5 pensamentos sobre “KEDOSHIM: “FURTOS & ROUBOS”

  1. Shalom caro Rabino Avraham e amigos do Beit Arizal:

    Entendo que a Torá mesmo falando de coisas tão óbvias como não roubar ou furtar se investigada em níveis mais profundos/místicos traz revelações muito espantosas sobre as implicações das ações humanas que influenciam não só o grau físico, mas também os domínios espirituais como é explicado no shiur.

    Os mais variados tipos de roubos como o engano/roubo da mente me fazem meditar no grande cuidado que devo ter com todas as minhas ações e gestos para nunca agir desonestamente perante outros, sem dúvida um assunto para eu crescer no temor e amor á D-us e escapar dessas transgressões que infelizmente e comumente tem afetado todas as gerações da humanidade. Que este shiur traga mais sensibilidade ao meu coração para que eu possa emular cada vez mais a grande benevolência do Criador. Shalom e tudo de bom caro Rabino Avraham.

    Respeitosamente, Emerson

  2. Shalom, Rabino Avraham
    Foi de grande valor para o meu crescimento ouvir este shiur porque nunca me passara pela cabeça que estas ações de roubo e furto, mais do que produzir efeitos nocivos imediatos na sociedade e mesmo no plano psicológico e moral do indivíduo que os pratica, produzirá efeitos negativos futuros em sua trajetória espiritual, pois causarão a perda de atributos que tornarão sua existência futura muito mais difícil.
    Isto me faz refletir que D´us organizou o mundo de tal forma que meu bem, minha felicidade, meu progresso, meu avanço para a união com ele estão precisamente direcionados por seus mandamentos. E nisso vejo o temor de D´us, pois minha arrogância e minha idolatria somente podem me levar no sentido inverso, atraindo para minha existência pesadas consequências.
    Louvado seja D´us e que sua misericórdia eterna abra minha consciência para amar e respeitar os seus caminhos.
    Shalom
    Tudo de bom
    Rubens

  3. Shalom Rabino Avraham,
    Com permissão do senhor gostaria de publicar algumas linhas com entendimentos sobre esta aula.

    O senhor traz surpreendentes revelações, entendo que em cada ciclo de estudo de Torá, existe a real possibilidade de novos entendimentos. A realidade que estamos presenciando em nosso país: Furtos e Roubos. Entendo que neste momento de caos devemos nos organizar para melhor compreender a origem deste caos, desta forma se D-us quiser, combater em algum nível, sendo que somete a Força Divina poderá mudar a consciência das pessoas que formam esta onda de corrupção.

    Busco compreender com as explicações do Mestre que todo canal espiritual possui duas dimensões, uma interior (oculta) e outra superior (revelada). Na interior é mantida a sensibilidade, sendo que a exterior expressa a sensibilidade. Entendo que o individuo sem sensibilidade para internalizar assuntos santos, tem o seu interior preenchido com desejo não sancionados, incluindo ofurtar, “…para que a pessoa furte de um indivíduo ela precisa se esquecer do sentimento da outra pessoa…”, e semelhante é o Roubar, algo feito abertamente, em níveis mais revelados.

    “Estas almas percorrem vários estágios espirituais até chegarem neste nível da realidade”. A traves deste ensinamento o Mestre nos permite presenciar a cruel indiferença de nossos governantes, principalmente quando tentam desvirtuar as crianças em idade escolar, para que se tornem parte de seus planos nefastos. É preciso ter fé e esperar por Hashem, ter esperança que tempos melhores virão onde o Misericordioso canalizará Sua Justiça fazendo com que se envergonhem e se arrependam, retifiquem seus atos e trilhem um caminho de Retidão.

    O Mestre ensina que não pagar um trabalhador no prazo combinado é também uma espécie de roubo, mesmo que temporário. É esclarecido profundamente a importância deste ordenamento aparentemente sutil. Através da experiência do Santo Mestre, Arizal. E a conclusão é que: os que seguem a risca esta Lei Divina, são contemplados com longevidade. E que o oposto também ocorre: “…porque pegar o salário de uma pessoa que necessita, é a mesma coisa (misticamente) que pegar a sua vida e a da sua família que precisam disso, e portanto quem faz isso encurta a sua própria vida, porque Hashem vai encurtar os seus dias e diminuir a sua vida aqui no mundo.”

