YUD

Ver resenha do título ÁLEF.

PALAVRAS CHAVES:  Yud é a menor das letras do álef-bêt, o ponto de onde se origina toda a realidade, a “singularidade”, o tsimtsum: a restrição da luz de Hashem, o “Big Bang” e o processo de “inflação”, o início do tempo e espaço, expansão do universo, as leis da natureza, o ponto mais íntimo da sabedoria (chochmah), a sabedoria “singular” do rei Salomão, o yud representa a concentração de sabedoria, convergência à sabedoria maior do mestre, a conexão profunda entre aluno e o mestre, concentrando a energia no avodah Hashem (“trabalho espiritual a D-us”), bitúl (“auto-anulação”): tsimtsum e a auto-concentração de luz, os bloqueios da consciência e os conflitos interiores da pessoa, quebrando os vícios de expressão, aprendendo a expressar a voz da alma, rebaixando o Ego, a necessidade e aquietar a mente para revelar a alma, a revitalização da criação e uma importante meditação no “agora”, o yud tem o valor dez: a base do sistema numérico, o miniyán (dez homens judeus): o ideal da pluralidade, a união do dez, os dez poderes da alma expressos nos dez dedos da mão, os dez pronunciamentos da criação e os dez mandamentos, os dez mandamentos e o processo de redenção do mundo na era messiânica.

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A CABALÁ E A CURA DAS DOENÇAS 5

PALAVRAS CHAVES: O que significa estar doente?, Porque você está vivo?, a alma é uma entidade estritamente espiritual, a alma deseja retornar a Origem, a alma reluta em “descer” para o nível da realidade material, o desejo da alma e o do corpo, o propósito espiritual de cada um, a “absorção” no físico distrai o propósito da pessoa, doença: o enfraquecimento do “elo” entre alma e corpo, a cura é o “processo” contrário à doença, o patriarca Ya’acov rezou para que existisse a doença e não a morte súbita, a doença e o distanciamento dos desejos, a “chance” que a cura representa para que a pessoa faça uma teshuvá (“retorno”), o objetivo da vida: crescimento espiritual, o reavaliar da relação com D-us, os seis níveis de cura, os graus da alma, néfesh: o nível mais inferior da alma, o médico trata o paciente no nível do corpo e néfesh, o néfesh está no sangue, o médico trabalha para que a néfesh/força vital não se distancie do corpo, a consciência do nível do néfesh é egocêntrica, o foco médico no néfesh é positivo, considerações sobre “o” Náchash (“Serpente”) no Gan Éden e o arquétiupo da doença, a serpente de Moshe no Bamidbar (Números) 21:8, o grau da alma chamado de ruach/espírito e as emoções, segulót/segulah: amuletos, o rabino Yitzchak Kaduri, a sabedoria de “sugestão”, a cura é um evento espiritual, a corrupção desta sabedoria, tratando as camadas mais espiritualmente elevadas do corpo, sucesso da sugestão e o poder da imaginação, retificando o poder da imaginação, aumentando a chance de cura espiritual

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A CABALÁ E A CURA DAS DOENÇAS 4

PALAVRAS CHAVES: Métodos e práticas médicas para cura: homeopatia, alopatia, osteopatia e naturopatia, a homeopatia e a “lei das semelhanças”, o “adoçamento” é o retificar de algo “amargo”, a cura está na própria doença, a “cobertura/casca” (klipah) da fagulha Divina, a klipah é a doença, fazendo o que é certo com as intenções corretas, o aumento da manifestação da Providência Divina, alopatia: a lógica dos opostos, combate/contra ataque à doença, a doença é vista como sendo somente uma manifestação física, osteopatia: equilíbrio das energias do corpo, o “realinhamento” do corpo, naturopatia: todas as necessidades do corpo podem ser providas diretamente da natureza, a fé limitada, a cura do que não está retificado/doença se encontra na natureza, neutralização do mal, o risco do panteísmo: a crença pagã que tudo e cada coisa na natureza representa D-us, erros mentais associativos levam podem levar às conclusões idólatras, Enósh: o neto de Adam e o início da idolatria no mundo, a força da natureza é Hashem, a verdade cura removendo a mentira, Emêt: “verdade” é o selo de Hashem no mundo, a conexão do homem com a natureza, práticas médicas sob a direção “razão humana”, a homeopatia é o método de cura mais espiritual, a letra Yud do Nome de Hashem e a homeopatia, a letra Hêi do Nome de Hashem e a alopatia, a letra Vav do Nome de Hashem e a osteopatia, e a (última) letra Hêi do Nome de Hashem e a naturopatia, a inspiração Divina da homeopatia, considerações sobre a sefirah de Tiféret e a osteopatia, o médico ideal, considerações sobre o reconhecimento da origem Divina das práticas médicas, o enriquecimento da matriz das curas , Hashem é a origem de tudo

