5 pensamentos sobre “VAYERÁ 5772

  1. Pela Graça de D’us.

    Prezado Rabino e Prezados Amigos.

    Peço permissão ao Rabino Avraham, para comentar sobre o presente shiur.

    A aula se inicia com o Rav relatando sobre a conhecida cena da Torá, da Parashá Vayerá, em que Yitzchak é amarrado no altar pelo seu pai e, como está escrito, quando ele está prestes a fazer o sacrifício do seu filho amado, um anjo chama Avraham duas vezes, e sabemos que o sacrifício não é feito, da maneira que Avraham estava se dispondo a fazer, pois esse era o desejo de D’us. No entanto, segundo o Rav, o Zohar na Parashá Vayerá pergunta: “Como é possível que Yitzchak se permitiu fazer isso, ele tinha 37 anos na ocasião, e ele poderia facilmente ter se liberado dessa situação, de estar sendo amarrado no altar para ser sacrificado” etc. Aqui, destaca o Mestre, há algo emblemático: Yitzchak, em cumprindo o desejo de D’us, é um tsakik, um justo perfeito, como o seu pai, e sabia muito bem o que estava prestes a acontecer. Se focando em Yitzchak, vemos de modo emblemático o assunto de retidão, ou seja, a representação da ideia seguida de ação, aonde aquilo que precisa ser feito é feito, mesmo que haja algum desconforto. Esse é o assunto da aula, afirma o Mestre: a capacidade, no caso representada pelo Patriarca Yitzchak, de agir com retidão, aonde ele se submete a um sacrifício físico, para cumprir o desejo de D’us, o que representa um ideal, e nos ensina e permite aspirar a esse grau ideal, de ação retificada, ou seja, agir com retidão, ensina o Rabino.

    Coisas estranhas têm acontecido por esses dias, no meu trabalho. Fui afrontando por um aluno, na semana passada e, nesta, fui obrigado a me pronunciar, exigindo respeito. Eu me admiro: pessoas que se dizem “religiosas”, em posição de “liderança” agindo com deboche, como “porcos”. Eu quase tive a sensação de que algumas pessoas – era um grupo – estavam “possuídas”. Foi realmente muito pesado. Absoluta falta de compostura e decência. Me senti muito mal de tomar essa atitude, mas foi preciso reestabelecer a ordem, e é isso o que venho aprendendo aqui – fazer a coisa certa. Desde que o Mestre me ensinou que os limites são santos, tenho aplicado isto na prática, sempre com equilíbrio, na medida do possível. A minha questão é fazer isso sem “explodir”. Pelo que entendi deste trecho do shiur, espero ter feito a coisa certa, pois foi extremamente desagradável, pois não é (mais) do meu feitio me impor dessa maneira, porém foi necessário. Para eu ter tido essa atitude, eu garanto, a situação passou dos limites. E, graças a D’us, funcionou.

