4 pensamentos sobre “ZIVUGUIM: CABALÁ E RELACIONAMENTOS 2

  1. O mestre nos explica que há uma relação entre o abandono do egocentrismo e a qualidade dos relacionamentos e até mesmo da sua capacidade de encontrar a sua alma gêma.

    Pelo pouco que pude entender, quando nos centramos em nós mesmos, tendemos a subjetivar tudo. Nossa consciência circunda com muita intensidade nas nossas subjetivações, pois tudo é avaliado e considerando diante do nosso prisma individual.

    Em contrapartida, se abandonamos nosso egocentrismo deixamos esta visão subjetiva do mundo e alcançamos um grau de consciência mais ampla. Isso significa que o relacionamento, o envolvimento com o outro me permite este desabrochar da consciência, porque faz com que eu saia da minha subjetividade e atue com maior altruísmo. O amor implica em que o centro de nossas preocupações não é mais em torno de nós mesmos e nossas subjetivações mas sim da parceira.

    E ao abandonarmos nosso egocentrismo, nossa consciência se expande.

    Mas o mestre também nos descortina o fato de que a nossa consciência ampliada permite-nos reconhecer a nossa alma gêmea porque deixamos o foco centrado em nós mesmos para partir para uma visão altruísta das coisas.

    Assim, tanto mais fácil se torna encontrarmos a nossa alma gêmea e não sermos iludidos pelas distorções de nosso ego quanto mais pudermos nos refinar, retificar o nosso ser e nossa consciência.

    Shalom

  2. Shalom rabino Avraham,

    É realmente motivador todos os pontos trazidos pelo senhor nesta aula, o que mais sou tocado é o esclarecimento sobre Adam. Antes que lhe fosse concedido a auxiliadora que o ajudaria no processo de manter o bem imaculado no mundo “e foi dito a Adam que não comesse da arvore do conhecimento do bem e do mal”, para que não houvesse misturas entre os dois extremos, pois se isso acontecesse ele não suportaria e inflaria, tornaria tudo subjetivo, egocêntrico a ponto de sentir o amargor da vida. Entendo que o decorrer da “sena” onde é oferecido a Chava o fruto proibido, foi um grande teste que a mulher não preparada aceitou levando Adam também a pecar, com este acontecimento veio à amargura e Adam precisou ficar separado dela por 120 anos.

    Ao buscar trazer este arquétipo para estes dias vejo nesta aula o “reflexo” de tudo que Adam e Chava passaram até serem permitidos de se unirem novamente, pois eram almas gêmeas, e deste ponto reiniciar o processo de povoar o mundo agora com mentes retificadas. Aqui vivemos todos estes pontos assim compreendo, partindo do entendimento que “não é bom para o homem ficar só”, buscamos nossa alma gêmea, porem quando não baseados em ensinamentos de Torá, esta busca se torna incompleta/superficial e fácil de ser confundido por aparência e desejos não retificados que pairam as mentes sem temor a D-us, logo a mulher pode se tornar “mais amarga que a morte” pois os desejos causam depressão e esta causará vitimhização onde toda a culpa do fracasso será direcionada ao parceiro(a), até que o divorcio aconteça para que ambos tenham uma nova oportunidade.

    Compreendo que homens e mulheres que desejem de fato, é o grande dever do homem buscar e encontrar sua alma gêmea e cultivá-la até o fim dos seus dias, para tanto é primordial o refinamento de caráter e assim desenvolver censos perceptivos que trarão mecanismos que tornam mais fácil a percepção da alma que antes da criação já eram unidas, então assim, sinais serão revelados e o homem entenderá que em algum nível já conhecia esta pessoa etc. Muito lindo e motivador para quem ainda precisa percorrer este caminho de busca com consciência e temor.

    Obrigado.
    Edson Bertoldo

  3. Shalom Rabino Avraham, eu peço permissão para postar breve comentário sobre essa aula extraordinária.

    Graças à D’us o Rabino nos ensina na primeira aula dessa série o que é desejado por Hashem na busca do homem pela esposa. Que essa busca deve ser pautada pela alma, isto é, por uma conexão intima que remete à raiz de alma dos envolvidos: D’us determinou que as almas fossem separadas em duas, ou seja, que o homem completo existe na união entre o marido e a esposa e, que esta união na verdade é uma reunião. Essa união já existia previamente nos Céus, portanto, encontrar ‘uma mulher’ é encontrar uma coisa boa na medida em que se encontra algo singular e único em consonância com o desejo de Hashem de que a alma retorne, d amaneira correta, ao seu estad de completude original.

    Toda essa busca implica nos processos de amadurecimento desse homem e dessa mulher, em especial o homem que primeiro precisa ser integro e fiel em sua união com D’us para, daí com sucesso, na mulher que encontrar faze-la ‘uma’ reconhecendo-a como sua metade. Para tal é necessário, como nos ensina o Rabino, uma série de cuidados de recato e modéstia, para que o homem não se perca com os desejos inferiores provenientes do seu Ego não retificado e, que somente projeta expectativas egoístas e misturas de vontades e desejos cujo resultado é o caos, que D’us não permita.

    O primeiro passo nessa busca é a união com D’us, isto é, a Torá e suas Leis que justamente delimitam como deve-se agir, como e com quem se deve falar, compartilhar espaços etc. Tudo é para para protegê-lo das seduções e ideias estranhas que só deve fazer atrasar esse encontro tão especial, pois assim trabalha a Sitra-Achra. Ao contrário, se ele não ‘acertar o alvo’ e não encontrar ‘uma’ mulher, o que lhe resta é algo mais amargo do que a morte; a imaturidade das uniões superficiais pautadas pelas externalidades inferiores, que D’us não permita.

    Desde já grato pela oportunidade,

    Tudo de Bom!

    Carlos Bengio

  4. Shalom estimado Rabino Avraham e amigos do Beit Arizal,

    Peço respeitosamente a licença para comentar o presente shiur:

    Nesta aula muito especial para quem busca sua alma gêmea, vejo que a pessoa precisa confiar na providência Divina, crer que existe sua outra metade e busca-la em D-us, clamando a Ele insistentemente. Como solteiro já tive a ilusão de achar que “tá tudo bem eu sozinho”, mas aqui aprendo que a criação só atinge a completude com a presença da mulher e, portanto é uma grande ilusão o homem achar que pode ser completo e feliz sozinho.
    Explica o Mestre que com a queda de Adam tornou-se impossível o homem não misturar bem e mal e nos relacionamentos entendo que isso é bem notável, pois o homem busca a felicidade em algo que satisfaça seus desejos egoístas sem consideração pelas leis de D-us e muitas vezes o resultado é que ele acaba achando a mulher mais amarga que a morte como diz o rei Salomão.

    Para encontrar minha alma gêmea entendo que preciso crescer na sabedoria de separar o bem do mal absoluto tal como a Torá ensina, e penso que isso se alcança com a constante expansão da consciência através do estudo de Torá e práticas das mitsvót de forma altruísta que ajudará se D-us quiser a pessoa a achar alguém que tem a mesma raiz da sua alma para se tonar seu cônjuge. Agradeço á D-us e ao Mestre por esse shiur tão iluminado, Shalom.

    Respeitosamente, Emerson

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