OR HOZER – CABALÁ E PSICOLOGIA 5

Continuando esta série fundamental de desenvolvimento espiritual para o tratamento da ansiedade através dos ensinamentos da Torá, o Rabino Avraham Chachamovits pergunta e responde: Qual o benefício e como é possível ignorar a ansiedade? De fato, o benefício é o ‘ganho de objetividade’. E o caminho é o privilegiar do ‘lado espiritual sobre o lado material’ da consciência da pessoa – da sua maneira de viver a vida. Nos estágios mais avançados desta expansão da consciência, o processo de não privilegiar sempre a ligação com o grau físico da realidade implica diretamente em um crescimento espiritual. Isto é assim para que a pessoa abandone sua identificação exclusiva com o nível material, e aprenda e perceba que “toda a glória de D-us preenche o mundo”. Portanto, o resultado deste processo transformativo tão singular e que tem como subproduto a cura da ansiedade é o próprio desenvolvimento da fé. E isso implica no desenvolver da capacidade de transcendência das explicações racionais e limitadas que até então a pessoa fazia valer para assim tentar compreender a realidade, mas que ao falharem, geraram apenas ansiedade!

Esta profunda aula de psicologia da Torá prossegue insights práticos para que a pessoa ganhe força espiritual, intelectual, e emocional a fim de que ela pare de se identificar com a sua ansiedade. O Rabino Avraham ensina como a consciência da pessoa, portanto o seu aspecto mais elevado, existe verdadeiramente à parte da sua ansiedade. Mais ainda, quando a pessoa se desenvolve no identificar com o seu aspecto Divino, a ansiedade desaparece! Aqui temos mais uma aula desta série vital para todos que buscam ‘saúde psicológica’, o que implica na retificação da pessoa, do mundo, e no apressar da vinda do único e verdadeiro Mashiach, e que isso seja muito em breve amém.

tzedakah

10 pensamentos sobre “OR HOZER – CABALÁ E PSICOLOGIA 5

  1. Shalom Rabino Avraham,

    Agora vamos entrar numa fase essencial. Nos estudamos como deflacionar o ego, e vamos entrar numa fase intermediária, chamada fase de separação, como ignorar a ansiedade. Na aula anterior, comentamos acerca da submissão, agora nessa fase vamos se separar da ansiedade. Muito importante a separação porque liberta das amarras subjetivas que mantém a pessoa presa num grau inferior da consciência. Aqui o Mestre ensina que o caminho de se separar da ansiedade, passa pelo privilegiar o lado espiritual sobre o lado material da consciência da pessoa, isso implica em em ganho de consciência, uma expansão da consciência, levando ao crescimento espiritual.

    A idéia de ignorar a ansiedade através de a pessoa predominar o seu lado espiritual sobre seu lado físico, é uma idéia difícil de por em prática, porque no geral, lidamos bastante com as questões materiais que geralmente tira nosso foco espiritual. Mas se a pessoa conseguir inverter essa situação e seu grau de consciência se focar no âmbito espiritual, certamente essa pessoa está se santificando. Uma pessoa que se santifica é uma pessoa próxima de D-us. Sua visão do mundo será influenciada por D-us. Quando uma pessoa se liga no princípio Divino, ela minimiza seu ego, elimina seus desejos interiores e rebaixados, ela se distancia das questões materiais e quando ela está se espiritualizando, ela se torna um agente de D-us, trazendo iluminação, Luz para o mundo da escuridão. Então dessa forma se consegue ignorar a ansiedade.
    Agradeço ao Mestre este excelente trabalho na cura da ansiedade.
    Tudo de Bom
    Francisco Sousa

  2. Shalom rabino Avraham. Bom dia, desejo que o Sr., esteja com saúde e paz.

    B’H, por tantos ensinamentos que fico refletindo e buscando compreensão através das palavras do mestre, que nosso subconsciente retornará no tempo apropriado cada ponto aqui trazido para que seja então devidamente recapitulado e aplicado para a retificação deste recipiente tão necessitado de adoçamento e elevação de consciência.

    Nesta aula o Mestre traz a fase intermediária (a fase de separação que consiste conscientemente em ignorar/se separar da ansiedade), algo que somente é possível quando conseguimos adquirir através dos estudos, mecanismos para separar a subjetividade, e encontrar um foco mental onde a pessoa ganha objetividade dos assuntos que ela esta vivenciando. Entendo que desta forma também é possível (assim ensina o mestre), “privilegiar o seu lado espiritual”. Em limitações entendo que para tanto a pessoa precisa tratar de um assunto muito importante para ela e para o mundo também, que é o desenvolvimento da fé, “a fé provém disso, da pessoa resolver e decidir em princípio se ligar às coisas através de algo que transcenda a sua avaliação racional”.

