12 pensamentos sobre “VAYICRÁ: “MÉRITOS GRANDIOSOS”

  1. Se o senhor me permite gostaria de deixar um breve comentário.

    O mestre nos informa no final do vórt que há um olho que tudo vê e tudo é anotado. Assim sendo, somos incentivados a praticar atos de bondade para contabilizar nesse livro espiritual. E se pudermos envolver mais pessoas, ou seja, chamar outros a também praticarem atos de bondade é um mérito que se agrega.

    Em suma, praticar atos de bondade é uma oportunidade (chance) de elevação. Mas, se for possível convidar outras pessoas para também fazê-lo agrega mais mérito. Tive esse entendimento quando o mestre ensina que num passuch há referências (não reveladas) dos nomes de vários homens elevados. Ou seja, uma ato escorado pelo mérito de vários. Assim, no meu humilde entendimento fazer o que é reto e chamar outras pessoas para também fazê-lo é um “mérito grandioso”. Afinal, é uma forma de “amar o próximo” como está escrito: “[…] mas amarás o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o Senhor.” Do mesmo livro, isto é, Vayicrá 19:18. Então, temos um duplo chamado (vayicrá) para buscar méritos.

    Esse é o meu pequeno entendimento.

    Obrigado pelo vórt.

    Tudo de bom.

    Shalom!

    Gustavo

  2. Shalom Rab Avraham e amigos. Peço permissão para expressar um humilde comentário acerca dessa aula.

    Impressionante como no verso estudado temos tanta informação sobre a trajetória do B’nei Israel, pois para Hashem chamar Moshê para conversar com Ele, é um mérito tão grande que chega a ser incompreensível.

    Ainda sobre méritos, o Mestre ensina que Guevurá ( severidade, limites ), é o que limita o Mérito, porém Guevurá não deve ser entendido como algo negativo, D-us nos livre! E mais ainda, Guevurá é ligado a bondade, Chessed, pois se assim não fosse, não haveria nem possibilidade de existir o homem, pois há uma constrição da bondade infinita do Criador para que através do limite (Guevurá) se forme o recipiente e assim a criatura.

    Também compreendi que o limite é determinado pelo mérito, sendo este o fator para dimensionar a bênção infinita de Hashem; fazendo uma analogia simples, é como se as bênçãos de Hashem fosse uma fonte de água que corre continuamente, então o tamanho do seu recipiente, seu pote, é que vai determinar a quantidade de água, de bênçãos que você mesmo vai restringir, para você e para os seus também.

    Muitas são as lições dessa aula maravilhosa. Ainda nos é ensinado que saúde, sustento e filhos não são atribuídos de acordo com o mérito da pessoa mas sim o Mazal, algo que somente Hashem sabe como contabilizar, ou seja, essas três necessidades do homem tão básicas para todos, são determinadas por Hashem Ele mesmo, não dependendo portanto, do mérito da pessoa, Graças a D-us.

    Por fim compreendi que os méritos grandiosos dos Patriarcas são também transmitidos ao B’nei Israel, B’H. Importante isso pois, compreender que esse alcance chegue aos demais de Israel nos mostra a infinita sabedoria de Hashem, que sempre está no controle de todas as coisas, garantindo ao ser humano desde suas necessidades básicas como a possibilidade de redenção da Era de Mashiach!

    Agradeço pela oportunidade do comentário e peço perdão por algum erro aqui escrito.

    Shalom! E tudo de bom.

    Respeitosamente,

    Robson Cleber Garcia da Silva

  3. Shalom,

    Aprendo que se nao houvesse guevura a pessoa nao poderia ser um indivíduo. Portanto existe uma ideia muito importante, que a raiz de guevura é a bondade.
    Atraves da guevura que a pessoa vai se esforçar e se ligar a D-us. Há um senso de equilíbrio, ou seja o aspecto de guevura também é positivo e fundamental na existência.
    Hashem é sempre justo.
    Tres coisas nao dependem de merito e sim da vontade de Hashem: filhos, saude e sustento.
    Sao coisas altamente necessárias no mundo e portanto nao dependem de mérito e sim do mazal.
    Mesmo se o nosso mérito nao é suficiente ainda sim podemos rezar para filhos, saude e sustento.