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A CABALÁ E A CURA DAS DOENÇAS 3

Esta aula se junta com as duas primeiras desta série, para formar uma “moldura de insights” profundos e direcionados particularmente aos médicos. Introduzindo conceitos fundamentais sobre a criação e outros temas afins, este shiur do Rabino Avraham é mais um foco de luz que ajuda a iluminar o caminho de todos que buscam crescer na sua conexão com Hashem.

PALAVRAS CHAVES: A palavra refuah (“cura”), a permutação das letras de refuah é Ór Peh (“luz da boca”), a boca do médico traz confiança para o paciente, o tom da voz, criar e curar, a letra Hêi que o patriarca Avraham recebeu no seu nome, dois estágios da criação: o primeiro é yêsh me’áyin (“algo do nada”), as deficiências da criação são “propositais”, o tikkún/a cura: o segundo estágio da criação, o propósito de tudo, tikkún ha-midót (“retificação do caráter”), a retificação do caos particular de cada um, o mundo é retificável, os pronunciamentos Divinos para a criação, o “pensar” de Hashem, o pensar de Hashem cria a realidade, a tôhu (“caos”) e o bôhu (“vazio”), câncer: caos e amorfia, o criminoso e o caos, a criação da luz é o início da cura, falando palavras de cura, cuidando da boca, kéter: a origem espiritual da boca, a relação de kéter e da’at, ór ha-ganuz: a luz ocultada, da’at é um poder de conexão, o “intelectual frio”, da’at é o “cair a ficha”, a realidade se inicia na mente, a importância dos pensamentos positivos, retificando a ansiedade, ansiedade e “falar muito”, os olhos-mãos-boca do médico mais sensível, a postura espiritual do médico potencializa a cura, retificando os olhos através do “não olhar”, cuidando dos olhos: não olhar mulheres inapropriadas, a consciência constante da presença de Hashem, a tsedaka retifica as mãos, é preciso ter mérito para dar tsedaka, ahavah/amor/sefirah de chéssed, rachamim/compaixão/sefirah de tiféret, bitachón/confiança em Hashem/sefirah de nêtsach, o processo de retificação do Ba’al Shem Tov: submissão-separação- adoçamento

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SUCÓT

Um shiur místico do Rabino Avraham sobre a festa de Sucót, baseado no seu livro: “A Bondade para Avraham”, pág. 500. O grande zelo e amor do Rabino Avraham pelos ba’alei teshuva – judeus fazendo seu retorno espiritual a uma vida digna de Torá e mitsvót – se revela mais ma vez nesta aula de luz intensa.

PALAVRAS CHAVES: O Nome Divino Shak-dai, a águia e seus filhotes, o limite da apreciação da realidade, o mundo que o homem construiu, Elokim tem o valor numérico de HaTevah (“A Natureza”), o resgate da espiritualidade, a “Cortina”, erros no julgar da realidade, tsimtsumim (“restrições e ocultações da luz”), a “sensação” de independência de Hashem, o sublinhar – as causas e essências – da realidade é Ele somente, a fagulha Divina que tudo sustenta, a deficiência na fé, o prazer espiritual, felicidade na Torá, matê ve’ló maté (tocar, mas não tocar), a oscilação da consciência, desejo de retorno à santidade, “erguendo” a cortina espiritual, a busca interior por ligação com Hashem, o vazio existencial do “consumismo”, os disfarces da sociedade sem Hashem, emulando Hashem através da “inversão do seu desejo”, o altruísmo, se submetendo a kedusha (“santidade”).

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YOM KIPUR

Um shiur do Rabino Avraham sobre a festa de Yom Kipur e as leis da teshuva.