    Logo o mestre traz que quando a pessoa consegue este entendimento ela não mais busca explicar tudo de acordo com as leis de causa e efeito, assim como ela percebe do mundo em sua volta, que normalmente é cheio de oscilações a nível de consciência, e também de duvidas sobre o que a Torá ensina. É surpreendente entender que “naturalmente todos nós ignoramos a ansiedade”, a questão é o grau de percepção disso; pois o ponto central que permanece incólume contra os pensamentos negativos que chama Chochimá (sabedoria), precisa ser “abastecido” com pensamentos benevolentes e retificados para que ele então priorize tudo com filtro “Divino” e naturalmente exclua os pensamentos negativos que assolam o homem.

    Compreendo com o exemplo forte trazido pelo Mestre que “a pessoa que é tomada pela raiva, mas que reconhece isso como uma fraqueza temporária, o que ela faz, ela usa a sua consciência e se mantém em silêncio a despeito da energia que quer tanto se manifestar e destruir”, este é um ponto que preciso trabalhar e superar, pois muitas vezes não contive as emoções e agi com ação contraria a estes ensinamentos.

    Estou imensamente feliz, por estar diante destas revelações magníficas, Obrigado por tudo mestre.

    Edson Bertoldo

  3. Shalom querido Mestre e amigos do Beit Arizal,

    Venho deixar meu mínimo entendimento acerca desta tão profunda aula

    O Mestre continua nos revelando aspectos profundos s místicos relativos a ansiedade que tanto assola a humanidade nos dias atuais principalmente e nos dá um fundamental conselho para vencermos esse problema: O otimismo. O que minimamente entendi é que as pessoas que hoje se dizem otimistas na verdade grande parte delas não põe D’us na equação de seu pensamento positivo e faz as coisas por si só. O verdadeiro otimismo é como uma fórmula matemática onde vários aspectos devem estar reunidos porém o principal, o grande propulsor do otimismo é D’us. Sem Ele por mais que estejamos confiantes e determinados a fazer isso ou aquilo não avançamos em nossos propósitos pois impera o “eu” e não a vontade de Hashem. É comum também ouvirmos pessoas em ambientes de trabalho principalmente falarem “Ah estou aqui nesta empresa a tanto tempo e nada muda, sempre a mesma coisa não será agora que vai mudar”; Não podemos ser influenciados a canalizar esse tipo de pensamento, mas canalizar coisas boas de que com D’us Tudo, absolutamente tudo dá e dará certo. Isso minimamente entendo é um grande “antídoto” contra a ansiedade, que pelo pouco que li sobre o assunto ansiedade é um passo para depressão(D’us não permita) pois estão interligadas. Dessa maneira preciso canalizar coisas boas e ter em mente que tudo em nossa vida, como ensinam os sábios, é para o bem.

    Tudo de bom sempre

    Carlos Henrique

  4. Shalom Rav,

    O Mestre diz que uma pessoa que se santifica está próxima de D-us. Ela se torna uma pessoa que não mais enxerga o mundano sem a influência de D-us.
    Da mesma forma que uma pessoa que se liga ao material fica cada vez mais presa a esse mundano, a pessoa que se foca no espiritual ascende. Quando a pessoa cresce , ela se distancia do seu ego. Eu posso dizer que desde que inicie meus estudos com o Mestre no Portais da Cabalá até os dias atuais evolui em vários aspectos e minha visão sobre o mundano nunca mais foi e nem será a mesma Baruch Hashem.

    É dito na aula que somos assolados por pensamentos negativos a todo instante, são produtos do nosso intelecto não retificados. Quanto mais confusa a pessoa está mais capaz que ela transgrida, traz o Rav.
    Foi dado o exemplo de uma pessoa que tem raiva e consegue no momento tenso, se calar e se distanciar, ou mesmo quem tem ciúmes, a pessoa pode escolher ignorar e se distanciar desse sentimento de forma consciente. Esses aprendizados são incríveis para lidarmos com problemas que nos afligem rotineiramente.
    O Rabbi diz que devemos nos separar do mal e fazer o bem em todo instante. D-us quer o nosso sucesso, existe uma fagulha divina em nós. Temos que ter humildade e pedir para D-us nos ajudar a lidar com o problema.

