LUTANDO CONTRA APATIA

Nesta intensa aula de pertinência extraordinária para todos que buscam crescimento espiritual, o Rabino Avraham Chachamovits traz insights profundos sobre a iêtser hará (“a má inclinação do homem”). Somente através da identificação deste inimigo interior que anestesia a pessoa, deixando-a insensível e apática a D-us, pode-se evoluir espiritualmente. E nesta aula, vários aspectos desta luta tão difícil são revelados. E é através deste trabalho espiritual que a será apressada a vinda do verdadeiro Mashiach, muito em breve amém.

Gravado em 15 de Elul 5770 (24/08/2010)

tzedakah

5 pensamentos sobre “LUTANDO CONTRA APATIA

  1. Shalom Rabino Avraham,

    Esta aula fundamental resume perfeitamente a luta travada no interior da maioria do seres humanos, por um lado uma falta de algo que precisa ser preenchido, na maioria das vezes se faz sentir de forma latente e até ser percebida de maneira mais forte e entendida leva tempo, isto se a pessoa for abençoada por D-us encontrando um mestre que entenda destes assuntos.

    Mas creio que apenas entender não basta, pois existe o outro lado, que como explicado anestesia a pessoa, e a força de vontade para sair da zona de conforto e enfrentar o novo desafio é drenada e esvai-se, fazendo com que uma postura arredia seja adotada. Como o senhor explica no livro “Cuidado! Sua alma pode estar em perigo.”, quando uma pessoa está desalinhada, se defronte a algo iluminado sente medo e desconforto, como se a ela fosse apresentada a escuridão.

    É nítido que apenas não fazer o mal, como normalmente definido nas convenções sociais e na lei, é insuficiente para sentir que se está vivendo de verdade e usando todo o potencial mental e emocional que nos é oferecido, e como também descrito no livro, com essa desiluminação e desequilíbrio do altar dourado, que rege a conexão entre chochmá e biná, surgem várias severidades na vida, principalmente no campo do pensamento e daí se refletem até o domínio das ações.

    O senhor explica na aula que é necessário estudar muito e dar um salto de fé, mas hoje em dia com a desestruturação da vida judaica, e a superficialidade com que a chamada vivência judaica é tratada, ocorre que a tarefa é muito solitária. Eu percebo que a maioria das pessoas, e creio ser compreensível, ao se deparar com um novo ambiente e realidade de vida, se conseguirem encontrar pares que tenham afinidade e sensibilidade, mesmo com todas as dificuldades conseguirão lograr êxito. Mas se ao tentarem se retificar, e depararem-se com um ambiente indiferente ou mecânico na observância e pobre de sensibilidade, mesmo com toda a informação disponível a chance de desistência é grande.

    Um problema central no meu ver é que o judaísmo, assim como todas as coisas de valor na vida, quanto mais básico o nível mais difícil é pela desproporção de fatores contrários em relação a tudo o que seja a favor. Creio que com o tempo e quando se conseguir sentir mais a espiritualidade as coisas tendem a engrenar, assim espero.

    Por outro lado na minha opinião, uma forma de pensar que funciona bastante é a questão do tempo, pois se não agora quando? Mas mesmo assim é possível postergar as coisas, principalmente vivendo no Brasil onde é difícil não se contaminar pelo clima. E as aulas do senhor, as quais envolvem conhecimentos de dificílimo acesso e que dão colorido e energia a Torá, são o melhor remédio para os desafios atuais.

    Tenho escrito pouco, mas vou escrever mais. Caso o senhor possa gostaria de conversar com o senhor semana que vem, se D-us quiser.

    Desejo saúde e felicidades ao senhor.

    Shabat Shalom e Chag Sameach, Moshe

  2. Shalom Mestre
    Boa Tarde!

    Hoje ao estudar mais uma aula profunda do Mestre ” Lutando contra a apatia”, fiquei refletindo no quão tola fui ao passar minha vida toda “achando” que estava lutando contra o inimigo, quando na verdade ele sempre esteve dentro de mim, nas minhas vontades, nos desejos enfim.
    E mesmo sem saber fui aos poucos com muita dificuldade deixando para tras tudo aquilo que me trazia prazer.

    Esta aula tão esclarecedora do Mestre mostrou-me o quanto o ser humano vive na superficialidade, correndo de um lado a outro em busca da materialidade, de seus desejos imorais e isso era algo que me incomodava profundamente, porque não era esse o meu desejo, algo dentro de mim sentia necessidade de estar em outros lugares e fazer outras coisas que não aquelas, mas como o Mestre citou o ” amor próprio” estava sempre me dizendo que eu era uma pessoa boa e que não havia nada de mal com a minha ignorância de por exemplo acreditar em idolatrias.

    Hoje vivo em constante alerta, passo todo o tempo refletindo a cerca de como estar sempre ligada a D-us, de caminhar em retidão e ser exemplo para meus filhos, fico a todo instante pensando se estou realmente cumprindo minha missão corretamente, de como mãe educar minha filha de acordo as Leis de D-us (as 7 Leis), se não sou bondosa demais, se estou agradando a D-us com minhas ações tanto dentro como fora do Lar.

    As aulas, os ensinamentos do Mestre estão a todo tempo em minha mente mostrando me como agir, e quando percebo que errei em algo seja em casa com o esposo por alguma discussão de casal ou na educação da minha filha quando não a puno como deveria, me sinto frustada, derrotada, e percebo em minha ignorância o quanto necessito crescer espiritualmente, e busco me alinhar ainda mais pois sei que trata se de uma tarefa árdua e que exige esforço e dedicação.

    “Como devo eu me comportar neste mundo hostil a D-us”.

    Essa é a pergunta que não sai da minha cabeça, ao andar nas ruas, ao falar com as pessoas, ao lidar com a família esposo e filha enfim, e essa aula tão profunda do Mestre veio justamente em um momento em que eu mais necessito identificar os meus erros para então caminhar de acordo com aquilo que tenho aprendido e poder de fato viver tudo isso, me afastar do mal, do meu mal, como diz o Mestre da minha má inclinação daquilo que tenta nos afastar de Hashem Que D-us nos livre. Viver de fato uma vida reta e digna e em conformidade com as Leis de D-us.

    Sou grata a D-us Mestre por ter nos guiado até aqui, até os ensinamentos do Mestre e a tudo que dia pós dia vamos aprendendo.
    Obrigada por mais esta rica aula.
    Desejo que Hashem conceda ao Mestre uma linda Tarde de Paz e saúde.
    Shalom
    Tudo de bom.
    Respeitosamente,

    Wiviane Morgado

  3. Shalom Rabi Avraham, senti uma vergonha aguda de mim queimando em meu peito como se estivesse em julgamento e a voz de Hashem estivesse indicando toda a futilidade e baixeza de minhas ações.

  4. Shalom Mestre,faz um ano que descobri este caminho e esta aula é uma das que ouvir mais de uma vez pois o aprendizado é arduo e o ego enorme.Vejo que este sentimento é mais comum do eu imaginava pois tudo no meu entorno conspira contra minha retificaçao.Ainda estou na fase de rebaixamento e separaçao,o que é muito difícil,mas,Baruch Hashem tenho o Senhor Rabino para puxar minha orelha e quando escorrego ouço no meu subconsciente “cuidado! sua alma pode está em perigo”que D-us me livre..Shalom e tudo de bom.

AVISO: COMENTÁRIOS NÃO SERÃO RESPONDIDOS

Faça o login usando um destes métodos para comentar:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s