    Penso que o trabalho é de todos nós para trazer esta revelação do Juízo Divino, e que o início desta revelação acontece quando decidimos não participar de atos que favoreçam a forma com que muitos de nosso pais se comportam, aqui as massas são dominadas de maneira revelada, entendo que já é tempo de mudança. A Renong tem se empenhado para que algo real aconteça neste pais através da disseminação das sete Leis, se D-us quiser.

    Obrigado Mestre por nos proporcionar Luz, Lucidez para perceber o quanto precisamos nos empenhar para assim identificar nossos inimigos.

    Edson Bertoldo.

  4. Shalom caro Rabino Avraham e amigos do Beit Arizal,

    Peço a licença para comentar o presente shiur com a ajuda dos Céus:

    O Mestre Rabino Avraham fala também em algum outro shiur de sua obra que o roubo infelizmente é um pecado que haverá em todas as gerações. Sem dúvida, entendo que este shiur me ajuda a entender porque o mundo está se tornando cada vez mais difícil com a grande quantidade de almas que aqui chegam num grau rebaixado que as impedem de sentir empatia e misericórdia por outros, então não é de admirar infelizmente tantas notícias sobre roubos, furtos e corrupção.

    O shiur me leva a pensar no assunto de responsabilidade espiritual e o cuidado que preciso ter ainda mais como trabalho em comércio todo o cuidado se torna necessário para não prejudicar qualquer cliente ou mesmo ferir seus sentimentos com palavras e ações não retificadas, que D-us não permita. Outra espécie de roubo, o roubo da mente também é algo que preciso evitar prestando atenção em tudo que falo e até nos meus gestos ou ações que dão a entender que vou fazer algo que na verdade não tenho a intenção de fazer, que D-us não permita, pois trata-se de uma transgressão muito comum hoje em dia.

    Entendo que todos os desejos ligados a cobiça e ganância precisam ser subjugados, pois levam facilmente ao roubo. O Mestre também ensina que a tsedaká salva a pessoa não só da morte, mas do roubo (https://beitarizal.org.br/2014/03/30/a-tsedaka-salva-da-morte-e-do-roubo/), pois entendo que a tsedaká ajuda o homem a subjugar seus apetites materialistas reconhecendo que tudo pertence á D-us. E como nada acontece por acaso, na manhã de hoje ao ler um trecho da obra “Cuidado! Sua alma pode estar em perigo” encontrei escrito na pág. 60 o seguinte: “quaisquer transgressões das leis espirituais da Torá implicam diretamente em um roubo de energia vital/néfesh” e assim a pessoa acaba fortalecendo a sitra áchra com o uso equivocado de sua energia vital que deveria ser usada só para ações retas e elevadas. Que D-us me permita crescer no temor e amor á Ele para que eu use todas as minhas forças e talentos somente para ações retas. Agradeço á D-us pelos ensinos trazidos pelo Rabino Avraham, tudo de bom á todos!

    Respeitosamente, Emerson

  5. Shalom Rabino
    Se a permissão do senhor me for dada, gostaria de registrar um pouco do que consegui compreender do estudo deste shiur.
    Toda a criação flui incessantemente de D´us. Por sua benevolência, tudo recebe o seu influxo, na exata medida que o desejo do Eterno dispôs.
    A nós cumpre colocar o nosso livre arbítrio a Seu serviço, porque neste serviço é que se encontra a razão de nossa existência. Deste modo, é nosso dever cuidar que, em nosso proceder, não alteremos em nada as medidas com que D´us provê a sua criação, porque será do nosso quinhão do fluxo divino que se cobrará o quanto foi por nós turvado.
    Assim é que, em baixo, no plano revelado, aquele que subtrai do alheio tem sua própria sensibilidade reduzida, aumentando o seu distanciamento do outro, mais igualmente de D´us. E esse distanciamento nada mais é do que o diminuição das luzes de Hashem e a fortificação de nossas klipoth, de sorte que o fluxo do que do Alto desce e poderia ser recebido se ve, medida por medida, ceifado.
    Quem acredita que rouba o alheio, em verdade rouba de sí mesmo.
    Shalom

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