BALAK: “O ENGANADOR”

Um vórt (“breves palavras de Torá”) sobre o Bamidbar 22:5, parashá Balak 5776.

Música: Rabino Avraham Chachamovits, Nigun DevekutEt-kolecha shamati bagan” (Bereshit 3:10).

tzedakah

6 pensamentos sobre “BALAK: “O ENGANADOR”

  1. Shalom Rabino Avraham,

    Ao estudar esta aula, que fala sobre a mensagem oculta da parashá de Balak, podemos ver quão atual é este assunto, e mais vital do que nunca estar ciente dele. Aos estudar estes assuntos e se distanciar do excesso de estímulos e influências diárias é possível sentir e perceber a guerra espiritual oculta que se trava diariamente nas mentes das pessoas e no mundo exterior também.

    Como ensinado na aula, estas técnicas que eram chamadas de mágicas, ocultas e hoje de psicologia/marketing/propaganda são conhecidas a muito tempo, e são ferramentas preciosas de serem conhecidas, pois o domínio da mente humana é o que tem de mais importante na vida, já que tanto a própria pessoa precisa ter domínio da sua própria mente para ter auto controle e viver uma vida reta e equilibrada, quanto é importante para terceiros que assim podem realizar suas agendas através do controle obtido.

    O episódio do povo judeu com as midianitas parece tão atual, pois hoje em dia somos todos bombardeados por todo tipo de informação e ideias que com o passar do tempo exercem uma influência poderosa sobre o indivíduo, e quando ele pensa estar tomando uma decisão razoável e produto do seu livre arbítrio, está não menos que respondendo a um impulso racionalizado.

    Hoje em dia talvez não tenhamos um mestre do oculto como era Bilam, mas temos toda a máquina digital mundial sendo usada por humanos e estes pela sitra achrá, incutindo toda sorte de ideias “progressistas” visando a escravidão mental das pessoas para se obter dinheiro, poder e a erradicação da ideia de D-us no mundo.

    O povo judeu como sempre é uma pedra no sapato para esta agenda mundial, e por isso a eterna luta contra a moral judaica. Entendi que assim como D-us sabia dos planos de Bilam e agiu de acordo com as expectativas de Bilam, pois Israel criou a abertura, a única solução é não se abrir para estes ataques, trazendo assim mérito e proteção para o povo judeu. Daí a importância de estudar Torá todos os dias e praticar mitsvót a todo tempo, pois estes exercerão um contra peso positivo no subconsciente nesta luta diária.

    Desejo ao senhor saúde, felicidades e um bom jejum.

    Shavua Tov, Moshe

  2. Shalom Rabino Avraham. Peço permissão para expressar um breve comentário sobre a presente aula.

    Nesta aula o Rabino Avraham nos revela sobre o método utilizado pelos ocultistas para manipular as mentes das pessoas afim de conseguir os seus intentos, ou seja, cumprir suas agendas ocultas, desde os tempos bíblicos.

    Hoje em dia não é diferente. Os homens dominadores desse mundo, que cumprem muitas vezes a agenda do outro lado, utilizam do mesmo artifício para alcançarem seus objetivos manipulando a mente das massas para serem verdadeiros exércitos a executar seus intentos.

    Hoje entendo o cuidado que temos que ter com tudo que vemos e ouvimos, pois os ouvidos e olhos podem se tornar portas abertas para os invasores nefastos e seus intentos. Temos que ser cautelosos até no contato com as informações aparentemente de boa fonte, mas que através dos lobos vestidos em peles de cordeiro, podem nos afastar do caminho da verdade, que D-us não permita. Para evitar essa contaminação temos que seguir a Torá de forma simples na fonte verdadeira e contentarmos com nossa porção para assim podermos chegar a retificação e esperar a vinda do verdadeiro Mashiach, e que isso seja muito em breve ainda em nosso dias, amém.

    Agradeço ao Rabino Avraham por mais este estudo revelador e tão importante para os dias de hoje. Saúde e vida longa ao Sr.

    Peço perdão ao Sr. por algum equívoco aqui expresso.

    Tudo de bom.
    Robson Cleber Garcia da Silva

  3. Shalom caro Rabino Avraham e amigos do Beit Arizal,

    Peço a licença do Rabino Avraham e dos amigos para expressar um limitado entendimento deste shiur:

    Certamente a mente humana nunca sofreu tantos ataques negativos como na atualidade. Através da tecnologia, algo tão antigo veio a ganhar mais poder em nossa geração resultando em grande decadência moral nesses dias tão assustadores. Através das inúmeras propagandas, entretenimentos e distrações para todos os gostos e idades o mal desvia das mentes humanas o foco do Divino, levando muitos a viverem seus dias só com futilidades, sem propósitos elevados, D-us nos livre.