PALAVRAS CHAVES: As halachót (“leis”) de Teshuvá (“retorno e arrependimento”), necessidade da confissão verbal dos pecados em Yom Kipur, arrependimento dos pecados, a realidade é imbuída com a possibilidade da teshuvá, consciência da capacidade de retificação existente na realidade, teshuvá por amor a D-us transforma as manchas espirituais em méritos, nem todos os pecados são expiados em Yom Kipur, níveis de expiação, a grave punição celestial (só para os judeus) de Karêt (“corte” do Bnêi Israel, o “Povo de Israel”), o constante escrutínio do Beit Din shel Ma’alah (“Tribunal Celestial”), o gravíssimo pecado de Chilúl Hashém (“profanação do Nome de D-us”), a teshuvá completa, o ba’al teshuvá (“mestre do retorno”), teshuvá em idade mais avançada, a importância da resolução da teshuvá no coração, contato com Hashém, a tsedacá (contribuição a alguém digno que precisa, em geral, de modo financeiro), afastamento das fontes de transgressões, a família “antiga” do ba’al teshuvá, o uso do “poder da fala”, “Lech Lechá” (Gênesis 12:1): “saia da casa de seus pais”, o recebimento do “jugo” Divino, pedir perdão para os homens, Yom Kipur é tempo de teshuvá

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HISTÓRIAS CABALÍSTICAS 4

Três histórias místicas narradas e comentadas pelo Rabino Avraham, ligadas à festa de Sucót. O tema central são os atos dos tsadikim (“justos”) e suas tefilót (“orações”). A primeira história é sobre o Rebe de Nadvorna, a segunda sobre o Rebe Pinchas de Koritz, e a terceira sobre o Rebe Meír de Premishlan.

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A CABALÁ DO CORPO HUMANO 6

Shiur sobre a retificação da fala e do brit.

Obs: Extraído de fita que apresentou problemas, o shiur termina antes do tempo, No PDF incluído, o Rabino Avraham deixou notas sobre os assuntos do final que foi perdido.

Ver descrição geral no shiur 1 deste antigo curso profundo do Rabino Avraham.

(Inclui arquivo em PDF: A Cabalá do Corpo 6)

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ASSÉRET YEMÊI TESHUVA

Asséret Yemêi Teshuva são os “Dez Dias de Arrependimento” entre Rósh Hashaná e Yom Kipur – um tempo valioso para a teshuva. E eis aqui mais um shiur de Mussár (“ética e moral”) místico do Rabino Avraham Chachamovits sobre a teshuva, baseado no seu livro: “A Bondade para Avraham”, Shabat Teshuva & Yom Kipur, pág. 485.

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TÉT

Um shiur do Rabino Avraham sobre a paz e outros assuntos místicos.

Ver resenha do título ÁLEF.

PALAVRAS CHAVES:  Tét é a nona letra e o conceito da paz, as letras em Hebraico são canais ou blocos fundamentais da realidade, o entendimento dinâmico: facilidades e dificuldades, a klipah (“casca espiritual”) bloqueia o entendimento, os “saltos” de aprendizado, a letra álef é Hashem, o bêt é a pluralidade da criação, Hashem usou (e usa) as 22 letras do alfabeto Hebraico para criar a realidade, a letra tét é o recipiente da paz, yessód: a nona sefirah, potencial oculto/introvertido na matéria, paz é a ausência de movimento, o caos representa as “distorções” da paz, a “colisão de essências” e a dificuldade natural de se ter paz, a paz é um instrumento de tikkún (“retificação”), a paz como resultado da humildade, a fronteira do shamáyim (“céu”), shamáyim é uma palavra composta por duas: êish (“fogo”) e máyim (“água”), a convivência harmônica de forças opostas, a auto-anulação (bitúl) e a paz, a forma do tét, explicações sobre os personagens fundamentais do Gan Éden (o homem, a mulher e “o” serpente), retificação: agir de modo positivo/produtivo, toda queda espiritual é um “exílio”, as quedas espirituais e a perda da humanidade, considerações sobre a escravidão da mente e coração, tét tem o valor numérico de nove, o a gravidez e o “útero” do tét, o aspecto espiritual do “vidro” e a profecia, a profecia de Moshe (“Moisés”) era “transparente”, as nove sefirót acima de malchut (o nosso mundo) que recebe as bênçãos.

