PALAVRAS CHAVES: Raiva, o rio Yabók, dificuldades em relacionamentos causadas pela falta de bitúl (“auto-anulação do ego”), pecado original de Adam, o bem precisa ser refinado, klipá nogá, a luta contra a iêtser hará (“a má inclinação do homem”), elevação da nossa força vital para a kedusha (“santidade”), como viver espiritualmente, o avodát Hashém (“trabalho espiritual”) depende do estudo das leis, cuidado com as opiniões, amadurecimento espiritual em tempos diferentes afetando relacionamentos, raízes de alma iguais causando “competição espiritual”, elevação das fagulhas Divinas, o ego e a ilusão da auto-importância, o homem é cego de sua conexão espiritual com D-us, origem do sinát chinam (“ódio gratuito”), sucesso do relacionamento provém do rebaixamento do ego, estudo profundo da Torá, Esav e a idolatria, origem espiritual da raiva, mitigando julgamentos, Chilúl Hashém (“Profanar o Nome de D-us”), a teshuvá destrói as klipót, na era Messiânica todas as desigualdades de amadurecimento espiritual terminarão.
PALAVRAS CHAVES: Clamar a D-us é fundamental, dar graças a D-us e dizer se D-us quiser, testes são para a pessoa aprender a clamar por D-us, teshuvá, todas as apelações de D-us são agrupadas n’Ele mesmo, Hashem é um Só, os Nomes Divinos são poderes ou atributos d’Ele, divisões na realidade são produtos da materialida, quatro dimensões da realidade: três físicas e uma do tempo, unicidade absoluta de Hashem, Ele é o único Ser no universo, Singulariedade, saber clamar a D-us com o coração, importância de conhecer a D-us, a simplicidade do místico, a verdade reuni todas as realidades, a coluna central sefirótica, tiferet, história do Rébe de Alexander.
PALAVRAS CHAVES: Bechira chofshit (“Livre arbítrio”), opte pela vida sempre, essência da alma judia, livre escolha como D-us, fisicalidade do corpo atrapalha as escolhas corretas, a alma é intrinsecamente conectada a D-us, uma escolha que resulta da razão tem somente a abrangência da razão, a intensidade da escolha por D-us acima do racional é ilimitada, força da lógica compelindo a pessoa, opções feitas acima da lógica racional ligam a pessoa com D-us de modo inalterável e íntimo, só existe escolha se diante de dois caminhos opostos, o centro das escolhas está no intelecto, anjos são criados no cumprir dos estatutos da Torá, Rósh Hashaná é o dia quando tudo volta a seu estado primordial, a re-coroação do Rei, rezemos para Hashem nos escolher novamente neste período.
Música: Yehuda Green, “Shalom Aleichem – Kidush”.
AULA 2 (Parashá Nitsavím-Vayêlech)
Gravação feita em Chái Elúl 5769 (segunda-feira à noite, 07/09/2009), na que foi a última aula do Beit Ari”zal – o único centro Judaico de estudos místicos cashér que exisitiu no Brasil. Um projeto singular para a comunidade Judaica brasileira do mestre, o Rabino Avraham Chachamovits e que agora depois de anos é revivido neste site iluminado.
PALAVRAS CHAVES: A mitsvá de Bikurím (“primícias”), Or Hozer (“luz refletida”), beneficência Divina vem com as mitsvót, risco de apropriação indébita deste fluxo pelo lado do mal, excedentes de bênçãos, um k’li (“recipiente”) se rompe quando não aguenta a luz, degeneração da luz, vivificação da sítra áchra (“lado do mal”), adultério espiritual, evitando este despejo das bênçãos para o lado do mal, estrutura de vida judaica sancionada na Torá para o receber das bênçãos, o não “canalizar” das bênçãos, beneficência Divina chega aqui graças ao tsimtsum (“contração espiritual”), tipos de tsimtsumím, frutos de nossos esforços precisam ser direcionados para propósitos santos, princípio feminino e sua elevação, lado feminino do homem.
PALAVRAS CHAVES: A iefát tôar (“mulher bonita”), guerra espiritual, rebaixando o “lado negativo”, pidión shivúyin (“resgate dos prisioneiros”), exílio da Shechiná, vitalidade do mal através das transgressões das pessoas, “resistência” das klipót para manter almas cativas, a união conjugal em kedusha (“santidade”) resgata almas aprisionadas, forças negativas “caçam” seu alimento, arquétipo de Ya’acov e Esáv sobre a dinâmica espiritual das klipót, a mulher de origem impura precisa ser “casherizada” para se tornar esposa do soldado, almas elevadas precisam ser “contrabandeadas”. A aula é baseada no livro do Rabino Avraham Chachamovits, Darósh Darásh, página 112, sobre os versos do Devarim 21:10-13.
