OR HOZER – CABALÁ E PSICOLOGIA 6

Nesta série buscou-se através de técnicas variadas ajudar o indivíduo a revelar os pontos menos iluminados de sua psique – daquilo que o incomoda. Enquanto fases anteriores deste curso foram marcadas pela necessidade da pessoa de lidar com seu lado “escuro”, nesta fase final, chamada de o adoçamento ela revela a sua luz. E se antes o silêncio foi o mecanismo de escolha para lidar com os vários aspectos desta escuridão, a saber, das fases de separação e submissão, agora finalmente se inaugura nesta nova e última etapa: a fala como o meio real de “adoçar” as preocupações e ansiedades da pessoa. Os três estágios (submissão, separação, e adoçamento) desta etapa final (de adoçamento) são aqui explicados, tal como a exploração privada – um momento de conversa direta com D-us, e também com um “conselheiro” espiritual. Vários temas são explorados, como o papel real deste conselheiro espiritual, como um rabino, e do significado do “poder da fala” como instrumento espiritual de cura e como um veículo da expressão de fé. É explicada também a relação mística entre o prazer e a fé, e sua conexão com o poder da fala, entre várias outras considerações muito profundas e de significado prático para toda pessoa buscando cura através da Torá. Por fim, a aula chega ao último nível do processo do Ba’al Shem Tov para cura, chamado de o “adoçamento dentro do adoçamento”.

Insights e mais insights terminam com “chave de ouro” esta fase do curso de Psicologia e Cabalá, (Or Hozer). Que o aprendizado aqui ajude as pessoas a encontrarem paz e alegrias, e que tome consciência da Torá de D-us que é o caminho verdadeiro para a retificação do mundo e o apressar da vinda do único Mashiach, que será em breve amém.

tzedakah

10 pensamentos sobre “OR HOZER – CABALÁ E PSICOLOGIA 6

  1. Shalom rabino Avraham. Peço que me permita fazer um humilde comentário acerca dessa importantíssima aula do Sr..

    Após as cinco primeiras aulas, onde o Sr. ensinou sobre as duas primeiras fases de como lidar com o problema da ansiedade, ou seja, as fases de submissão (aceitação do problema, confiança que Hashem está no comando e tudo é para o bem), e separação ( onde a pessoa ignora o problema não se mesclando com ele ou se identificando como sendo o problema propriamente dito) nesta aula é abordada a terceira fase: a fase do adoçamento, da iluminação, para resolver o problema.

    O rabino nos ensina que o adoçamento, inicia-se depois que já delimitamos o problema e nos separamos dele, aí podemos então entrar na fase de encontrar a melhor solução para resolvê-lo, pois agora, ele não está com uma dimensão maior do que realmente é e nem em uma desordem caótica.

    Então o próprio problema fará parte da solução. Importante que, o rabino Avraham nos ensina sobre a articulação, ou seja, o falar sobre o problema, já identificado e delimitado, com um conselheiro. Quem é este conselheiro? Em primeiro lugar Hashem, onde este diálogo, em oração, deve ser o mais sincero possível, falando a Ele sobre a questão a ser resolvida como se fala a um amigo. Depois, muito importante também é o conselheiro como um confidente, um amigo, um psicólogo, um mentor.

    Isso por si só, já fará com que a pessoa consiga se sentir menos ansiosa, mais leve, e em condições de conjuntamente com o conselheiro encontrar a iluminação, o adoçamento para resolução do problema. Onde finalmente poderá ser extraído o bem de dentro do mal, assim como se revela o fruto doce quando se retira sua casca amarga que o aprisionava.

    Mais uma vez agradeço ao rabino Avraham, por mais este shiur que, nos iluminou mais ainda, para compreender este assunto tão importante nos dias de hoje que é a resolução da ansiedade.

    Tudo de bom.
    Robson Cleber Garcia da Silva

  2. Shalom rabino Avram.

    Graças a D-us por mais esta aula que traz entendimentos revelados de como podemos cuidar de nosso psicológico tratando da ansiedade. Permita-me publicar alguma palavras dissertando o que compreendo em mais esta obra singular que o Sr., bondosamente nos permite estudar revelações essenciais para que cresçamos como pessoas capazes de interpretar nossos próprios sentimentos e também nos colocarmos como receptores para os amigos que desejam conversar sobre algum assunto que venham sentir necessidade assim entendo com esta aula tão especial.

