ACHARÊI MÓT

PALAVRAS CHAVES: O “contínuo da moralidade”: a kedusha (“santidade”) e a tumah (“impureza”), a necessisade de ter fé e de se afastar da tumah, quanto mais tumah menor o da’at (“entendimento”), a injunção de Hashem para o Povo Judeu: Kedoshim Tihiyú (“Sejam santos”), arayót: as expressões sexuais proibidas pela Torá, uniões sexuais não sancionadas implicam em ligação com o lado do Mal, nidah: uma questão _estritamente_ judaica, a gravíssima impureza de todas as relações sexuais proibidas, equivalência aos rituais idólatras de sacrifícios de crianças.

Infelizmente, devido a um falha na técnica na gravação, o shiur termina após 12 minutos intensos. No mesmo tópico, recomenda-se os shiurim: “Relações Sexuais Proibidas“, “Retificações Sexuais” e “Papéis Trocados“.

tzedakah

2 pensamentos sobre “ACHARÊI MÓT

  1. Shalom Rabino Avraham e amigos. Peço permissão para publicar um humilde comentário acerca dessa aula importantíssima para aqueles que desejam se retificar e caminhar no caminho de santidade.

    Dentre os assuntos da Parashá Acharêi Mót, encontra-se um que, graças a D-us, o Rabino Avraham nos aclara sobre como se livrar e também evitar a ligação com Tumah – impureza – que tanto abunda no mundo conteporâneo. Nesse contexto, é falado sobre a questão das arayót – relações sexuais consideradas proibidas pela Torah.

    Nesta parashá são citadas como proibidas as relações como: incesto, bestialidade, homesexualismo, relações com mulheres que estejam no período de menstruação – Nidá – que ligam àqueles que as praticam à Tumah, prejudicando assim o seu entendimento espiritual – Daat – e trazendo decretos severos, pois estes tipos de prática são comparadas nos escritos da Torá a “exata categoria e nível” dos sacrifícios feitos por pais com seus filhos em idolatria a deuses inferiores, onde estas crianças eram queimadas vivas nesses rituais, Ch’zv Shalom – D-us nos livre.

    Certamente algumas dessas práticas proíbidas são muito comuns hoje em dia como a homosexualismo e o deitar-se com mulheres em estado de Nidá, o que nos leva a crer que é preciso, como o Rabino nos diz, ter fé nestas verdades que a Torá nos traz, pois hoje o mundo conteporâneo é muito leniente quanto estas questões, onde cada um pode fazer aquilo que desejar. Porém, com relação àqueles que desejam se retificar e seguir em um caminho reto, se faz necessário não ligar-se a este tipo de comportamento.

    Dou graças a D-us por mais esta aula impactante e contundente porém necessária para nos conduzir aos caminhos de retidão que possam nos santificar e alertar sobre as consequências de práticas que o mundo secular considera muitas vezes normal.

    Agradeço ao Rabino Avraham pela aula e pela oportunidade de comentar aqui.

    Shalom e tudo de bom.

    Respeitosamente,

    Robson Cleber Garcia da Silva

  2. Shalom Sr Rabino e amigos da comunidade
    Se alguma contribuição possa existir no que se segue, peço que o Sr Rabino permita a publicação deste comentário.
    Quando faço a escuta deste shiur, o que se destaca para mim é que o trabalho espiritual precisa produzir frutos e isso se coloca como paralelo da procriação.
    Então, se não cometo qualquer desvio próprio de minha existência no meio da secularidade, o masculino precisa se unir com o feminino, não apenas nos relacionamentos que se santificam em cada lar dedicado a Hashem, mas no interior de todo servo de Hashem.
    Porque somente quando este polos se unem,
    se perfaz a unidade de Hashem no homem e, deste modo, torna-se ele uma carruagem de Hashem, permitindo que os céus se unam à terra, o espiritual ao material, de modo a gerar frutos santificados no mundo. O homem, em seu microcosmo, se torna instrumento para trazer a infinitude de Hashem à finitude da existência material a que estamos atrelados
    Aquele que não produz frutos espirituais não perfaz a união com o Eterno e, logo, está em divisão. E toda divisão é idolatria, pois o homem que não serve Hashem serve necessariamente aos múltiplos deuses.
    O lesbianismo é o isolamento do homem/mulher, a divisão, o que não produz frutos.
    Também o é aquele que, mesmo estando em relação com seu oposto no plano material, não observa a santidade, e compursca seu ato com impureza.
    E as sementes espalhadas em decadência, geram frutos na decadência e agravam a multiplicidade dos deuses, alargando o abismo na unidade do homem com D’us
    Que Hashem nos permita unificar onde partimos.
    Shalom
    Rubens

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