TERUMÁ

PALAVRAS CHAVES: Tudo está sujeito as klipót que bloqueia a luz de D-us, a “comida espiritual” das klipót, pensamentos e ações negativas do homem, desalinhamento espiritual não é neutro, a “sociedade com o mal” através da força que o próprio homem dá as klipót, fragmentação mental e emocional: a insensibilidade, o “florescimento” do mal, a fagulha Divina que sustenta o mal para que exista o livre arbítrio, será que você – e sua suposta “neutralidade” espiritual – é um agente do mal?, guevurót (“severidades”), o mal é caracterizado pela negligência consciente ou não do bem, tudo que se afasta da Origem perde a luz da sua consciência do seu propósito original, a auto-glorificação da limitação humana é um ato de idolatria, racionalizações para se manter distante do que é reto, a perda de foco espiritual, o “presente” das klipót, o resultado de uma transgressão é outra transgressão, toda a verdade da criação vem através do bitúl (humildade) e a mentira através do yeshút (“orgulho”), não existe neutralidade espiritual, o Yom HaDin (“O Dia do Juízo”) e a sua indiferença das leis de D-us, é “fácil” se focar somente na klipah, a oportunidade de aprender e se desligar de uma vida rebaixada, a Torá é o manual para aferir o crescimento espiritual da pessoa, a guerra contra as klipót.

tzedakah

6 pensamentos sobre “TERUMÁ

  1. Shalom Rabino Avraham e amigos. Peço permissão para expressar um breve comentário acerca dessa aula.

    Uma dos ensinamentos mais importantes neste shiur é sobre a explicação a respeito de que o desalinhamento espiritual não é neutro, ou seja, o aparente estar “em cima do muro” sustenta o mal e nutre – dá força – para as Klipot – cascas que encobrem, que impedem a iluminação da Luz Divina no mundo.

    O afastamento da ligação com D-us, principalmente ocorre quando a pessoa não se dispõe a fazer seu Avodat Hashem, seu trabalho a Hashem, que a priori, além de ser feito, deve ser feito com alegria, conforme ensina os sábios de Torá. A ligação com Hashem está diretamente relacionada com a expressão das vestimentas do pensamento, fala e ação da pessoa de acordo com a vontade de D-us que, deve ser conhecida pelo caminho do estudo de Torá.

    Se a pessoa não estuda Torá e não se relaciona com seu Mestre, dificilmente ela vai pensar, falar ou agir de acordo com a Torá e pior, provavelmente vai estar sendo levada de uma ilusão a outra pela casca – Klipá – que cada vez ficará mais espessa e tornará sua sensibilidade espiritual cada vez mais anestesiada através das racionalizações para justificar o seu afastamento do estudo de Torá; com a desculpa que ela é incapaz, de que não tem condições ideais para o estudo, que quando ela conseguir resolver seus problemas poderá então pensar em Torá, que tem que trabalhar, etc., etc… Ou ainda ela não pode estudar por conta de problemas que supostamente outras pessoas causam a ela. Mas a causa é o próprio afastamento da pessoa de sua conexão com D-us que fortalece as klipot que ocultam a consciência da Luz de D-us.
    O que aprendemos nesta aula é que a negligência ou não do Bem faz a pessoa perder a Luz de sua Consciência e isso gera uma auto glorificação de sua limitação que o Rabino define como algo grave: um ato de idolatria como aqueles que antigamente eram praticados por alguém que adorava uma árvore por exemplo, que D-us não permita.

    Que todos nós estejamos sempre atentos à ação das klipot em nossas vidas para que não percamos nossa consciência espiritual e possamos perceber a ação da Sitra Achra que racionaliza, “justifica” e arruma desculpas para o nosso afastamento de D-us e da Torá. Lembrando que, quando não fazemos a vontade de D-us estamos fazendo a vontade do Mal, não existindo neutralidade.

    Agradeço pela oportunidade desse comentário. Peço perdão por algum erro de escrita ou entendimento aqui expressos.

    Shalom e tudo de bom.

    Robson Cleber Garcia da Silva

  2. Shalom a todos,

    Essa é uma aula com um recado contundente, objetivo e claro. Se você não se alinhar a Hashem e sua Torá, ou seja o cumprimento das leis espirituais relacionadas aos judeus ou bnei noach, você estará nutrindo a Sitra acha. Quanto mais longe da Torá, mais difícil a vida da pessoa se torna pois as klipot vão tomando conta da vida da pessoa e mantendo elas presas nas ilusões do ego e do mundo secular/material. É necessário um grande esforço para se romper as klipot. Não existe neutralidade no trabalho espiritual, ou você está seguindo as leis da Torá e recebendo dessa forma o fluxo de bençãos do Alto, ou você estará nutrindo as forças estranhas que apenas querem destruir você. Nada passa desapercebido na contabilidade espiritual.
    Recomendo a todos o estudo desse shiur e atenção aos ensinamentos aqui trazidos.

    Tudo de bom!

    Thiago

  3. Shalom Rabino Avraham,

    Permita-me Mestre realizar um breve comentário sobre o presente shiur.

    A presente aula traz o comentário sobre a parashat Terumá. Neste ponto Hashem traz as orientações sobre como Moshe deverá construir a Arca da Aliança e o templo. No shiur o Rabino Avraham Chachamovits traz os aspectos místicos presentes neste ponto da Torá, em especial o funcionamento do mundo que nos rodeia onde as klipót criam cascas que ocultam a luz divina e de como devemos ter compromisso com Hashem e o estudo da Torá.