    O Mestre afirma que qualquer pessoa, que esteja sincronizada com o “consciente coletivo” da humanidade, percebe uma grande perturbação mundial, que afeta a todos, no ponto de vista subconsciente, causando ondas de descontentamento em algum grau, que não precisa ser algo específico que requer conserto, sendo mais a sensação de que tudo está errado, e que tudo precisa ser retificado, algo mais sutil, profundo e evidente, neste nível. Esse tipo de perturbação, prossegue o Rav, é o que faz as pessoas se sentirem “tomadas” pelas coisas, como que “se afogando” nelas, produzindo, em diferentes graus e níveis, as sensações de medo nas pessoas, que as impelem a agir de modo destrutivo. A mistura de medo, com essas perturbações, e a capacidade destrutiva, representam sempre uma combinação perigosa no mundo. Segundo o Rabino, muitas vezes, ao vermos as notícias, parece que todo mundo está prestes a explodir – vemos “incêndios” em todas as “arenas”, política, social e econômica, volta e meia surge uma notícia nova, mostrando o próximo “incêndio”. As pessoas tentam apagar esses “incêndios”, os líderes mundiais representando os “bombeiros”. Entretanto, continua o Rav, o controle dessas “chamas” se torna cada vez mais difícil, e quando esses “incêndios” entram em “erupção”, é como se todo mundo ficasse afetado, o que de fato acontece. O principal “incêndio” que ocorre é o da mente, que o Mestre chama de insanidade, que é o primeiro passo da destruição, trazido pelos Profetas há muito tempo atrás – o primeiro grau de punição dos Céus, foi prometido como sendo o infligir da insanidade. Até mesmo antes da loucura, que são assuntos do tohu – caos –, o estado aonde a ordem não paira, e predominam apenas a ansiedade, confusão e a ilusão, a grande maioria dos sábios e líderes vão perdendo a sua força, se transformando em “cascas vazias”, e são apenas, agora, sábios em nome, mas perderam força. Sem liderança e sabedoria no mundo, as massas perdem a capacidade de pensar e raciocionar, se tornando “gado indo em direção ao abate”, ao que as forças negativas se aproveitam muito disso. Eis o motivo dos “incêndios” que são vistos pelo mundo, revela o Mestre.

    Tenho orado muito ultimamente, e venho pedindo a Hashem a kavaná certa para os meus pensamentos, palavras e ações, e paz. No meu local de trabalho, apesar de certos incidentes, tenho visto que, no momento em que estou, relativamente, com a atitude certa, não cometendo grandes transgressões, as palavras e atitudes tem mais contundência, é como se eu vivesse uma vida só, e não duas, como que interpretando um papel, essa é a minha sensação. Porém, no mesmo instante em que “saio dos trilhos”, sinto justamente essa sensação de “titubear”. No momento, estou firme, e nem me passa pela cabeça, por agora, me desviar. Rogo a Hashem que Ele me conserve assim, pois isso é muito difícil. A sensação de “incêndio”, dependendo do dia, é flagrante. Esse shiur veio na hora certa. Baruch Hashem.

    O fato é que não é necessário, explica o Rav, muito esforço para entender que, para perturbar as coisas que estão em equilíbrio, não precisa de muito. Nenhum ser humano tem a força e a capacidade de derrubar algo determinado pelos Céus, o que é uma verdade espiritual, afirma o Mestre. Aquilo que os Céus determinam como sendo o fim de algo, assim será feito, não só na história de Sodoma e Gomorra: isso já ocorreu inúmeras vezes, na história da humanidade. Quando chega o momento, de que algo precisa terminar, o que ocorre é o colapso desse algo, o que não acontece pela mão de um ser humano, mas sempre por influências angelicais e, principalmente, porque esse é o desígnio de D’us – só Hashem sabe o local e a hora, para que as coisas aconteçam, seja para erguer ou para destruir. O que podemos fazer é o melhor que pudermos, e é esta a nossa obrigação. O Rav pergunta: o que é esse “melhor” que nós podemos fazer, e que nos remete ao arquétipo de retidão do Patriarca Yitzchak, que se submeteu ao desejo de seu pai Avraham, que por sua vez era o desejo de D’us.

    A questão é a seguinte, ensina o Mestre: a melhor maneira de se preparar, sempre, para aquilo que virá, é através da retidão, ou seja, fazer o que é certo sempre. Não existe o conceito de “jeitinho” no assunto de retidão, uma pessoa reta faz sempre o que é certo, não importando o custo, o que demanda uma fortificação do caráter, da mente, do corpo, e das emoções da pessoa. Segundo o Rabino, um homem forte, nesse sentido, é um homem reto, ou capaz de retidão, e essas são as ferramentais, necessárias e fundamentais, para que a pessoa possa “encarar”, inclusive, os tempos difíceis, que estão por vir e virão, o que é um fato. A retidão atua como um “escudo” para a pessoa, até porque, prossegue o Mestre, para uma pessoa ser reta, ela precisa se envolver em assuntos elevados também, abandonar a vida fútil, tola e infantil que ela vive, e tomar a devida responsabilidade dos seus atos. O Rav ensina que, conforme a Torá, os retos são protegidos pelos Céus. Portanto, quando o momento chegar, seja qual for a situação que esse momento implica, alguém poderia dizer: será que esses retos são avisados? O Mestre acredita que existe uma “voz silenciosa”, que o um reto tem contato, e que fala para a pessoa reta como agir, todos os momentos de sua vida, inclusive em momentos mais urgentes. Somente a pessoa que é capaz de ouvir essa voz, poderá escutar e agir de maneira apropriada.

