OR HOZER – CABALÁ E PSICOLOGIA 9

Nesta aula de extensão do curso Or Hozer, o Rabino Avraham Chachamovits explica que para caminhar de modo reto neste mundo, é preciso entender que o santo não pode se misturar com o profano, que é o mau potencial. Para lidar com isso tanto no âmbito pessoal como no mundo, a pessoa precisa estar ancorada no bem maior, na Torá. Também é vital que ela se ligue à comunidade, pois se esta está focada no serviço a D-us, ela também se torna uma âncora para pessoa, e as batalhas espirituais terão outro significado e força. Além disso, a aula trata do viver a vida com consciência, o restabelecer de fluxos espirituais e psicológicos para a boa saúde, entre vários outros temas profundos e brilhantes. Por fim, ela aborda de modo comparativo a psicologia laica e a da Torá. Uma intensa aula que generosamente adentra conceitos místicos para que o ouvinte possa continuar seu caminho de retificação, que é o caminho do único e verdadeiro Mashiach, quem virá para curar a humanidade em breve, amém.

tzedakah

11 pensamentos sobre “OR HOZER – CABALÁ E PSICOLOGIA 9

  1. Shalom Mestre,

    Aprendi nesta aula que o bem e mal não podem ocupar o mesmo espaço
    Foi trazido o exemplo dos 4 sábios os quais cada um focou em algo, um se focou no misticismo e se desprendeu do grau físico, outro se focou nos aspectos da criação e enlouqueceu, outro se focou no mal e se tornou herege, e o Rabino Akkiva foi o mais sábio de todos pois buscou o equilíbrio, se focou no bem buscando extrair a luz de cada situação. Aprendo desta situação que devemos extrair sempre o melhor das situações inclusive as dificeis.
    Surpreendente quando mesmo em um momento de extrema dor, o Rabbi Akiva ainda sim se focou no espiritual, recitando o Shema.
    Outro ponto importante abordado nessa aula foi sobre a questão de comunidade e a importância de estarmos ligados, a comunidade nos une e fortalece para lidar com os desafios da vida. Torna-se uma âncora pra que possamos crescer e lidar com as questões difíceis da vida. Se estamos isolados temos menos força pra lidar com as dificuldades. a comunidade força a gente se manter ligado naquilo que deve ser o nosso foco que é Hashem.

    atenciosamente

    Thiago

  2. Shalom Rabino Avraham e amigos da comunidade,

    Peço permissão para expor meu mínimo entendimento acerca desta aula.

    Em mais esta aula da série o Mestre nos revela que onde existe o mal não pode haver a Luz de D’us, algo que parece óbvio mas que infelizmente devido a grande “mistura” religiosa existente nas nações acaba se tornando uma constante e conforme a explicação do Rabino toda essa mistura começou no Éden depois do pecado de Adão. A nossa ligação com D’us e consequentemente com o lado do Bem nos fortalece o entendimento do que é mal e dessa maneira nos traz um outro nível de entendimento mais amplo, entendo minimamente.Outro exemplo citado pelo Mestre na aula que me tocou em particular foi a história de Rabi Akiva que no final de sua vida diante do império Romano foi condenado a morte de uma maneira cruel mas mesmo diante dessa situação não se focou no mal mas sim no lado positivo e rezou a D’us (Shemá Yisrael) e me fez o quanto nós em nosso “mundo interior” diante uma simples adversidade deixamos de lado nossas obrigações com D’us e devido a isso acabamos dando força para o lado do mal (D’us nos livre). Aqui desta aul o que ficou de lição é o fato de se ligarmos mais no lado do bem, buscar fazer o bem e se “divorciar” do mal. Como diz Baal Shem Tov “FAÇA O BEM E SERÁ BOM”.

    Tudo de bom Sempre

    Carlos Henrique

  3. Shalom rabino Avraham. Bom dia a todos que seguem este site repleto de revelações da Torá.

    Um dos pontos da aula que se torna ainda mais impactante em mim é justamente a questão onde nos reforça os pilares como comunidade. Sabemos através da história que o ser humano foi criado para viver no Jardim/natureza e em comunidade, seja sua família ou pessoas que compartilham de pensamentos, sob tudo uma comunidade que tem como foco principal a Unicidade de D-us e Sua Torá. Estas recebem força/estruturas arquetípicas para se manterem em equilíbrio, seja este emocional, intelectual, psicológico, de saúde mental, como é dito que a estrutura social de uma comunidade, tendo como base a Torá tende a ser mais harmônica, de plena compreensão dos sentimentos, de respeito e valorização de cada membro que à constitui.