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DIVRÊI CHIZÚK

Divrêi Chizuk (“palavras de força”) é composto por dois shiurim de judaísmo introdutório do Rabino Avraham para os judeus que estão iniciando seu caminho de teshuva (“retorno”). Muita hashkafa (“entendimento judaico”) é passada sempre com vigor, mas aqui de modo mais simples para despertar o desejo de revelação da alma judia adormecida para muitos do Bnêi Israel (“Povo Judeu”).

PALAVRAS CHAVES (do segundo shiur): Culturas espiritualmente imaturas, o mal é uma criação de Hashem, o mitúk ha-dínin (“adoçamento dos decretos”) amargos, a função da classe anjos chamada “Satán”, parábolas do Zohar sobre o Satán testando o caráter dos homens, a iêtser hará (“má inclinação”) e sua afinidade com as coisas materiais, a alma do judeu, o desdenhar das realidades espirituais, o mochín de katnút (“consciência restrita”), a arrogância, os conceitos da sociedade sem D-us, o drama invisível do espiritual, fé tênue, prestando atenção na realidade, dificuldades na percepção sobre a providência Divina, o foco intenso no “Eu”, atsvút (“depressão”), recompensas e punições, a ordem para o universo, gam zu le’tová: a fé simples, responsabilidade espiritual, o livre arbítrio, a influência angelical na vida.

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ROSH HASHANÁ

Rósh Hashaná, comemorado no primeiro e segundo dias do mês hebraico de Tishrei, é diferente de todas as outras festividades judaicas. Todas as demais marcam uma experiência significativa na história de nosso povo, enquanto que Rósh Hashaná celebra um evento universal: a criação do primeiro homem e da primeira mulher. Rósh Hashaná não é, portanto, apenas uma data sagrada para o judaísmo, mas uma celebração universal, que enfatiza a necessidade de que cada ser humano tenha plena consciência de sua missão nesta vida.

Neste shiur o Rabino Avraham Chachamovits oferece insights sempre pertinentes ao período de teshuvá – o retorno a uma vida alinhada a D-us. Somente através da teshuvá é possível obter a consciência do propósito da vida e o apressar da era do único Mashiach.

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CHÉT

Um grande shiur do Rabino Avraham sobre a consciência profética, a natureza do pensar e sua evolução, coerência existencial e outros assuntos profundos afins.

Ver resenha do título ÁLEF.

PALAVRAS CHAVES:  A oitava letra Chét é formada pelas letras Vav e Záyin, um “portal” para adentar níveis de consciência mais profundos, “passar batido” significa não prestar atenção (devida), rátso va’shóv (“correr e voltar”): a oscilação da consciência, o movimento dinâmico de toda a criação, considerações sobre a realidade profética, a quinta dimensão no mundo de quatro dimensões, meshuga (“louco”): o profeta, a diferença entre o sábio e o profeta, insights através das oscilações de consciência, a impossibilidade de repetição exata dos pensamentos e movimentos humanos, o efeito da experiência da oscilação de consciência, “acumulando consciência”, a energia das partículas subatômicas e o pensamento, iluminação revelada através do avodah: o “trabalho espiritual” na realidade mundana, considerações sobre a klipah nogah (“casca translúcida”), a busca constante por coerência, chét: temor e vida, olhando positivamente o temor de viver, a ansiedade, alegria: a coerência do temor a D-us, a convertendo temor em amor, dando graças a D-us por tudo, a misericórdia Divina e o sopro de vida, o número oito e o infinito, a pluralidade da natureza, milagres.

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SHA’ARÊI KEDUSHA – Aula 01

O Sha’arêi Kedúsha (“Portais da Santidade”) foi escrito pelo cabalista, o Rabi Chayim Vital (1543-1620), de abençoada memória – o discípulo principal do maior mestre da Torá e Cabalá do milênio, o Ari”zal. Esta obra extraordinária e inspiradora contém instruções e aconselhamentos para uma vida de grande santidade, a qual em última instância, busca elevar a pessoa para merecer receber Rúach HaKódesh (“Inspiração Divina”). Através das tradução, elucidações e comentários do Rabino Avraham Chachamovits, esta obra singular é finalmente aberta para a língua portuguesa, permitindo que todos que buscam crescer na Torá aqui aprendam e se inspirem, apressando assim a vinda do único Mashiach em breve, amém.