PALAVRAS CHAVES: Elevação da pessoa, “portões” cognitivos, estímulo da mente, perigos sensoriais, reações por ignorância, mundo de mistura do bem e do mal, fechar os olhos às coisas proibidas, falas rebaixadas, risadas, maledicência, “fofocas”, manchas na alma, recompensa por uma vida reta, entidades encontradas após a morte, a alma é “inspecionada” por anjos, anjos acusadores criados pelas transgressões da pessoa, anjos defensores criados pelas mitsvót da pessoa, angústias da alma, 7 céus, néfesh elokít, soldados tementes a D-us, cuidado na luta contra a má inclinação, comer de modo elevado.
PALAVRAS CHAVES: Uma aula da parashá Reê inspirada nos pensamentos do “Rébe de Peasêtzna” (Rabi Kalônymus Kálman Shapíra zt”l – 1889‑1943). No Gueto de Varsóvia, o Rébe foi uma constante fonte de inspiração, encorajamento e esperança para os Judeus que lá estavam. Depois da destruição do Gueto em 1943, o R’ Shapira foi levado ao Campo de Concentração de Trevaniki, perto de Lublín. Prisioneiros que ficavam completamente exaustos eram então enviados para Treblinka. R’ Shapira passou seus últimos meses em Treblinka, onde ele foi assassinado pelos Nazistas yemách shemó (que seus nomes sejam apagados) em 4 de MarChesvan (1943). Seus escritos são repletos de profundos insights para a alma Judia. Ele foi um verdadeiro “médico da alma”. Ao Rébe de Peasêtzna foi oferecida uma fuga dos horrores do Holocausto, o que teria permitido a ele reconstruir sua comunidade em um local seguro. No entanto, ele optou por ficar com seus alunos e seguidores no barco afundando do Judaísmo Polonês, e ir em chamas com eles todos – o sacrifício final de um Rébe por seus chassídim.
AULA 2
PALAVRAS CHAVES: Não existem obstáculos para a teshuvá, retificação das midót (“atributos/caráter”), medo de mudanças, desafios do ego, a teshuvá subjuga as forças interiores do homem que o mantém distante de D-us, não fazer teshuvá significa rebeldia a D-us, a falta de limpeza da teshuvá implica em “manchas” na alma, as manchas “contribuem” para os atos negativos, animal com forma humana, mudança de consciência através da teshuvá, ligação com as verdades eternas, responsabilidade espiritual, retificação da origem dos poderes da alma, fluxo de luz através das mitsvót, ordem de descida das bênçãos, retificações interiores e exteriores, estudo da Torá retifica a mente, a tefilá (“oração”) para Hashem traz luz para o mundo, atrasos na vinda do Mashiach, liberação da kedusha (“santidade”) presa na klipá, dificuldades da teshuvá. A aula é baseada no livro do Rabino Avraham Chachamovits, “A Bondade para Avraham”, página 432.
PALAVRAS CHAVES: Bênçãos, Chakal Tapuchim (“O Campo das Maças Santas”), Malchut e as outras sefirót, despertar do fluxo espiritual, noite de Shabat, avodát Hashém (“trabalho espiritual”), metáforas do Zohar, o tsadik (“justo”) e a sefirá de Yesód, Malchut recebe sua luz de cima, a importância da sefirá de Yesód, correspondência entre poderes Divinos e da alma, órgão sexual masculino, Malchut é como “uma mulher” que recebe as sementes do homem, sexualidade santa, unificações aqui e no alto, brachót (“bênçãos”) sobre alimentos, a elevação das netsutsêi kedusha (“fagulhas Divinas”), perigo da apropriação indébita espiritual das klipót, protegendo a santidade, presentes para Hashém, a importância de falar amém, seudá (“refeição”) mitsvá.
PALAVRAS CHAVES: Elevação espiritual ao acordar de manhã, eliminação das klipót, talit e tefilin, os corbanót (“oferendas”) da tefilá (“orações”), estágios da tefilá, a Amidá (“a oração silenciosa”), profeta Ezequiel e a merkavá, função das halachót (“leis da Torá”), comportamentos elevados, orações em humildade, “tempo de chegada” da oração, matrizes de sefirót, poder Divino para elevação da tefilá, Nome Divino Kah forma os olamót, várias características angelicais, a necessidade de “andarmos” espiritualmente, a súplica de Moshé é a ideal.
PALAVRAS CHAVES: Admoestações de Moshé, oculto e revelado, diferentes estados de consciência, expressão verbal pragmática ou emocional, a fala espiritual, os olamót (“mundos espirituais”) e a psique humana, o homem é um olám katán (“microcosmo”), o Tetragrama (YKVK), anjos e almas nos olamót, bitúl (“anulação”), mundo revelado sujeito à corrupção, toda corrupção implica em sustento da sítra áchra, raiz espiritual de tudo, “infortúnios” na vida, 5 graus da alma, falando para a alma, retificações da mente.
PALAVRAS CHAVES: Netsutsêi Kedusha (“Fagulhas Divindas”), ato da criação, luz de Tohu (“Caos”), sefirót, inter-inclusão, shevirát ha-kelim (“quebra dos recipientes”), arbah olamót/qutro mundos espirituais, a origem e vitalidade dos domínios da impureza/klipót, revelando o divino, elevação das fagulhas caídas, extrair (“birúr”), Olám HaTohu e Olam HaTikun, lógica divina, duas categorias de klipót, mitsvót e Mashiach, retificações da alma animal e do corpo, a mistura do bem e do mal, 40 anos no deserto, jornadas espirituais.