    O Mestre nos ensina que o mal tende a absorver toda a energia vital da pessoa, fazendo com que ela se volte para o lado do mal, entretanto quando nos ligamos ao Bem absoluto, automaticamente nos afastamos do mal e o rebaixamos, desta forma exercitamos o nosso subconsciente a investigar mais fundo sobre o bem e como devemos proceder para manter a conexão com Ele. Ao desenvolver sensibilidades para identificar o mal em nosso subconsciente, estes mecanismos passam a ter prioridade na consciência e por isso a dificuldade em manter a consciência sobre o Divino em tudo, porque existe uma luta constante, interna em cada um. Com o tempo e muita força/fé, isso passa fazer parte do consciente da pessoa que naturalmente passa a expressar estes aspectos agora retificado para o mundo/comunidade onde vive. Que D-us permita.

    Obrigado por tantas revelações rabino Avraham.

    Edson Bertoldo

  4. Shalom Rabino Avraham e aos demais Srs., desde já grato pela oportunidade eu peço permissão para postar breve comentário sobre a aula do curso Or Hoser.

    Nessa aula extraordinária o Rabino Avraham, graças à D’us, nos ensina algo a respeito das diferenças entre as terapias convencionais e o caminho terapêutico presente no relacionamento com D’us, através dos ensinamentos místicos e santos. Assim, ao contrário das terapias convencionais, eu minimamente entendo que pela visão mística aspectos superiores da alma humana são levados em consideração, precisamente a relação dessa alma superior (infinita) conectada com o Divino infinito. Já, como foi dito, as abordagens convencionais são inferiores por trabalharem através do intelecto (finito), isto é, aspectos da alma animal atuando na personalidade: ambos também finitos. Graças à D’us em minha experiência pessoal eu noto que mesmo aspectos da alma animal devem ser refinados para a busca de um caminho de Torá e D’us, muitos indivíduos tiveram alguns problemas na adolescência, época em que, como o Rabino ensina, é marcada por intensa rebeldia e questionamentos, justamente por esse conflito normal do processo de amadurecimento ter sido adiado e vivenciado mais tardiamente: quando a pessoa, graças à D’us, tem contato com a Torá.

    Em outras palavras, questionar, buscar outra coisa e largar o xistianismo implica em conflitos emocionais tipicamente adolescentes que por várias razões e em muitas pessoas ocorrem aos vinte e poucos anos, trinta e poucos anos e até cinquenta e poucos anos! Embora seja esperado que isso ocorra junto à puberdade como o Rabino ensina na aula A Cabalá do Corpo Humano 5, certamente se não ocorrer em todo o seu potencial é porque D’us assim decidiu que não era o momento, porque no fundo, se minimamente eu entendi bem, é através dessa voz silenciosa (Raschmal) expressos no processo de submissão, separação e adoçamento que o desenvolvimento emocional e espiritual ocorrem. Como o Rabino ensina: o “amadurecimento” não vem “com o tempo” ao contrário do que se crê nas terapias convencionais, mas sim do próprio desejo do Criador expressos por Sua voz silenciosa, que determinam quando e como um homem deve questionar os ídolos e a realidade ao seu redor.

    Tudo de Bom!

    Carlos Bengio.

  5. Shalom, Rabino Avraham

    Permita-me trazer mais este comentário do pequeno entendimento que me foi possível destilar do estudo desta aula.

    O Rabino nos explica que o bem e o mal constituem polos de um contínuo, o que significa dizer que um só pode aumentar na medida em que conseguir avançar sobre o outro. Nossa função, portanto, é transformar o mal em bem para aumentar a presença do bem no mundo, fazendo uma morada para D´us aqui neste mundo.

    A consecução desta meta vai depender da forma como procederemos a este transformar do mal em bem. E isto que nos explica o mestre, dizendo-nos que é fundamental ancorar-se fortemente no bem, pois quanto maior for sua ancoragem no lado do bem, mais você diminui a capacidade do mal atuar em você.

    O processo se dá destilando de nosso inconsciente nova força de vitalidade para a consciência, porque na medida em que nos debruçamos no estudo da Torá e no cumprimento das mitisvoth, nós colocamos em funcionamento um mecanismo que atuará em nosso inconsciente, cujo aflorar na consciência promoverá a transformação desta em ampliação, iluminação, até que, na era do Mashiach, esta conexão seja plena, e o homem atinja o estado que pertencia a Adam, sem separação entre o consciente e a consciência, com a capacidade de ver de um lado a outro do mundo.

