OR HOZER – CABALÁ E PSICOLOGIA 10

Nesta aula, as diferenças entre a psicologia convencional e a psicologia da Torá são adentradas. A psicologia tradicional não tem como trabalhar com o Bem e o Mal absolutos, pois este é o assunto da Torá. A psicologia convencional trabalha no grau racional da mente. Além disso, ela ignora a fase de separação do mal (explicada neste curso) que afinal é a fase que estabelece fronteiras espirituais, intelectuais e emocionais. De fato, a psicologia tradicional busca promover um “salto” sobre esta fase de separação. A aula prossegue iluminando com grande profundidade a problemática associada a este “salto”, com inúmeras considerações reveladoras para todo indivíduo que busca a terapia, inclusive discutindo a origem do pensamento psicológico moderno nos filósofos do “iluminismo”. Depois, esta aula tão especial aborda questões sobre a permissividade da terapia convencional que vem a cultivar as próprias ilusões da dependência de prazeres irrestritos das pessoas. O Rabino Avraham Chachamovits então conduz o ouvinte com maestria em direção aos caminhos dos prazeres santificados e duradouros da Torá, através de uma estrutura lógica inquestionável, pois esta é sustentada pelos ordenamentos Divinos de D-us. A segunda parte da aula trata do que é chamado de “ansiedade positiva” – uma força de motivação, inspiração e vitalidade constante na vida da pessoa, a fazendo vivenciar a realidade com um vigor para as coisas positivas, e com uma desejo verdadeiro de compreensão das verdades que sublinham a realidade. Certamente, mais um pilar deste curso tão único de Torá nos caminhos místicos da Cabalá, contribuindo para apressar a vinda do único e verdadeiro Mashiach, em breve se D-us quiser.

tzedakah

9 pensamentos sobre “OR HOZER – CABALÁ E PSICOLOGIA 10

  1. Shalom Rabino Avraham. Permita-me expressar um humilde comentário sobre este shiur.

    Nesta Aula o Rabino Avraham fala da importância da fase de Separação para solução do problema da ansiedade.

    A Fase da Separação é a fase que, na psicologia segundo a visão cabalista, é feito o processo de separação entre o Bem do Mal. Isso ocorre porque na Psicologia Cabalista existe o discernimento do Mal e Bem absolutos, que somente pode ser revelado pela Sabedoria Divina e não através do intelecto do homem. Não há mal ou bem relativos. Daí ser muito importante essa fase para que então seja articulado o problema, possa ser iluminado, adoçado, e assim chegar a uma solução.

    A psicologia convencional salta a fase da separação, estabelecendo uma ponte direta entre a fase inicial de submissão e a fase final de adoçamento. Isto incorre em algo que pode ser muito nocivo no processo da cura da ansiedade. Uma vez que, a pessoa pode aceitar algum valor de escolha ou solução que, para ela ou para visão da psicologia convencional, não ocasionaria nenhum dano, pois estão alicerçados numa visão meramente intelectual e de relatividade; ou seja, de que bom é aquilo que é bom para ela assim como, mal é aquilo que é mal para ela também, não havendo um entendimento do que é mal ou bem absolutos.

    Na segunda parte da aula, o Rabino Avraham fala sobre a ansiedade positiva. A ansiedade positiva é algo maravilhoso pois a partir do momento que a ansiedade negativa é tratada, por todos os processos envolvidos de submissão, separação e adoçamento, ela agora pode ser utilizada para ansiar as coisas positivas, ela pode ser como que um motor que impulsiona a pessoa para a direção certa, para a Sabedoria da Torá, para sua retificação, para seu crescimento espiritual e não para os desejos de sua alma animal.

    A ansiedade positiva é algo que eleva a pessoa para a realidade do propósito a que veio neste mundo e não para as realidades ilusórias que prendem o homem à materialidade e a escolhas efêmeras e que cada vez mais cobram satisfazer desejos passageiros. Assim, a pessoa eleva cada vez mais sua consciência espiritual, se santifica cada vez mais e pode trazer a Presença Divina aqui nesse mundo, fazendo daqui uma moradia para Hashem e assim apressar a vinda do único e verdadeiro Mashiach, Amém.

    Agradeço ao Sr., Rabino Avraham, por mais este trabalho que, tem feito tantas pessoas a mudarem a direção de suas vidas para o caminho da retidão.