PALAVRAS CHAVES: Purificação de utensílios idólatras, lei da atração magnética, objetos pessoais usados, força de kavanót/intenção, linguagem mística, a regência de D-us, vermelho é a cor de guevurá (“severidade”), branco é a cor de chéssed (“bondade”), a raiz de tudo é o bem, a teshuvá é um fogo, adoçamento dos juízos, oferecimentos no altar do Templo sagrado, transformação espiritual, jejuns, entusiasmo no serviço a D-us purifica.
PALAVRAS CHAVES: Seguindo os atributos Divinos, Chéssed (“Bondade”), Guevurá (“Severidade”), blocos fundamentais da realidade, combinação de atributos, inter-inclusão, desequilíbrio sefirótico/psíquico, passagem por testes, ausência de Nêstach, oportunidades para fazer o certo, forças espirituais antagônicas, bondade retificada, a providência Divina e as chances de retificação, tecnologia espiritual, tsimtsúm, manchas na alma, lutas espirituais interiores, as sefirót coordenam a realidade, ressurreição dos mortos, corpos translúcidos, era de Mashiach, um tempo de conexão com D-us.
PALAVRAS CHAVES: A jumenta de Bila’am, revelação e missão angelical, nomes dos anjos, cuidado com nomes de D-us, livro do anjo Raziel, Adam, consciência constrita, anjo Rafael, anjo Gavriel, classes de anjos, Serafim, anjo em forma compreensível, vestimentas mundanas, Nahar Dinur/Rio de Fogo, a mikvê, crescimento espiritual.
PALAVRAS CHAVES: a parah adumah/vaca vermelha, ahavat israel/amor ao próximo, queda de consciência, morte, cinco letras de terminação em Hebraico, guevurót, estados de severidade, 50 portais de Binah, remoção de impurezas, adoçamento/mitúk hadínin.
AULA 1 – PALAVRAS CHAVES: Parashá Shelach 5769 (15-06-2009) relações ilícitas, abominações, corrupção moral, homossexualismo, afronta a D-us, perversão da consciência, sítra áchra/lado do mal, difusão do mal no mundo, falta de fé, vitória por meios naturais, tempos atuais, milagres, fé.
AULA 2 – PALAVRAS CHAVES: Parashá Shelach 5770 (31-05-2010), o “pecado dos espiões”, as mitsvót desta parashá, questão sobre o nome desta parashá, o nome de uma entidade é o reflexo de sua essência, o relatório dos espiões (Bamidbar 13:28), a conclusão do relatório (verso 31), a promessa de Hashem para o povo entra na Terra Santa, vitória natural ou supernatural, não se depende de milagres, o ordenamento de Hashem pressupõe que a pessoa poderá cumpri-lo, a realidade superficial e “apressada”, o mundo é a desculpa para não se cumprir o desejo de Hashem, justificações para a desconexão com Hashem: tudo pode ser usado como desculpas, a crença exclusiva no meio natural: da vitória por méritos próprios, falta de autoestima e ignorância espiritual, a promulgação da consciência sobre o Divino depende dos homens, a pessoa sem fé e o divórcio da possibilidade dos milagres, a real opção da fé transcendem o grau racional/natural, os meios naturais são Hashem Ele mesmo, em guemátria Elokim = HaTeva/A Natureza, só o orgulho separa a pessoa de Hashem, a perda da chance de uma vida excepcional através da Providência Divina, o limite da falta de fé impede o alcance dos potenciais, o erro dos espiões: “Eu não sou capaz…”, a infantilização espiritual, o treino de ideais que bloqueiam a fé, a ascensão de vida depende do equílibrio entre o material e o espiritual, a necessidade de nossos esforços diante do entendimento de que tudo vem de Hashem.
PALAVRAS CHAVES: A tsedacá/caridade, é necessário porém não suficiente só estudar Torá, a prática das mitsvót (“mandamentos”), alinhamento com D-us depende do cumprimento das mitsvót, se fixar no estudo de Torá sem prática é (quase) como heresia, o problema do acadêmico no Judaísmo, intelectualização arrogante e o auto-sistema de crença, a admoestação desta parashá sobre não cumprir o desejo de D-us, a Torá é nossa “aliança” espiritual com Hashem, o erro do teórico, tikún (“retificação”), a pessoa que anda na Torá ajuda a retificar o mundo, Yesód: o “conector” espiritual entre o mundo físico e o espiritual, Yesód é o justo: a fundação do mundo, a causa do caos no mundo, alinhamento espiritual e as bênçãos, a interrupção da luz e a dor do homem, comportamentos errados: criando caos no mundo, klipót (“forças do mal”), os julgamentos de Íma/Binah, o subjugar da misericórdia, o aumento dos julgamentos aumenta a discórdia entre as pessoas, os atos corretos/mistvót subjugam os julgamentos, o jugo Divino, a escravidão dos desejos, os preconceitos da vida secular, a tsedacá salva da morte, Nôach unificou as luzes das sefirót, trazendo Mashiach, teshuvá (“retorno a D-us”), a tsedacá “adoça” os decretos Divinos, se preocupando com fazer o que é certo, a “doce” Era de Mashiach.
