Um vórt (“breves palavras de Torá”) sobre o Bamidbar 3:42, parashá Bamidbar 5774.
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8 pensamentos sobre “BAMIDAR: “EU ME JUNTAREI A ELES””
Shalom rabino Avraham, permita-me expor em algumas linhas pontos que reflito nesta aula.
Compreendo com esta magnífica aula que o homem deve trabalhar com humildade/submissão do ego, para atingir grau mínimo de entendimento e reconhecer que “Heshem está sempre adiante de nós a todo instante sem exceção”, então a busca por cumprir com diligência os ensinamentos da Torá e Mitzvots, pratica atos de bondade gratuita, a ela é permitido mover a origem de sua alma em cima. Então Hashem (que É Tudo misericórdia), permite que seja refletido com bênçãos/Luz em baixo, para a elevação de consciência no mundo físico, possibilitando este círculo de bênçãos contínuo. Desta forma acontece com os Levitas, e o Criador Junta-Se a eles. Graças a D-us.
“tudo está na Torá – Os temas, os padrões, as idéias imperam de um modo que as interligações são infinitas, como fractais: Padrões se repetem, idéias dentro de idéias, dentro de novas idéias e mais outras conexões. Eu procuro sempre trazer um pouco disso nesses Shiurim”. Graças a D-us,
Obrigado Rabino Avraham por trazer entendimentos infinitos de Torá para este mundo.
Edson Bertoldo
Shalom estimado Rabino Avraham e estudantes do site Beit Arizal:
“Devekut é a maior obrigação do homem” Que frase profunda e contundente sobre a grande responsabilidade espiritual do homem! E como afirmou o Rei David no Salmo 16:8, ele sempre estava consciente da presença de D-us, um verso que o Rabino Avraham também menciona em suas obras ao falar da necessidade do homem ter conexão/devekut incessante com D-us.
Mas na prática do dia a dia penso que viver devekut não é algo fácil e simples, pois as distrações, preocupações materialistas e tantas coisas negativas do mundo hostil á D-us que me rodeiam podem me pressionar a desviar o foco do Divino, que D-us não permita. Penso que para viver devekut constante é preciso não somente intenções retas, mas coragem para ser diferente da grande maioria desconectada de D-us e permanecer reto mesmo quando a tentação para fazer o errado é muito forte. Que D-us permita mais forças para que eu aprenda a ter devekut de verdade. Shalom e tudo de bom á todos.
Respeitosamente, Emerson
Shalom Rabino
Que me seja permitido trazer uma pequena reflexão sobre o estudo desta aula.
No pouco que consigo colher, o estimado Rabino nos adverte da necessidade de sempre buscar a conexão com Hashem, para o que é necessário afastar-se das conquistas do mundo e galgar a conquista da alma.
Aprendo que é preciso se entregar sempre mais e mais a D´us e se distanciar sempre dos chamados sedutores do mundo alimentado pela klipah.
Que Hashem em sua misericórdia me ajude a abdicar das certezas mundanas que nutro. Que o medo seja vencido e que a entrega seja sempre maior.
Shalom, Rabino, e tudo de bom.
Shalom Rabino Avraham e amigos que estudam Torá neste espaço santo. Permita-me fazer um breve comentário sobre esta aula.
Esta aula mostra claramente em meu humilde entendimento, a importância de estarmos conectados com Hashem, através de nossas orações e estudo de Torá, bem como com nossas ações de maneira retificada. Se assim agirmos neste mundo, poderemos ter em algum nível a possibilidade de podermos ser “contados” como aqueles que estão do lado do Bem.
Além disso é importante que possamos evoluir em emuná em Hashem e menos confiarmos na materialidade, o que com certeza é um desafio para qualquer ser humano devido ao secularismo que vivemos neste momento da história da humanidade.
Aprendo que é necessário uma vida consistente e focada em nossa jornada de aprendizado, pois muitos são os testes que passamos e todo cuidado é pouco para nos mantermos no caminho da retidão.
Agradeço ao Rabino Avraham por sua dedicação em nos proporcionar estes estudos santos de Torá que nos tem ajudado a ganhar mais consciência espiritual nesta nossa jornada de retificação.
Shalom e tudo de bom.
Respeitosamente,
Robson Cleber
Shalom Rabino Avraham e amigos que frequentam este canal santo de Torá. Peço permissão para expor um breve comentário sobre esta aula.
