav, o Mishcan foi incluído no lado direito que é o de Hessed (bondade). Entendo minimamente que isso é uma instrução do amor de D-us para que nós possamos emulá-lo. Nossa vida deve se tornar um santuário para D-us habitar conosco.

    Entendo que somente o poder Divino, de uma severidade santa contra as forças negativas para vencermos os obstáculos da vida, as tentações, sejam elas quais forem e seguir as instruções da Lei divina com exatidão assim como D-us exigiu exatidão nas medidas para a construção do Mishcan para que esta casa pudesse se tornar uma casa perfeita para a habitação da Shechiná (presença divina), neste plano, individualmente temos que realizar uma missão em comum que é o Tikkun hamidót (retificação do caráter) ou seja do nosso mundo interior e individual, tão frisado pelo Mestre nos shiurim. Tive a oportunidade de vivenciar situações e somente agora entendo que não posso me descuidar nem por um segundo sequer, pois pode ser um grande perigo para minha vida espiritual. Busco forças para viver em retidão e continua, mas um pequeno descuido de alguns segundos pode destruir o efeito positivo de muitas horas diárias e anos de estudo de Torá. Esse perigo percebo em minha vida e também minhas fraquezas, e através delas a iêtser hará tenta escravizar e amedrontar fazendo achar muito difícil ou até impossível, que D-us não permita, de transformar nosso caráter.

    O Rav. fala sobre a expressão máxima do amor Divino, através da Shechiná que vitaliza toda a criação, desde os níveis mais elevados até as piores klipót. Desta forma entendo que a Shechiná mantém continuamente toda a criação neste mundo. O mestre fala dos 5 estados de guevurá degenerados. Esses estados são representados por 5 classes de pessoas perversas representadas na Torá. São eles: Os Nefilim que representam aqueles que buscam constantemente o prazer sexual. Infelizmente isso existe muito na sociedade imoral em que vivemos. Nas ruas, na televisão, na internet e em todos os possíveis meios de comunicação a sensualidade, a exposição sem recato do corpo, são verdadeiros bombardeios contra as leis espirituais, levando o estímulo sexual ilícito a ser propagado impiedosamente, e isso me faz pensar o quanto é importante tomar o máximo de cuidado com o que vejo por aí.
    A segunda classe são os Guevorim, os que buscam a honra mundana. Daí a importância de sermos humildes e não perseguirmos a honra, subjugando sempre nosso ego e orgulho, ou seja, a idolatria própria. Diz um ditado dos Sábios do povo de Israel: “Se uma pessoa foge da honra, a honra irá persegui-la. Porém, se a pessoa persegue a honra, a honra fugirá dela.” A terceira classe são os Anakim, os que destroem os outros e a si mesmos com lashon hará(linguagem maledicente). Creio ser importante até evitar ficar perto sempre que possível de pessoas que são viciadas em lashon hará para que nossos ouvidos não se encham de más palavras a respeito de alguém, e isso é um grande desafio nesta sociedade tão rebaixada.

    A quarta classe são os Refaim que são os que abandonam o estudo de Torá, trazendo com isso juízos severos contra o mundo, que D-us não o permita. Por último vêm Amaleque, a nação super inimiga de Israel, que queria levar o mundo inteiro a duvidar do poder de Hashem. O Mestre explica que os amalequitas são semeadores de dúvidas e heresias anti-Torá tendo como objetivo trazer descrença contra as mitsvot, contra Bnei Israel e contra Hashem, que D-us não permita. Por isso quando alguma dúvida anti-Torá, por menor que seja está em minha mente, sei que infelizmente isso é no mínimo um resquício do espírito imundo de Amaleque que em guemátria equivale a safeq(dúvida em hebraico).

    Busco entender que essas 5 classes de heresias e muitas outras são propagadas no mundo de hoje e os seguidores da Torá precisam nadar contra as correntezas fortes destes gigantes com a ajuda de D-us. Que não venhamos permitir com a ajuda de D-us que estes gigantes façam morada em nossos corações. Sei que somente com a guevurá em seu estado santo podemos vencer esses 5 estados de guevurá degenerados, vivendo uma vida de disciplina e consistência no serviço a D-us, e assim poderemos contribuir para apressar a vinda de Mashiach. Finalizo pedindo perdão ao Rav por qualquer erro de entendimento ou escrita, tudo de bom a todos.

    Respeitosamente, obrigado,
    Emerson Kanashiro.

  3. Shalom rabino Avraham e leitores deste portal.

    Gostaria da permissão do rabino para publicar algumas linhas expressando como compreendo esta aula tão especial.

    Logo no inicio o Mestre descreve uma sena relatada pelo Satler Reb, de quando seu pai sonhou com um local muito especial, onde pessoas estudavam Torá em profunda concentração e desfrutavam de um paraíso interior (o GanEden) individual que cada ser humano é permitido de em algum nível e grau buscar a través da retificação dos seus atos durante toda uma vida assim entendo.

    A aula segue e os ensinamentos revelam que cada homem é um “gigante” ou possui um gigante em seu interior, no entanto ele precisa ser transformado através do eliminar de muitos aspectos que por vezes não são percebidos ou entendidos como sendo a arrogância, egocentrismo, maneirismos rebaixados que são expressados de maneira desacerbada e que certamente causa grande escuridão para a pessoa e o mundo, “o que endurece seu coração se desviará para o mal” provérbio de Shilom Chaméch 28.14.