Aula 1: Kedusha (“Santidade”), a kedusha maior dos cohanim (“sacerdotes”), as várias proibições para um cohen, obtendo kedusha através da perishá (“separação”) das coisas proibidas, o pshat (“nível literal”) da Torá, o processo espiritual da construção/destruição de mundos antes do nosso, o Mal é a “sobra” deste processo, o Mal é “a escuridão na face do abismo”, Isaías 45:7 “a escuridão/Mal é uma criação”, a luz vindo da escuridão, a luz original da Criação foi ocultada para os justos, a luz/kedusha precisa ser separada do Mal/tumah (“impureza”), as mitsvót/mandamentos servem também entendermos intimamente o conceito de kedusha e tumah, a perishá original/”separação primoridal” foi desequilibrada pelo pecado de Adam e Cháva, devido ao pecado original as forças do bem/luz e do mal/escuridão se fundiram dentro de Adam e Cháva, a formação das duas inclinações no homem: a boa e a ruim, tikún: o ato de realinhar algo em desequilíbrio, restaurando a perishá: a função da Torá, Mashiach (“Messias”) é o tempo em que o tikún finalizado, cumprir as mitsvót difunde luz espiritual nos mundos, revelando as fagulhas Divinas, a Shechiná (“Presença Divina”) é a origem da kedusha, reequilíbrio do mundo e do mundo pessoal, a lógica da Era Messiânica, o “pão de D-us”: a oferenda dos cohanim, a teshuva, o mestre professor da Torá: o cabalista
AULA 2: O alinhamento com D-us através das mitsvót (“mandamentos”), diferenças de graus de consciência/percepção/lucidez, níveis de bitúl (“anulação”), recebendo o “jugo Divino” da Torá e mitsvót, humildade no cumprir do desejo de D-us, a definição do orgulho e arrogância, o bitúl leva à ascensão de consciência, os medos de crescer: a falta de fé, sérios limites de percepção devido à falta das mitsvót, desconexão com o espiritual, Hashem sublinha a tudo, a “escravidão” materialista, a natureza animal do homem, o grave problema da preguiça, a cristalização dos comportamentos e posturas cômodas, o tsimtsúm: a contração da luz Divina, as manifestações independentes na criação ocorrem graças ao tsimtsúm, o enxergar da realidade no aspecto da verdade, a verdade é eterna, a ilusão sensorial, a excessiva identificação com o mundano, insegurança e dúvida: a falta de bitachón (“confiança em D-us”), as “opiniões” dos homens, caos e incoerência, a bondade de se escutar uma pessoa caótica, o fracasso no aperfeiçoamento, o aumento na incoerência devido à reincidência, o Makóm Panúi (“Espaço Vago”), a heresia dos que desdenham a Torá e a mitsvót, a blasfêmia dos “achismos”, a grande heresia da negação de D-us.
PALAVRAS CHAVES: Corbanót (“oferendas”) no Templo, Tikún (“retificação”) dos pensamentos errados através do corbán de olah (“elevação”), Kavaná (“intenção”) e a possível desqualificação das oferendas, ascensão espiritual pelo tikún da mente, o grande nível espiritual das gerações anteriores, sefirá de Malchút e a Shechiná (“Presença Divina”), o exílio da Shechiná, o grau espiritual de Z’eir Anpin (Z. A.), a união deste de Malchút com Z.A., Malchút e a Knessét Israel (“Comunidade Judaica”), fluxo de bênçãos, Malchút e o aspecto feminino do “recebimento”, a linguagem poética do Zohar e a facilidade de se perder nela, a sefirá de Binah/o mundo vindouro, a coluna da esquerda sefirótica é o aspecto feminino: que recebe luz, binah é compreensão e “foco no futuro”, olám habá (“mundo vindouro”) e binah, alegria através da remoção das dúvidas e da compreensão da Sabedoria Divina, alegria espiritual da Torá e a iluminação, as kavaná (“intenção”) e as elevações espirituais, Zót HaTorá (“Esta é a Lei”) é a união dos aspectos masculino/Torá Escrito e feminino/Torá Oral, o “lado do Norte”/Guevurá, a “porção” para o lado negativo (mayim acharoyim), o despertar de Guevurá, mayin nukvim (“águas femininas”) e mayin nuchrim (“águas masculinas”), ações em baixo geram repostas espirituais em cima, o fogo na forma de leão e a aceitação dos sacrifícios no Templo, processos espirituais, a razão que as pessoas estranham a linguagem espiritual: a falta de conexão e hábito espiritual.