    Esta dinâmica se dá através do processo ternário de submissão, separação e adoçamento, pois quando eu me firmo no bem, eu me submeto, porque esta permanência no bem significa abdicar das tendências de minha alma animal, daí a submissão. A separação aparece imediatamente e de forma concomitante, na medida em que, ao me submeter eu me separo do mal. Por fim, o adoçamento emerge na medida em que submeter ao bem e separar do mal permite o relaxamento e, a partir daí, o adoçamento, com a emergência do conteúdo inconsciente para a consciência.

    Mais uma vez, fico profundamente grato, Rabino Avraham, por tão maravilhosas lições.

    Shalom

    Rubens

  6. Shalom caro Rabino Avraham e amigos do Beit Arizal,

    Peço a licença do Rabino Avraham e dos amigos para comentar brevemente sobre o presente shiur:

    Através deste shiur busco perceber a fundamental importância de uma pessoa comum como eu de estar o mais ancorado possível no bem, e não deixar que o mal seja o foco da minha atenção, o meu foco deve ser Hashém, Sua benevolência grandiosa, e assim entendo que posso ganhar força maior para subjugar o meu mal interior bem como lutar melhor contra o mal externo a mim, que D-us permita.

    Entendo aqui que somente a Torá possui a tecnologia espiritual que pode me ajudar a discernir o bem e o mal absolutos, pois sem a diretriz bíblica da Torá, por mais inteligente que uma pessoa seja ela acaba confundindo o bem com o mal e assim ela não consegue se separar do mal de forma verdadeira. Por isso agradeço muito á D-us por estar numa comunidade que tem á D-us como foco para que juntos possamos crescer aprendendo a se separar do mal através do estudo da Torá e práticas dignas e retas. Shalom caro Rabino Avraham, e tudo de bom á todos.

    Respeitosamente, Emerson

  7. Peço mais uma vez a permissão ao Rabino Avraham para expressar um breve da aula presente.

    Em meu humilde entendimento o ponto de maior relevância foram as explicações sobre o Bem e o Mal, para auxiliar a lidar com os problemas que afligem as pessoas e que podem ser tratadas com a psicologia conforme a visão cabalística.

    Foi importante saber que o Bem e o Mal absolutos existiam separados antes da queda de Adam, e que, por conta da queda, no mundo físico, se misturaram. Diante disso, inicialmente, existe uma importância da separação entre o Bem e o Mal, na cura dos problemas psicológicos, até porque, a santidade e a Luz espiritual não existem onde há o predomínio do lado do Mal, do lado negativo. Portanto, onde predomina um lado o outro se enfraquece e vice – versa.

    Então aqui é importante saber que a nossa alma animal sempre vai estar voltada para a satisfação de seus desejos, e o egocentrismo vai ser muito forte; já o lado da alma voltado para a busca e união com Hashem, ao contrário, procura o caminho da retidão, da santidade. Então no homem existe esse conflito, onde cabe a ele, trilhar o caminho da retidão através da Torá, principalmente acompanhado de um conselheiro, para criar um âncora do Bem, onde apesar de ainda existir o conflito entre esses dois lados, como ensina o Mestre: “ o nível da batalha é outro “ quando a pessoa está ancorado no Bem, no caminho Santo.

    Também muito importante é a participação da pessoa em uma comunidade reta nessa batalha, nessa disputa de “queda de braço” entre o Bem e o Mal. Uma vez que, o foco dessa comunidade está em D-us, nas Suas Leis e no caminho da retidão da Torá, isso proporciona à pessoa uma âncora ainda mais forte, que ela não conseguiria obter sozinha. Isto dá fortalecimento espiritual, crescimento de consciência espiritual, e conseguinte a batalha terá outro nível para a pessoa que está ligada a uma Comunidade Santa.

    Aí está então uma questão na resolução dos problemas da pessoa que a psicologia convencional não aborda, pois não trabalha essa questão da separação, ou seja, do problema e da pessoa. E muitas vezes o problema e a pessoa se misturam. Assim minimamente compreendi.

    Compreendi ainda que, a fase do adoçamento, que é a fase onde se objetiva iluminar e trazer solução para o problema, onde se irá extrair o bem do mal, não pode ser eficaz sem a fase da separação, pois isso é fundamental para se chegar a esta fase em que realmente se alcança a plenitude da resolução dos problemas que afligem a pessoa.