    Recomendo que as aulas “Expansão Cerebral – Parte 1” e “A Redenção da Fala”, ambas do Projeto Conexões e em vídeo no site. Ambas as aulas são capazes de trazer informações relevantes que complementam o presente shiur pois relatam a importância de santificarmos as vidas, em especial as entradas para a percepção do mundo material (ouvidos, narinas,, olhos e boca) e de como é importante nos tornarmos um sócio de Hashem no processo de santificação desse mundo.

    Agradeço a oportunidade de realizar esse breve comentário Mestre.

    Tudo de bom!

    Davi Niemann Ottoni

  4. Shalom, rabino!
    Após ouvir o shiur do senhor, permita-me anotar breve comentário.
    O que me chamou mais a atenção foi o trecho: “as klipót ‘oferecem’ ainda mais ilusões, esse é o presente da pessoa que vive na ilusão da klipah”.
    Interessante observar como o viver na ilusão é quase uma constante. Dito de outro modo, a mente mente, ou seja, a própria pessoa cria seu sistema racional justificante e, ainda, noutro extremo, algumas “verdades” são inseridas na mente individual por terceiros. Nesse bombardeio interno e externo, a pessoa fica perdida numa rotina diária de engano e mentiras. Que D-us nos livre!
    Vivem assim – enganadas, iludidas e em mentiras – e crentes que estão caminhando de forma coerente e sóbria. Todavia, o único caminho é “a esperança dela servir de comida aos vermes”.
    Entretanto, qual seria a salvação de tal realidade tão sutil e ao mesmo tempo brutal? Afinal, ninguém consegue sair do seu buraco pessoal puxando os próprios cabelos.
    Se entendi, minimamente, a pessoa precisa primeiramente ter uma tomada de consciência do seu grau caído e da demérito de suas racionalizações e desculpas. Tomada de consciência como algo do grau de “cair a ficha”, ou seja, entendimento. O que já é um verdadeiro milagre considerando o nível e grau de consciência que aí está.
    E, ainda, o shiur ensina que a via de salvação é a humildade – no aspecto interno e pessoal. Todavia, no aspecto externo, nas entrelinhas observo que, seria o ato de gritar: socorro, Mestre do Universo! Por clemência, salve-me de ser “comida” das klipot! Suplicar para receber luz – justamente aquilo que a klipat bloqueia. E uma vez recebendo luz, a pessoa se torna mais lúcida, mente iluminada.
    Desejo que tal lucidez de consciência ocorra cada dia mais e mais, em atos de bravura e humildade, e cada vez com mais indivíduos, que com força busquem a Hashém – até a vinda do único e verdadeiro Mashiach, que seja muito em breve em nossos dias. Amém!
    Obrigado por este shiur.
    Gustavo

  5. Shalom Rabino
    Peço-lhe que me conceda a publicação deste comentário.

    Não importam os infortúnios, os tropeços, as dores e as amarguras. Importa a Torá Viva. A prática constante e reiterada de mitzvoth, única garantia de ser alcançado por Hashem.
    Dia a dia. Todo dia. Sem folga, sem férias, sem feriado. Fazer Torá, beber Torá, comer Torá, respirar Torá, mover Torá. VIVER TORÁ.
    Porque ou voce se liga à Torá e é absorvido no fluxo de Hashem, ou voce se liga à klipa, à casca, à estagnação do seu eu e, consequentemente, da divisão e da multiplicidade.
    Hashem é um e a você resta duas opções: ou é um com Ele, ou é um caco diante de muitos deuses.
    Faça o que fizer, você nunca vai poder conter Hashem em sí mesmo. E Ele que precisa conter você, para o que voce precisa se entregar a Ele. Sem reservas, sem dúvidas, sem entender ou pensar. Apenas se entregue. VIVA TORÁ.
    Por isso, de nada adiante se ater aos seus limites, às suas dores, às suas necessidades, à seus desejos e suas vontades. São somente ilusão, como são os muitos deuses.
    Shalom
    Rubens

  6. Shalom Rabino Avraham !!
    Venho mui respeitosamente aqui expressar o meu minimo comentário acerca deste shiur e, com a ajuda dos céus espero lograr êxito.
    O tema central desta aula, acerca das “klipot” ou cascas me remetem ao mundo em que aqui vivemos, a saber o mundo de Assiá, o mundo da ação em que tudo e todos estamos sujeitos as influencias das “klipot” essas que insistem em iludir a todos nos, e como o Mestre ensina, são elas que bloqueiam a vitalidade ou a luz de D-us, devemos ter cuidado para não as alimentamos, seja podendo ser através de nossos pensamentos, palavras e culminando até com nossas ações negativas. Se não tomar o devido cuidado, assim nos alerta o shiur, fatalmente poderá acontecer o desalinhamento espiritual, e ele não é neutro, acontecendo isso, há a “sociedade com o mal” que é através da força que o próprio homem dá alimento para as klipót. ” Que D-us não permita…
    Me espanta o perigo que o afastamento da Torá pode promover na vida da pessoa, ela fica bem mais dificil, pois as klipot vão assim, aos poucos, tomando conta da vida da pessoa e as mantem presas nas ilusões do ego e do mundo material. É preciso um grande força de vontade para se romper com os grilhões das klipot pois, de novo não existe neutralidade no trabalho espiritual ou se faz o trabalho do bem ou o trabalho da sitra achra.
    Gratidão por essa oportunidade.
    Fabricio

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