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A CABALÁ E A CURA DAS DOENÇAS 2

PALAVRAS CHAVES: O jejum de 10 de Tevet, o jejum olhado de modo mais profundo, “Hashem criou uma coisa oposta a outra” (Eclesiastes 7:14), “oportunidades” de cura e teshuva do jejum, o enfraquecer do corpo e o fortalecer da alma, Mashiach nasce em Tisha Be’Av, compreendendo o potencial de cura, a doença é uma oportunidade espiritual de elevação, o Tetragrama (YKVK) e chochmah (“sabedoria”), as mãos do médico, kéter: compaixão e mizericórida, kéter é a origem do desejo, Môcha Stima’ah (“Cérebro Oculto”): a sabedoria dentro do desejo, a finalidade do desejo, criando novas sabedorias, chochmah é kôach mah (“poder do que”), a revelação da compaixão do médico, o “abrir da mão”, a letra yud é cognato de yad (“mão”), considerações sobre palavras em hebraico com mesmo valor numérico (guemátria), removendo a doença, o instinto de acarinhar o paciente, a importância da “intenção” (kavaná), o médico como sacerdote, o profeta Elisha e a cura da tsa’arah (“lepra espiritual”), a origem comum da profecia e da música santa da Torá, netilát yadáim: a remoção da impureza da mão, a sensibilidade e equilíbrio de um bom médico, matê ve-ló matê (“tocar e não tocar): a importância do toque, a Providência Divina e livre arbítrio, proximidade e a retração emocional do médico, Tiféret/rachamím (“compaixão”): a “Mão Exaltada”, Tiféret: a inter-relação de chéssed (“bondade”) e guevurá (“restrição/severidade”), intuiçõa: o “sexto sentido”, da’at (“entendimento”), tecnologias da medicina também compensam a falta do toque das mãos.

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A CABALÁ E A CURA DAS DOENÇAS 1

Uma série singular de shiurim do Rabino Avraham sobre as doenças e a cura na perspectiva mística da Torá.

PALAVRAS CHAVES: A necessidade fundamental de cura/retificação no mundo, o processo aparentemente cíclico de queda e retificação, a “direção” das retificações para a Era Messiânica, cura e doença, a doença é uma “oportunidade espiritual”, parashá Vayigash: a revelação de Yossêf (“José”) e a cura, o direito do médico para ajudar na cura, cura e o inter-envolvimento de aspectos do médico, o cohen: ideal do médico, tsa’arah (Vayicra/Levítico cap. 13) e os olhos do médico, a visão e o poder de chochmah (“sabedoria”), pureza dos cohanim, o paradoxo do cohen-médico lidando com a morte, o limite da vida na Era Messiânica, o Techiyát HaMetím (“Ressurreição dos Mortos”), a morte é um conceito divino, Adam: o homem completo, o álef-dam: o físico imbuído de Hashem, reflexões sobre a função “sacerdotal” de um médico, auxiliando a “passagem”, doenças e o bitúl (“auto-anulação”), o surgir da consciência do corpo, consciência deliberada do corpo e possíveis problemas latentes, a ligação de chochmah e chéssed, o amor e bitúl do médico “injetado” no paciente, os acessórios médicos compensam o enfraquecimento da visão espiritual do médico, a permissão Divina da tecnlogia para auxilar a queda de visão espiritual nas doenças.

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TISHA BE’AV PSICOLÓGICO

Um shiur inovador do Rabino Avraham Chachamovits sobre o período judaico de grande severidade espiritual chamado de Bêin HaMetsarím (“Entre os Estreitamentos”), que inicia no dia 17 do mês de Tamuz e segue por três semanas, adentrando o mês de Av. E o “perigeu” deste período de luto ocorre em Tish Be’av (o dia 9 do mês de Av). Os insights de grande e original profundidade psicológica deste shiur, podem ajudar na elevação da consciência: uma oportunidade espiritual verdadeira deste período difícil.

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ZÁYIN

Um shiur do Rabino Avraham que aborda a natureza dos conflitos, entre outros insights muito profundos.

Ver resenha do título ÁLEF.