    O aspecto dos meritos de Moshe e dos patriarcas sao os pilares do povo judeu. Somente esse comentário ja merece uma grande reflexão.

    Thiago

  4. Comentário da Aula Vayiakhel – Coração Inspirado Shalom Rabino Avraham, boa noite

    Gostaria de fazer um breve comentário acerca da Parashá Vayakhel “Coração Inspirado”. O Povo de Israel foi solicitado de trazer doações para o Tabernáculo, seria importante de cada um uma posição de abnegação, dedicação, ao ponto de causar uma grande inspiração no coração de todos. Foi exatamente o ocorrido pois as doações ultrapassaram em muito o limite necessário. Nesta Parashá, a palavra coração ( lev ), Lamed e beit tem números 30 e 2 ,somados da 32 e aparecem 5 vezes nos versos , resultando num número 5X 32 = 160, é a mesma de Ets ( árvore ). Os nossos mestres explicam que as almas de Israel se originam de Ets Chaim ( árvore da vida ). No entanto existe a outra árvore, Ets daat ( árvore do conhecimento do bem e do mal ), mas o Povo de Israel é avisado para se manter ligado somente na Ets Chaim ( árvore da vida ). Lembrando que está escrito na Torá da “árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás, pois no dia em que dela comeres, morrerá “, está no Gênesis 2.17.

    A Terra estava impura devido á profanação do serpente Nachash e no episódio da outorga da Torá no Monte Sinai, houve uma iluminação tão intensa que o Povo teria alcançado a Redenção naquele momento se não tivesse ocorrido o pecado do bezerro de ouro e muitos morreram devido ao episódio, a impureza ( zehuma ) espiritual do serpente, do Nachash, teria sido expurgada do povo e a Redenção final aconteceria. Agora a Redenção ficou para a vinda do Mashiach, que seja em breve, amém.

    Achei interessante a guematria muito conhecida da Torá onde a palavra Mashiach que é O Redentor, tem o mesmo valor da palavra Nachash ( serpente ) de 358, seria como dois opostos da mesma moeda, o Bem e o mal, então a força contrária ao Mashiach é o Samech Mem (Satan ), Nachash ( serpente ). Essa semelhança no meu entender, conforme a “maquiagem “que vier o serpente, poderá trazer perante ás pessoas menos preparada espiritualmente, uma dificuldade de reconhecer o verdadeiro Mashiach e terminar seguindo o caminho do Mal. Entretanto um coração inspirado e focado em Hashem, atos de caridade, retificação do caráter, são mudanças necessárias para incrementar o coração daquele que dificilmente será enganado.

    Tudo de bom, Francisco Sousa

  5. Shalom Rabino Avraham, com a permissão do senhor desejo publicar algum entendimento que me ocorreu ao estudar esta aula do terceiro livro da Torá.

    O Senhor traz grandes revelações místicas contidas na Torá, em especial sobre o verso: “E Ele Hashem, chamou a Moises e falou-lhe da tenda a união dizendo” isso é Vayicrá (Levíticos 1.1), nos ensinando através de guematria a parte oculta da Torá, e desta forma é possível contemplar o mínimo de sua infinitude, Graças a D-us.

    Entendo em minha limitação porque o Mestre trabalha tanto este assunto “preparar o recipiente” de cada aluno, pois o Misericordioso proporciona iluminação suficiente para que cada recipiente em particular possa suportar e sobreviver, na busca por retificação realizada com amor e temor, crescimento em humildade, este recipiente tende a expandir, e desta forma suportar a Luz benevolente do Criador que deseja completar cada criatura para que então este mundo seja repleto de bênçãos reveladas e abundantes.

    “Lemor, para dizer/para falar, então Hashem queria falar com Moshê”. O Mestre demonstra espanto ao explicar que é incompreensível mesmo aos justos do Bnei Israel, vislumbrar a dimensão dos méritos de Moshê, para que Heshem o chamasse para conversar, falar face a face com Ele. Busco entender que a luminosidade da face de Moshê quando retornara da montanha, era como um recipiente completo de Luz, que iluminava a todos ao expressar as palavras que Hashemo ordenara para que o povo também recebesse a Luz em seus recipientes agora expandidos pelos atos bondosos, pelas doações e empenho na construção do Tabernáculo, que é considerado um grande recipiente aqui neste plano assim entendo.

