3 pensamentos sobre “ZIVUGUIM: CABALÁ E RELACIONAMENTOS 7

  1. Shalom caro Rabino Avraham e amigos do Beit Arizal,

    Peço a licença para comentar mais um grande shiur desta série abençoda:

    É incrível o paralelismo perfeito que existe entre os graus físico e espiritual sobre os níveis do tsadic, beinoní e rashá na relação do homem com D-us e na relação conjugal. Chama-me a atenção especial o nível do beinoní/intermediário, porque na verdade pessoas comuns como eu precisam almejar esse estágio intermediário na relação com D-us e o Mestre deixa claro que esse já é um nível bem difícil de ser alcançado, pois o beinoní já é livre de transgressões da lei Divina.

    É impressionante a grandeza da misericórdia de D-us que aceita que o rashá/perverso se volte á Ele mesmo o rashá achando que deve perdoar á D-us, e assim o rashá pode começar a deixar de ser um obstáculo para D-us e na relação conjugal mesmo um casamento caótico que vive o nível do rashá pode começar a se salvar quando existe a disposição do perdão no casal, onde cada um vai buscar honestamente deixar de ser um obstáculo para a relação e os atos generosos podem começar a substituir os atos imaturos que antes só traziam severidades ao casal. Nessa disposição generosa o casal pode crescer em emular a misericórdia de D-us e um nível de parceria (nível do beinoní) que envolve atos de benefício mútuo poderá se D-us quiser ser vivenciado pelo casal, que D-us permita. Por isso lembro também como é importante julgar todos para o bem como o Mestre sempre ensina graças á D-us.

    Apesar do nível do beinoní ainda não ter toda a pureza de motivações do tsadic, entendo que em algum nível ele precisa emular o exemplo do tsadic buscando sempre agir cada vez com mais pureza nas suas motivações de modo que qualquer resquício de egocentrismo perca o poder sobre a pessoa e o casal possa assim promover unificações para que ambos evoluam em suas relações até se tornarem como uma única entidade, atingindo o nível do tsadic que é algo tão extraordinário que me sinto pequeno demais para comentar, mas nesse nível entendo que a relação é de total devoção mútua, da mesma forma que o tsadic não serve á D-us motivado por alguma recompensa futura mas sim por ser grato e feliz em cumprir os mandos de D-us em total pureza, assim o casal que vive no nível do tsadic já não consegue mais imaginar o que seria a vida deles um sem o outro, pois já formaram uma sólida unidade. Agradeço á D-us e ao Mestre por essas lições preciosas, Shalom á todos.

    Respeitosamente, Emerson

  2. Shalom rabino Avraham e companheiros frequentadores deste portal de Torá,

    Aqui refletindo sobre todos os pontos que sou “tocado” por esta aula que estudamos em grupo, e principalmente pela parte onde o rabino traz os três pontos principais que medem a posição do homem perante ao Criador e também no seu relacionamento que são os níveis de Tzadik (justo perfeito), Bem noni (intermediário) e o rashá (perverso).

    Outro ponto que desperta desejo de compreender e retificar os resquícios que reconheço em mim, é justamente quando o homem ou mulher deve sair da casa de seus pais para constituir um novo lar/prole, com eles existe toda uma “bagagem” de vida oriunda da observação dos atos de seus pais, como eles se comportam entre si, e todos arranjos que podemos imaginar como funciona. O fato é que levamos parte desses costumes para o novo relacionamento, e sendo uma vivencia muitas vezes não retificada sobre a égide da Torá, corre-se o risco de trazer estes exemplos/desejos para que a parceira os aceite e se encaixe neles, o que geralmente gera conflito que agora compreendo ser para o bem, para o alinhamento necessário para que ambos tornem se parceiro neste novo caminho do casal que normalmente encontrará muitos obstáculos passiveis de serem superados.

    Tudo é arquitetado pelo Criador, nada é obra do homem, então tudo é para o bem e o desejo do Criador é que passamos as fases para que assim possamos subir de nível e receber as bênçãos pelo êxito que também nos foi proporcionado de acordo com o desejo de fazer o certo para ter paz no lar, é preciso existir paz a traves do rebaixamento do ego que possibilitará o perdoar permanente de um para com o outro, isso possibilitará que as bênçãos sejam dispensadas do Alto, e que tragam filhos, proteção e sustento sempre.

    Mais uma vez muitíssimo obrigado por tudo mestre.
    Edson Bertoldo

  3. Shalom Rabino Avraham e amigos desta comunidade.

    Pelo que me foi possível compreender das palavras do Rabino, o relacionamento conjugal é uma importante ferramenta para que o homem busque aperfeiçoar a sua capacidade de se relacionar com D´us, porque ele reflete a nossa própria condição espiritual.

    Aqui a mulher tem papel fundamental porque ela é quem pode guiar o homem para as retificações necessárias, ensinando-o a adestrar e transformar a si mesmo na medida em que avança em união com sua esposa.

    Ao homem, cabe saber tornar sua esposa como sua ajudadora, porque ela será a sua melhor parceira ou o seu pior entrave. Isto só vai depender do quanto possamos caminhar para a união deixando de lado nossos egos.

    E na medida em que avançamos na comunhão de nossos lares, avançamos no encontro de D´us.

    É uma valiosa lição.

    Shalom,

    Rubens

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