6 pensamentos sobre “KI TISSÁ: “SITIADO”

  1. Shalom Rabi Avraham e amigos. Peço permissão ao Rabi para expor um humilde entendimento sobre a presente aula.

    Nesta aula um dos pontos que entendi ser fundamental é o de não sermos ignorantes com relação ao mal, ao outro lado e nossas más inclinações. Impressionante que o Satan orquestrou todo o episódio do ato de idolatria ao bezerro de ouro utilizando o erev rav, o povo que saiu juntamente com o B’nei Israel do Egito, em um ato de oportunismo e que veio trazer um momento dramático e extremamente perverso, a ponto de Aharon não ter percebido e protegido da ação dos líderes feiticeiros desse povo. E disso veio uma série de transgressões, como a rebeldia, a explosão de sentimento de “liberdade” ( na verdade escravidão do pecado) com todo tipo de transgressões sexuais, nudez, enfim, tudo que vitaliza o mal que D-us não permita.

    Assim trago dessa aula, uma referência para ser cuidadoso em todo pensamento, fala e ações, pois no teatro da vida muitas são as armadilhas, pois como é citado na aula “Os iníquos fazem um cerco aos íntegros para que a justiça saia pervertida” Habacuque 1:4, no sentido de que, nossas decisões do pensar, falar e agir possam ser equivocados por desconhecimento do negativo e assim abrindo as brechas para raciocínios emocionais que tendem a fazer com que as decisões estejam em desacordo com a Vontade de Hashem, que D-us não permita.

    Baruch Hashem temos a vasta obra do Rabi Avraham, que bondosamente e generosamente nos concede, onde temos muitos esclarecimentos sobre estes assuntos. Um dos pilares dessa obra é o livro “Cuidado sua alma pode estar em perigo”, onde o Rav aborda como essas forças negativas espreitam e cercam os íntegros e todo aquele que tem o desejo no coração de se retificar, de retornar para uma vida santificada. Mais ainda, como essas forças se alimentam de todo e qualquer ser humano através de suas vidas seculares divorciadas de D-us, a despeito do não conhecimento dessas pessoas sobre isso; enfim a ignorância não protege ninguém desse fato, muito pelo contrário.

    Finalizando, fica o alerta que é dado pelo Mestre no final da aula, para reflexão de cada um: “Só me resta dizer: é tempo de acordar e buscar viver uma vida digna e reta com a ajuda de Hashem” Rabindo Avraham Chachamovits.

    Agradeço ao Rabi Avraham o aprendizado e a oportunidade de comentar esta aula tão importante. Peço perdão por qualquer equívoco neste entendimento.

    Shalom. Tudo de bom.

    Respeitosamente,
    Robson Cleber Garcia da Silva.

  2. Shalom caro Rabino Avraham e estudantes do Beit Arizal,

    Peço respeitosamente a licença para comentar este shiur:

    Neste shiur com preciosas lições busco entender que o mal busca se nutrir através do bem corrompendo – o, por isso o Érev Rav situou Aharon, o segundo homem mais importante da nação Judaica. No livro “Cuidado Sua Alma Pode Estar Em Perigo”(na pág. 48) o Mestre explica que foi um erro Moshé ter trazido o Érev Rav do Egito, e neste presente shiur vejo quão desastrosa foi essa decisão que contribuiu muito para o atraso da redenção. Desta forma entendo que é um grande objetivo das forças negativas levar os justos a se corromperem em suas decisões.

    Entendo que uma vez que eu decida firmemente evitar uma transgressão, depois de um tempo o mal pode me surpreender com um teste que vai mostrar para mim mesmo se minha decisão está em pé ou não, por isso entendo que os testes ajudam a desmascarar as pessoas, digo isso por experiência própria, pois tive que passar por testes e momentos difíceis para descobrir certas fraquezas que eu não sabia que tinha.