    Em espanto percebo a extraordinária dedicação do Mestre em nos revelar os segredos ocultos na Torá através das inumes técnicas e formas de guematria, que obviamente exigem muito esforço e total dedicação a Obra do Criador, compreendo que este é o real esforço, força e coragem que o Mestre nos transmite, que devemos emular em algum grau, para que assim, com dignidade sejam então anotados os méritos de cada um aqui neste mundo e que eles sejam para o mundo vindouro.

    Muito obrigado por tudo grande Mestre, que Hashem continue Iluminando o Sr, abundantemente com Saúde, Paz e Sustento sempre.

    Edson Bertoldo

  6. Shalom caro Rabino Avraham e estudantes desta santa obra de Torá:

    Peço a licença para comentar sobre o presente shiur :

    Busco entender que guevurá é indispensável para a existência de todas as criaturas desse mundo e que todos os limites estabelecidos pela providência divina são santos, pois D-us dá a cada criatura o que é justo.
    O Mestre fala que 3 coisas (filhos, sustento e saúde)não dependem de mérito e são cuidados diretamente por D-us que as fornece por Sua grande misericórdia pelos seres humanos, por isso entendo que até os ímpios podem ter essas 3 coisas em abundância e não preciso e nem posso ter inveja deles por eles terem essas bênçãos, pois D-us é justo em todas as Suas obras, ainda que eu não entenda como funciona a lógica Divina.

    Apesar de eu não ter filhos e esposa, só o fato de ter sustento e saúde já é motivo de eu ser muito grato á D-us pois o Mestre fala em seus ensinos que para nossas vidas se tornarem bem mais difíceis D-us não precisa fazer nada, basta Ele deixar de fornecer uma de Suas bênçãos para tudo ficar pior, que D-us não permita, por isso entendo que sempre preciso ser grato por tudo que tenho sendo feliz com meu lote. Mas como o Mestre revela que até a questão dos filhos não depende de méritos, então busco entender que preciso clamar á D-us que por Sua grande misericórdia me conceda essa bênção.

    Incrivelmente só do primeiro verso do livro de Vayicrá o Mestre trouxe segredos profundos sobre os grandes méritos do Bnei Israel, revelando no estudo das guematriót os nomes de Hashem e de todos os pilares e patriarcas do Judaísmo. E entendo que mesmo uma pessoa das nações pode ser muito abençoada se honestamente observar as leis Noéticas se ligando à um justo do povo de Israel que por sua vez se apóia nos méritos desses santos patriarcas. Por isso busco ser muito grato á D-us por estar aqui estudando as obras do Mestre Rabino Avraham, me ligando a ele, para que em algum nível eu possa me tornar um recipiente maior da bondade divina, que D-us permita, tudo de bom à todos.

    Respeitosamente,
    Emerson.

  7. Shalom Rabino Avraham e amigos que estudam neste repositório santo de estudos de Torá. Permita-me um humilde comentário sobre esta aula.

    Em minha limitada compreensão aprendo com o Mestre que, os limites que estão ligados ao atributo de Guevurá, cuja origem está no atributo de Chessed, bondande, nos mostra claramente que tudo é concedido por Hashem na medida justa e melhor para cada recipiente, de acordo com sua capacidade, isto é, tudo para o nosso bem. Muitas vezes nós pedimos apenas no contexto pessoal, mas tudo é concedido por D-us no contexto do todo.

    Quando o Mestre nos mostra o relacionamento que Hashem tem com os Patriarcas do Povo Santo, aprendo quão grandiosos eram seus méritos, ao ponto de Hashem se comunicar diretamente com o maior de todos os profetas: Moshé. E isto foi passado de geração a geração para todos os outros patriarcas, mostrando a fidelidade e imutabilidade de Hashem.

