6 pensamentos sobre “KI TAVÔ 5771

  1. Shalom Rabino Avraham e amigos,

    Peço a licença para o comentário :

    Entendo que a fala é um poder extraordinário, pois como é dito em Provérbios 18:21 “A vida é a morte estão sob o poder da língua “. Sem dúvida um dos membros do corpo que o homem mais profana é a sua língua. Na Torá aprendemos que a lashon hará é um dos piores pecados, sendo “mais sério do que o assassinato” ( https://beitarizal.org.br/category/guarde-sua-lingua/). Sendo assim o mal uso da língua provoca divisão entre as pessoas o que destrói a paz no mundo, D-us nos livre.

    Por isso de acordo com a história Chassídica que o mestre contou no shiur entendo que se a pessoa não sabe falar com retidão que pelo menos ela pare de falar o errado começando assim a retificar seu modo de comunicação. E como o silêncio é uma cerca para a sabedoria certamente com o tempo e o esforço a pessoa também aprenderá a falar com retidão e sabedoria se D-us quiser.

    E como disse o mestre, a paz é o recipiente de bênçãos de D-us e só com a fala retificada pode existir paz. Por isso entendo a necessidade de perseguir a paz, fugindo de toda a comunicação negativa. E como ensina o mestre ” As bênçãos de Hashém são preciosas. Se Ele retirasse QUALQUER grau de Suas bênçãos, D-us nos livre, as coisas ficariam bem mais difíceis ” Cabalá Twitter. Shalom!

    Tudo de bom!
    Emerson

  2. Shalom Mestre,

    Eu fiquei impactado com a mensagem dessa aula. O shiur trata sobre a importância do cuidado com a fala, um dos aspectos mais importantes na vida de uma pessoa. Devemos fugir dos hábitos de falas mundanas, lashon hara e afins, isso afasta completamente a Shechina da vida da pessoa e atrapalha o fluxo de bençãos para si e os seus.
    Devemos buscar sempre palavras corretas, bondosas e de coração e parar de falar palavras erradas. “o silêncio é uma cerca para a sabedoria” dizem os sábios.
    É fundamental ter paz em casa, na vida pois somente assim permitirmos o fluxo de bençãos e atingimos isso somente com a sabedoria na nossa fala para evitar dissabores.
    Desde que eu pude compreender esses conceitos judaicos elementares sobre a importância da fala, muita coisa mudou para melhor na minha vida mas reconheço que devo estar sempre vigilante pois é muito fácil cair e regredir.

    Agradeço muito por essa aula.

    Tudo de bom.

    Thiago

  3. Shalom Rabino Avraham. Permita-me expor um humilde comentário acerca dessa aula pilar que discorre como comportar-se corretamente no uso da fala afim de nos tornarmos agentes colaboradores da disseminação da Luz Divina no mundo.

    O Mestre nos ensina sobre este assunto usando como pano de fundo um Passuk –verso – do profeta Malaquias. Fiquei impressionado com o desmistificar nos aclarando diretamente que “estando a Torá na boca da pessoa, a impiedade não terá lugar em seus lábios e, consequentemente, D-us andará em paz com ela”, muito profundo e prático; ou seja, quanto mais a pessoa estudar a Torá e tiver ela atrelada à sua boca ( ao seu poder de fala que é uma das vestimentas da alma) a impiedade não terá lugar nessa pessoa; e a Presença Divina estará presente: “ele andará comigo em paz e em retidão” e assim a paz e as bênçãos de que tanto necessitamos ( sustento, saúde, sabedoria, etc) repousarão sobre nós e também sobre o mundo.

    O Mestre nos exemplifica ainda mais como isso ocorre na prática: “ Hashem está próximo daquele que não usa sua boca para difamar, blasfemar, falar coisas negativas, promover contenda, brigas, etc, etc”. Portanto, aprendi que o andar retificado e correto deve ser norteado no aprendizado da Torá, da Lei de D-us, que nos fará andar com Ele, com paz, porque passaremos a nos expressar através da fala retificada, com o uso palavras edificantes, doces, colocadas cuidadosamente, de forma honesta e verdadeira, ou seja, como um agente do Bem que colabora para trazer a Luz, ou como o Rabino também nos ensina: trazendo as bênçãos que provêm da Presença Divina para o mundo e também para si e aos seus. Muito importante aprender isso.