PALAVRAS CHAVES: O cetro do rei, a história de Estér, Hashgachá Pratit (“Providência Divina”), a supervisão Divina é distinta para pessoas ou grupos diferentes, níveis de entendimento sobre a Providência, sensibilização espiritual, biologia: “seleção natural” reflete à espiritual, D-us é oculto na natureza, o paradoxo do livre arbítrio, os paradoxos só existem no nosso nível de realidade, escolhas: viver e sobrevivê-las, impulsos nas escolhas dos jovens, a importância vital do estudo da Torá na “seleção espiritual”, o “espanto” diante das obras de Hashem, a aproximação ao espiritual através do mistério sobre as coisas incompreensíveis do mundo, zayin significa “arma”, a natureza dos conflitos, a função mais potencial elevada dos conflitos com intenções corretas, o aprendizado com os conflitos, a “fusão” de atributos opostos através do conflito positivo, a convergência da união e santidade, não existe união do mal, o mal é “externo”, os conflitos aqui em baixo são reflexos dos conflitos espirituais em cima, “pilpúl”: o conflito talmúdico em busca da verdade que quebra as klipót (“cascas”), o número sete: a compactação máxima de uma ideia, Shabat: o sétimo dia da criação, a obrigação do judeu de respeitar o Shabat, o sétimo dia eleva os outros seis, a “espiral” evolucionária judaica, o olám habá (“mundo vindouro”), a presença do sete na criação.

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VAV

Em mais um shiur brilhante desta série histórica de anos atrás, o Rabino Avraham Chachamovits traz de modo inusitado, muita Torá profunda e ciência.

Ver resenha do título ÁLEF.

PALAVRAS CHAVES: A letra Vav e o início da Criação, duas dimensões: interna e externa, o Vav é o conector fundamental da realidade, diferenciação: a dimensão externa do Vav, as hierarquias espirituais e físicas, a interrelação entre as coisas: a dimensão interna do Vav, “inter-inclusão”, lógica Divina e os circuitos elementares na ciência e tecnologia, a primeira posição do Vav na Torá, a presença do Vav nas palavras sa Torá, o Vav como “pilar”, a realidade anti-D’us deste mundo, se aproximando de Hashem pela ciência, o limite do pensamento racional, a visão da humildade, os “barulhos” mentais que atrapalham a conexão com Hashem, a visão do Talmud sobre os “pilares que sustentam a humanidade, o modelo de “doze pilares” do Sêfer Yetsirah, o “Big Bang”, o modelo de “sete pilares”, três dimensões do espaço mais algo o tempo passado (um aspecto da dimensão do tempo), explicações sobre a realidade que se desdobra constantemente do passado, o “rio do tempo”, o que é o “presente”?, o futuro e o modelo de “um pilar” que sustenta o mundo, o Tikkún Olám (“Retificação do Mundo”), trazendo Mashiach e a “ansiedade messiânica”, o seis dias da Criação, a duração do mundo, a união do Céu e da Terra.

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RAIO-X DO CAOS

Um shiur lúcido do Rabino Avraham sobre a natureza do caos, suas manifestações na cultura, educação e moralidade. O shiur prossegue com uma leitura e explicação da introdução “Os iníquos fazem um cerco aos íntegros” (pág. 17), do livro “Cuidado! Sua alma pode estar em perigo”.

PALAVRAS CHAVES: parashá Toledot, o patriarca Ya’acov representa a retificação, Essáv representa a força do caos/ao lado do Mal, imaturo/estagnado é igual ao mal, objetivo da vida é a retificação, a necessidade de orientação para a retificação, a busca de vida e os assuntos de retificação, a constante presença do “Eu”, a inteligência do Mal, o orgulho limita a lucidez, o autolimite dos parâmetros racionais que a pessoa tanto confia, a busca pela auto-satisfação, os “charlatões espirituais” a auto-ajuda, o comércio religioso, locais nefastos de “estudo” mirando nos adolescentes, a cognição e os erros espirituais, Essáv é uma grande força “desagregadora”, o uso da força do caos nos “recipientes” retificados do bem, buscando dominar a iêtser hará (“má inclinação”), o caos ético-moral, problemas educacionais seculares, palavras e conceitos muito negativos alimentando as crianças seculares, desenhos sórdidos e bizarros, o “disfarce” da sítra áchra (“o lado do mal”), considerações sobre o pensar sem foco no divino, crítica à “filosofia” (chakirah), insanidade, a adaptação biológica ao caos, se afastando do caos, crescendo em humildade, a Torá é o “mapa” da retificação, a remoção das falhas de caráter..