    Eu tenho trabalhado de segunda à segunda, sem parar, estudando músicas, ensaiando alunos, individuais, grupos vocais etc. Estou dando tudo de mim, para que a apresentação da academia de música dê certo, mesmo com esses eventuais “incêndios” que estão ocorrendo. Depois do que ouvi, no trecho acima transcrito, tenho consciência de que não adianta bajular superiores, agradar pessoas, o que for: tudo está no comando de Hashem. O que posso fazer é seguir fazendo o que estou fazendo, e que seja o que D’us quiser. Estou fazendo a minha parte, seguindo o exemplo de Nôach, que trabalhou sem parar para construir a Arca. Até o momento, sei exatamente o que está acontecendo, e o que estou fazendo, graças a D’us. Que o Eterno me ajude.

    É por isso que o Rabino salienta sobre a importância e o ênfase da qualidade de ensino, em sua obra, que a pessoa precisa se ligar, sobre as práticas espirituais verdadeiras que ela precisa aprender, para que ela rompa com a ilusão de seu ego, fazendo coisas e práticas que, no mínimo, a mantém distante de um caminho reto, que a eleva e podendo, inclusive, trazê-la ao domínio das forças negativas, sem ela saber o que está fazendo. Nesses momento mais urgentes, continua o Mestre, ela vai ficar muito surpresa das coisas e de como elas estão procedendo, a despeito do que ela achou que ela sabia. O Rabino afirma que vê isso em várias áreas: na área espiritual é onde isso é mais revelado, o Mestre exemplificando com judeus que querem estar ligados à Torá, “religiosos”, mas que se mantém com um grau de leniência, em relação a aderência às Leis da Torá e da maneira elevada de pensar, e promove a conexão deles com coisas negativas. O Mestre afirma que não judeus tem mais dificuldade ainda, por não terem Torá: os poucos que querem se ligar à Torá, através das Sete Leis de Nôach, muitas vezes acabam se iludindo no caminho, e cometendo transgressões sérias, ou simplesmente fazendo o que bem entendem, coisas que são, espiritualmente, perversões.

    O Rav cita exemplos: seja “judeus messiânicos”, algo impensável e totalmente contrário à Torá, seja noéticos que se vestem e praticam o que eles pensam ser Judaísmo, além de erros de pensamento, humildade, e falta de retificação de caráter. O Mestre afirma que as pessoas que estão em verdadeira sincronia com o Céu, sempre serão movidas pelo direcionamento do Céu, enquanto que aqueles que não conseguem rebaixar o seu ego, e se mantêm em seus caminhos de perversão, serão surpreendidos. Essa arrogância, ensina o Rav, terá o seu tempo e hora de ser lidada.

    Estou bem longe de ser um santo, sem dúvida. O fato é que falta um mês para o cronograma dos trabalhos acabar e, a cada dia que passa, tenho vontade de fugir, admito. Faz sentido, pois parece que tudo está sendo feito para me desestabilizar, em várias frentes. Tenho feito o que tem sido minha especialidade, ao longo dos anos: oferecer resistência, independentemente do que for. Melhor ainda, com a tecnologia espiritual oferecida, generosamente, pelo Rabino. É real, e dá quase para “tocar” o nível de tensão. Por outro lado, há pessoas colaborando, o que é ótimo, um alívio, graças a D’us.