    Por isso preciso crescer em força e sabedoria, me inspirando em Pinchas, procurando desenvolver meu lado intuitivo, escapando de uma visão tão racional e confusa para que eu seja mais rápido e forte na distinção entre mal e bem afim de não ser uma vítima fatal desse arsenal tão forte da sitra áchra, que D-us permita forças para todos que lutam para sobreviver moralmente nesses dias tão difíceis, Shalom caro Rabino Avraham, muito obrigado por esse shiur, tudo de bom.

    Respeitosamente,
    Emerson

  4. Shalom Rabino Avraham e amigos do portal, peço permissão para expor um breve comentário sobre esse shiur.
    Um dos pontos que mais chamou-me atenção, foi o fato do profeta profano Bilam, não poder amaldiçoar o povo de Israel, pois o povo era abençoado por Hashem. Isso me faz refletir o quão importante é estar nos caminhos da Torá em constante vigilância, pois somente podemos ser ameaçados por influências maléficas quando estamos vulneráveis em nosso caminhar, ou seja, no descumprimento de nossas Mitzvot ou em pecado, assim entendi em minha limitação.
    Outra parte muito importante é que devido esse impedimento de amaldiçoar os israelitas, Bilam usou artifícios ardis, conhecimentos ocultos, para leitura do inconsciente coletivo do povo israelita, a fim de identificar pontos fracos para assim conseguir realizar os intentos de Balak. O Mestre faz um paralelo mostrando o uso desse mesmo artifício pelo mundo midiático atual, afim de conhecer os anseios das pessoas, da massa, e utilizar ferramentas que permitam persuadir estas pessoas para cumprir qualquer coisa que eles pretendam para atender a agenda nefasta do outro lado, que D-us não permita.
    Aprendo nesta aula do Ravi que, a simplicidade da fé e do caminhar em nossa fonte, nosso Mestre de Torá, é o que pode nos afastar de sermos iludidos por nossos desejos negativos que querem atender a nossa má inclinação. Devemos também evitar as ciladas do mundo midiático através de seus meios de comunicação- manipulação de massa como os programas de TV, onde a maioria esmagadora de seu conteúdo é voltado para a idolatria, desvios de conduta, etc, A internet que também pode oferecer uma porta aberta para a corrupção dos homens. Precisamos mais do que nunca estabelecer nossos filtros e cercas morais, guardando nossos canais de entrada (principalmente olhos e ouvidos) para não cairmos em vulnerabilidade e não sermos enganados e consequentemente ter quedas de Consciência Divina, que D-us não permita.
    Agradeço ao Rabino Avraham pela oportunidade do comentário humilde, e peço escusas por algum erro de escrita ou entendimento aqui expressos.
    Shalom. E tudo de bom.
    Respeitosamente,
    Robson Cleber Garcia da Silva

  5. Shalom Rabino Avraham e aos Srs., eu peço permissão para postar breve comentário sobre esta parashat.

    Graças à D’us o Rabino Avraham nos ensina algo extraordinário sobre a parashat Balak: que a crença popular na “mágica”, de fato, não existe. O que ocorre é que existe sim uma grande rede de manipulação psíquica através de sons, imagens e símbolos: esses conhecimentos antigos são hoje difundidos nos estudos de propaganda e marketing e psicologia. Desse modo, através dos grandes aparatos midiáticos a manipulação dos símbolos e da consciência é feita atualmente visando o controle das massas.

    Em nosso país, por exemplo, as ‘novelas’ são um modo de difundir valores, ideias e emoções no sentido apresentar vivências em família. As ‘faltas’ e ‘carências’ psíquicas não retificadas são estudadas nas pessoas comuns, essas informações colhidas chegam aos produtores de programas de televisão a fim que estes saibam explorar tais aberturas psíquicas. Nesse sentido, algo que era imoral, pode, que D’us não permita, através dessas produções, se inverter e tornar-se aceitável.

    Ao fim das contas, observamos toda essas alterações afinadas com propostas políticas de âmbito global e, lamentavelmente com ideias contrárias à Torá. De qualquer modo, tudo é para o bem e, esses acontecimentos apenas revelam que não existe nada de novo, tudo já está na Torá; essas estratégias de enfraquecimento da consciência moral de um povo visando derrota-lo foi empregada pelo perverso Bilam a serviço do rei de Midian.

    Como o Rabino nos ensina, devemos ter consciência que nada “nos falta” ou “nos faltará” como lemos no salmo 23, assim nos blindamos das aberturas psíquicas e emocionais dessa rede psíquica que tenta nos parasitar, que D’us nunca permita.

    Tudo de Bom.

    Carlos Bengio.

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