Em minha limitada compreensão, penso ser muito importante o fato desta aula mostrar que Hashem espera que nós nos juntemos a Ele para que Ele se junte a nós, a despeito de que Ele nos criou, formou, nos dá a vida e portanto anseia por esta união que Ele mesmo não nos “impõe” digamos assim. Aliás, o homem, em sua maioria, por si só está tão ligado à matéria e o mundo físico que nem mesmo reconhece a existência do Criador. Daí ser tão importante sabermos que, apenas através de conhecê-Lo é que poderemos iniciar esta conexão. E nisso considero que aqueles que aqui bebem da sabedoria do Rabino Avraham, têm um privilégio notável, visto que, o aprendizado da Torá kacher nos traz a libertação da idolatria que abunda no mundo e que liga as pessoas com as Mazalot (astros – astrologia) – algo fundamental para se compreender os porquês de muitas das coisas que acontecem e pairam sobre os seres humanos e no mundo.
Quão importante pois, é o estudo de Torá e sua aplicação! A medida que estudamos Torá o nosso caráter tende a mudar e melhorar; certamente importantíssimo para nossa conexão com Hashem, até porque, o próprio estudo da Torá é o que inicia a ignição para nossa conexão com D-us através da mudança de uma vida sem D-us na “equação” para uma vida com D-us; ou seja, a Vontade Divina fazendo parte de nosso dia a dia, através de nossas ações retificadas, das nossas Mitzvot, dos atos de bondade e orações que certamente nos conectam ao D-us Único abençoado seja Ele. E essa conexão é fundamental para o crescimento espiritual do homem, sua retificação e também a retificação do mundo.
Por outro lado importante ainda é que nos mantenhamos consistentes nesta conexão em todo tempo pois, como o Rabino nos ensina nesta aula, Hashem está presente o tempo todo em tudo e em todos e somente nós mesmo temos o livre arbítrio de nos afastarmos D-le que D-us nos livre.
Agradeço ao Rabino Avraham por mais esta aula e espero que todos aqueles que por aqui passaram – e certamente não são mais os mesmos após ensinamentos como este – possam estar conectados a Hashem se D-us quiser para completar seu propósito verdadeiro aqui neste mundo.
Shalom e tudo de bom.
Respeitosamente,
Robson Cleber Garcia da Silva
Shalom Rabino e amigos da comunidade
Peço autorização ao Sr. Rabino para publicar este comentário.
Do pouco que consigo apreender deste shiur, me vem à mente a ideia de que a contagem implica em ver as coisas, os seres, as existências, como unidades destacadas. Mas Hashem é Um, portanto o que quer encontrar unidade com Ele não pode d´Ele se separar. Ao que me é possivel ver, a contagem, assim, remete a idéia de investimento da separação, como são as coisas em nosso plano material. E aquele que busca contar, busca se posicionar perante o mundo das coisas separadas, sem a unidade de D´us.
De modo contrário, aquele que quer se unir a Hashem precisa buscar a unidade e não a separação. E, até onde posso entender, é através de sua alma que encontrará a unidade com Ele, porque a sua Alma é a fagulha de Hashem no mundo. Deve encontrar a sua alma, confrontá-la, entender a sua limitação para a unidade com Hashem que é a sua contenção pela Yetzer Hará. Compreender como ela atua e o separa do Eterno.
O Rabino nos ensina que o homem deve ser o conector, aquele que une céus e terra. Esse é o seu trabalho. Esta é sua função para Hashem, a razão para qual Hashem o criou. Ele deve ser a porta através da qual Hashem pode habtar este mundo tão distante de sua Luz.
Assim, se não distorço o que ouvi e li, aquele que conta, apega-se ao lado material. Quer buscar as coisas da matéria e as honrarias do mundo. Aquele que busca a Hashem, por outro lado, abdica das coisas do mundo necessária ao seu trabaho para Hashem. Busca a alma, não a matéria, para que através dela possa encontrar sua conexão com Hashem. E ele o faz através do cumprimento de suas obrigações, não do enaltecimento de seu ego. Ele busca encontrar onde tem falhado no cumprimento de suas obrigações e atua no mundo concreto e material de forma a confrontar estas limitações e transforma-las atraves do arrependimento e de sua sujeição as exigências de Hashem.