    Foi dito que uma pessoa só peca se entra nela um espírito de tolice e quanto mais você peca mais insano você fica. Uma pessoa que não cumpre os mandamentos de D-us é alguém insano. Desta forma no meu humilde entendimento posso entender que vivemos numa terra de insanos e os poucos que bebem da fonte da Torá são os sãos e sadios.
    O Rabino diz que D-us é misericordioso e mantém um mínimo de sanidade na gente, para que haja a chance de retorno a Ele. Hashem havia pensado em criar o mundo através de atributos dá severidade mas viu que a humanidade não iria durar e então temperou com benevolência.
    Aprendi que a pessoa sofre a insanidade proporcional a sua transgressão, por isso cabe extrema cautela a nos diante de possíveis transgressões pois as consequências são dramáticas. Em uma parte linda desta aula o Mestre diz que todos os seres vivos tem uma vontade de retorno a Ele, que os animais oram de uma forma particular. Imaginar isso é algo extasiante, pois a natureza é maravilhosa.

    Em outro ponto importante desta aula é quando o Mestre nos ensina que quando pensamos o bem, as coisas irão bem. Temos um poder incrível com a nossa mente de criar e destruir mundos inteiros. Os estudos de Tora propiciam essa elevação espiritual e proteção para a pessoa. Sempre reparei que o povo judeu é muito otimista diante as situações que normalmente abalam as nações e através destes estudos compreendo a razão deste otimismo em Hashem, de que sempre tudo será para o bem como é trazido na historia do Rav Akiva.

    Por fim foi dito que quando a nossa mente não é ocupada por Tora, ela se enche de cobras e escorpiões. é fundamental preenchermos nossa mente com pensamentos positivos e santificados . a pessoa reconhecer que a absolutamente tudo é por vontade de Deus e passa a ter uma maneira positiva de lidar com a realidade mesmo quando difícil.
    Atenciosamente.
    Thiago

  5. SHALOM CARO RABINO AVRAHAM E AMIGOS DO BEIT ARIZAL,

    Peço a licença do Rabino Avraham e dos amigos para comentar brevemente sobre este shiur desta série iluminada:

    Neste shiur entendo que preciso ser uma pessoa desapegada do materialismo e de todas as ilusões desse mundo para não deixar que a ansiedade em relação a essas coisas efêmeras me domine. Assim é fundamental que eu reze á D-us desejando me conectar a Ele para que eu possa ser separado de toda a ansiedade mundana buscando acessar o ponto de Chochmáh da minha alma, que D-us permita. E ao me identificar com esse aspecto Divino em mim entendo que a ansiedade perde a força de atuar em minha consciência que poderá se preencher com assuntos positivos e cada vez mais elevados se D-us quiser.

    Busco também esse otimismo retificado, onde devo pensar o bem para que seja bom como foi ensinando pelo Baal Shem Tov, e jamais subestimar a força que meus pensamentos podem ter. Penso que assim devo nutrir pensamentos otimistas mesmo em situações bem difíceis, entendendo que D-us está no controle de tudo. Agradeço á D-us e ao Rabino Avraham por esse shiur tão precioso, Shalom á todos.

    Respeitosamente, Emerson

  6. Shalom Rabino Avraham e aos demais Srs., eu peço permissão para postar breve comentário sobre a aula do curso Or Hoser.