    Baruch Hashem temos a Torá que norteia o homem ao caminho que deve trilhar para voltar ao estado original antes do pecado, para a redenção final, pois tudo está na Torá, e o que está fora dela, ainda que o homem com uso do intelecto e da razão se esforce, muitas vezes podem levá-lo a caminhos desastrosos principalmente àqueles que necessitam cura de sua alma e também de seu corpo físico.

    Agradeço mais uma vez ao Rabino Avraham pelo ensino e dedicação, desejando tudo de bom e doce sempre ao Sr.

    Robson Cleber Garcia da Silva

  8. Peço mais uma vez a permissão ao Rabino Avraham para expressar um breve comentário da aula presente.

    Em meu humilde entendimento o ponto de maior relevância foram as explicações sobre o Bem e o Mal, para auxiliar a lidar com os problemas que afligem as pessoas e que podem ser tratadas com a psicologia conforme a visão cabalística.

    Foi importante saber que o Bem e o Mal absolutos existiam separados antes da queda de Adam, e que, por conta da queda, no mundo físico, se misturaram. Diante disso, inicialmente, existe uma importância da separação entre o Bem e o Mal, na cura dos problemas psicológicos, até porque, a santidade e a Luz espiritual não existem onde há o predomínio do lado do Mal, do lado negativo. Portanto, onde predomina um lado o outro se enfraquece e vice – versa.

    Então aqui é importante saber que a nossa alma animal sempre vai estar voltada para a satisfação de seus desejos, e o egocentrismo vai ser muito forte; já o lado da alma voltado para a busca e união com Hashem, ao contrário, procura o caminho da retidão, da santidade. Então no homem existe esse conflito, onde cabe a ele, trilhar o caminho da retidão através da Torá, principalmente acompanhado de um conselheiro, para criar um âncora do Bem, onde apesar de ainda existir o conflito entre esses dois lados, como ensina o Mestre: “ o nível da batalha é outro “ quando a pessoa está ancorado no Bem, no caminho Santo.

    Também muito importante é a participação da pessoa em uma comunidade reta nessa batalha, nessa disputa de “queda de braço” entre o Bem e o Mal. Uma vez que, o foco dessa comunidade está em D-us, nas Suas Leis e no caminho da retidão da Torá, isso proporciona à pessoa uma âncora ainda mais forte, que ela não conseguiria obter sozinha. Isto dá fortalecimento espiritual, crescimento de consciência espiritual, e conseguinte a batalha terá outro nível para a pessoa que está ligada a uma Comunidade Santa.

    Aí está então uma questão na resolução dos problemas da pessoa que a psicologia convencional não aborda, pois não trabalha essa questão da separação, ou seja, do problema e da pessoa. E muitas vezes o problema e a pessoa se misturam. Assim minimamente compreendi.

    Compreendi ainda que, a fase do adoçamento, que é a fase onde se objetiva iluminar e trazer solução para o problema, onde se irá extrair o bem do mal, não pode ser eficaz sem a fase da separação, pois isso é fundamental para se chegar a esta fase em que realmente se alcança a plenitude da resolução dos problemas que afligem a pessoa.

    Baruch Hashem temos a Torá que norteia o homem ao caminho que deve trilhar para voltar ao estado original antes do pecado, para a redenção final, pois tudo está na Torá, e o que está fora dela, ainda que o homem com uso do intelecto e da razão se esforce, muitas vezes podem levá-lo a caminhos desastrosos principalmente àqueles que necessitam cura de sua alma e também de seu corpo físico.

    Agradeço mais uma vez ao Rabino Avraham pelo ensino e dedicação, desejando tudo de bom e doce sempre ao Sr.

    Robson Cleber Garcia da Silva

  9. Shalom Rabino Avraham

    Nesta aula conforme a Torá, aprendemos que o assunto do bem e do mal, estão estritamente em lados opostos, indicando o fato de que os lados jamais podem se encontrar. Isso é uma regra da Cabalá, que diz aonde existe a Santidade, não pode existir a profanação e vice -versa, quando a profanação se eleva , a Santidade se rebaixa e vice-versa, definindo aspetos morais completamente opostos. O Mestre ensina como a pessoa precisa se ancorar na Torá para se retificar e adquirir substrato espiritual para conseguir discernir entre o bem e o mal muitas vezes disfarçados pela mídia, sociedade secular, empenhados a todo momento em enganar os incautos. A gente convive num mundo físico aonde o mal tem uma preponderância maior, embora haja elementos tanto do bem quanto do mal, existe essas duas dimensões, o mal prevalece nesse mundo físico dificultando o revelar da Luz de D-us nesse mundo e é uma obrigação nossa modificar essa situação atual.