    Respeitosamente,
    Robson Cleber Garcia da Silva

  2. Shalom Rabino Avraham e amigos do Renong,

    Peço permissão para expor meu mínimo entendimento acerca deste shiur.

    Nesta penúltima aula da série, o Rabino nos traz algo muito profundo sobre a questão do cuidado com nosso, assim minimamente entendo, “conhecimento sobre a criação”, pois como nos traz nesta aula, pode ser algo bonito esse interesse e busca pelos aspectos espirituais profundos, mas se não houver um equilíbrio necessário pode haver o que entendo minimamente como “confusão mental” devido a esse “achismo” de pensar que está em um determinado nível de conhecimento que tudo para ela acaba se tornando legítimo. Como o Mestre cita os exemplos da pornografia e pedofilia e me veio a mente tudo que está ocorrendo no mundo com relação justamente a essas questões , sobretudo em nosso país que busca legalizar questões que em suas “mentes brilhantes” são legítimas e vão trazer a tal “liberdade a todos” e “igualdade”, mas que na verdade é um engodo do lado negativo e que muitos acabam “abraçando a ideia” haja vista os grandes movimentos homossexuais e da legalização das drogas, assim entendo em minha limitada interpretação. Me fez essa aula também lembrar de pessoas em minha época de Xistanismo em que muitos buscavam determinados “dons” e quando, digamos, “alcançavam seu objetivo” se achavam em sua mente “pessoas elevadas” que podiam “sair por aí pregando suas verdades”. A importância desta aula em minha vida foi e será de vital relevância pois esse ensinamento traz a percepção da Verdadeira Realidade que é Hashem e a Torá e assim discernir o certo do errado de forma real e concreta longe das “verdades” que a sociedade tenta nos impor.

    Tudo dr bom

    Carlos Henrique

  3. Graças a D-us por tantas verdades sendo reveladas como nunca as nações tiveram oportunidade.

    O Mestre traz revelações sem precedentes sobre como é possível se ligar a Torá de forma correta, idealizada pelo Criador através das Leis. Nos é ensinado que o homem ao se ligar as coisas materiais ele esta sujeito a superficialidade e com isso se conecta também com o lado do mal, pois da maneira subjetiva que o mundo secular/sem Torá, expressa suas emoções onde o correto é deturpado, e a pessoa acaba se ligado naturalmente com toda esta carga negativa que é vendida como um “pacote” bom, espiritual etc.

    Isso inclui guerras, idolatria, profanação, prostituição e tudo que o lado do mal apresenta e requer para que o seu “sustento” não seja interrompido e com isso causa a escuridão no mundo. Já uma pessoa que cresceu espiritualmente, ela vive com a consciência que tudo é feito pelo mérito do Céu e ela não se preocupa com coisas/assuntos mundanos, ela subiu de nível e seu foco agora é o desejo do Criador, este é de fato o ganho de sensibilidade consciente.

    Aprendo quão importante é o caminhar com completude em todos os sentidos, e lembro do Mestre me admoestando sobre o problema de não deixar “lacunas” no que quer que seja, em nossas vidas, seja no trabalho ou afazeres etc. Grandiosa é a responsabilidade com os assuntos espirituais, as etapas de submissão, separação e adoçamento precisam ser seguidas conforme o guia “Torá Viva”, somente desta forma o entendimento da parte oculta será possível.

    Que D-us permita seguir em frente sempre e em algum nível compreender o propósito que Hashem deseja para a humanidade. Mais uma vez as palavras ficam “escassas” para expressar tamanho agradecimento ao Sr. Muito o brigado por tudo!

    Edson Bertoldo

  4. Shalom estimado Rabino Avraham e amigos do Beit Arizal,

    Peço a licença do Rabino Avraham e dos amigos para comentar brevemente sobre este shiur:

    Neste shiur fica claro que a psicologia convencional baseada no limitado intelecto humano acaba por ignorar a fase de separação do mal, pois ela não tem a capacidade de distinção entre bem e mal. Entendo com isso que o homem precisa ser humilde para reconhecer que fora da Torá nunca existe e nem pode existir sabedoria e força que possa ajuda-lo a se separar do mal absoluto afim de conecta-lo ao bem somente.