    Fico pensando então sobre o mérito ainda que ínfimo, mas muito importante, é o que temos de aprender estes ensinamentos santos aqui neste espaço. O Rabino Avraham nos fala que o Mestre aparece quando o aluno está pronto. Realmente sou muito grato a Hashem por ter o Rabino Avraham como Mestre e isto me traz temor aos Céus para que continue a me retificar com sinceridade e respeito acerca da Torá em meu quinhão.

    Na aula do Mestre aprendemos que as únicas coisas que não dependem do Mérito são os filhos, a saúde e o sustento, e aqui vemos o quão bondoso é o Eterno em conceder todas estas coisas independente de mérito pois certamente muitos não o teriam. Porém aprendemos que todas as demais coisas são pelo Mérito, e importante é saber que o emular a D-us com atos de bondade com a intenção verdadeira nos trás méritos e bênçãos que muitas vezes se estendem até às nossas gerações futuras. Que possamos ter assimilação da instrução e do aprendizado necessários para transformar nossas ações e assim produzirmos crescimento espiritual para nós e para o mundo.

    Agradeço ao Rabino Avraham por estes ensinamentos e peço perdão por algum erro de escrita ou de entendimento aqui expostos.

    Shalom e tudo de bom.

    Respeitosamente,

    Robson Cleber Garcia da Silva

  8. Shalom Rabino Avraham,

    Permita-me Mestre realizar breves comentários sobre o presente shiur.

    Em uma breve aula é trazido elementos profundos recheados com bastante Guematriot. Trata-se de uma aula bastante profunda, em especial para aqueles que querem compreender os aspectos místicos contidos nesta parashat.

    Nela são abordados aspectos ligados a Guevurá, neste aspecto recomendo a aula “Decretado! E agora?” gravada em vídeo e que integra o antigo Projeto Conexões. Nela compreendemos como funcionam os decretos no plano celestial e temos maiores detalhes sobre como ocorre a relação entre a severidade e os méritos, elemento esse trazido no presente shiur. O aluno também poderá compreender com maior profundidade as três questões que não passam pelos decretos celestiais porque são tratadas diretamente por Hashém: Filhos, Vida e Morte e Parnassá (Sustento).

    Através do presente shiur podemos compreender melhor a bondade divina e entendermos da importância de estarmos constantemente ligados a Hashem para recebermos o fluxo divino de bençãos oriundos do Mestre do Universo. Aqui cabe a indicação de duas outras aulas, também do Projeto Conexões, “Expansão Cerebral – Parte 1” e “Expansão Cerebral – Parte 2”.

    Obrigado Mestre pela oportunidade de postar esse humilde comentário.

    Tudo de bom!

    Davi Niemann Ottoni

  9. Shalom Rabino Avraham e amigos. Peço permissão para comentar a aula presente.

    Graças a D-us por mais este ensinamento do Rabino Avraham a todos nós. É muito gratificante compreender que o atributo de guevurá – que significa o atributo de dar limite – uma das explicações para o dimensionamento de tudo que existe na criação – e, neste contexto, o dimensionamento da quantidade de chessed – bondade – pois todo limite é santo, como foi ensinado. Imagina se as águas do oceano não tivessem limites! Tudo estaria alagado. Mas aqui é importante entender que o limite pode ser mais amplo para aquele que tem méritos, ou seja, o espectro de bondade é mais amplo e para outros pode ser menor, mas isto é a forma melhor para aquele ou para o outro, porque Hashem sabe de todas as coisas e distribui Sua Luz da melhor forma e com o propósito certo para cada um, graças a D-us!

    Talvez o nosso desafio seja realmente através do estudo da Torá, que certamente nos aproximará de Hashem, amadurecer espiritualmente e compreender, aceitar que, tudo é para o Bem! Nós estamos aqui para um propósito que Hashem está no comando e que certamente se ficarmos focados na compreensão que o mundo secular tem, sempre estaremos insaciáveis ao nosso quinhão de bênçãos ou acharemos que mereceríamos mais. Mas graças a D-us temos aqui nesta aula uma compreensão de que tudo que recebemos é o que realmente precisamos para expressarmos aqui o propósito que Hashem tem para cada um. Eu particularmente agradeço a D-us por ter chegado até aqui e, ter a oportunidade de ter conhecido esta verdade B’H!