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ACHARÊI MÓT

PALAVRAS CHAVES: O “contínuo da moralidade”: a kedusha (“santidade”) e a tumah (“impureza”), a necessisade de ter fé e de se afastar da tumah, quanto mais tumah menor o da’at (“entendimento”), a injunção de Hashem para o Povo Judeu: Kedoshim Tihiyú (“Sejam santos”), arayót: as expressões sexuais proibidas pela Torá, uniões sexuais não sancionadas implicam em ligação com o lado do Mal, nidah: uma questão _estritamente_ judaica, a gravíssima impureza de todas as relações sexuais proibidas, equivalência aos rituais idólatras de sacrifícios de crianças.

Infelizmente, devido a um falha na técnica na gravação, o shiur termina após 12 minutos intensos. No mesmo tópico, recomenda-se os shiurim: “Relações Sexuais Proibidas“, “Retificações Sexuais” e “Papéis Trocados“.

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METSORA

PALAVRAS CHAVES: A fala no grau físico é relativa à fala celestial, malchut, Shechinah (“Presença Divina”), falando palavras de Torá, o exílio da Shechinah, o sêder histalshelut, a fala profana alimenta o lado do Mal, o Rebe Zúsha de Anipóli, cuidado no falar, galút ha-dibúr (“o exílio da fala”), o pidiyón (“resgate”) para a gueulah (“redenção”), os pedidos de clemência, a lei espiritual de midah k’négued midah (“medida por medida”), transgressões da lei de Hashem incorrem nas correções celestiais, a justiça divina é “temperada” pela misericórida divina, não teriamos como sobreviver uma realidade de julgamentos sem este tempero, considerações sobre o livre arbítrio, os “acusadores celestais”, considerações sobre as diferenças dos juízos divinos e a grande severidade do homem, a lashón hará (“maledicência”) cria “divisões”, os clamores do rei David, se preocupando com a gueulah.

Sobre o tópico fundamental da retificação da fala, recomenda-se a série “Shmirát HaLashón“, o vídeo-shiur “A Redenção da Fala” entre outros.

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PAPÉIS TROCADOS

O Rabino Avraham elucida as ambiguidades do papel masculino e feminino criadas na sociedade secular e os seus resultados negativos, bem como os ideais de relacionamento dos patriarcas e matriarcas.

PALAVRAS CHAVES: a parashá Chaiyê Sarah, causas bíblicas do envelhecimento precoce, Sarah honrou Avraham, essências opostas: a relação entre o homem e a mulher, força ativa/masculina e receptiva/feminina, a paz é o ambiente ideal para ativação dos potenciais, o homem precisa trazer Torá para sua casa, disfunções do mundo secular: a perda dos papéis naturais, a mulher criando filhos receptivos à luz de Hashem, as corrupções das funções masculino-feminina levam às perversões sexuais, a problemática homossexual, a degeneração moral do mundo, leniências morais causadas pela falta de entendimento espiritual, o “despreparo” secular diante das questões espirituais/morais, a “modernidade” encobre as falhas de caráter, os profetas afirmaram estas degenerações como a “marca” antecedendo a era messiânica, a transfiguração da verdade, as misturas indevidas, a lei natural/espiritual de Hashem, a “fabricação” de ilusões, entendendo os princípios de cada coisa que existe, o grande trabalho de Avraham e Sarah, Yitschak: o primeiro judeu de nascimento, a relação equilibrada/arquétipa dos patriarcas e matriarcas, a importância do estudo de Torá em casal, o casal e os dois lados da mesma alma, os “frutos espirituais” da união do casal, se tornando um “sócio” de Hashem.

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HÊI

Nesta continuação da série “A Mística do Alfabeto Hebraico”, o Rabino Avraham Chachamovits explica a letra Hêi de acordo com a Cabalá.

Ver resenha do título ÁLEF.