PALAVRAS CHAVES: Homens e anjos, o corpo impede a expiração da alma que “deseja” voltar à sua origem, a missão da alma, a alma não tem necessidade de retificação, a alma animal (néfesh ha-bahamít), os vários “brilhos” da alma, oscilações na fé e na Providência Divina, a sabedoria: o “óleo espiritual” e a inspiração Divina, bitúl (“auto-anulação”), o subjugar do ego e corpo, a força para dominar as emoções, sabedoria e brilho, os limites da Natureza, os pecados aumentam as barreiras espirituais, o “engavetamento” e “anestesia” espiritual, a mente e a ilusão/klipah da materialidade, a ignorância das verdades espirituais, as transgressões alimentam o lado negativo, responsabilidade espiritual, reconciliação entre o homem e D-us, corbanót (“oferendas/sacrifícios”) e teshuvá (“arrependimento”), o rebaixamento das forças negativas, o sacrifício da alma animal, midá kenégued midá (“medida por medida”), tikún (“retificação”), seja como uma vela: um êish tamíd (“fogo perpétuo”), o “bode expiatório”, a teshuvá e o “coração quebrantado”, o choque com os atos anteriores a teshuvá, a teshuvá é um fogo celestial.
AULA 1: A palavra Shabat, tudo é como é devido à vitalidade Divina, a restrição da luz de D-us, Shabat: o descanso perfeito, a “sincronização” do tempo, três dias antes do Shabat, a singularidade, o “fogo” do Guehinôm/Inferno é apagado no Shabat, várias considerações místicas sobre o Shabat, a união esotérica do Sagrado com a Shechiná, a unificação dos mundos: o tempo de máxima santidade, o tempo melhor/santo para a união conjugal, a era Messiânica e o Shabat eterno.
AULA 2: Uma aula rica e profunda sobre a proibição de comer antes de se rezar para Hashem ao acordar pela manhã.
PALAVRAS CHAVES: O pecado de Adam, o Tikún (“retificação”), Adam e a original do da ansiedade e a falta paciência, despreparados arrogantes “querem” estudar Cabalá, falta de discernimento em tudo, o “recebimento” prematuro, a experiência humana da “troca”, o adulterar da mente, a contração da consciência e os pensamentos negativos/estranhos, avodah zarah (“idolatria”), a ietsêr hará (“má inclinação”), Adam “furou” a separação do domínio do mal que existia externamente ao mundo, as vontades dos homens misturam o bom com o ruim, o distanciamento de D-us pela ietsêr hará, o domínio da ietsêr hará, fazer o bem de fato, a tumah/impureza e a morte, a aproximação da morte através dos erros, a vitalidade do lado negativo (sítra áchra), o agente do mal, o “médico” da Torá e a cura, karêt/corte espiritual, atos positivos “adoçam” os juízos celestiais, a tsedacá salva da morte, atos de bondade (guemilút chassadím), somos “crianças rebeldes”, a vinda de Mashiach.
PALAVRAS CHAVES: Tudo está sujeito as klipót que bloqueia a luz de D-us, a “comida espiritual” das klipót, pensamentos e ações negativas do homem, desalinhamento espiritual não é neutro, a “sociedade com o mal” através da força que o próprio homem dá as klipót, fragmentação mental e emocional: a insensibilidade, o “florescimento” do mal, a fagulha Divina que sustenta o mal para que exista o livre arbítrio, será que você – e sua suposta “neutralidade” espiritual – é um agente do mal?, guevurót (“severidades”), o mal é caracterizado pela negligência consciente ou não do bem, tudo que se afasta da Origem perde a luz da sua consciência do seu propósito original, a auto-glorificação da limitação humana é um ato de idolatria, racionalizações para se manter distante do que é reto, a perda de foco espiritual, o “presente” das klipót, o resultado de uma transgressão é outra transgressão, toda a verdade da criação vem através do bitúl (humildade) e a mentira através do yeshút (“orgulho”), não existe neutralidade espiritual, o Yom HaDin (“O Dia do Juízo”) e a sua indiferença das leis de D-us, é “fácil” se focar somente na klipah, a oportunidade de aprender e se desligar de uma vida rebaixada, a Torá é o manual para aferir o crescimento espiritual da pessoa, a guerra contra as klipót.
PALAVRAS CHAVES: A “tecnologia do oculto”, bruxas, feiticeiros, mágicos e em geral pessoas que lidam com o chamado kishúf, contradição do shamayim, influência do espiritual no físico, leis naturais vigentes no mundo, bênção para cada coisa que existe e os agentes de D-us que garantem esta função, tentativa de subversão das leis naturais, corrupção temporária das leis, insistência dos decretos de abençoar, misturas inapropriadas (“ta’aruvót), cruzamentos/híbridos indevidos/estranhos de espécies pelas leis espirituais (como a mula), kelayím (“misturas”), shátnez (“a proibição de misturar lã e linho”) para os judeus, proibição da carne e leite, esta “tecnologia do oculto” ergue temporariamente um poder da sítra áchra, contradizendo a lei espiritual, a proibição destes assuntos é relacionada à proteção de Hashem para nós mesmos, “o feitiço vira contra o feiticeiro”.
