4 pensamentos sobre “BAMIDAR: “EU ME JUNTAREI A ELES”

  1. Shalom rabino Avraham, permita-me expor em algumas linhas pontos que reflito nesta aula.

    Compreendo com esta magnífica aula que o homem deve trabalhar com humildade/submissão do ego, para atingir grau mínimo de entendimento e reconhecer que “Heshem está sempre adiante de nós a todo instante sem exceção”, então a busca por cumprir com diligência os ensinamentos da Torá e Mitzvots, pratica atos de bondade gratuita, a ela é permitido mover a origem de sua alma em cima. Então Hashem (que É Tudo misericórdia), permite que seja refletido com bênçãos/Luz em baixo, para a elevação de consciência no mundo físico, possibilitando este círculo de bênçãos contínuo. Desta forma acontece com os Levitas, e o Criador Junta-Se a eles. Graças a D-us.

    “tudo está na Torá – Os temas, os padrões, as idéias imperam de um modo que as interligações são infinitas, como fractais: Padrões se repetem, idéias dentro de idéias, dentro de novas idéias e mais outras conexões. Eu procuro sempre trazer um pouco disso nesses Shiurim”. Graças a D-us,

    Obrigado Rabino Avraham por trazer entendimentos infinitos de Torá para este mundo.

    Edson Bertoldo

  2. Shalom estimado Rabino Avraham e estudantes do site Beit Arizal:

    “Devekut é a maior obrigação do homem” Que frase profunda e contundente sobre a grande responsabilidade espiritual do homem! E como afirmou o Rei David no Salmo 16:8, ele sempre estava consciente da presença de D-us, um verso que o Rabino Avraham também menciona em suas obras ao falar da necessidade do homem ter conexão/devekut incessante com D-us.

    Mas na prática do dia a dia penso que viver devekut não é algo fácil e simples, pois as distrações, preocupações materialistas e tantas coisas negativas do mundo hostil á D-us que me rodeiam podem me pressionar a desviar o foco do Divino, que D-us não permita. Penso que para viver devekut constante é preciso não somente intenções retas, mas coragem para ser diferente da grande maioria desconectada de D-us e permanecer reto mesmo quando a tentação para fazer o errado é muito forte. Que D-us permita mais forças para que eu aprenda a ter devekut de verdade. Shalom e tudo de bom á todos.

    Respeitosamente, Emerson

  3. Shalom Rabino
    Que me seja permitido trazer uma pequena reflexão sobre o estudo desta aula.
    No pouco que consigo colher, o estimado Rabino nos adverte da necessidade de sempre buscar a conexão com Hashem, para o que é necessário afastar-se das conquistas do mundo e galgar a conquista da alma.
    Aprendo que é preciso se entregar sempre mais e mais a D´us e se distanciar sempre dos chamados sedutores do mundo alimentado pela klipah.
    Que Hashem em sua misericórdia me ajude a abdicar das certezas mundanas que nutro. Que o medo seja vencido e que a entrega seja sempre maior.
    Shalom, Rabino, e tudo de bom.

  4. Shalom Rabino Avraham, peço permissão ao Sr. e aos demais membros para postar breve comentário sobre a aula.

    Graças à D’us o Rabino Avraham nos ensina algo extraordinário, sobre o fato dos Levitas não terem participado do pecado do bezerro de ouro por temerem ao Eterno. Diferentemente daqueles não levitas, pertencentes ao povo que sacrificaram aos deuses inferiores e com isso não foram contados, isto é, zelosamente vistos pelo Altíssimo.

    Também é trazido que Corach queria subir, ascender e tornar-se um líder, como querendo dizer, que ele gostaria de ser apontado como um líder. A ideia de contar, apontar é algo muitas vezes não positivo segundo nos ensina o Rabino Avraham, pois tornar-se um líder estritamente aqui embaixo significa tornar-se um perverso aos olhos dos Céus. Mas nessa parashat Bamidbar, Hashem fez um censo demonstrando conexão e amor por Seu povo: foi uma benção literalmente.

    As pessoas nesse mundo querem ascender materialmente, conseguir cargos, aspiram honrarias e títulos, elas querem ser apontadas por outros homens e designadas ‘grandes’. Mas o caminho justo, como nos ensina o Rabino, é buscar a própria alma que é conectada à Hashem diretamente e, esta sim, é uma ascensão verdadeira. Tudo no ‘teatro da vida’ é transitório, os valores mudam, os modismos mudam; um que era aclamado grande líder hoje pode ser odiado e desprezado, outro que era desprezado conseguiu um cargo devido as conveniências.

    Agora, o que realmente importa, o que é permanente e realmente seguro como uma rocha: é a conexão com Hashem, tudo pode acontecer; podemos ser vistos como importantes ou como insignificantes pelos outros, mas quando nos juntamos a Ele, não importa a circunstância, então Ele se junta a nós. Essa união tem consistência, tem ascensão verdadeira: os que foram contados por Hashem, diferente dos que queriam ser apontados e contados como lideres estritamente aqui embaixo. Graças à D’us por essa lição extraordinária de união e humildade.

    Carlos Bengio.

    Tudo de Bom

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