Aquele que busca honrarias busca atalhos. Confunde o sucesso material com o sucesso espiritual. Não busca confrontar suas limitações para Hashem, mas quer exigir de Hashem que o contemple sem que seu trabalho tenha sido realizado. E para encontrar o trabalho a ser realizado é preciso a humildade para entender e aceitar o que voce não é, para entender o que te distancia de Hashem, para aceitar a sua própria miséria de alma e a partir daí empreender o trabalho de subida no serviço de cumprir os designos de Hashem. Ele não busca atalhos. Não busca o caminho fácil que afaga seu próprio ego. Ele confronta e encara a sua própria miséria para compreender o que precisa fazer no serviço para Hashem.
O desejo de desenvolvimento é nobre, mas não se pode buscar elevar-se sem o trabalho necessário, pois o homem, nesta jornada, não se eleva. Quem o eleva é Hashem. Ele aceita a sua miséria e a partir dela arrepende-se de seus erros e se entrega a serviço para Hashem. E é Ele, Hashem, que colocará cada coisa em seu lugar.
O mais difícil é aceitar o que não se é e realizar o que é necessário realizar para Hashem, de acordo com a sua própria miséria e os esforços necessários para cumprir os ordenamentos de Hashem.
Shalom Rabino Avraham,
Permita-me Mestre tecer breves comentários sobre o presente shiur.
Na presente aula o Mestre relata os aspectos místicos desta parashat o que torna a aula rica em conteúdos profundos da Cabalá apesar de ser uma aula curta. Tal fato vai de encontro com as palavras iniciais do Mestre de que “tudo está na Torá, os temas, os padrões, as ideias imperam de um modo que as interligações são infinitas…”. De fato assim é na Torá e isso expressa bem o fato de em tão pouco tempo encontrarmos informações tão relevantes e profundas no presente shiur.
A aula faz referência ao que se encontra em Bamidbar (Números) 3:42, “E contou Moisés, como lhe ordenou o Eterno, todo o primogênito dos filhos de Israel”. Este breve passuk, verso, revela ter grande profundidade quando confrontamos o que o Midrash, em Bamidbar Rabbah, traz no verso 4:6, que relata que os leviim, levitas, não se corromperam tomando parte do evento do bezerro de ouro. Trata-se de portanto uma importante exortação que a Torá mais uma vez nos traz de andarmos de forma reta diante do Eterno e portanto da importância do estudo do mussar para o crescimento espiritual.
O shiur prossegue trazendo exortações místicas do Arizal sobre a parashat e de como é visto pela Cabalá a ascensão daqueles que almejam uma posição de chefia neste mundo e dos riscos que tal intento traz para a pessoa que não conhece das leis espirituais.
O shiur segue abordando o final do Midrash sobre o verso “eles se juntaram a Mim e Eu me juntarei a eles”, que ressalta a importância de buscarmos a conexão com Hashem sempre para dessa forma fazermos cair a Klipá e enchergarmos aquilo que realmente importa. Daí a importância de se conhecer a alma para assim realizarmos descobertas significativas e que verdadeiramente importam.
Uma aula profunda e bela que recomendo a todos aqueles que queiram inspiração para se elevar espiritualmente,
Obrigado Mestre pela oportunidade em comentar.
Tudo de bom,
Davi Niemann Ottoni
Shalom, Rabino Avraham.
Permita-me fazer um breve comentário sobre o que pude entender dessa aula.
O Rabino aborda em grande profundidade a ideia de censo na Torá, e assim traz revelações e lições marcantes. Me surpreende o alcance do Mestre, na segunda parte do shiur, em conectar o verso “eles se juntaram a Mim, então Eu me juntarei a eles” com o tema de Devekut.
Num discurso belíssimo, com paixão e intensidade, o Rabino trata de como conseguir e manter conexão com Hashem. Através de reconhecer a existência e poder do Eterno, quando chamamos por Ele rompemos com a klipá. O aprofundamento desse contato se dá por meio da busca pelo conhecimento de nossa própria alma, cuja existência é espiritual. O aprendizado sobre a alma proporciona acesso ao grau intuitivo de consciência, pois rebaixa as ilusões materiais apreendidas pela mente racional, possibilitando assim maior clareza e sensibilidade no relacionamento com Hashem, que está sempre disponível. Quando chamamos por Ele, Ele se junta a nós.
Um shiur fascinante, que sempre deve ser revisitado para que se aprenda a praticar Devekut.