PALAVRAS CHAVES: Aula muito profunda e mística sobre o significado espiritual de se converter pela halachá (“lei da Torá”) e se tornar um Guêr Tsédek: um convetido justo.
PALAVRAS CHAVES: “Pragas intermediárias”, bloqueios da luz de D-us, erros de pensamentos e emoções, empecilhos ao crescimento espiritual, vivência contrário aos desígnios de D-us para o Bnêi Israel, indulgências e o lema da yêtser hará (“má inclinação”): “eu sou feliz quando faço eu faço o que eu quero”, foco exclusivo na busca de satisfação das vontades, exemplo das empresas, sem uma formação observante da Torá na família é necessário revelar o desejo de se ligar a D-us, a “aceitação” do pacote de cada família, explicações antropológicas sobre a assimilação do judeu, a antiga diferença espiritual do judeu, o aceitar da Torá: a alteração do DNA espiritual, o jugo Divino, a “segunda alma” do judeu: a néfesh Elokít (“alma Santa”), ao se ligar e aceitar a assimilação o judeu só favorece a sua néfesh habahamít (“alma animal”) que todos os humanos têm, vivendo a “vida diminuída” que a sociedade tanto aplaude, a “infestações das pragas” que bloqueiam a vida do judeu, o filme da vida que teria sido será mostrado no “próximo nível”, a praga real da resistência das mitsvót, tomando as devidas providências para eliminar estas pragas, vivendo com coerência espiritual.
PALAVRAS CHAVES: O profeta Eliyahu (“Elias”), ele “ascendeu” e não morreu como os outros homens, mayin nukvín (“águas femininas”) e mayin durchin (“águas masculinas”), causa e efeito, livre arbítrio, o tempo das respostas Divinas, 12 Tribos em Israel, fluxos de Divindade e as bênçãos de crescimento, recompensa por um ato espiritual – uma mitsvá – não “cabe” no universo, Ór Makif (“Luz exterior”) e os paradoxos, considerações profundas sobre os nossos esforços verso os resultados, D-us favorece o mundo com uma posição de Chésed (“Bondade”), “assimetria espiritual”, a impossibilidade de um mundo espiritualmente simétrico, ordem e caos, “Teoria das Cordas”, Bósons, “Supersimetria”, a natureza “imperfeita/assimétrica” do universo finito, as doenças são assimétricas, considerações profundas sobre a natureza das doenças, o patriarca Ya’acov/Jacob rezou para que existissem as doenças e não se morresse repentinamente, as “exceções” de Enósh e do profeta Eliyahu, as causas do sofrimento, o esforço na Torá, a “queda das ilusões”, Yossêf se manteve justo mesmo com tantos testes que ele passou, o mês de Tevêt.
PALAVRAS CHAVES: Constante alteração das coisas: Entropia, Hashem constantemente vitaliza a realidade, convergência entre Torá e a ciência, todas as essências estão na Torá, o tempo altera somente a expressão material de algo, os pronunciamentos Divinas da Criação são constantes e eternos, leis de D-us são imutáveis, o Techiyát HaMetim (“Ressurreição dos Mortos”), letras do alfabeto Hebraico e a raiz de tudo, retificação das midót (“características de personalidade”), a importância da retificação, a obrigação espiritual de se retificar, a flecha inexorável do tempo, “o tempo é um caçador, sempre a espreita de nós”, considerações profundas sobre o tempo, o tempo “caleidoscópio”, o declínio das gerações, o estado final da geração, o avodah Hashem (“trabalho a D-us”) atua no mundo físico como a Entaupia – o oposto da Entropia, o tempo e o Shabat, a transformação da Era Messiânica, a Festa de Chanuka, Teoria das Cordas, as 10 dimensões da Chanukiá (“candelabro de Chanuka”), portal das realidades, a Ór Áyin sóf (“a Luz Infinita de D-us”), a manifestação do infinito dentro do finito, recebendo méritos espirituais, a Torá ilumina a mente e oferece alegria para o coração, ahavát Israel (“amar o próximo”).