    O Mestre afirma que todos precisamos aproveitar esses ensinamentos, como na Parashá Vayerá, e entender que andar em um caminho reto implica em obedecer ao desejo de D’us e só D’ele, de Hashem o Criador do Céu e da Terra, e abandonar os caminhos tortos, rebaixar o ego e, às vezes, sacrificando algo que a pessoa achava que era tão importante: um comportamento errado, uma ligação errada, uma relação errada, hábitos errados etc. Segundo o Rabino, podemos aprender muito do comportamento reto do Patriarca Yitzchak, e as pessoas que caminharem com retidão serão abençoadas pelos Céus, as oportunidades irão se abrir sempre, a proteção será sempre revelada, e todos nós, se D’us quiser, caminharemos em direção ao inaugurar da Era do único e verdadeiro Mashiach, que ajudará o mundo a se retificar e, finalmente, entrar em uma nova era de entendimento, ordem e harmonia, e que isso seja muito breve em nossos dias, amém. Desta maneira, o Rabino Avraham conclui o shiur.

    Como já comentei diversas vezes, sinto mudanças no meu corpo, em um processo muito gradual de envelhecimento. Peço desculpas se estou sendo repetitivo ou enfadonho. Não desejo, quando chegar o futuro, estar com a mesma mentalidade de agora, por isso essa urgência de me retificar, em que já sinto alguns efeitos, como o de ter mais resiliência e resistência a alguns tipos de revezes, por exemplo. Estou me esforçando para conquistar um “grão de areia”, em termos de retidão, e já fico imensamente feliz. Hashem tem sido misericordioso comigo, abençoado seja Ele.

    Uma boa noite ao Rabino Avraham e a todos do Retidão Noética.

    Márcio

  2. Shalom Mestre
    Bom dia!

    Fiquei refletindo ao longo dessa semana sobre ” o sacrifício de Yitschac” na Parasha Vayera.
    Toda aquela cena me fez pensar mesmo que de maneira limitada em como era grande o amor, Temor e obediência que tanto o Patriarca Avraham quanto Yitschac tinham por Hashem.

    Vivemos em uma realidade tão baixa, marcada pela rebeldia em todos os aspectos que um ato desse como o do Patriarca Avraham e Yitschac chega a ser incompreensível.Muitos foram os obstáculos que surgiram na frente deles no entanto não hesitaram em cumprir esta tão importante mistva, tamanha obediência me constrange é algo tão puro que me faz meditar a cerca das necessidades que tenho em retificar alguns pontos da minha vida, corrigir vários outros nessa busca constante pelo alinhamento as Leis Divinas.

    E hoje enquanto eu lia o pequeno Midrash a minha filha fiquei refletindo a respeito das relações hoje em dia entre pais e filhos, e com base nas ações de Yitschac ao saber que serie ele próprio o cordeiro, vejo o quão aquém estamos desse ideal de atitude, dessa postura reta de um filho para com o pai e do pai para com o filho.

    O que vemos hoje são lares onde a figura paterna perdeu completamente o respeito dos filhos. E os filhos estão cada vez mais perdendo o amor de seus pais. É uma guerra travada a que vivemos aqui neste mundo como noéticos para buscarmos a retidão, minimamente percebo que essa obediência de Yitsach a D’us e a seu pai nos ensina a caminhar em alinhamento, a desejar ser correto Em tudo em todos os momentos, no intuito de obter esse grau de retidão. De abrir a nossa mente tão limitada para a Verdade que é Hashem.

    Nasci em um país completamente idolatra e divorciado das Leis de D’us, ensinar minhas filhas a se afastar de tudo aquilo que um dia eu já fiz parte é um grande teste a ser vivido por mim enquanto mãe, e educadora. Passo todas as horas do dia me policiando para ser um bom exemplo a elas e não retroceder (D’us me livre).