Agradeço ao Mestre pelos ensinamentos santos e pela oportunidade de poder comentar.
Shalom rabino Avraham, permita-me expor em algumas linhas pontos que reflito nesta aula.
Compreendo com esta magnífica aula que o homem deve trabalhar com humildade/submissão do ego, para atingir grau mínimo de entendimento e reconhecer que “Heshem está sempre adiante de nós a todo instante sem exceção”, então a busca por cumprir com diligência os ensinamentos da Torá e Mitzvots, pratica atos de bondade gratuita, a ela é permitido mover a origem de sua alma em cima. Então Hashem (que É Tudo misericórdia), permite que seja refletido com bênçãos/Luz em baixo, para a elevação de consciência no mundo físico, possibilitando este círculo de bênçãos contínuo. Desta forma acontece com os Levitas, e o Criador Junta-Se a eles. Graças a D-us.
“tudo está na Torá – Os temas, os padrões, as idéias imperam de um modo que as interligações são infinitas, como fractais: Padrões se repetem, idéias dentro de idéias, dentro de novas idéias e mais outras conexões. Eu procuro sempre trazer um pouco disso nesses Shiurim”. Graças a D-us,
Obrigado Rabino Avraham por trazer entendimentos infinitos de Torá para este mundo.
Edson Bertoldo
Shalom estimado Rabino Avraham e estudantes do site Beit Arizal:
“Devekut é a maior obrigação do homem” Que frase profunda e contundente sobre a grande responsabilidade espiritual do homem! E como afirmou o Rei David no Salmo 16:8, ele sempre estava consciente da presença de D-us, um verso que o Rabino Avraham também menciona em suas obras ao falar da necessidade do homem ter conexão/devekut incessante com D-us.
Mas na prática do dia a dia penso que viver devekut não é algo fácil e simples, pois as distrações, preocupações materialistas e tantas coisas negativas do mundo hostil á D-us que me rodeiam podem me pressionar a desviar o foco do Divino, que D-us não permita. Penso que para viver devekut constante é preciso não somente intenções retas, mas coragem para ser diferente da grande maioria desconectada de D-us e permanecer reto mesmo quando a tentação para fazer o errado é muito forte. Que D-us permita mais forças para que eu aprenda a ter devekut de verdade. Shalom e tudo de bom á todos.
Respeitosamente, Emerson
Shalom Rabino
Que me seja permitido trazer uma pequena reflexão sobre o estudo desta aula.
No pouco que consigo colher, o estimado Rabino nos adverte da necessidade de sempre buscar a conexão com Hashem, para o que é necessário afastar-se das conquistas do mundo e galgar a conquista da alma.
Aprendo que é preciso se entregar sempre mais e mais a D´us e se distanciar sempre dos chamados sedutores do mundo alimentado pela klipah.
Que Hashem em sua misericórdia me ajude a abdicar das certezas mundanas que nutro. Que o medo seja vencido e que a entrega seja sempre maior.
Shalom, Rabino, e tudo de bom.
Shalom Rabino Avraham e amigos que estudam Torá neste espaço santo. Permita-me fazer um breve comentário sobre esta aula.
Esta aula mostra claramente em meu humilde entendimento, a importância de estarmos conectados com Hashem, através de nossas orações e estudo de Torá, bem como com nossas ações de maneira retificada. Se assim agirmos neste mundo, poderemos ter em algum nível a possibilidade de podermos ser “contados” como aqueles que estão do lado do Bem.
Além disso é importante que possamos evoluir em emuná em Hashem e menos confiarmos na materialidade, o que com certeza é um desafio para qualquer ser humano devido ao secularismo que vivemos neste momento da história da humanidade.
Aprendo que é necessário uma vida consistente e focada em nossa jornada de aprendizado, pois muitos são os testes que passamos e todo cuidado é pouco para nos mantermos no caminho da retidão.
Agradeço ao Rabino Avraham por sua dedicação em nos proporcionar estes estudos santos de Torá que nos tem ajudado a ganhar mais consciência espiritual nesta nossa jornada de retificação.
Shalom e tudo de bom.
Respeitosamente,
Robson Cleber
Shalom Rabino Avraham e amigos que frequentam este canal santo de Torá. Peço permissão para expor um breve comentário sobre esta aula.