    O Mestre cita várias táticas que o mal usa para dominar a consciência das pessoas, entre elas o grito de liberdade que busca romper todas as cercas morais da Torá que os ímpios dizem que restringem a felicidade humana, e hoje as leis das nações estão sendo cada vez mais pervertidas para trazer mais “liberdade” aumentando as severidades no mundo, que D-us tenha misericórdia. Por isso através do Érev Rav houve o pecado do bezerro de ouro e as transgressões sexuais, mostrando a grande rebeldia que havia neles mesmo depois de terem saído do Egito e presenciado as obras milagrosas de D-us. Isso me leva a refletir sobre o cuidado que o Mestre tem para não aceitar qualquer pessoa para integrar nossa pequena comunidade Noética, pois se a pessoa não busca de verdade se retificar, mesmo que a ela seja dada o privilégio de estudar essas obras santas de Torá, ela corre ainda o risco de corromper uma fonte santa( assunto do shiur “A Muralha”)que D-us não permita. Com isso busco entender a grande responsabilidade que é estar aqui estudando com o Mestre.

    Se até gigantes espirituais como Moshé e Aharon falharam imagine um pecador cheio de limitações como eu, quão mais sujeito a falhas não estou? Que D-us me ajude a ser mais humilde para retificar o que ainda não retifiquei. Agradeço à D-us e ao Mestre por essas lições iluminadas, tudo de bom!

    Respeitosamente,
    Emerson.

  3. Shalom Rabino Avraham e amigos. Peço permissão para postar um humilde comentário sobre este shiur.

    Um dos assuntos que me chama muita atenção neste estudo é a advertência do Rabino Avraham sobre o a necessidade de não sermos ingênuos sobre as forças do mal e suas estratégias. É impressionante nesta Parashá como Aharon, um homem de grande estatura espiritual, pôde ser ingênuo no episódio em que o erevev hav, influenciados pelo anjo do mal, se rebelaram com a demora do retorno de Moshé e exigiram a confeção de um ídolo a Aharon; este então solicitou que trouxessem o ouro para fundir e fazer o bezerro, e houve a quebra dos aros de ouro das orelhas de quem participou e, os representantes do erev hav estavam fazendo magia ao entregar o ouro nas mãos de Aharon que pegou este ouro e acabou contribuindo para a realização da magia desses rebeldes que fez o povo pecar gravemente.

    Reflito então diante dessa situação que, o mal realmente cerca os íntegros como diz a Torá, para justamente caso encontre oportunidade, leve à morte, que o Mestre ensina ser uma queda de consciência espiritual. Em meu humilde entendimento a influência do mal realmente é muito perigosa, não se pode desprezar este perigo e para não sermos ingênuos devemos estudar e muito as aulas de Torá como esta que temos aqui Graças a D-us. Quantas pessoas não tomam cuidado mesmo o ouvir de algumas pessoas falarem palavras ou expressões populares que podem evocar entidades malígnas, ou de repente achar que não corre perigo por estarem longe do local de uma passeata de orgulho isso ou aquilo. Uma lição fica para mim é se afastar de tudo que seja antagônico à Torá, pois nunca se deve desprezar a astúcia da sitra achra que só quer levar as pessoas a serem influenciadas pelas forças do mal através de seus inúmeros agentes.

    Agradeço ao Rabino Avraham por este ensino muito útil para lidar com as armadilhas existentes neste mundo secular.

    Peço desculpas por algum erro de compreensão ou escrita neste breve comentário.

    Shalom e tudo de bom.

    Respeitosamente,
    Robson Cleber Garcia da Silva

  4. Shalom Rabino Avraham Chachamovits!

    Permita-me Mestre tecer breves comentários sobre o presente shiur.

    A aula traz o episódio onde o povo incita Arão para que “[…] levanta-te e faz-nos deuses diante de nós[…]” como aparece em Shêmot 32:1. Isso leva ao povo de Israel a uma queda de consciência, aspecto esse que equivale, através da interpretação profunda e mística da Torá, à morte. Constantemente aqueles que buscam uma comunhão mais profunda com Hashem e o consequente alinhamento com a Torá são levados a satisfazer o desejo do mal por forças espirituais negativas que precisam te tal queda da consciência para se fortalecerem.

    Recomendo a todos aqueles que quiserem compreender com mais profundidade o presente shiur que assistam a aula em vídeo do Projeto Conexões “Cérebro Expandido – Parte 1”. Nesta aula o Mestre explica como a queda de Adam levou a uma restrição de consciência de todo o mundo e que o trabalho que temos é o de nos alinharmos à Torá para que não simplesmente voltemos ao Mohin d’Gadlut, de cérebros expandidos,mas sim a uma consciência maior do que a vivida na época de Adam e Chava.

