2 pensamentos sobre “VAYIGASH: “OLHO VIVO”

  1. Shalom rabino Avraham e estudante deste portal de Torá,

    Permita me rabino expressar em algumas linhas os entendimentos que me foi possível ao estudar esta aula iluminada para quem deseja compreender de fato a necessidade do cuidar dos olhos.

    O senhor nos ensina extensivamente em toda a obra, sobre “por cercas em nossos portões”, sendo estes, olhos, ouvidos e boca. Aqui temos os olhos como orifícios onde é permitido a captação de imagens externas para que o homem possa então desenvolver sua vida e compreender ainda mais que Hashem é O Todo, e tudo contem uma fagulha Divina que o identifica, formando assim as imagens que temos condições de captar.

    Compreendo que temos o direito de livre arbítrio e podemos optar pelo desejo de olhar ou não etc, porem este olhar tem “preço” que aqui é ensinado que um “justo jamais olha para algo inapropriado para ele” compreendo que isso é um outro nível de viver a vida e colher/receber as bênçãos que bondosamente são oferecidas aos que cuidam dos olhos, não fitando coisas que normalmente são usadas pelo lado do mal para rebaixar o temor pelo pecado (D-us nunca permita) e assim aumentar o caos no mundo.

    Yosef desejou fitar seu irmão (Beniamin) igualmente justo com o intuito de cuidá-lo como descreve o verso do Bereshit 44.21, assim ele direcionaria seu olhar a alguém com nível espiritual elevado, então as imagens que permaneceriam em sua mente seria de algo santo e certamente trariam maior compreensão do Criador (Bendito seja Ele).

    Obrigado bondoso mestre, eternamente grato por tantos ensinamentos que tento retransmitir aos de minha casa.

    Respeitosamente,
    Edson Bertoldo.

  2. Shalom caro Rabino Avraham e amigos deste site iluminado de Torá,

    Peço a licença para comentar sobre o presente shiur:

    Neste shiur busco refletir sobre a séria responsabilidade espiritual do uso dos olhos em nossa realidade física, pois através do olhar existe o poder de estabelecer pacto e idolatrar a coisa ou a pessoa que olhamos, que D-us não permita. Como um aspirante à noético sei que não posso usar meus olhos pra ver algo impróprio e depois usar esses mesmos olhos pra estudar Torá, que D-us não permita essa incoerência absurda que só fortalece a sitra áchra.

    O Mestre chama a atenção especial dos homens em particular aqui ao explicar a gravidade que existe no ato de olhar mulheres proibidas, um problema muito sério nesta sociedade na qual vivemos, tento na minha limitação fazer todo o esforço, ao andar na rua até busco sempre que possível mudar de calçada quando avisto a certa distância uma mulher sem recato vindo em minha direção, pois como essa transgressão pode levar à emissão do sêmen em vão, algo gravíssimo, então vejo que todo o esforço é muito válido para fugir desses males. O Mestre explica que leva anos para se alcançar a retificação e um estado de pureza para se livrar dessas transgressões, mas percebo que ao estudar esses assuntos com temor à D-us, Ele vai me ajudando a ter mais força para vencer e repugnar essas tentações, que D-us permita. Sou grato á D-us e ao Mestre por essas lições vitais para a retidão, tudo de bom!

    Respeitosamente, Emerson

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