    Agradeço mais uma vez por esse ensinamento fundamental do Rabino Avraham e peço desculpas por algum equívoco de entendimento ou escrita de minha parte.

    Shalom e tudo de bom.

    Respeitosamente,

    Robson Cleber

  4. Shalom Rabino Avraham,

    Permita-me Mestre realizar um breve comentário sobre o presente shiur.

    Na aula o Mestre ressalta a importância da fala e de como devemos ter cuidado com o que sai de nossa boca. Tal preocupação já foi abordada em outras aulas dentre as quais recomendo a “Redenção da Fala” do Projeto Conexões. De fato devemos ter recato com o que falamos pois a mesma boca que usamos para proferir palavras inadequadas será a que utilizaremos para falar coisas santas quando nos relacionamos com Hashém.

    Devemos buscar o adequado uso da fala e cuidado com o que sai da nossa boca por essa razão. Trata-se de um propósito que deve ser buscado na vida da pessoa e de um trabalho que não é fácil. Daí a expressão trazida em aula pelo Mestre: “O silêncio é uma cerca para a sabedoria.” Uma frase muito recitada pelos nossos sábios. Da mesma forma o Talmud traz: “A fala vale uma moeda, mas o silêncio vale duas.”

    Isso revela o trabalho constante que temos que ter com aquilo que sai da nossa boca e de como devemos utilizar com esmero o poder que ela tem.

    Agradeço a oportunidade pelo comentário.

    Tudo de bom,

    Davi Niemann Ottoni

  5. Shalom Rabino Avraham
    Peço licença para humildemente expor um minimo comentário do que compreendi acerca da parashá Ki Tavô.
    Nesse shiur o Mestre nos impacta acerca da importancia da fala e de como que, através dela interagimos e podemos impactar a tudo e todos. Na minha limitada compreensão entendi que esse tão importante órgão muscular pode e leva milhões senão bilhões de pessoas a fazer totalmente o oposto a Kedushá ou seja a cometer a Lashon Hará (Maledicêndia).
    Compreendo, ainda que minimamente que através da fala que se tem alcança muitos poderes, através dela se sela a paz, ou se constituem guerras, através dela é que me expresso com o próximo e tudo tem implicões e devo ter todo o cuidado, pois se o indivíduo não sabe falar com a retidão necessária, então que pelo menos essa pessoa pare de falar o errado,
    Manter-me sempre alerta acerca do cuidado e temor que sempre devo ter com as questões de fala, e o ótimo e saudável hábito de abençoar e falar de bem com as minhas palavras.
    Finalizo, expressando minha gratidão ao Amado Mestre por profundos ensinamentos acerca deste tema tão complexo, e presente em nossas vidas, por me fazer compreender que é através da fala que eu crio e ou destruo mundos e anjos, então sou o único responsável, e devo sempre me manter alerta e tomar o devido cuidado.

    Gratidão Mestre
    Minimamente
    Fabricio Capelletti

  6. Shalom, rabino!

    Permita-me expor um breve comentário.

    Ouvi a aula no sábado e anotei alguns comentários. No domingo ouvi novamente e pontuei outros comentários. Na segunda idem. Em suma, o que quero dizer é que as água de ontem não são as mesmas de hoje. De outra forma, como o senhor tanto afirma: “a Torá é infinita! São inúmeras conexões”.

    Nesse sentido, de forma prática, ao invés do uso da boca para externalizar tolices, o melhor é usar a “boca” para beber dessas águas que se renovam a cada dia, ou seja, internalizar a sabedoria infinita da Torá.

    Muito obrigado por esse shiur.

    Tudo de bom.

    Gustavo

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