    Compreendo que após mais este trabalho realizado em grupo, todos teremos mecanismos da Torá trazidos bondosamente pelo rabino Avraham, para que possamos lidar com a ansiedade que muito aflige o ser humano, aprendemos que quando a ansiedade não e interpretada e trabalhada de forma correta poderá acarretar em serias conseqüências na estrutura psicologia da pessoa. Nesta aula em especial o Mestre nos apresenta a fase final de adoçamento da ansiedade tendo como base a articulação dos problemas identificados a um receptor (conselheiro), que poderá trabalhar no inverter da situação para que uma solução seja encontrada e assim adoçar/retificar o aparente problema, e desta forma, ao elevar o transmissor ele poderá articular melhor seus sentimentos para que juntos encontrem uma solução.

    Aprendo que nada nesta vida é por acaso, e todas as situação são originarias do Criador, tudo é Ele, portanto não haverá solução sem a interferência dEle em tudo, devemos pedir e trabalhar articulando como Ele, como se conversando com um bom e fiel amigo que tudo sabe de nós, apenas que juntos tentaremos encontrar uma solução. Que Ele permita.

    Meu cordial muito obrigado rabino Avraham.

    Edson Bertoldo

  3. Shalom Rabino Avraham e amigos, 08/06/2017
    Desejaria fazer um humilde comentário acerca da aula Or Hozer —Cabalá e Psicologia 6, encontrado no link: https://beitarizal.org.br/2013/03/06/or-hozer-cabala-e-psicologia-6/

    Nessa aula, após passar fases de submissão, separação, vamos entrar na fase de adoçamento. Nas fases anteriores, houve as questões de equilíbrio, as questões de inflação do ego e questões da correção da falta de humildade etc… essas fases a pessoa tinha de lidar com a escuridão. Agora vamos lidar com a fala, vamos corrigir aqui que nos está incomodando.
    A primeira coisa a ser feita é articular com D-us, antes de falar com qualquer pessoa, ela tem de confiar em D-us, claro D-us em primeiro lugar. Importante também a pessoa articular com um conselheiro, um terapeuta, um grande amigo em quem podemos confiar as suas questões. No meu caso específico trabalhando num grande Hospital Regional, uma pessoa capacitada para ajudar nessa fase, além do médico, pode ser a enfermeira, necessita saber interpretar o que de Divino existe na problemática dessa grave doença, a gente tem esse problema com pacientes internados no CTI, também nas enfermarias, graves com possibilidade real de recuperação. O paciente na sua ansiedade, internado num setor onde a morte é frequente, precisa de um apoio muito forte através de palavras de conforto, carinhosas, de amor que reduza ao mínimo sua tensão, seu stress e induza ao paciente que seja também parceiro de si mesmo na sua cura. Assim acredito, um remédio que vamos “injetar na veia da sua alma “, é a Fé. Aliado à espontaneidade de injetar ânimo na vida do paciente, ele também vai conversar consigo sabendo que tem um ouvinte que é D-us, sempre benevolente e isso faz criar dentro de si uma expressão de fé. O fato de você falar sozinho, em forma de desabafo, com D-us já demonstra uma ligação espiritual com Ele, isso por si só já trás um grande alívio do seu problema.

    Resumindo, o Mestre ensina aqui no nível final a transformação de um mal no bem, a pessoa precisa se separar do mal e transformar ele no bem. A gente aprende que forças negativas ocultam a Divindade da mesma maneira que as cascas(Klipot) de uma fruta , oculta a fruta e nesse mundo temos dificuldade de enxergar o lado bom da fruta, porque as cascas a encobre. Quando a gente se separa do mal, a gente como o que quebra essas cascas e revela o lado bom da fruta, ou seja o revela o lado bom do problema. Então aprendemos que ao se ligar em D-us, toda a felicidade se apresenta à sua frente, uma característica da expressão de sua fé, a gente aprende a importância de falar com D-us, a um amigo, um terapeuta, e como isso determina a revelação de um bem oculto pelas forças negativas.
    Tudo de bom,
    Francisco Fernando.

  4. Shalom Mestre Avraham e amigos,

    B’H por mais este grandioso shiur que tantos ensinamentos para vida diária vem nos trazer.
    Transcorro aqui meu mínimo entendimento sobre esta aula.