    Humildemente aprendo com essa maravilhosa aula do Mestre que existem testes nas nossas vidas que precisamos passar mais para isso precisamos de Forca, pois ensinar os filhos a seguir um caminho reto em um ambiente tão hostil as Leis de D’us quanto esse em que estou inserida e falar de Torá a elas mesmo sabendo tão pouco, penso no meu mínimo entendimento ser um teste a ser vencido. E mesmo com tantas barreiras e impedimento para que eu prossiga em retidão, o meu desejo por agradar a Hashem e mais forte do que qualquer adversidade. Agradeço a D’us por ter um Mestre Avraham que assim como o Patriarca nos ensina a como ser pessoas retas, morais e dignas de acordo com as Leis de D’us.

    Obrigada Mestre por mais esta aula tão preciosa para todos nós.

    Tudo de bom

    Respeitosamente,

    Wiviane Morgado.

  3. Shalom Mestre. Quão importante esta aula, nos mostrando que temos que emular os patriarcas Avraham e Yitzchak, em obedecer a D-us e fazer o melhor que pudermos sempre, Mesmo que precisemos abandonar nossa zona de conforto ou entrar em desconforto, agindo com retidão, pois assim contribuimos não só para nossa elevação como também para a retificação do mundo que tanto está perdido nos dias de hoje justamente pela falta de retificação.
    D-us abençoe muito o sr. e família sempre.
    Tudo de bom.
    Robson Cleber

  4. Shalom caro Rabino Avraham e amigos do Beit Arizal,

    Peço a licença do Rabino Avraham e dos amigos para um breve comentário do presente shiur:

    Entendo que o Patriarca Yitzchak deixa em sua submissão ao sacrifício uma lição para todos os tempos onde cada pessoa ligada á Torá deve fazer o seu melhor de acordo com seu nível espiritual. Fazer o que é reto pode parecer desconfortável muitas vezes, afinal tenho uma yetser hará que me faz desejar tudo o que é contrário á retidão e assim preciso aceitar viver um conflito interior a cada dia, não perdendo o objetivo de crescer em retidão nesse árduo trabalho.

    O Mestre fala no shiur sobre uma voz silenciosa que acompanha a pessoa reta em todos os momentos da sua vida e a guia. Penso que ainda preciso trabalhar bastante o meu caráter, minha mente e emoções para buscar ouvir essa voz e ser sensível ao seu direcionamento e aprender a ignorar sempre a voz da yetser hará que tenta me seduzir, que D-us me permita forças para isso. Também é fundamental o que aprendo aqui do Mestre, de que a melhor maneira de se preparar para os dias difíceis que logo virão é através da prática da retidão, sem jeitinhos. Shalom á todos e tudo de bom!

    Respeitosamente, Emerson

  5. Shalom rabino Avraham, peço permissão para expor em algumas linha com sou sensibilizado com esta aula onde compreendo a importância de andar em verdadeiro equilíbrio. É maravilhoso saber que o sacrifício de Yitzchak serviu para elevar tanto a ele como a seu pai Avraham.

    O senhor explica que andar em retidão sempre é a ferramenta primordial para os dias que virão, e “uma voz silenciosa fala para a pessoa reta, como ela deve agir nos momentos difíceis”. Compreendo que isso inclui cuidados básicos no dia a dia de uma pessoa que busca trilhar este caminho sem desviar, mesmo que isso nos custe “perdas”, pois entendo que a perda maior é a perda moral, o agir sem ética forma o “incêndio das massas”. É ensinado que sem o “auto sacrifício”, não seremos capazes de rebaixar nosso ego e ele nos levará a caminhos tortos que trazem apenas o “sentir bem”.

    Nesta maravilhosa aula me é colocado com todas as letras o que devo fazer, sem questionar, e isso precisa estar inter-incluido nas ações para acionar o mecanismo que quando em funcionamento, todos os pensamentos são direcionados pelo Criador, causando assim um novo nível de vida e entendimento se D-us quiser.

    Obrigado Mestre pelas palavras que buscam preparar para esta nova era com O Mashiach já, se D-us quiser.

    Edson Bertoldo

AVISO: COMENTÁRIOS NÃO SERÃO RESPONDIDOS

Faça o login usando um destes métodos para comentar:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s