    Entendo com as palavras do Mestre que todo o esforço árduo do homem na busca por retificação de seu caráter, fala e elevação espiritual, deve estar idealmente alinhada com as ações no mundo físico. Os “gigantes” desejaram as filhas dos homens e se envolveram com elas intensificando o mal no mundo, dai entendo que todo esforço do homem é sublinhado com os atos retos em sua união conjugal, expulsando os gigantes que desejam aniquila-lo a traves dos desejos egocêntricos, é preciso que o desejo e temor por Hashem seja extremamente maior que os gigantes que tentaram derrubar o homem a cada instante de uma vida no caminho da retidão.

    Muito obrigado Mestre por tantas revelações magníficas e surpreendentes.
    Edson

  4. Shalom, peço permissão ao Rabino Avraham para postar um breve comentário sobre esse shiur da parashat Terumá.

    Graças à D’us nesse Shiur o Rabino Avraham nos ensina algo extraordinário: a respeito do sonho do pai do Satler Reb, o Kedushes Yontov, que em busca do Gan Eden lhe foi revelado uma sala de estudos de Torá. Nesse sentido, muitas pessoas no mundo aí logo imaginam o “paraíso” como cheio de crianças brincando com volta de uma arvore outra visão romântica, mas aqui não: porque um local de estudo de Torá é um local voltado ao esforço intelectual, espiritual e muitas vezes até físico; porque são horas ininterruptas de estudo, além de toda disciplina envolvida etc.

    Ou seja, para se alcançar um aspecto do Gan Eden necessário trabalho árduo, interior, portanto um aspecto de severidade em direção à bondade para de se colocar as coisas em ordem. Assim também ocorre quando se busca erguer ou reerguer um coração, um mischcan pessoal ao Criador, isto é, através de doação e esforços contínuos. E o obstáculo são os gigantes interiores que endurecem o coração, fazendo com que ele se volte para o mal, que D’us não permita.

    Um coração habitado por gigantes não é uma habitação para a Presença de D’us, todo o esforço na busca por contato com D’us precisa significar uma entrega do coração, independente de qualquer desculpa, dificuldade, problema ou empecilho do da vida exterior. Como é sabido, pela bondade infinita do Criador Sua Luz foi contraída para habitar esse mundo mais baixo, isso decorre que Sua Torá, seus Versos e palavras são a essência dessa vitalidade e ,portanto, mais reais que a “realidade” vulgarmente percebida.

    Mas sem os testes e esforços necessários não se pode chegar a essa constatação. Assim como Vendyl Jones, uma personalidade noética reconhecida, que buscou durante anos em suas escavações arqueológicas os objetos sagrados do Tabernáculo, tendo concluído que sua maior busca ( e encontro) foi pelas melhores mentes conduzidas pelos melhores corações.

    Tudo de bom!

    Carlos B.

  5. Shalom caro Rabino Avraham e amigos do Beit Arizal,

    Peço respeitosamente a licença para comentar o presente shiur:

    Graças á D-us o Mestre Rabino Avraham mostra como Hashém doou a Sua presença Divina/Shechiná para habitar junto ao povo santo, com isso Hashém doou Seu coração para estar com os Filhos de Israel a fim de iluminar este mundo. Busco aqui meditar na importância indispensável de me entregar por completo todos os dias á Hashém, através da entrega total do coração como está escrito no Shemá Israel.

    Entendo que essa entrega total do coração é algo que preciso alimentar através do desejo de amar gratuitamente as pessoas e a Hashém, pois o propósito do Tabernáculo era de inspirar o coração como o Mestre explica. Para isso preciso travar uma grande guerra contra os gigantes do meu coração que detestam as verdades da Torá, pois sinto que as klipót querem me desanimar e fazer-me achar que meu esforço para servir á D-us não dará frutos, que D-us não permita.

    O Mestre ensina na obra Cabalá Twitter que a maior distância do universo é entre a mente e o coração, apesar de fisicamente estarem separados a poucos centímetros um do outro, e somente com a Torá essa distância pode ser percorrida, assim é fundamental aprender a pensar com o coração e a agir com a mente, algo também ensinado no Cabalá Twitter. Aqui entendo que é fundamental influenciar o coração com esforços mentais constantes para que pensamentos e emoções corretas se tornem cada dia mais natural, expulsando do coração os gigantes como a raiva, o medo, a preguiça, tristeza, etc.; aprendendo a encarar a realidade de modo correto (julgando tudo para o bem), que D-us permita, para que assim meu coração se torne um Tabernáculo se D-us quiser. Agradeço á D-us e ao Mestre por esses ensinos tão preciosos, tudo de bom!

    Respeitosamente, Emerson

  6. Shalom. Peço permissão ao Rabi Avraham para expor um humilde entendimento acerca dessa aula.

    As instruções de Hashem aos B’nei Israel para a construção do tabernáculo, comprrendia valores de medidas, materiais e procedimentos que empreendiam um esforço e obediência para a finalidade da Presença Divina aqui em nosso mundo. Cada um devia dar sua contribuição dedicada para a construção do tabernáculo. O coração do homem é esse tabernáculo e nele deve-se trabalhar com esforço para deixá-lo em condições de receber a Presença de D-us, com esforço, com diligência em estudar Torá, cumprir as Leis de Hashem, fazer boas ações, com intenção verdadeira e com alegria. Porém devemos ter cuidado, pois o coração sem conter a presença de D-us pode dar lugar aos Gigantes: as más inclinações do homem que certamente irão afastar a presença de D-us e vitalizar o outro lado, que D-us não permita.

    Agradeço ao Rabi Avraham por mais este ensinamento que nos propicia a retificação de caráter e nos aproxima de D-us.

    Tudo de bom.

    Respeitosamente,
    Robson Cleber Garcia da Silva

AVISO: COMENTÁRIOS NÃO SERÃO RESPONDIDOS

Faça o login usando um destes métodos para comentar:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s