    Em mais um shiur desta reveladora série, aprendi entre tantos outros conceitos, a importância de rezar a Hashem e falar com Ele como nosso melhor amigo pois ele nos conhece e sabe o que estamos vivendo e passando pois Ele é o olho que tudo vê, o ouvido que tudo ouve e tem um Livro onde tudo é anotado. Quando estamos nos sentindo sozinhos e aflitos, como bem nos disse o Mestre em um e-mail, Hashem, Ele mesmo, é o nosso amigo na solidão. Também de fundamental para nossa vida diária é a questão que o Mestre aborda referente a fala que ela dever ser usada para palavras positivas, palavras de bondade que verdadeiramente trarão a cura para a pessoa. Graças a D’us pelo nosso Mestre que tem sido nosso conselheiro e nos ajudado na caminhara para retifficação diante de um mundo tão cruel e nefasto.Existe algo de bom em tudo, em qualquer coisa”. Importante esta frase do Rabino, pois todas as coisas que nos acontecem, minimamente entendo que são para o bem e crescimento espiritual tão necessário em nossos dias.

    Tudo de bom sempre,

    Carlos Henrique

  5. SHALOM ESTIMADO RABINO AVRAHAM E AMIGOS DO BEIT ARIZAL,

    Peço a licença do Rabino Avraham e dos amigos para comentar brevemente sobre este shiur da série Ór Hozer:

    O Rabino Avraham traz aqui conceitos muito iluminados sobre a fase geral de adoçamento dos problemas psicológicos. Aprendo aqui sobre a força que existe na articulação (palavras) e como elas podem alterar nossas emoções, pensamentos e ações, contribuindo para mudar os rumos da pessoa, que D-us permita, pois trata-se de uma força que jamais pode ser subestimada para a pessoa vencer suas lutas psicológicas, assim entendo minimamente.

    Vejo também como é maravilhoso o papel inspirador do conselheiro que luta idealmente para levar a pessoa/paciente a não mais ver seus problemas como problemas, mas sim como oportunidades de transformar o mal em bem, revelando o bem oculto em cada evento aparentemente negativo, levando a pessoa a enxergar sua vida e desafios como constantes manifestações da misericórdia Divina ajudando ela a retificar suas falhas, que D-us permita. Agradeço á D-us e ao Rabino Avraham por essas lições muito preciosas para nossas vidas, Shalom e tudo de bom á todos.

    Respeitosamente, Emerson

  6. Shalom, Rabino Avraham

    Apelo a sua bondade para que me seja permitido expressar um breve comentário sobre este shiur.

    Basicamente, o mestre nos fala da fase de adoçamento, fase final do processo de enfrentamento e solução de ansiedades, nos ditames da Cabalá. E o adoçamento, no assegura o mestre, se processa através do poder da fala.

    Poder falar dos problemas nos oferece novas perspectivas sobre o problema diferentes daquela que tínhamos enquanto o problema permanecia apenas em nossa subjetividade. E estas perspectivas nos permitem outros olhares sobre aquela mesma coisa. Em cada olhar, novas possibilidades de resolução se tornam visíveis.

    Enquanto vivo o problema em minha subjetividade, tenho apenas esta perspectiva subjetiva, emocional sobre o problema, mas quando falo dele, eu já tenho que articula-lo, dar forma, cadenciar em um raciocínio, elaborar. E isso me permite um outro olhar sobre o problema. Quando falo a outra pessoa, tenho que me esforçar ainda mais nesta fala porque preciso fazer seu significado chegar a uma outra consciência, o que me leva a uma elaboração ainda maior. Além disso, ouço um outro ponto de vista desse problema. E tudo isto me permite novos olhares sobre o problema é isto me permite encontrar soluções que antes não via.

    Mas o mestre nos revela algo ainda muito mais interessante. Fala-nos de um interlocutor que está sempre disponível para nos ouvir. Certamente o melhor de todos os interlocutores porque nenhum outro pode saber tanto sobre mim e meus problemas quanto ele. Este interlocutor é D´us. Então quando nos recolhemos em nossa insignificância e reconhecemos nossa impotência para lidar com o problema que nos aflige, podemos nos voltar a este interlocutor incomparável e falar literalmente a ele sobre nossos problemas.