    Agradeço ao Rabino Avraham por mais este ensinamento e pela oportunidade de publicar este breve comentário.

    Shalom e tudo de bom!

    Respeitosamente,

    Robson Cleber Garcia da Silva

  10. Eu agradeço a oportunidade de estudar essa parashá, através do recipiente, através das palavras do sr. Rabino Avracham Chachamovits. Lendo a introdução do Chumash Vayicrá da Editora Maayanot, há um comentário, em que Rashi alude a forma de como D’us comunicou-se com Moshé: E Ele falou, Ele disse, Ele ordenou, sempre foi precedido por HaShem chamando Moshé pelo seu nome, pois chamar, keriah, é uma expressão de afeto.
    Algo que me impressiona é a demonstração de afeto de D’us aos seus servos, pois Ele é infinito, ilimitado e ainda assim, comunica-se com seus servos, chamando-os pelo nome.
    Eu agradeço a D’us, pois HaShem mesmo, nos mostrou que em todas as vezes em que ocorrem as manifestações de Seu atributo de Guevuráh, são na verdade demonstrações de Chessed neste mundo. Isto me lembrou do Rebe Zusha de Hanipoli, não consigo trazer a referencia de onde li, mas que ele dizia: Eu não tenho falta de nada. Para mim ainda falta iluminação no meu entendimento, para compreender como um Rebe, e graças a D’us, HaShem em sua misericórdia, me permite ver este ponto de correção.

    Quando o sr., Rabino Avracham, traz a luz, os nomes dos patriarcas, que estão ligados ao texto sagrado da Torah, pois HaShem assim o fez. Revela, que D’us Ele mesmo, bendito seja Seu Nome, através da centelha divina Dele, que dá ânimo e vida aos patriarcas, manifesta sua Torah neste mundo.

    Fiquei feliz também, quando o senhor, cita a questão do casamento, sobre a descida da alma a este mundo e da divisão feita entre feminino e masculino e da união novamente desta alma através do casamento. Eu louvo a Ti, D’us, pois entendo que o Senhor, HaShem, é o casamenteiro, bendito seja Seu Nome. Agradeço a D’us, pois Ele teve misericórdia de mim, e me concedeu uma esposa. Agradeço a D’us também pelas inúmeras alusões, que D’us Ele mesmo, fez com relação a mulher, como por exemplo, em que a Presença de D’us vem habitar no lar onde há uma esposa. Vemos claramente uma expressão de D’us amando ao seu povo.
    Nós que fomos semeados distantes, pois como está escrito em sua Torah: Devarim 28:64 ” E o Eterno te espalhará por todos os povos, desde uma extremidade da terra até a outra extremidade da terra; e servirás ali aos povos servidores de doutros deuses que não conhecestes tu nem teus pais: ao pau e à pedra.” Eu creio que HaShem, em sua bondade, apesar de ter mostrado severidade a estas almas, que D’us Ele mesmo, Bendito seja Seu Nome, lançou distante, e que caíram na idolatria, D’us, as encaminha de se unirem em laços de matrimônio e que no tempo certo, serão retornadas a D’us, segundo o seu propósito. Isto traz temor e tremor, pois, D’us nos livre da idolatria, e que este temor nos guie verdadeiramente no caminho de Torah. Esquecemos, muitas vezes, que D’us, É Rei e Justo e Fiel em todos os Seus Caminhos, perfeito e correto em todos os seus juízos, somente fortalece a ideia que devemos servi-lo com amor e temor. Devemos buscar os melhores insights e retificar as nossas vidas.

    Somente pelo fato de “sair do mundo” e alcançar esse nível de Torah que temos, cada um no seu nível neste momento, redundará em bênçãos espirituais a nós, aos nossos filhos – a descendência futura e a ascendência nossa, pois alcançaram de HaShem a abundante graça de gerar alguém ou uma linhagem que busca estar alinhada com a Torah. E que sejamos como o Patriarca Avracham, questionando a idolatria e sendo encontrado pelo criador para orientar-nos, no caminho de teshuva. E que não sejamos estáticos, mas que caminhemos para Yerushalayim, seja qual for o extremo desta terra em que fomos lançados.

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