    Nesse estudo sobre psicologia e Cabalá o Rabino Avraham, graças à D’us, aprofunda ainda mais as questões relacionadas à ansiedade. Com esse estudo que foi realizado na semana da parashat Pecudê eu pude refletir o seguinte: em vários Shiurs o Rabino reitera a importância de rebaixarmos o nosso Ego, inclusive como forma de não alimentar os problemas imaginariamente, pois um Ego retificado implica na possibilidade do individuo ser objetivo em relação aos problemas e assim poder clamar a Hashem por saídas, resoluções e etc. Agora também nessa aula o Rabino afirma a possibilidade de uma medida de autoestima retificada, não orgulhosa, quando a pessoa justamente não se identifica com o problema julgando-se inferior ou sem valor, hasv’shalom. Ou seja, somente Hashem pode aferir e julgar o valor de uma pessoa, portanto julgar-se a si mesmo também é uma expressão de arrogância, implicando no não reconhecimento do sempre misericordioso julgamento de Hashem. Eu minimamente entendo que o lado negativo age em duas frentes: Se por um lado ele exalta os Egos, exalta os prazeres e ambições proibidas (suicídio espiritual), Hasv’shalom, por outro lado esse mesmo lado negativo é o mesmo que inculca pensamentos de que a vida não tem sentido, de que o individuo não tem valor nenhum, sutilmente empurrando pessoas até ao suicídio físico, hasv’shalom. Interessante notar como ambas as ‘frentes’ agem conjuntamente, tanto que um indivíduo que se julgou desvalorizado e vazio pode tentar compensar isso inflando o seu Ego, ao invés clamar ao Criador pelo Seu propósito e benevolência, também uma pessoa que transgrediu Leis propiciando a maldade no mundo de se fortalecer pode se julgar ‘sem valor’ e até se deprimir, ao invés de desejar se retificar e consertar coisas em consonância com o desejo de Hashem. Com ajuda dos céus é preciso buscar sair desses ciclos negativos, que são a história da maioria das pessoas, famílias e nações sem Torá.

    Tudo de Bom!

    Carlos Bengio.

  7. Shalom rabino Avraham. Peço permissão para expressar mais um breve comentário sobre esta grande aula.

    Aqui minimamente entendi que, após a pessoa se submeter a D-us, aceitando Sua grandeza, compreendendo que Ele sabe sobre tudo o que é para o bem de tudo e de todos, ela poderá seguir para a fase seguinte que é a fase da separação. A fase da separação da ansiedade, de maneira reta segundo a Torá.

    Nesse ponto a pessoa deve compreender que, somente D-us pode nos dar forças para nos separar do Mal. Com isso ela irá perceber melhor a realidade da natureza de sua alma animal e também dos artifícios do outro lado que tenta enganá-la através das ilusões da materialidade e dos desejos egoístas desse “pacote”. Isso é o que gera ansiedade e nos afasta de Hashem. Esse engodo que é bom para inflar o ego e separar a pessoa de D-us é que diminui o crescimento espiritual e cauteriza sua Consciência Divina. Somente com humildade e oração a Hashem pedindo forças para se afastar dessa condição decaída é que haverá condições de se separar da ansiedade.

    Então é muito importante a oração pedindo para D-us nos dar forças para conseguirmos nos separar do Mal e de nossa escravidão dos desejos que nos afastam da espiritualidade e de Hashem. Somente sendo primeiro submissos e depois tendo o desejo de nos separar do mal, é que poderemos fazer o bem e nos conectarmos com Hashem (Presença Divina), para então nos separarmos da ansiedade de fato.

    Nesse processo, aumentamos nossa consciência espiritual que nos dará condições de compreender a grandeza e as revelações da Palavra de D-us, para em ato contínuo, discernir realmente o Bem do Mal (separação).

    Assim poderemos fazer o bem e nos afastar do Mal. Isso nos levará a separação da ansiedade. Isso aumentará nossa fé, pois alcançaremos um grau de confiança real em Hashem, de que Ele está no comando e de que tudo é para o bem. Assim nos ligaremos de fato a D-us. Essa fé consistente trará paz e combaterá a ansiedade.

    Esse foi meu humilde entendimento sobre esta aula que é um pilar fundamental no processo de retificação e resolução da ansiedade.

    Agradeço ao rabino Avraham por mais este ensino valioso em nossa caminhada para frente.

    Respeitosamente,
    Robson Cleber Garcia da Silva

  8. Peço licença do Mestre Rabino Avraham e dos nobres amigos de nossa comunidade para aqui minimamente expressar e contribuir com meu comentário da sequencia deste curso. O Mestre nos esclarece e nos aponta no sentido de como diminuirmos e rebaixarmos o ego, da fase intermediária, nominada de fase de separação e de como ignorar e separar a ansiedade. algo que somente nos será possível com diligente estudo de Torá. É de fundamental importância essa fase da separação, pois ela nos liberta das amarras subjetivas que mantém-nos como indivíduos preso num grau inferior da consciência. São vários os Shiurs que o Rabino nos impele quanto a suma importância de rebaixarmos o nosso Ego.
    Me causa espanto quando o Mestre ensina que uma pessoa que se liga ao material fica cada vez mais presa a esse plano, a pessoa que se foca no espiritual ascende e por conseguinte se distancia do seu ego.
    Finalizo com espanto quando minimamente reflito quando “uma pessoa só peca se entra nela um espírito de tolice e quanto mais você peca mais insano você fica”. Uma pessoa que não cumpre as Mitvot de Hashém é alguém no mínimo insana. Que D-us abra os entendimentos dos incautos e insanos para que se voltem para o estudo de Torá, para a santa orientação de um Mestre Kasher e para D-us acima de tudo.
    È meu mínimo entendimento
    Respeitosamente
    Fabricio

  9. Shalom, Rabino Avraham

    Peço sua permissão para trazer este comentário sobre o pouco que pude aprender com esta aula.