    O simples ato de falar já esvazia-nos de ansiedade, mas certamente quando se fala a D´us alcançamos um benefício ainda maior, porque D´us pode providenciar tudo que precisamos para operacionalizar melhor os nossos problemas. Há uma razão para que eles existam em nossas vidas e D´us mais do que ninguém sabe qual é. E ele pode providenciar o necessário para que o resultado útil na solução daquele problema, do ponto de vista espiritual, possa se dar da forma mais completa e eficiente possível. Pois tudo que existe e da forma que existe somente se dá porque D´us emitiu e continua emitindo palavras de eternidade. Um simples modular de sua fala e universos inteiros deixam de existir! Quem melhor então para me ajudar com meus problemas?

    Bacruch Hashem por esta lição, Rabino.

    Shalom.

    Rubens

  7. Shalom Rabino Avraham e aos demais Srs., eu peço permissão para postar breve comentário sobre a aula do curso Or Hoser.

    Uma dentre tantas coisas extraordinárias que nos são ensinadas, graças à D’us, pelo Rabino Avraham nessa aula refere-se à possibilidade de adoçamento da realidade através da boa palavra, que de uma situação adversa pode-se fazer surgir o bom sentido ligado ao propósito Divino, assim como Yosef interpretando o sonho do Faraó. Seguindo esse ponto da aula, proponho uma breve articulação com o texto “Um Anjo ao Seu Lado”: na visão do Rabino Avraham o ato de “descer um degrau” para ajudar outro ser humano é como o serviço dos anjos em missão, que se investem nessa realidade material de acordo com a Providencia Divina. Segundo o meu limitado entendimento, isso implica no desenvolvimento da empatia e compreensão pelo próximo, inclusive quando ele mostra-se mais infantil emocionalmente, tal qual uma mãe faz em certas circunstancias com um filho para tentar compreende-lo, para entrar no mundo de seu filho a fim de ajuda-lo: ela de fato precisa sentir certas expressões emocionais semelhantes às dele.

    No texto “Seja um Ser Humano” o Rabino afirma: “Portanto, ainda que o trabalho de ligação com Hashem, da teshuva etc., seja vital, o tratar interpessoal está no âmago do processo de retificação. Isto é assim, pois o que Hashem ensina em Sua Torá constantemente para a humanidade é que todos os seres humanos devem buscar agir de modo mais humano uns com os outros. E isto tem um efeito de “adoçamento” inquestionável na realidade que já é tão repleta de severidades – dos julgamentos entre os homens, da própria dureza das coisas. Assim, a devoção a Hashem atinge o significado máximo através do cumprimento do código moral da Torá sobre as relações entres os homens. Ki atah tevarech tsadik Hashem catsiná ratsón taterênu, “Pois Tu certamente abençoarás o justo, ó Eterno, envolvendo-o em Teu afeto como um escudo” (Salmo 5:13).””

    E tudo isso corrobora com um ponto que o Rabino sempre enfatiza sobre a necessidade de menos racionalizações, de uma vivência menos acadêmica e humilde em relação à D’us e ao próximo para sobrepujarmos a praga da “Imaturidade Racional” se D’us quiser.

    Tudo de Bom!

    Carlos Bengio.

  8. Shalom Rav e colegas,

    Com esse estudo me recordei que o Mestre nos estimula a sempre manter contato com ele, contar nossas alegrias, tristezas, dúvidas, medos. O Rabino tem um papel vital na sua comunidade, ele é o grande conselheiro na vida das pessoas por gerações.
    Uma parte tocante desta aula foi quando o Mestre nos conclama para que rezemos e cheguemos a Deus de uma forma simples, direta, como nosso melhor amigo. Isso por si só já traz um enorme alívio para nós quando o fazemos. Desde que iniciei os estudos de Torá sob a orientação do Rabino consegui compreender que para chegar diante de Hashem não preciso de intermediários (D-us nos livre) ou qualquer rito de sofrimento e dor como ocorre em muitas religiões seculares.
    Aprendi que quando nos abrimos para um conselheiro estamos nos submetendo, adoçando, sendo humildes (reconhecemos nossa dependência de Deus ou do amigo, conselheiro). Esse conselheiro nos ajuda muito com diversas questões, de buscar uma interseção ou até nos dissuadir de ideias que formamos sobre nós mesmos de forma errada ou precipitada. Agradeço a Hashem por fazer parte deste seleto grupo, ter o Rav e amigos como conselheiros e orientadores diante as minhas situações de vida como as que vivi recentemente na doença da minha mãe e também nos problemas financeiros que estou vivendo.

