MISHPATIM

PALAVRAS CHAVES: A “tecnologia do oculto”, bruxas, feiticeiros, mágicos e em geral pessoas que lidam com o chamado kishúf, contradição do shamayim, influência do espiritual no físico, leis naturais vigentes no mundo, bênção para cada coisa que existe e os agentes de D-us que garantem esta função, tentativa de subversão das leis naturais, corrupção temporária das leis, insistência dos decretos de abençoar, misturas inapropriadas (“ta’aruvót), cruzamentos/híbridos indevidos/estranhos de espécies pelas leis espirituais (como a mula), kelayím (“misturas”), shátnez (“a proibição de misturar lã e linho”) para os judeus, proibição da carne e leite, esta “tecnologia do oculto” ergue temporariamente um poder da sítra áchra, contradizendo a lei espiritual, a proibição destes assuntos é relacionada à proteção de Hashem para nós mesmos, “o feitiço vira contra o feiticeiro”.

 tzedakah

2 pensamentos sobre “MISHPATIM

  1. Peço ao Rabi Avraham a permissão para tecer um humilde entendimento acerca dessa aula.

    Mais uma vez o Rabi Avraham nos mostra o lado profundo por trás de tantas coisas que existem neste mundo. Desta vez sobre o verso da Torá que diz, que “não se deve permitir que a bruxa sobreviva”, da Parashá Mishpatim.

    É trazido pelo Mestre que, tudo que existe no mundo físico em baixo, espelha uma realidade nos Céus, em cima, e vice-versa. Ou seja, há sempre uma correlação das ações aqui embaixo que reflete em cima, um paralelismo. Então, é impressionante que até para uma folha de grama crescer aqui na terra, ela precisa de uma bênção de Hashem que, um emissário irá trazer, para que esta folhinha viva e cresça. Esses são decretos permanentes, forças naturais, que permitem a existência de tudo tal como é em nosso mundo.

    Impressionante é que a Torá permite ao homem certas ações em nosso mundo, como as orações, os atos de bondade gratuítos e o cumprimento das Mitzvot, que podem mudar a nossa realidade, como por exemplo um pedido em oração a D-us para atender nossas necessidades, como parnassá, saúde, etc.

    Aí então é que, certos indivíduos, os denominados mágicos, magos, bruxas, etc, podem também através de certas práticas não sancionadas pela Torá, como a mistura de elementos incongruentes, ou algo que não seja permitido por Hashem, de criarem através dessas ações, algo “novo”, “híbrido”, que possa influenciar no alto (algum intermediário) e trazer uma mudança ou alteração, sempre temporária, de uma força natural estabelecida por D-us, que D-us não permita. Por exemplo o alcançar do desejo egoísta de alguém que envolva Tumá, impureza e por conseguinte gere o mal, ou prejudique uma pessoa.

    Porém, o Mestre nos ensina que, aquele que anda em retidão com Hashem, cumprindo suas Mitzvot, fazendo atos de bondade, e tudo que o aproxima de D-us, com sinceridade e constância, é protegido dessas aberrações feitas por essas pessoas..

    Uma vez mais agradeço ao Rabi Avraham, por esta aula, a respeito desse assunto tão presente nesse mundo hostil e egoísta em que vivemos, sendo de suma importância nos livrar de toda e qualquer coisa que nos afaste de D-us e que por conseguinte possa gerar brechas em nossa blindagem protetora da atuação de pessoas que façam uso ou exerça essas práticas nefastas, que D-us não permita.

    Shalom e tudo de bom!

    Respeitosamente,

    Robson Cleber Garcia da Silva

  2. Shalom Rabino Avraham, peço permissão para postar breve comentário sobre esse Shiur extraordinário.

    “Não é preciso enfatizar o caráter perverso de tais práticas e as consequências nocivas para os usuários e o mundo, pois embora as misturas incongruentes possam agradar as mentes não retificada, em tempo elas sucumbem dado não haver paralelo com o desejo do Criador no alto; isso pega de surpresa e arrastando para baixo os seus operadores do oculto e beneficiários mais próximos. Como está escrito no Salmo 7:15 ͞”Eis que ele concebe iniquidade, está prenhe de tramas maléficas, e gera falsidade͟” e 7:16 ͞”Ele cava um poço, cava-o profundamente, somente para cair em sua própria armadilha͟.” Essa armadilha é feita para lograr o ͞pobre͟, isto é, aquele que não conhece Torá e que não vive, portanto, uma vida reta: que é a verdadeira proteção contra essas influências”

    Grato pela oportunidade,

    Tudo de Bom.

    Carlos Bengio.

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