PALAVRAS CHAVES: O estudo da Torá, Yossêf haTsadik (“o Justo”), yasharút (“retidão”), influências seculares, hipocrisia religiosa – aparência de fé, indiferença espiritual, parceria dos Bnei Nôach com o Bnei Israel, retificação do caráter, Chesbón Néfesh (“contabilidade espiritual”), estudo cashér da Torá mística, mudança dos caminhos e atitudes da pessoa, tikún ha-midót (“retificaão do caráter”), o único valor do estudo é a ação, Cabalá significa receber, entendimento da Cabalá não é algo racional somente, sem transformação real dos comportamentos e estilo de vida não existe entendimento algum da Cabalá, a intimidade dos pensamentos de Hashem, inspiração pelo espírito Divino, novas percepções, a glória de D-us preenche todo o mundo, Hashem está em tudo porque Ele é tudo, a vida seca e dura sem D-us, Torát Chayim (“Torá Viva”), Torá é um portal vivo e multi-dimensional, contato com Hashem, permitindo ser influenciado pela Torá, Mashiach virá através do estudo da Cabalá, o caminho de Hashem
AULA 1: O confronto “inevitável” entre o patriarca Ya’acov/Jacob e seu irmão Esav/Esaú, a inteligência superior de Jacob, enganado o lado negativo, o poder do ayin hará (“olho do mal/gordo”) provém dos 400 homens de Esav, 400 é guemátria (“valor numérico”) de rá áyin (“olho mal”), segulah (“remédio espiritual”) do peixe Sheláyim/Carpa, a necessidade de se ter calma, a mente deve imperar, lidando com a hostilidade dos gentios que não nos querem bem, as várias táticas de Ya’acov: a “Arte da Guerra”, manipulação psicológica do inimigo, oração é um instrumento de alteração da realidade, yihudim (“unificações celestiais”), teshuvá e o mérito espiritual, quando a pessoa pede algo para Hashem o lado negativo se interpõe acusando a pessoa, é vital crescer em mérito, a “oração é uma guerra”, a luta de Ya’acov e o anjo de Esav, o novo nome de Ya’acov: agora, Israel, as cicatrizes da guerra, o anjo era o próprio Sámech-Mém (Satán), todos nós sofremos também assaltos espirituais pela iêtser hará (“má inclinação”), as fala interior e as “instruções” da iêtser hará para a pessoa, a consciência e o mundo revelado, o espiritual e o subconsciente, ações militares – a força – as vezes são a única solução, reconhecer e saber lidar com o mal, a fraqueza da leniência moral
AULA 2: Posturas arrogantes e orgulhosas, a força da humildade, Adam e Cháva se uniram novamente após 130 anos, a oportunidade do homem de se auto-encolher, auto-conhecimento depende do “recolhimento” e aprofundamento, quebrando as “mitologias pessoas”, percebendo o seu potencial para ascensão, ambiguidade espiritual e o vazio do ser, tsimtsúm/contração, contemplação da grandeza de D-us, teshuvá e o trabalho espiritual para se ligar a D-us, verdades absolutas de D-us, a visão humilde sobre a vida, a revelação da luz de D-us no mundo, a Torá é a Sabedoria Divina, o superior em baixo e o inferior em cima, outras considerações profundas sobre sobrepujar obstáculos espirituais, a transformação verdadeira da pessoa que está de fato ligada a Torá, revelando os potenciais da pessoa através da Torá, evoluindo em tudo, a pessoa é ajudada a ascender espiritualmente quando ela se esforça para crescer em Torá, a força inabalável de se ligar com o espiritual nasce na humildade
PALAVRAS CHAVES: Sonhos, visão e profecia, vários graus de consciência, ligação sensorial com a realidade, reações aos estímulos físicos, árduo trabalho de crescimento espiritual, o livro Messilát Yasharím, elevação dos pensamentos, para os judeus é vital entender e cumprir o que é o Shabat etc., as klipót previnem as ascensões, o profeta Ezequiel (1:4) descreve estas klipót que bloqueiam a mente, recalcitrância: a pessoa se recusa a se iluminar e alimenta assim as klipót, ciclo vicioso da falta de iluminação, “A sabedoria é dada aos sábios” (Daniel), percepção das essências – “insight”, a necessidade de alinhar seus pensamentos com o seu coração, sem elevação a pessoa se mantém prisioneira do ego, o materialismo bloqueia o espiritual, mudança de foco da mente: o infinito, consciência contraída, a “luz” de keter que balança e ordena a mente, matê ve-ló matê (“tocando, mas não tocando”), a mente sempre busca o infinito, restrição da mente evita a obliteração da mente, de acordo com o “recipiente” espiritual assim também é a sua iluminação, estágios de meditação.
AULA 1: Esáv (“Esaú”), o irmão perverso de Jacob representa o Tohu e Bohu (“Coas e Desolação”), oa ssuntos do mundo são “duros”, a origem do Caos é em Guevurá degenerada, caos: o rompimento das uniões, deformidade das verdades, a apreensão sobre as verdades absolutas varia conforme o nível da pessoa, expressão da verdade em níveis diferentes, o caos ético-moral, o foco da mente precisa ser D-us, o típico conglomerado de opiniões informais da maioria, a falsa “exploração” intelectual baseado no desejo e vontade do momento, “achismos”, as “cercas” da Torá (“ou seja, as leis sobre as leis”) protegem as verdades espirituais, relativismo incoerente, falta de rigor nas ideias, o caos é o poder sem raiz e sem reconhecimento da origem Divina em tudo, se conectando com a “inteligência interior” das coisas, a pessoa que deseja se elevar é ajudada pelo Alto, o desejo de retidão faz você ir além de sua capacidades naturais, Esáv é a iêtser hará (“má inclinação”), canalizando sua força espiritual.
AULA 2: Conceitos profundos da Cabalá sobre dois modos de discernimento, e sobre a maneira que uma pessoa sem discernimento e ligação real com D-us se conecta somente à superficialidade da realidade. E Esáv representa esta força negativa, superficial, ou seja sem retificação.
