3 pensamentos sobre “VEZÔT HABRACHÁ 5772

  1. Shalom Rabino Abraham e amigos frequentadores deste portal santo de estudos de Torá. Permita-me fazer um humilde comentário acerca deste shiur.

    Recebo com alegria este ensinamento do Mestre em saber que ainda temos um momento possível de retificar algo que ficou em falta com Hashem com relação aos Decretos Divinos desde Yom Kipur. Devemos sempre estarmos próximos a Hashem e pedir com sinceridade de coração com arrependimentos de faltas cometidas e rogar pela misericódia Dele. E assim quem sabe escrever uma nova história no capítulo deste novo ano de 5781 que seja doce amem.

    Acerca dos ensinamentos sobre de como a Torá que foi escrita acerca de 2000 anos antes da criação é algo impressionante. Saber ainda que, as letras vão formando aquilo que é escrito de acordo com a vontade de D-us e pelas ocorrências do livre arbítrio humano é algo que o meu recipiente pequeno de compreensão não seja suficiente para entender um assunto tão nobre e profundo ,mas humildemente sinto-me honrado em ter a oportunidade de estudar neste portal santo um assunto tão santo e importante.

    Exorto a todos aqueles que aqui estudam que, possam encerrar este ciclo de estudos de Torá e iniciar outro novo, com alegria, empenho e consistência, certos de que o Eterno estará mais próximo daqueles que assim o fizerem, trazendo um ano de 5781 com tudo de bom e doce ao Rabino Avraham e família e a todos os amigos que aqui bebem desta fonte de saber kasher verdadeira.

    Respeitosamente,

    Robson Cleber

  2. Shalom Rabino Avraham e demais frequentadores do site.
    Permita-me um breve comentário sobre este Shiur.

    Trata-se de uma explanação onde é revelada como a Cabalá explica sobre a profundidade de Moshe ter escrito a sobre a sua própria morte, ou seja, coube a Moshe escrever toda a Torá e ele assim o fez escrevendo em lágrimas.

    Aqui Moshe mais uma vez dá o exemplo do que é uma pessoa conectada com Hashém. Trata-se de alguém que conseguiu desenvolver a sua fé se conectando com D’us e se afastando de tudo que é efêmero e mundano.

    Para muitos tal história soa como estranha mas trata-se de uma percepção distante daqueles que vivem uma vida reta e digna e que merecem uma conexão especial com o Criador, o Ribono Shel Olam, o Mestre do Universo. Arizal, que foi a reencarnação de Moshe, antecipou a data de sua morte para seu discípulo Chaim Vital e este ao ficar assustado com a notícia, e não concordando com ela, foi repreendido por seu mestre que lhe afirmou que decidimos a data de nossa morte no momento em que descemos. Assim como Moshe, o santo Ari, o homem anjo, previu com antecedência o dia em que deixaria esse mundo e orientou os seus discípulos sobre o que deveria ser feito após a sua morte.

    Que possamos nos elevar por meio do verdadeiro estudo da Torá, pois somente ele pode trazer o “refinamento da pessoa pelas mitvot e do estudo da Torá, o mal é verdadeiramente ‘absorvido na santidade’ e as impurezas assim destruídas, pois não dispõe mais de meios de se revitalizar.” (CHACHAMOVITS; A BONDADE PARA AVRAHAM; pág. 494).

    Respeitosamente,

    Davi Niemann Ottoni

  3. Shalom Rabino Avraham e amigos. Peço permissão para publicar um pequeno comentário sobre esta aula.

    Graças a D-us o Rabino Avraham nos explica com bondade o verso da Parashá Vezôt Habrachá que menciona a partida de Moshé deste mundo sendo enterrado nas terras de Moab mas tendo incrivelmente escrito um rolo da Torá antes de sua morte. Muitos poderiam ter a dúvida de como ele poderia tê-lo escrito contando o episódio de seu falecimento sem ter ainda morrido. O Mestre então cita um comentário do Rashi, discorrendo o entendimento místico deste comentário de forma muito esclarecedora. O comentário diz que Moshé teria escrito esta Torá em lágrimas – Dimá – que em hebraico quer dizer também “misturado” – “embaralhado”. O Mestre nos explica que Moshé teria escrito as letras santas sobre o trecho que falaria de sua morte sem uma ordem cognitiva e que portanto, mais tarde estas letras se juntariam de forma mística para contar este evento após sua morte. Analogicamente o Mestre explica ainda que, a Torá fora escrita antes da Criação do Mundo e que as letras santas foram se juntando conforme os acontecimentos iam ocorrendo e assim formando as palavras, versos, etc., como as conhecemos até hoje.

    Ocorreu-me então o entendimento da importância tão grande de se ter um Mestre de Torá em nossas vidas nesta caminhada de aprendizado e aperfeiçoamento de estudo da Torá. Como muitas pessoas – sem um direcionamento apropriado – acabam interpretando a Torá de forma literal e acabam trilhando paradoxalmente um caminho de lágrimas e de embaralhamento no seu entendimento, que pode trazer prejuízos para suas vidas. Graças a D-us temos o Rabino Avraham que nos dá o entendimento místico, kasher e na “dosagem” correta de acordo com a realidade de nosso recipiente, de nossa alma, o suficiente para limpar e desentupir as “tubulações” que nos conectam com os Céus, para recebermos as bênçãos e a direção correta da Torá.

    Muito obrigado Rabino Avraham pela bondade do Sr. em nos direcionar neste caminho reto para tornar nossas vidas mais dignas e com sentido verdadeiro.

    Desejo ao Sr. e família um ano novo bom e doce de 5782.

    Respeitosamente,

    Robson Cleber

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