    Entendi que o ideal é enxergarmos os problemas não como problemas e sim aprendizados e algo essencial para nosso crescimento. Temos que revelar o lado bom dessa fruta, o lado bom das coisas difíceis e o conselheiro pode ser alguém que ajuda a gente a enxergar por uma ótica positiva as coisas que estamos vivendo. Através deste exemplo me recordo de alguns e-mails recentes trocados com o Mestre o qual ele me faz observar os problemas por uma perspectiva positiva.

    No decorrer da aula é dito que dependendo de como você se liga ao problema, você pode se ligar ao grau positivo ou não. Foi trazido o exemplo da prostituta que foi chamada pelo rei para tentar o seu filho, ela fez algo positivo pois atendeu a vontade do rei para um teste de moral com o seu filho. O talento dessa prostituta para sedução foi usado para algo bom.
    Outro ponto que destaco neste shiur foi sobre a questão do adoçamento aonde quando nos afastamos do problema conseguimos de alguma forma ver um lado bom na situação e lidar com ele sob uma nova maneira.

    A cada estudo desse ciclo de Torá tenho conseguido ter insights fundamentais para o meu atual momento de vida e estão fazendo toda a diferença em minha vida, possibilitando eu minimizar minha ansiedade e graças a D-us me manter sereno diante os cenários mais adversos e com grandes aprendizados.
    tudo de bom

    Thiago

  9. Peço licença ao Rabino Avraham e a toda comunidade para aqui expressar e minimamente tentar contribuir com comentário de mais uma aula aula maravilhosa ministrada pelo Mestre e que D-us me ajude e que eu possa em humildade e temor aqui conseguir me expressar.
    Diante de tantas revelações fiquei impactado quando nesta aula quando o Rabino nos impele para que sejamos mais próximos e nos cheguemos a D-us de modo simples como a um amigo próximo, sem delongas ou introduções mas de maneira simples e objetiva, por experiência própria sou testemunha que isso por si só já traz um enorme alívio quando assim o fazemos.
    Continuando, fico impactado diante do ensinamento em que o rabino nos transmite em que o adoçamento, inicia-se depois que já estabelecermos um limite quanto ao problema e nos separamos d-le, Assim então entraremos, como diligentemente pelo Mestre ensinado, na fase de encontrarmos a melhor solução para resolvê-lo.
    Finalizo e aqui minimamente internalizo o meu grande aprendizado e lição de que na vida “nada é por acaso”, e tudo é, e acontece por intermédio de Hashém ou seja todas as situações que me são advindas sejam elas boas e outras nem tanto elas vêm de D-us, e concorre para o meu crescimento e aprendizado neste plano, tudo acontece por intermédio D-le e nada há sem sua a permissão. Devo ser mais intimo com o criador, como se conversando com um sincero amigo que em tudo me conhece, sempre com menos intelectualizaçao acadêmica e acima de tudo humildade.
    Respeitosamente
    Fabricio

  10. OR HOZER – CABALÁ E PSICOLOGIA 6

    Boa noite Sr. Rabino Avraham, gostaria de expressar em algumas palavras um breve comentário sobre esta aula que nos ajuda a lidar com a ansiedade.

    Nesta aula é ensinado para nós que antes de buscar um bom conselheiro é preciso buscar primeiro a D’us e lembrar de sua grandeza, pois é Ele rege todo o universo mas uma boa palavra de um bom conselheiro pode aliviar a ansiedade quando a pessoa está diante de um problema.

    Nós não estamos sozinhos nesse universo, pois Dús está em todo lugar e Ele está disposto e feliz a nos escutar pois devemos falar dos nossos problemas com D’us com amor e temor como se Ele fosse o nosso melhor amigo .

    Um bom conselheiro pode ajudar a iluminar a mente da pessoa trazendo algo de bom para essa pessoa adoçando esse mal em algo bom. Devemos ter fé em D’us pois Ele é o nosso ouvinte, nosso coração e nossa mente devem está voltados para D’us e não para os nossos problemas e devemos esperar em D’us, pois D’us é muito maior que todos os nossos problemas que podem existir mas D’us nos conhece até melhor do que nós mesmo e Ele é a solução de todos os nossos problemas.

    Na era de Mashiach esse mal que contamina a terra será retirado, pois Mashiach trará a cura final de todos esses problemas que nos assolam.

    Agradeço mais uma vez pelo tempo e atenção e pelas orientações.
    Shalom e tudo de bom.
    Neemias Barreto

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