PALAVRAS CHAVES: Abrindo os canais de revelação, altruísmo e abnegação, Sara é Malchut, recipiente puro, bênção Divinas, alegria no serviço a D-us, restrições na alegria para evitar corrupção, o patriarca Yitzchak e a alegria final da era do verdadeiro Mashiach.
PALAVRAS CHAVES: O sacrifício de Yitzchak, o Samech-Mem (“o anjo do mal”) acusou Avraham de ter trocado o sacrifício “original” por um animal, a própria Torá afirma que uma vez consagrado um animal não pode ser usado para outro fim, o Samech-Mem tentou fazer o tsadik Avraham a pecar no caminho dele cumprir a mitsvá que Hashem o ordenou, e o anjo do mal fez o mesmo com Yitzchak, a iêtser hará (“má inclinação”) surge sempre e com astúcia para atrapalhar nosso atos corretos, a iêtser hará está sempre tentando a pessoa para que ela se desvie, a Presença Divina somente habita aonde há alegria santificada, a importância de shalom báit (“paz no lar”), o desejo judaico é de sempre cumprir as mitsvót, a alma está exilada no corpo e tem grandes dificuldades: os desejos do corpo lutam contra ela, o grupo corajoso chamado de Bnei Nôach também têm desejo de cumprir as suas mitsvót, o processo de acusação celestial, como opera a auto-ilusão da pessoa, atrasos no cumprimento das mitsvót, a ilusão é um disfarce apra o ruim, cuidado com o ruim acidental, pecar significa se esquecer de D-us, o tsadik é aquele que não se desconecta de D-us, o perigo da oscilação entre o certo e o errado pode ser sanado.
PALAVRAS CHAVES: O patriarca Avraham e a meditação, percepção das realidades espirituais se iniciam no questionamento, voz interior, desejo de ligação a D-us, Hitbonenút (“meditação”) é o processo de desvelamento da verdade que sublinha a realidade, estado de contemplação e a cura da deficiência espiritual, o caminho do meio, hábitos incoerentes aumenta a confusão mental e emocional, estado de ambiguidade sobre a realidade, problemas com a Teshuvá (“retorno a uma vida de Torá”), a saída do auto-envolvimento, a klipá é a força espiritual que oculta a luz de D-us, o exílio espiritual, rompendo com as ilusões, a meditação judaica cashér é um processo de busca sobre o significada verdadeiro das coisas, aquietamento da mente para a oscilação mental, através da contemplação a pessoa extrai a verdade sobre qualquer aspecto de sua vida, o estudo das halachót (“leis”), o erro do sábio Ácher que caiu e por fim se tornou um herege, conselhos sobre a humildade.
PALAVRAS CHAVES: O espírito da morte foi introduzido no mundo por Adam, zehuma (“veneno”) do Serpente foi injetado em Chava (“Eva”), a geração de Adam foi rebelde diante de D-us, eles se conectara com a parte inferior da Árvore do conhecimento, Nôach também pecou, a necessidade de um progresso contínuo ascendente em santidade, vida santificada, não existe “neutralidade” espiritual, o homem precisa se erguer em retidão, a benevolência Divina permite que o homem se ache uma criatura independente, depressão é escuridão interior, a diferença entre a vida pela Ets Da’at e a Etz Chayim.
PALAVRAS CHAVES: O início da civilização como a conhecemos, longevidade das pessoas da geração de Nôach (“Noé”), clima da terra era diferente, possível influência reptiliana no DNA humano, a raça Adâmica foi extinta salvo Nôach, Hashem restabeleceu a aliança sagrada com Nôach, obrigação de comer carne, problemas com o vegetarianismo, a necessidade da carne, na era do Mashiach os corbanót (“oferendas”) voltarão, entretanto um am ha’arets (“ignorante da Torá”) não deve comer carne, (várias explicações sobre) a mística da questão da carne, reencarnação como meio de retificação das transgressões, os Bnei Nôach, elevação das “almas caídas” e Mashiach.
PALAVRAS CHAVES: A Torá começa com a segunda letra do alfabeto Hebraico, álef é o espírito, álef foi guardado para os 10 mandamentos, pshat (“nível literal/revelado”) e sód (nível profundo/oculto), o homem tem o corpo e a alma, dois níveis básicos de entendimento da Torá, olám hazé (“mundo do agora”) e olám habá (“mundo vindouro), a Torá é o mapa de toda a Criação, a vestimenta da Torá celestial, não temos permissão de tudo saber, a ciência também desconhece tudo antes do Big Bang, álef é Atsilút, quatro olamót (“mundos”), a Torá de hoje é do olám ha-Beriyah, na era do Mashiach o nível de sód será o nível revelado da Torá, a letra Bêt é aberta em um dos lados, (várias considerações profundas sobre) o mal vem do norte, forças antagônicas com raízes comuns, a letra Bêt expressa a pluralidade e divisão da Criação, a complexidade da realidade é “produto”, por assim dizer da essência do Bêt, Bêt Reshít (“dois começos”).
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