NITSAVIM 1 & 2

AULA 1 (Parashá Nitsavím)

PALAVRAS CHAVES: Bechira chofshit (“Livre arbítrio”), opte pela vida sempre, essência da alma judia, livre escolha como D-us, fisicalidade do corpo atrapalha as escolhas corretas, a alma é intrinsecamente conectada a D-us, uma escolha que resulta da razão tem somente a abrangência da razão, a intensidade da escolha por D-us acima do racional é ilimitada, força da lógica compelindo a pessoa, opções feitas acima da lógica racional ligam a pessoa com D-us de modo inalterável e íntimo, só existe escolha se diante de dois caminhos opostos, o centro das escolhas está no intelecto, anjos são criados no cumprir dos estatutos da Torá, Rósh Hashaná é o dia quando tudo volta a seu estado primordial, a re-coroação do Rei, rezemos para Hashem nos escolher novamente neste período.

Música: Yehuda Green, “Shalom Aleichem – Kidush”.

AULA 2 (Parashá Nitsavím-Vayêlech)

Gravação feita em Chái Elúl 5769 (segunda-feira à noite, 07/09/2009), na que foi a última aula do Beit Ari”zal – o único centro Judaico de estudos místicos cashér que exisitiu no Brasil. Um projeto singular para a comunidade Judaica brasileira do mestre, o Rabino Avraham Chachamovits e que agora depois de anos é revivido neste site iluminado.

tzedakah

3 pensamentos sobre “NITSAVIM 1 & 2

  1. Shalom Rabino Avraham e amigos da comunidade.
    Com a permissão do Sr Rabino, registro estas poucas linhas.
    Neste shiur, o Rabino nos ensina que o verdadeiro exercício do livre arbitrio é o que é exercido por convicção de alma, não da razão ou qualquer outro condicionante que sirva de parâmetro para a decisão. É a decisão por força da alma, que coloca o indivíduo diante do mundo em atitude segundo sua convicção que emana de sua alma, não do mundo e da razão.
    Não se trata de decidir contra a razão, mas tendo a razão como instrumento de realização segundo a convicção de alma.
    Todo problema se passa quando a razão quer conduzir, a partir de sua apreensão do mundo, a alma, sufocando, então, sua expressão.
    A inversão necessária é aquela em que a alma se apossa da razão e a transforma em mecanismo para a ação segundo a convicção da alma.
    Nisto aprendo que, em regra, tenho me valido da razão para sufocar minha alma, procurando rebaixar o sagrado ao mundano, pois tenho buscado adequar a Torá aos meus parâmetros racionais, sufocando o que recebo pela ação limitadora da razão.
    Agora me faz mais sentido a fala do Sr Rabino em “Aprendendo a Aprender”, quando nos adverte para não acrescentar. Eu acrescento todo o entulho acumulado por minha razão sufocando a Torá.
    Shalom
    Rubens

  2. Shalom Rabino Avraham e amigos:

    Peço a licença para comentar o shiur 1.

    O mestre ensina que o correto exercício do livre arbítrio ocorre quando a pessoa escolhe o bem ao invés do mal e não entre coisas relativas. É preciso expulsar do coração o amor próprio que faz a pessoa racionalizar e escolher entre diferentes graus do mal por ser algo mais confortável ao invés de mudar suas ações para o quadrante positivo.

    Lembro-me do shiur “Emunah” (aula 1) onde o mestre fala sobre Yitró(sogro de Moisés) explicando que ele a princípio creu em Hashém como ele tinha aceitado crer nos outros deuses, era algo racional e não intuitivo, e assim sua fé em Hashém não era completa, mas por fim depois de algum tempo ele fez teshuváh de verdade e aceitou Hashém com fé completa, se ligando a Torá intuitivamente.

    Entendo que a ligação intuitiva com a Torá faz com que a pessoa não viva mais de acordo com suas opiniões/achismos convenientes para cada momento da vida, mas sim ela agora desenvolve a capacidade de repudiar o mal intuitivamente buscando emular o exemplo de Pinchás que agiu fazendo justiça ao punir um casal que mantinha relação ilícita tal como é explicado pelo mestre no shiur “Meio cérebro”.

    Desta forma entendo pelos ensinos do mestre que preciso aceitar as 7 leis dos Bnei Noach e suas ramificações não porque elas pareçam racionalmente boas ao meu entendimento, mas sim porque são ordenamentos Divinos, pois a Torá e Suas leis são infinitamente maiores do que qualquer inteligência humana. Por isso entendo que fica claro como aprendo com o mestre que a pessoa precisa obedecer a D-us primeiro sem questionar pra depois começar a entender alguma coisa, sem essa postura humilde não há fé.