Em minha limitada compreensão, penso ser muito importante o fato desta aula mostrar que Hashem espera que nós nos juntemos a Ele para que Ele se junte a nós, a despeito de que Ele nos criou, formou, nos dá a vida e portanto anseia por esta união que Ele mesmo não nos “impõe” digamos assim. Aliás, o homem, em sua maioria, por si só está tão ligado à matéria e o mundo físico que nem mesmo reconhece a existência do Criador. Daí ser tão importante sabermos que, apenas através de conhecê-Lo é que poderemos iniciar esta conexão. E nisso considero que aqueles que aqui bebem da sabedoria do Rabino Avraham, têm um privilégio notável, visto que, o aprendizado da Torá kacher nos traz a libertação da idolatria que abunda no mundo e que liga as pessoas com as Mazalot (astros – astrologia) – algo fundamental para se compreender os porquês de muitas das coisas que acontecem e pairam sobre os seres humanos e no mundo.
Quão importante pois, é o estudo de Torá e sua aplicação! A medida que estudamos Torá o nosso caráter tende a mudar e melhorar; certamente importantíssimo para nossa conexão com Hashem, até porque, o próprio estudo da Torá é o que inicia a ignição para nossa conexão com D-us através da mudança de uma vida sem D-us na “equação” para uma vida com D-us; ou seja, a Vontade Divina fazendo parte de nosso dia a dia, através de nossas ações retificadas, das nossas Mitzvot, dos atos de bondade e orações que certamente nos conectam ao D-us Único abençoado seja Ele. E essa conexão é fundamental para o crescimento espiritual do homem, sua retificação e também a retificação do mundo.
Por outro lado importante ainda é que nos mantenhamos consistentes nesta conexão em todo tempo pois, como o Rabino nos ensina nesta aula, Hashem está presente o tempo todo em tudo e em todos e somente nós mesmo temos o livre arbítrio de nos afastarmos D-le que D-us nos livre.
Agradeço ao Rabino Avraham por mais esta aula e espero que todos aqueles que por aqui passaram – e certamente não são mais os mesmos após ensinamentos como este – possam estar conectados a Hashem se D-us quiser para completar seu propósito verdadeiro aqui neste mundo.
Shalom e tudo de bom.
Respeitosamente,
Robson Cleber Garcia da Silva
Shalom Rabino e amigos da comunidade
Peço autorização ao Sr. Rabino para publicar este comentário.
Do pouco que consigo apreender deste shiur, me vem à mente a ideia de que a contagem implica em ver as coisas, os seres, as existências, como unidades destacadas. Mas Hashem é Um, portanto o que quer encontrar unidade com Ele não pode d´Ele se separar. Ao que me é possivel ver, a contagem, assim, remete a idéia de investimento da separação, como são as coisas em nosso plano material. E aquele que busca contar, busca se posicionar perante o mundo das coisas separadas, sem a unidade de D´us.
De modo contrário, aquele que quer se unir a Hashem precisa buscar a unidade e não a separação. E, até onde posso entender, é através de sua alma que encontrará a unidade com Ele, porque a sua Alma é a fagulha de Hashem no mundo. Deve encontrar a sua alma, confrontá-la, entender a sua limitação para a unidade com Hashem que é a sua contenção pela Yetzer Hará. Compreender como ela atua e o separa do Eterno.
O Rabino nos ensina que o homem deve ser o conector, aquele que une céus e terra. Esse é o seu trabalho. Esta é sua função para Hashem, a razão para qual Hashem o criou. Ele deve ser a porta através da qual Hashem pode habtar este mundo tão distante de sua Luz.
Assim, se não distorço o que ouvi e li, aquele que conta, apega-se ao lado material. Quer buscar as coisas da matéria e as honrarias do mundo. Aquele que busca a Hashem, por outro lado, abdica das coisas do mundo necessária ao seu trabaho para Hashem. Busca a alma, não a matéria, para que através dela possa encontrar sua conexão com Hashem. E ele o faz através do cumprimento de suas obrigações, não do enaltecimento de seu ego. Ele busca encontrar onde tem falhado no cumprimento de suas obrigações e atua no mundo concreto e material de forma a confrontar estas limitações e transforma-las atraves do arrependimento e de sua sujeição as exigências de Hashem.