    Entendo que através da psicologia da Cabalá a pessoa pode então aprender a estabelecer limites e padrões corretos e elevados em todos os seus comportamentos e assim ela consegue desenvolver uma ansiedade positiva que é o grau elevado de adoçamento da ansiedade negativa, transformando o mal em bem, algo bastante altruísta. Para vivenciar isso entendo que é indispensável o esforço árduo e humilde para se focar no bem e ignorar o mal em todos os pensamentos e emoções, que D-us permita. Shalom e tudo de bom á todos.

    Respeitosamente, Emerson

  5. Shalom Mestre,

    Neste abençoado shiur o qual já passamos por diversas fases nessa série Or Hozer o Mestre agora nos traz alguns paralelos entre a psicologia secular e a visão da Cabalá frente a situações da vida. O Mestre nos conta que a psicologia secular se foca no aspecto racional da mente e ignora os estágios ensinados nesse curso de separação do problema.Ou seja ela não identifica com clareza o que que são o bem e mal de forma clara.

    O Mestre durante esse shiur nos conduz com os caminhos da Torá para lidar com as adversidades e ansiedades da vida, nos ensinando como adoçar e submeter o nosso ego ao que é digno e reto conforme as leis espirituais para que dessa forma haja um real sentido em nossas vidas alem das tolices que facilmente corrompem o carater das pessoas que não buscam os caminhos de retidão e Torá.

    Mais adiante é trazido um novo conceito nesse curso que trata sobre a ansiedade positiva, que é aquela a qual nos ansiamos por coisas elevadas como pelo estudo e por compreender assuntos que nos estimulam a crescer e retificar o nosso caráter.
    Quanto mais tivermos sede de Torá mais estaremos contribuindo para a vnda de Massiach.
    Agradeço por mais esse estudo
    Thiago

  6. Shalom Rabino Avraham e aos demais Srs., eu peço permissão para postar breve comentário sobre a aula do curso Or Hoser.

    Nesse Shiur extraordinário o Rabino Avraham, graças à D’us, nos ensina que a psicologia convencional, bem como em vários métodos do mundo secular os indivíduos buscam “pular etapas” diretamente para a fase do “adoçamento”, ele não aceitam se submeterem antes à fase de submissão. Parte disso ocorre porque, segundo o Rabino, a psicologia convencional está desconectada do intelecto Divino, sendo por esse motivo ignorante às questões relativas ao bem e ao mal. Desse modo preponderam o princípios hedonistas, gregos, nos quais bem e mal são relativizados segundo as sensações e efeitos individuais; agora a raiz dessa mentalidade hedonista está vinculada às filosofias estranhas, muito disseminadas na década de 60 quando, de fato, esses pensamentos assumira forma nos “estilos de vida” adotados pela cultura de massa, que de geração em geração e agora rapidamente, vai cedendo a princípios hedonistas cada vez mais imorais e doentes. Apesar de tudo, essa rebeldia em principio também buscava um maior contato com a Criação, com a natureza sempre a partir de experiências mais autentica e singulares, e com isso uma aceitação maior da vida em prol de maior liberdade e atacando os valores morais institucionalizados tidos como decadentes. Ou seja, uma força de libertação que as pessoas se imbuíram objetivando com algo mais verdadeiro, natural e espiritual, mas de fato sem direcionamento, sem Leis universais as quais determinassem uma submissão ao desejo soberano de Hashem e Sua realidade. Portanto a cultura atual acabou aprisionando indivíduos nesse processo de ruptura com a ordem moral, tornando-os eternos adolescentes que ficaram a meio do caminho daquilo que deveriam encontrar para de fato se libertarem. Graças à D’us, ao Rabino Avraham que disponibiliza o Beit Arizal e o Sr. Edson com a Renong se pessoas podem encontrar uma chance de, se D’us quiser, retificarem a negatividade desses impulsos de liberdade que poderiam ser positivos se canalizados ao desejo de Hashem expressos na Torá.

    Tudo de Bom!

    Carlos Bengio.

