3 pensamentos sobre “ZIVUGUIM: CABALÁ E RELACIONAMENTOS 3

  1. Shalom estimado Rabino Avraham e amigos do Beit Arizal,

    Peço a licença do Mestre e dos amigos para comentar brevemente sobre este shiur da série Zivuguim:

    Entendo que a retificação da imaginação é um desafio enorme nesta sociedade tão cheia de estímulos sensoriais negativos, não obstante é fundamental busca-la e evitar as distrações que me levam a fixar a imaginação em coisas materiais e físicas de forma obsessiva, pois como é ensinado aqui, isso pode se tornar um bezerro de ouro para a pessoa, que D-us não permita. O Mestre ainda revela que as frases em hebraico “O poder da imaginação” e “O bezerro de ouro” possuem a mesma guemátria, mostrando que há uma ligação intrínseca entre a idolatria e a imaginação, daí a necessidade vital de retificar esse poder mental tão precioso.

    Entendo que a imaginação não retificada está muito associada com o alimentar das fantasias sexuais, e numa sociedade secular onde a falta de recato no vestir é tão comum nas mulheres, isso pode muito facilmente contribuir para o expelir do sêmen em vão fazendo o homem dar vida às criaturas demoníacas, algo gravíssimo, um assunto tratado com clareza no livro “Cuidado Sua Alma Pode Estar Em Perigo “.

    Esse assunto leva a lembrar-me do dito do Baal Shem Tov que diz: “Onde sua mente está, lá você está”, algo profundo! Penso que a retificação da imaginação requer um treino e persistência diários, mesmo que às vezes minha consciência oscile, preciso não me desanimar e focar minha imaginação e pensamentos em coisas elevadas, aprendendo a desviar o foco mental dos desejos rebaixados do meu corpo, que D-us permita. Assim a retificação da imaginação ajudará se D-us quiser a pessoa a ter um relacionamento conjugal livre de armadilhas ou expectativas ilusórias. Agradeço á D-us e ao Mestre por esse shiur tão iluminado, Shalom!

    Respeitosamente, Emerson

  2. Shalom Rabino Avraham e amigos leitores,

    Nesta aula compreendo o verdadeiro significado de retificação e porque é tão necessária para os assuntos espirituais, e também as possibilidades que ela, como é trazido pelo mestre, como sendo luzes que precisam ser definidas para cada destino específico conforme o desejo do Criador, porque ao contrario, algo sem definição é a implicação do caos. Que D-us nunca permita.

    Em seguida o senhor ensina que ainda que abstrata a imaginação é a força motriz de uma pessoa, e que ela quando retificada pode trazer grande fertilidade na fluência de entendimentos sadios e portanto benéfico para a vida da pessoa e do mundo também. O poder da imaginação pode explorar as intenções dos relacionamentos e quando estas intenções não estão retificadas tudo pode ser degenerado, dando oportunidade de ilusos e aspectos negativos fazerem parte de emoções que podem atingir níveis de pensamentos sexuais não sancionados pela Torá.

    Para uma conexão com o Divino/espiritual a pessoa precisa estar de fato vivendo uma vida com pensamentos/intenções e ações retificadas e focadas nos assuntos e Leis que regem a humanidade, somente desta forma os pensamentos poderão atingir a pureza necessária para identificar o seu Zivugue, a metade tão fundamental para que haja através dela a fluência de vida retificada, e possibilidade de trazer a este plano almas com maior nível de pureza e entendimento do Criador.

    Obrigado mestre.

    Edson Bertoldo

  3. Shalom Rabino e amigos da comunidade.

    O mestre nos fala do papel da imaginação nos relacionamentos, porque a paixão é alimentada pela imaginação, pois perseguimos no outro a projeção dos nossos desejos.
    Se meus desejos são bons, retos e de acordo com a vontade de D´us, então a minha busca será por alguém que corresponda a estes mesmos desejos.

    De modo contrário, se meus desejos não são retificados, mas atuam de forma solta e desenfreada, então estarei a mercê dos desejos desviantes de todas as ordens e minha imaginação a eles acompanhará. Resultado é que perseguirei projetando no outro o resultado destes desejos e sendo vítima de uma paixão doentia, porque doentio são os desejos e a imaginação consequente que a anima.

    O mestre nos ensina que todas as luzes precisam ser retificadas e nos diz que o cerne, a raiz dos desejos está na sexualidade. O mestre cita Yoseph, que era um grande interpretador de sonhos e sua intimidade com os sonhos era decorrente de sua retidão sexual.

    Na minha limitada capacidade de percepção, compreendo que a limitação dos instintos sexuais promove a retificação dos desejos e a possibilidade do exercício de uma imaginação também retificada. E pela imaginação construímos não só os nossos relacionamentos, as nossas paixões, mas tudo com o que nos envolvemos e realizamos na vida.

    A lição que tiro disso é que uma sexualidade retificada é a chave para toda a nossa retificação, o que nos permitirá avançar e realizar na senda espiritual.

    Baruch Hashem! É uma enorme lição porque vai muito além da sua aplicação no dimensão dos relacionamentos. Nos ensina sobre a raiz profunda de nossa dinâmica psíquica e como podemos fazê-la trabalhar em proveito da nossa espiritualidade e não da yetzer hará.
    Sou-lhe muito grato, Rabino, por esta tão profunda lição.

    Shalom

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