Aquele que busca honrarias busca atalhos. Confunde o sucesso material com o sucesso espiritual. Não busca confrontar suas limitações para Hashem, mas quer exigir de Hashem que o contemple sem que seu trabalho tenha sido realizado. E para encontrar o trabalho a ser realizado é preciso a humildade para entender e aceitar o que voce não é, para entender o que te distancia de Hashem, para aceitar a sua própria miséria de alma e a partir daí empreender o trabalho de subida no serviço de cumprir os designos de Hashem. Ele não busca atalhos. Não busca o caminho fácil que afaga seu próprio ego. Ele confronta e encara a sua própria miséria para compreender o que precisa fazer no serviço para Hashem.
O desejo de desenvolvimento é nobre, mas não se pode buscar elevar-se sem o trabalho necessário, pois o homem, nesta jornada, não se eleva. Quem o eleva é Hashem. Ele aceita a sua miséria e a partir dela arrepende-se de seus erros e se entrega a serviço para Hashem. E é Ele, Hashem, que colocará cada coisa em seu lugar.
O mais difícil é aceitar o que não se é e realizar o que é necessário realizar para Hashem, de acordo com a sua própria miséria e os esforços necessários para cumprir os ordenamentos de Hashem.
Shalom Rabino Avraham,
Permita-me Mestre tecer breves comentários sobre o presente shiur.
Na presente aula o Mestre relata os aspectos místicos desta parashat o que torna a aula rica em conteúdos profundos da Cabalá apesar de ser uma aula curta. Tal fato vai de encontro com as palavras iniciais do Mestre de que “tudo está na Torá, os temas, os padrões, as ideias imperam de um modo que as interligações são infinitas…”. De fato assim é na Torá e isso expressa bem o fato de em tão pouco tempo encontrarmos informações tão relevantes e profundas no presente shiur.
A aula faz referência ao que se encontra em Bamidbar (Números) 3:42, “E contou Moisés, como lhe ordenou o Eterno, todo o primogênito dos filhos de Israel”. Este breve passuk, verso, revela ter grande profundidade quando confrontamos o que o Midrash, em Bamidbar Rabbah, traz no verso 4:6, que relata que os leviim, levitas, não se corromperam tomando parte do evento do bezerro de ouro. Trata-se de portanto uma importante exortação que a Torá mais uma vez nos traz de andarmos de forma reta diante do Eterno e portanto da importância do estudo do mussar para o crescimento espiritual.
O shiur prossegue trazendo exortações místicas do Arizal sobre a parashat e de como é visto pela Cabalá a ascensão daqueles que almejam uma posição de chefia neste mundo e dos riscos que tal intento traz para a pessoa que não conhece das leis espirituais.
O shiur segue abordando o final do Midrash sobre o verso “eles se juntaram a Mim e Eu me juntarei a eles”, que ressalta a importância de buscarmos a conexão com Hashem sempre para dessa forma fazermos cair a Klipá e enchergarmos aquilo que realmente importa. Daí a importância de se conhecer a alma para assim realizarmos descobertas significativas e que verdadeiramente importam.
Uma aula profunda e bela que recomendo a todos aqueles que queiram inspiração para se elevar espiritualmente,
Obrigado Mestre pela oportunidade em comentar.
Tudo de bom,
Davi Niemann Ottoni
Shalom, Rabino Avraham.
Permita-me fazer um breve comentário sobre o que pude entender dessa aula.
O Rabino aborda em grande profundidade a ideia de censo na Torá, e assim traz revelações e lições marcantes.
Me surpreende o alcance do Mestre, na segunda parte do shiur, em conectar o verso “eles se juntaram a Mim, então Eu me juntarei a eles” com o tema de Devekut.Num discurso belíssimo, com paixão e intensidade, o Rabino trata de como conseguir e manter conexão com Hashem. Através de reconhecer a existência e poder do Eterno, quando chamamos por Ele rompemos com a klipá. O aprofundamento desse contato se dá por meio da busca pelo conhecimento de nossa própria alma, cuja existência é espiritual. O aprendizado sobre a alma proporciona acesso ao grau intuitivo de consciência, pois rebaixa as ilusões materiais apreendidas pela mente racional, possibilitando assim maior clareza e sensibilidade no relacionamento com Hashem, que está sempre disponível. Quando chamamos por Ele, Ele se junta a nós.
Um shiur fascinante, que sempre deve ser revisitado para que se aprenda a praticar Devekut.
Agradeço ao Mestre pelos ensinamentos santos e pela oportunidade de poder comentar.
Respeitosamente,
Felipe