4 pensamentos sobre “ZIVUGUIM: CABALÁ E RELACIONAMENTOS 6

  1. Shalom estimado Rabino Avraham e amigos do Beit Arizal,

    Peço a licença para comentar o presente shiur:

    Nosso Mestre Rabino Avraham ensina que a relação mais intensa que o homem deve ter neste mundo físico é com sua esposa e entendo que através dessa relação o homem pode aferir seu crescimento espiritual de forma única, pois é no lar que tudo começa, o homem precisa ser justo e elevado em sua casa para ele ser assim também para o resto da humanidade, refletindo seu verdadeiro estado espiritual de dentro para fora, pois como foi ensinado aqui, aquele que é agradável para o homem é agradável para D-us e aquele que não é agradável para o homem não é agradável para D-us. Assim entendo que o homem não pode ser santo em sua casa e ser perverso fora dela ou vice-versa, ou ele é uma coisa ou outra.

    Desta forma é indispensável que haja paz no lar mesmo em situações difíceis, o parceiro justo e fiel auxilia e encara seu cônjuge em todas as situações com grande empatia. Entendo que a evolução da relação passa por vários níveis que precisam ser bem trabalhados sempre com o objetivo de esmagar o ego do homem para que ele use sua força egocêntrica para ser altruísta e elevar o nível de seu lar, que D-us permita.

    Incrivelmente a palavra mérito em hebraico também é sinônimo de puro e refinado, e o Mestre então explica que quanto mais puro e refinado for a pessoa maior a chance de ela atrair alguém melhor pra sua vida. Essa lição certamente traz mais responsabilidade espiritual pra minha vida que deve ser retificada e ganhar mérito maior possibilitando alcançar uma parceira melhor de modo que ela seja uma auxiliar para a minha retificação se D-us quiser. Agradeço ao Mestre pela riqueza de lições fundamentais para nós, Shalom e tudo de bom!

    Respeitosamente, Emerson

  2. Shalom Rabino Avraham, eu peço permissão para postar breve comentário sobre essa aula extraordinária.

    Graças à D’us o Rabino Avraham nos ensina algo extraordinário nesse Shiur! A respeito do (re) encontro com a alma gêmea o objetivo é (re) alcançar com ela o estágio de união plena: tornar-se um. Eesse processo envolve três etapas as quais abordadas nas aulas desse curso, mas de modo geral o grande desafio consiste na superação das diferenças de propósitos e agendas no mundo, nas diferenças de espaço mental e por fim na união completa que consiste no par formar uma única entidade – algo extremamente raro e precioso -. Ainda segundo o Rabino isso só pode ser alcançado se o egocentrismo for constantemente subjugado.

    Desse modo o Rabino nos traz algo muitíssimo especial quando afirma: “Olhando sob o ponto de vista bíblico, e sem entrar em qualquer consideração mundana, social, étnica, etc, idealmente as pessoas só deveriam se conhecer, sob o ponto de vista bíblico, uma vez que estivessem casados, abençoada a relação”. É muito comum no mundo secular pessoas se sentirem desconfortáveis e desconfiadas com essa postura reta – guardar-se única e exclusivamente para o casamento-, mas segundo o que nos é ensinado esse receio é improcedente! Pois quando Hashem julga o encontro do Zivugue de uma pessoa, então isso significa que os pares estão em um bom caminho, um caminho de retificações; eles são totalmente equilibrados e prontos para essa união ideal que só tende a se aperfeiçoar quando D’us quiser.

    Mais ainda, isso implica no fato de que todas as outras uniões e relacionamentos emocionais entre homens e mulheres, com todas as outras pessoas do mundo são inapropriadas, tanto por não serem com a pessoa de mesma raiz de alma, tanto pela união não estar dentro dos limites das Leis que regulam todas as uniões conforme nos ensina o Rabino: a única possibilidade correta espiritualmente é a união com a alma gêmea de acordo com as Leis da Torá que estabelecem o respeito às leis do país: o casamento civil. Então, todos os outros relacionamentos são despropositados, pois não cultivam o retorno à raiz de alma; são superficiais e por isso também racionalmente explicável por condições mundanas, agora o relacionamento com a alma gêmea transcende a explicação racional, portanto é algo intimo no sentido mais profundo do termo; algo para ser vivido em silêncio.

    Muito grato pela oportunidade.

    Tudo de Bom!

    Carlos Bengio.

  3. Permita-me rabino Avraham expor uma pequena reflexão sobre esta aula,

    Compreendo com esta aula que o homem veio mais uma vez a este mundo para retificar seus traços de caráter/fala/ação e isso somente é possível com a ajuda a auxiliadora/companheira/esposa, sem isso ele fica preso a superficialidade e não desenvolve o refinamento que inclui o aniquilar do egocentrismo que é algo tão fluente nas pessoas. No entanto é preciso se entregar a relação, compreender a necessidade da companheira que no fundo são também as suas necessidades afetivas etc, o Mestre nos ensina que todos os movimentos do homem neste plano corresponde a um movimento contrario a ele na mesma proporção, isso é fascinante pois ao praticarmos bons atos, receberemos atos bons, esta lógica vale também para o outro lado.

    Obrigado mestre,
    Edson Bertoldo.

  4. Shalom Rabino e amigos da comunidade.

    Peço permissão para trazer estas poucas linhas,

    O mestre nos fala que o relacionamento se traduz como mecanismo de desenvolvimento espiritual.

    O Rabino começa dizendo que o reflexo que vejo emergir pela reação do outro em mim, em todo o relacionamento, passa ser uma importante ferramenta para que eu possa perceber como eu estou do ponto de vista do meu desenvolvimento espiritual.

    E isso é ainda mais verdade e ganha força quando se trata do nosso principal relacionamento, que é o relacionamento afetivo, com a minha parceira ou parceiro, porque se aprendo a me relacionar aqui e ser efetivo nesse relacionamento, construo as bases para me relacionar nos demais relacionamentos da vida.

    O desenvolvimento se dá na medida em que, no meu relacionamento afetivo, eu aprendo a dar mais atenção ao outro que a mim mesmo. Eu deixo de investir a energia no meu ego e passo a investir a energia no bem estar do outro, ou seja, eu deixo de buscar a minha própria satisfação, eu deixo de lado o prazer egocêntrico para buscar a felicidade do outro.

    Isso é aprender a amar e o relacionamento afetivo me permite isso. Com isso, eu procedo ao um desinvestimento do ego e um acréscimo de altruísmo. E essa quebra do ego é a quebra das cascas e a extração do óleo espiritual.

    Então, para a vida em relacionamento, eu deixo a casa dos pais e isso significa que aquele ego que eu construí na casa dos meus pais ele vai passar por uma lapidação no meu novo relacionamento e eu vou aprender a deixar em segundo plano para investir na parceira.

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