    O que temos portanto é uma parashat que exalta a importância de termos uma vida reta e digna para que possamos trazer a época do único e verdadeiro Mashiah.

    Obrigado pela oportunidade Mestre.

    Tudo de bom!

    Davi Niemann Ottoni

  5. Shalom Rabino Avraham e amigos que estudam neste site santo. Permita-me elaborar um breve comentário sobre esta aula.

    Um fato que muito chamou minha atenção nesta aula é a necessidade de obedecer às ordenanças de Hashem em nossas vidas, ou seja, o cumprimento de nossas Mitzvot, das ordenanças de D-us em nossas vidas. Ficou claro que, o fato de Moshé ter permitido algo que Hashem aconselhou a não fazer, ou seja, a proibição da companhia do Erev Rav – um povo que não era o judeu – aos B’nei Israel ao sair do Egito, trouxe um prejuízo grande no processo da redenção e da entrada do Povo Judeu na Terra Prometida. Isso inclusive proporcionou a ação do lado negativo em alterar a percepção das pessoas trazendo um sofisma de que Moshé, quando de sua ida ao topo do Monte, demorando a retornar – havia morrido e que, portanto, necessitavam de um novo deus para adorar (idolatria). Tudo isso culminou com a ação de magos oriundos do Erev Rav que acabaram até, sitiando a Aharon – sumo sacerdote do Povo Judeu e irmão de Moshé – de grande estatura espiritual, a descuidar-se quanto às estratagemas das magias empregadas por aqueles homens (agentes do Mal) que conseguiram convencer a fundir um ídolo de ouro com a contribuição do povo e que trouxe em seguida várias transgressões graves como atos de arayot – relações sexuais proibidas – etc.

    Fico pensando então, quanto mais nós, meros e humildes, pequeníssimos ou nada que somos, por assim dizer, deveríamos nos atentar para nossa desobediência, negligência, falta de zelo para com nossa vida de estudo de Torá! Será que temos obedecido às ordenanças de Hashem em nossas vidas? Será que temos sido zelosos com o que D-us quer de nós ( B’nei Israel e B’nei Nôah)? Será que temos evitado a companhia de pessoas que possam levar as nossas ações a contribuir para atos de idolatria? Será que muitas de nossas dificuldades não vêm desse descuido? Ficam aqui inúmeras reflexões que fiz a mim mesmo. E, sendo assim, esta aula foi muito importante para que eu fizesse uma avaliação de minha própria conduta, pedindo a D-us que ilumine a mim e a todos que desejam ter uma conexão com Hashem, a não se descuidar em sua vida espiritual, em termos sempre a consciência de que Hashem está à nossa direita e que portanto deveríamos estar mais atentos aos nossos pensamentos, sentimentos e ações.

    Agradeço ao Rabino Avraham por mais esta oportunidade de estudar esta aula e por permitir publicar este comentário.

    Tudo de bom.

    Respeitosamente,

    Robson Cleber Garcia da Silva

  6. Com a permissão do Sr Rabino, gostaria de compartilhar este comentário.
    Tenho dificuldade em entender e aceitar a queda porque em minha ansiedade quero a subida vertiginosa, como se tivesse estofo para isso!!!
    Mas a queda Se faz, queira ou não. Adam caiu. E assim foi, penso, porque Hashem tudo governa e nada acontece que não seja de Sua Vontade.
    Do mesmo modo, Aaron caiu por amor a Israel e Moshe foi exilado da terra prometida. Basta, disse-lhe Hashem.
    Quedas, ciclos. A expansão do limitado não pode ser infinita. A infinitude pertence ao Rei e Ele faz o Seu reinado.
    Como a águia cuida de seu ninho, ora perto, ora longe, nunca tocando, a expansão traz a queda, para novo ciclo de expansão e novas quedas.
    Um movimento ascendente, outro descendente. Nós vemos como ocorrências sucessivos no tempo
    Mas Hashem não tem tempo. Ele é um. É nossa limitação que necessita ver em etapas.
    Dói. Traz sofrimento. Mas nos estimula a ser fortes e reiniciar o caminho.
    Que Hashem tenha misericórdia e nos reconduza sempre em busca d:Ele.
    Shalom
    Rubens

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