    Que Hashém em Sua grande misericórdia nos inscreva no livro da vida em Rosh Hashaná!

    Tudo de bom!
    Emerson

  3. Shalom Rabino Avraham,

    Permita me prezado rabino, escrever aqui algumas palavra com o entendimento que me foi despertado ao estudar esta aula juntamente com o grupo da comunidade Renong.

    Um dos temas centrais do Judaísmo é o assunto de livre arbítrio que é tratado no Devarim: 30: 15-20; onde é informado o seguinte: “Eu coloquei diante de vocês uma livre escolha, entre a vida e o bem, morte e o mal, Eu coloquei diante de vocês vida e morte, a benção e a maldição, escolha a vida”.

    Sabiamente o Mestre nos esclarece sobre a oportunidade (poder) de escolha que Hashem deu a os Nação Judia, que desejam a vida em acordo com as Leis, entendo aqui como sendo uma questão de honra escolher o bem, pois ao Bnei Israel foi proporcionado maravilhas, sendo estes escolhidos por Hashem como o povo Santo, a quem foi incumbido de preservar os estatutos e ordenanças do Criador (bendito seja) remeto aqui o pensamento ao tempo quando existiam os serviços de oferendas no monte Sagrado e durante os templos, onde tudo precisava ser perfeitamente obedecido, começando pela disposição dos objetos dentro do Templo, as vestimentas dos sacerdotes, os preparativos que antecediam os dias especiais onde os animais perfeitos eram oferecidos ao S-nhor como oferendas de elevação ou para mitigar o perdão por alguma transgressão cometida, tudo era tão perfeito, em sincronia e devoção que muito agradaram o Rei dos Reis. Entendo que nestes dias o povo escolhido continua com os serviços de adoração ao Criador a traves da escolha que Graças a D-usé feita para o Bem, pois a milhares de anos e não ouve mudanças em suas Leis e estatutos (que D-us não permita), e na forma de clamar a o Criador por misericórdia para este mundo, entendo que a escolha é para toda a humanidade (criação) pois os preceitos englobam não somente o ser humano, mas a natureza como um todo, causando assim o equilíbrio fundamental para a sobrevivência neste plano Divino.

    O Mestre expande a explicação sobre a escolha feita de maneira racional/intelectual e que, portanto limitada, onde os pensamentos do homem cuja escolha é feita de maneira acadêmica, ou mesmo porque a ele foi dito que D-us é bom, e convém acreditar por motivos que não é encontrado em explicações racionais, como a ciência que prefere acreditar em algo que não consegue comprovar a verdadeira realidade das coisas. Mas quando esta escolha é feita de maneira que (me falta palavras) mas diria da maneira que os Judeus fazem, algo que vem do intimo da alma, do amago verdadeiro, assim como transcende meu entendimento, a eles é proporcionado a transcendência nos níveis de entendimento, algo inimaginável para nós aqui distante desta realidade magnifica, então entendo minimamente que estarmos aqui significa algo que esta sendo exercido (à imagem e semelhança do Criador) pois o povo santo emula o Criador e proporciona as nações algo como a nossa comunidade, que Graças a D-us esta sobrevivendo, devido a o grande esforço e dedicação do Mestre, pois reconheço que somos cheios de altos e baixos, algo que não acontece com o Povo Santo, que é extremamente exato em seus propósitos, pois estão do lado do bem Graças a D-us.

    Entendo que aqui o Mestre nos revela a importância para os Noéticos o desenvolver do senso de percepção intuitiva, devendo funcionar como um “radar/sonar” que naturalmente é aprimorado com a disciplina no desenvolver do estudo de Torá e Mitzvot, também com a pratica de caridade e o cuidado com a alimentação, que muito pode ajudar a melhorar o entendimento pois como explicado é muito importante o selecionar dos alimentos, se não temos condições de consumir alimentos casher, ao menos temos que ter em mente os alimentos que não podem ser misturados, bem como as benção apropriadas que permitem o elevar das fagulhas Divinas presente nos alimentos, penso que assim estaremos de alguma forma emulando o povo Santo que emula o Criador, devemos reconhecer que precisamos no mínimo estar alinhados para sermos permitidos de permanecer próximos e se D-us quiser, nos permitir desenvolver com as réstias da Luz que ilumina refletida nesta Santa Nação e sua Torá.

    Obrigado por tudo Mestre.

    Edson Bertoldo

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