    Pelo que foi possível minimamente captar do shiur em estudo, a separação da ansiedade torna-se difícil de ser realizada em razão de nossa ligação com o plano material, com as forças da sitra achra, pois a yetzer hará nos prende, gera ilusões e torna difícil conseguir olhar as coisas de forma objetiva. Então, nos orienta o mestre que precisamos nos ligar com um ponto, no plano espiritual, de sabedoria que não está sujeito às vicissitudes do mundo material e permanece perene e estável no tempo. E uma vez ligado a ele, é possível manter-se diante de um mundo que se afigura conflitivo e mantendo nossa consciência focada na certeza que supera as ilusões da realidade e das interferências da yetzer chará. Isso nada mais é do que fé. A fé, assim, é a medida de nossa ligação com a sabedoria em chochmá.

    O mestre ensina, assim, que a forma de se ligar com chochmá é buscar a união com D´us, o que pode ser alcançado pela oração meditativa. Oração meditativa, segundo foi possível entender, está mais relacionada com uma atitude interna, uma firme intenção de se ligar a D´us, porque quando isso é feito, D´us reage na mesma medida e nos colhe em união com ele.

    Para mim este foi o trecho mais tocante de toda a aula, pois é, ao menos na medíocre perspectiva que logro ter, o objetivo maior da busca espiritual. E o mestre nos fala disso de forma muito poética e bonita. Orienta o mestre, ainda, sobre a necessidade de se substituir os pensamentos negativos por pensamentos positivos. Isso deve ser assim, se não me equivoco, não só porque tais pensamentos nos elevarão o espírito, mas porque eles permitirão a construção de um resultado satisfatório.

    Ao que posso entender, a ligação com chochmá nos coloca em contato com o potencial em sí, com a raiz de todas as possibilidades, de sorte que a construção do pensamento que se segue a partir daí contribuirá para a construção da própria realidade a partir deste plano de múltiplas e infinitas possibilidades.

    O shiur me fez lembrar, ainda, de passagens profissionais em que via toda a realidade me oprimir, mas nas quais, embora não tivesse qualquer contato com esses conhecimentos, optei por não me deixar levar pelo furor das agressões que recebia e da tempestade emocional que me atingia. Orava firmemente a D ús e seguia resolvendo ignorar tudo que estivesse contrário a mim, apenas apostando na certeza de que, de algum modo, a solução viria.

    Que D´us o abençoe sempre, Rabino, por seus ensinamentos e sua dedicação.

    Shalom

  10. OR HOZER – CABALÁ E PSICOLOGIA 5
    Boa noite Sr. Rabino Avraham, gostaria de escrever um breve comentário sobre esta aula muito importante para a nossa vida.

    Nesta aula muito iluminada é ensinado para nós que devemos ignorar a ansiedade e parar de focar sempre no problema que está gerando a ansiedade mas também a ansiedade vem através da focalização das coisas materiais que não tem muito valor. Então a pessoa de alguma maneira deveria se afastar ou parar de focar em coisas materiais que faz com que o desejo possa surgir no coração causando um problema.

    Através da mídia e de influências negativas que nos arrodeiam, todos nós somos bombardeados por pensamentos negativos que perturbam a nossa mente, pois o mal tem esse objetivo de perturbar e bombardear a mente do homem por maus pensamentos que busca desfocalizar o homem de sua focalização no espiritual.

    É ensinado para nós através do mestre que devemos clamar e rezar para D’us pedindo para nos dar força para suportar esse mal e lutar contra esses pensamentos negativos que tanto nos assolam. E através disso devemos ocupar a nossa mente por pensamentos positivos substituindo por pensamentos negativos e preencher a nossa mente com a água que são as palavras de Torá.

    Agradeço mais uma vez pelo tempo e atenção e pelas orientações.
    Shalom e tudo de bom.
    Neemias Barreto

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