    Aqui o Rabino sinaliza com a necessidade de se ligar com a comunidade seria uma maneira de se fortificar no lado do bem para lidar na transformação das questões negativas presente no mal. Muito importante se estar ligado na comunidade porque o foco em D-us é principal diretriz de uma comunidade, uma pessoa ligada a uma comunidade vai crescer espiritualmente e não vai estar isolado, sozinho para lutar contra as dificuldades do mundo.

    Enfim o Rabino ensina como no futuro messiânico o mal será expurgado da Terra ou em parte será completamente transformado no Bem, quer dizer no processo de retificação da pessoa o seu subconsciente se eleva até o grau de consciência, havendo uma integração completa de uma consciência unificada, levando a cura da mente e contribuindo para vinda do único e verdadeiro Mashiach, que virá para curar a humanidade em breve. Amém.

    Tudo de bom ,
    Francisco Fernando

  10. Peço licença ao Rabino Avraham e a toda comunidade para aqui expressar o meu mínimo comentário acerca do que aprendi em mais uma santa e abençoada aula ministrada pelo Mestre. Neste shiur o Rabino maravilhosamente nos explica que para caminhar em retidão neste mundo, ser torna necessário adquirirmos o entendimento de que o santo não pode se misturar com o que é profano, e que devemos ter um completo entendimento acerca disso tanto no âmbito pessoal como no mundo, a pessoa precisa estar ancorada no bem e na Torá de Hashém.
    Fico maravilhado em minimamente entender que somente a santa Torá nos dá o norte necessário para o correto discernimento que nos auxiliará a discernir o bem e o mal de forma verdadeira. Em continuação o Mestre nos traz a história de quatro sábios que adentraram ao jardim do Pardes ( Rabi Akiva – Mestre de Rabi Shimon Bar Yochai, Ben Azzai, Yohanan Ben Zakai e Elisha Ben Abouva) Todos eles eram muito amigos e muito sábios, eles estudavam muito, discutiam e meditavam. Certo dia eles entraram no Pardes, ou seja, num pomar e o que aconteceu foi surpreendente, pois cada um deles teve um destino bem diferente do outro, justamente por terem cada um um, optado por um caminho diferente a seguir na espiritualidade. Um se desprendeu deste mundo, outro enlouqueceu, outro focou somente no mal e se tornou um herege. O Rabino Akiva foi o único que conseguiu fazer a ponte entre o mundo das dimensões superiores e o nosso mundo.
    Finalizando, uma profunda aula que trata do viver a vida com consciência, o restabelecer de fluxos espirituais e psicológicos. Aprendo e internalizo também que conceitos como comunidade são de fundamental importância, de estarmos sempre ligados em comunidade a fim de nos unirmos e mutuamente e juntos lidarmos com os desafios da vida enfim vivermos o compartilhar coletivo.
    É meu mínimo entendimento
    Respeitosamente
    Fabricio

  11. Shalom mestre, mais uma vez venho humildemente tentar realizar um pequeno comentário sobre esta aula que dissipa um pouco da escuridão em nossa mente.

    O assunto em que o nosso mestre trata nessa aula é sobre a realidade em que nós vivemos onde existe elementos que contem aspectos do bem e do mal. É ensinado para nós que antes de Adam ter cometido o pecado original, o mal era separado da santidade mas depois desse erro ao comer do fruto proibido Adam misturou o bem e o mal e através depois desse erro cometido o homem agora precisa reparar esse erro através do seu trabalho espiritual.

    A influência negativa do mal é tão forte na sociedade secular e permeia o aspecto material o que torna difícil de revelar a luz de D’us nesse mundo físico tão baixo. A santidade não pode se misturar com o profano, pois existe uma batalha espiritual entre forças completamente opostas uma a outra.

    É ensinado para nós que quando uma pessoa está isolada ou sozinho é mais difícil lutar com as coisas difíceis desse mundo, é mais difícil de lutar com essas forças do mal quando se está isolado, por isso existe a necessidade e a importância de a pessoa se manter ligada com a comunidade e não se afastar da comunidade mas se manter firme porque existe uma união com a comunidade e uma força maior que é D’us para poder lidar com esse mal no mundo.

    A alma animal do homem só busca satisfazer seus desejos que vem através do egocentrismo da pessoa mas alma divina busca aquilo que é´bom, ou seja, um caminho de retidão, um caminho reto aos olhos de D’us, por isso é importante a mente está focada no bem e sempre buscando fazer o que é correto aos olhos de D’us.

    Shalom mestre e tudo de bom para o senhor.
    Respeitosamente, Neemias Barreto.

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