4 pensamentos sobre “ZIVUGUIM: CABALÁ E RELACIONAMENTOS 8

  1. Shalom estimado Rabino Avraham e estudantes desta grande obra de Torá:

    Peço a licença com a ajuda dos Céus para comentar mais um grande shiur desta série iluminada:

    É incrível como a língua santa (hebraico) revela com perfeição muita sabedoria em suas letras, e nas palavras ish/homem e ishá/mulher já existe a palavra esh/fogo, e sem a presença Divina esse fogo consome o homem e a mulher, e assim vejo que isso é muito perceptível no mundo secular onde as relações frequentemente se baseiam em atributos e paixões efêmeras, por isso há tanta dor e severidades presentes em muitos relacionamentos, trazendo caos para os lares, D-us nos livre.

    Portanto só com o terceiro parceiro (D-us) pode existir o fogo sagrado que une o casal de maneira sagrada, pois somente D-us traz sentido permanente á relação, que agora não tem como foco os prazeres e atributos efêmeros que iludem os casais imaturos. É incrível ver também que as letras não comuns entre ish e ishá já mostram que o homem está ligado naturalmente à sabedoria/chochmá e a mulher à compreensão/biná, por isso é função do homem trazer Torá para seu lar e a mulher tem a função de receber do marido a sabedoria da Torá e desenvolver uma influência santa em prol de seu marido e filhos, mas o Mestre explica que devido a grande degeneração espiritual ao longo de séculos muitos homens e mulheres perderam a capacidade que deveria ser natural neles.

    Então o Mestre fala que o homem tem um aspecto feminino nele e a mulher tem nela um aspecto masculino e que isso também precisa ser alimentado. E assim entendo que pode existir o caso em que a mulher é quem toma a inciativa de trazer Torá para a sua casa devido a falta de iniciativa ou indiferença do seu marido, e ela pode ser forçada a alimentar seu aspecto masculino para tentar despertar em seu marido o desejo dele se ligar a sabedoria Divina para que ele então exerça sua função espiritual que se encontra atrofiado nele, que D-us permita. Na condição de homem solteiro também entendo que sou forçado a alimentar meu aspecto feminino que é ligado a fé completa, pois como o Mestre explica, devido a ligação natural do homem com chochmá/sabedoria ele tem a tendência de intelectualizar demais sobre D-us correndo o risco de perder o sentido de uma fé simples e completa em D-us. Em suma vejo que aqui é ensinado a perfeição da obra do Criador na maneira como os aspectos masculinos e femininos se complementam e se unem de forma tão harmoniosa. Agradeço ao Mestre Avraham por mais uma aula tão reveladora, tudo de bom!

    Respeitosamente, Emerson

  2. Shalom Rabino Avraham, peço permissão para postar breve comentário sobre essa aula extraordinária.

    Graças à D’us o Rabino Avraham nos ensina algo extraordinário nessa aula sobre relacionamentos: que é da natureza do homem e da mulher se consumirem como um fogo, exatamente o que acontece quando D’us não é devidamente colocado na equação. Isso acontece porque o fogo das vaidades, da luxuria e até da raiva imperam na ausência total de parâmetros e intenções superiores. Homem e mulher quando imbuídos das intenções positivas tornam-se aptos a cumprirem seus papéis, ao homem proporcionar conhecimento intelectual sobre D’us e Suas Verdades e a mulher desenvolver sua capacidade de fé simples no Criador, ambas estas coisas segundo o Rabino atuam de maneira sinérgica, quanto mais o homem trás Torá para casa, mais a mulher amplia sua capacidade natural intrínseca de ter fé o que, por sua vez, possibilita ao homem estudar mais e ampliar seus conhecimentos sobre o Criador e seus caminhos.

    Agora quando o homem não trás Torá para casa, que D’us não permita, torna-se bastante comum a tendências das mulheres buscarem aquilo que lhes faltam; nesse momento surgem as “cobras venenosas e ervam daninhas” seduzindo essas mulheres para caminhos de rebeldia, perversão e arrogância no intuito de contaminar todo o lar, que D’us não permita. Ou seja, homem e mulher constituem uniões de grande poder e bênçãos, desde que seja feito de acordo com os desígnios da Torá!

    Desde já grato à Hashem pela oportunidade.

    Tudo de bom!

    Carlos Bengio.

  3. Shalom Rabino Avraham,

    Venho pedir permissão ao senhor para expor algumas linhas com entendimentos que se internalizaram ao estudar esta aula onde aprendo sobre o fogo santo que tem sua ignição na união retificada entre o casal, o “fogo sagrado inspirado Divinamente do amor que une o casal como uma única coisa”.

    Aprendo que um nome de D’us esta imbuído nas letras que formão a palavra homem e mulher escrito na língua santa/hebraico, a partir deste ponto da aula vejo que cada momento da vida de uma casal é arquitetado e supervisionado por Ele, pois quando estes dois fogos se unem se tornam um, ainda mais intenso “forjando uma liga entre os dois” podendo elevar a ambos de maneira que seus pensamentos transcendam este plano e assim se tornem recipientes para receber as bênçãos que jaz disponibilizadas para eles desde que tenham méritos para recebe las.

    Obrigado mestre.

    Edson Bertoldo

  4. Shalom Rabino e amigos da comunidade

    Se me for permitido, gostaria de registrar algumas reflexões sobre este shiur.

    O Rabino nos ensina que o relacionamento do casal importa na presença de um fogo que se não colocado diante de D´us pode consumir o casal. O fogo, ao que posso entender, representa os impulsos físicos, as paixões da carne.

    Assim, se a união do casal se volta apenas para essa satisfação, ambos se consumiram e como tudo que é material se deteriora, também a relação assim levada a efeito deteriorará.

    Não obstante, se a relação é colocada diante de D´us, se D´us está presente na reunião do casal, este fogo que queima e consome pode ser convertido no fogo que queima e não arde. O Senhor Rabino lembra, aqui,da sarça ardente no encontro de Moshé com D´us.

    Então a união do casal deixa de ser transitória e ganha permanência, porque nela foi inserida o Eterno.

    O Rabino ainda explica que os frutos espirituais para o relacionamento descem mesmo do plano mental, porque propicia a equilibrada união de chockmá (homem) com Biná (mulher). O homem traz a Torá a seu lar e sua companheira, sua ajudadora, com os atributos que são próprios do feminino, pode desenvolver a inspiração em fé verdadeira e assim levar o casal à elevação espiritual perante D´us.

    É uma linda união que nos apresenta esta lição e nos faz clamar a D´us que possamos alcançar um tal grau sublime de União.

    Shalom

    Rubens

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