  7. Peço licença ao Mestre Rabino Avraham e a toda comunidade para aqui e com a ajuda dos céus possa expressar o meu comentário acerca do que aprendi em mais uma santa aula ministrada pelo Mestre neste curso Or Hozer.
    Inicialmente manifesto a minha gratidão a D-us pelo nosso Mestre em minha vida. Neste shiur nos é ensinado de maneira muito profunda que a psicologia tradicional trabalha somente com o grau racional da mente e que ela não tem como trabalhar com o Bem e o Mal absolutos em nossas vidas, este é um assunto exclusivo da Santa Torá. Como já é conhecido, a Psicologia convencional está totalmente desconectada do Divino, sendo por esse motivo, ela é ignorante quanto às questões relativas ao bem e ao mal e por isso ela simplesmente busca promover um salto sobre a fase de separação do mal assim indo diretamente para a fase de adoçamento.
    Na segunda parte da aula o Mestre nos conduz a lidarmos com as adversidades e ansiedades de nossas vidas de maneira positiva, nos ensina acerca do adoçamento e a lidarmos com o complicado assunto de anulação do nosso ego e o submetermos a retidão das leis espirituais. É abordado o assunto chamado de ansiedade positiva que pode ser revelada como uma força de motivação, inspiração e vitalidade presentes na vida das pessoas, as fazendo vivenciar a realidade com um vigor para as coisas positivas, e com um desejo verdadeiro de entendimento das verdades que sublinham a verdadeira realidade.
    Finalizando, internalizo que através deste curso tenho aprendido a estabelecer os meus limites e padrões de maneira correta e retificada em meus comportamentos de acordo com a santa Torá.
    Com respeito
    Fabricio

  8. Shalom Rabino Avraham,
    Desejo fazer um breve comentário acerca dessa aula 10 da série OR HOZER do Rabino Avraham, com inúmeras revelações importantes.
    Inicialmente o Mestre faz uma comparação entre o tratamento da ansiedade ao nível da psicologia convencional e a psicologia da Torá. É lembrado as fases de submissão, de separação e adoçamento. Na psicologia convencional a fase de separação não é aceito, porque a psicologia convencional se baseia no racional, algo muito limitado porque não vai conseguir discernir o Bem do Mal, não consegue separar o Bem do Mal, enquanto na psicologia Bíblica se baseia nas Verdades da Torá. Quando a psicologia convencional pula a fase intermediária, ela assume uma posição permissiva em frente alguns prazeres eventualmente proibidos sob o ponto de vista da Torá. No tratamento da ansiedade através da Torá, lhe é ensinado o caminho do prazer santificado, a sua consciência elevada consegue se afastar dos prazeres mundanos e seguir o verdadeiro caminho do Divino.

    Agora vamos comentar um pouco sobre a ansiedade ainda em seu estágios iniciais, a gente aprendeu como a ansiedade gera um certo desequilíbrio emocional, a pessoa perde o foco, ela não consegue concatenar as idéias, se torna muito superficial. Quando temos a ansiedade positiva , já tratada , a percepção é outra, a pessoa tem uma motivação, inspiração que vai ajudar a se ligar nas coisas positivas.
    Tudo de bom,
    Francisco Sousa

  9. Shalom, Rabino Avraham

    Venho pedir a permissão do sr. para registrar um breve comentário sobre o pequeno entendimento que foi possível destilar do estudo deste shiur.

    O mestre nos fala sobre a importância da separação. Porque quando conseguimos rebaixar o Ego, que é a etapa da submissão, a pessoa começa a perceber a unidade com D´us e se sente um com a criação. Ocorre que se não se inicia a separação, a partir deste ponto, então começamos a nos ligar também com o que é mal.

    O Rabino nos fala da grande confusão criada pela filosofia por se lançar numa concepção moral subjetivista, relativista. O fato é que todo o impulso será tido como uma manifestação legitima e, portanto, admissível de ter expressão. Há um grande perigo aí.

    E o mestre nos ensina não apenas que devemos nos afastar dos impulsos da nossa yetzer hará, mas também nos dá uma ferramenta poderosa para lidar com eles. Basta ignorá-los. Assim se recusa o mal. Porque se decidimos firmemente que não daremos atenção a um impulso, ele simplesmente cessa.

    Obrigado, Rabino, por ensinamentos tão valiosos.

    Shalom

    Tudo de bom.

    Rubens

AVISO: COMENTÁRIOS NÃO SERÃO RESPONDIDOS

Faça o login usando um destes métodos para comentar:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s