PALAVRAS CHAVES: A letra hêi e a criação, o patriarca Avraham recebeu o hêi, chochmah (“sabedoria”), as três dimensões da realidade física, considerações sobre o espaço-tempo, a percepção da dimensão de profundidade, a dimensão da largura e o estreitamento da mente, uma análise da estrutura do pensamento, a dimensão “vertical”, Nassêh ve’Nishmah (“Faremos e Entenderemos”) e as ações que afetam o pensamento, a fala é uma ação, não existe valor algum de fitar um texto em Hebraico sem pronunciar as palavras escritas, respostas espirituais dependem das ações iniciais, as três “vestimentas” da alma: pensamento-fala-ação, o poder da fala, shevirát ha-kelim (“a quebra dos recipientes primordiais”), a ordem anterior da realidade, quando a ordem mental do mestre é “quebrada” para o benefício do aluno, a unidade de Hashem: o mundo e a sua pluraridade, o livre arbítrio, o espiritual “sublinha” toda a realidade, as opções corretas dos homens revelam a luz divina, as oportunidades se encontram na pluraridade, o hêi no início da Torá, a separação da luz e da escuridão, a escuridão/o Mal é algo criado por Hashem, a escuridão é o contexto da luz, o Salmo 51 e o trabalho espiritual de revelar luz, o propósito da Criação, considerações sobre o número cinco, forças espirituais na boca, tsimtsúm: a restrição da luz, astrologia e os graves erros da crença de intermediários, as vaidades são manifestações do “contexto de escuridão”.

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DÁLET

Nesta continuação da série “A Mística do Alfabeto Hebraico”, o Rabino Avraham Chachamovits explica a letra Dálet de acordo com a Cabalá. Um intenso shiur do Rabino Avraham sobre o bitúl: a autoanulação.

Ver resenha do título ÁLEF.

PALAVRAS CHAVES: Dálet é a quarta letra do alfabeto Hebraico, a imagem do homem curvado, a humildade, bitúl: a autoanulação do “ego”, se ligando a Hashem através do bitúl, vários níveis de bitúl, os bloqueios da iêtser hará (“a má inclinação”), ganhado bitúl através da gratidão por tudo, nada é merecido e tudo que temos é presente de Hashem, a importância de prestar atenção” em tudo, o “princípio da incerteza de Heisenberg”, a grande percepção dos justos e a falta de percepção do orgulhoso, Hashpa’ah: a influência Divina na sua vida, tudo acontece para você é por necessidade, o “livre arbítrio”, qual a missão de sua vida?, considerações sobre o bitúl ha-yêsh (“autoanulação existencial”), realidades dos anjos, o sonho de Jacó e os anjos, considerações sobre os níveis espirituais mais sublimes, definição do “orgulho”, a descrença em Hashem, Jean Paul Satre: um dos muitos “filósofos” do orgulho, o dirá be’tachtonim (“a moradia no no mundo inferior”), a luz vem da escuridão, dálet é um portal para ligação com Hashem.

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MUNDO CAÍDO

Uma aula iconoclástica impactante do Rabino Avraham que aborda o tema das influências helenistas no mundo ocidental secular e as grandes dificuldades da pessoa se elevar espiritualmente.

PALAVRAS CHAVES: o Rambam e a Epístola do Iêmem, a “fluência” do entorno do homem na sua consciência, o enraizar na percepção na realidade mundana, o “aviso” que chega sobre a inconsciência, a problemática do conforto e prazeres, ta’anúg: a essência do prazer que transcende a consciência, Hedonismo: a busca do prazer e as deitificações, total oposição a Torá, adicção e as “indústrias do prazer”, a máscara do mundo caído, a exploração do corpo na sociedade secular, os resultados espirituais muito danosos da nudez e atos que derivam disso, o vitalizar da sítra áchra (“outro lado”), a dificuldade de separação dos estímulos de prazer, a racionalização sobre os prazeres, dormência mental: a perda da conexão espiritual, o “treinamento” físico-emocional do materialismo, a grande dificuldade do resgate espiritual, os enviados de Hashem que ajudam na redenção da alma, a rara oportunidade de ser resgatado, a luta do mal para impedir o crescimento espiritual do indivíduo, a origem do “ego”, o livre arbítrio, Torá e a retificação do caráter, clamando a ajuda de Hashem.

“Niggun No.2, Baal Shem” de Ernest Bloch (1880-1959). Violino: Jascha Heifetz (último recital em 1972).

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