2 pensamentos sobre “MIKÊTS 5772

  1. Pela graça de D’us

    Shalom Rabino Avraham e amigos.

    Peço permissão para fazer um ínfimo comentário sobre a Parashá Mikêts, aula em vídeo.

    Desde já peço perdão pelos erros de compreensão, na minha limitação e falta de entendimento sobre o assunto.

    Devido seu grande alinhamento com a Torá e suas Leis, toda a obra do Rabino Avraham, que é “única” em nossa língua, tem uma agenda positiva por traz de cada palavra e letra graças a D’us.

    Mais em especial esse shiur em vídeo sobre a Parashá Mikêts, vem em um momento crucial em nossas vidas, devido a atual situação que estamos vivendo no mundo e nossa sociedade.

    O Rabino começa nos explicando sobre a ligação da Parashá Mikêts com Chanucá, como essa a Parashá explica acessão do Yossêf o justo ema posição de vice Rei conforme (Bereshit 41:40) Yossêf se tornou o imperador desse império tão grande.

    O mestre explica sobre a situação de um governo laico tendo um governante reto e justo no nível de Yossêf o Rabino explica que não estamos falando de qualquer mais sim de Yosef haTsadik: um homem justo que tinha méritos, pois ele cuidou do seu Pacto Sagrado/Brit Kôdesh, graças a D’us. Além da sua linhagem sendo Yossef filho de Yacov Avinu, nos traz o mestre.

    Também é nos ensinado sobre Chanucá a festa de liberdade que celebra a luta contra a tirania, contra o helenismo que queria afeta diretamente o Povo de Israel, que D’us não permita. O Rabino continua dizendo que a essência de tudo isso é a luta contra um governo tirano.

    O Mestre trouxe dois temas que convergem profundamente é se D’us quiser vamos aprender sobre tudo isso e como isso pode afetar nossas vidas.

    Temos a questão de retidão no governo e por outro lado um governo que não é reto, que é corrupto nos diz Rav, e o papel do governo de acordo com Torá.

    Estudando esse shiur tão importante, fico pensando como seria bom se tivéssemos governos retos sobre nós. Como seria bom se tivéssemos outros Yossefs para governar essa nação tão afetada pela corrupção que assola e nos afeta diretamente a todos nós.

    De onde vem a autoridade de lei do governo, pergunta o mestre: Porque um grupo pequeno de indivíduos pode tomar controle e ditar como as outras pessoas devem viver suas vidas, como que isso funciona? Continua o mestre. De onde vem essas Leis como eles efetivamente funcionam e operam em nossas vidas.
    Mais ainda se transgredimos essas leis do governo implica em punição, seja a punição financeira ou ate mesmo ao aprisionamento completa o Rabino.

    E vem uma pergunta que é muito importante creio que para todos nós, “Mais será correto que o povo deveria viver com medo dessas leis”? o mestre fala que algo para todos nós pensarmos.

    Acredito que para todos nós que estamos buscando se alinhar com as 7 Leis de Nôach de acordo com a Torá, essa aula é de suma importância porque nos traz a tona uma questão bastante pertinente. Vem àquela pergunta será dar para confiar nas leis que são criadas por pessoas que não tem o mínimo de entendimento de Torá? Será que essas leis são contrarias aos princípios fundamenteis para um Noético? Podemos citar, por exemplo, a sétima Lei dos filhos de Nôach, que é de estabelecer sistemas e leis de honestidade e justiça, ou seja, cumprir as leis vigentes em nosso país.

    Mais e quando essas leis vão contra aquilo que a Torá nos ensina sobre o que é certo correto e justo, porque cada dia aumenta o caos no mundo, e surgem novas Leis onde favorecem o lado negativo, onde cada vez mais os lideres que nos representam estão envolvidos em um mar de lama que é preocupante pensar que essas pessoas podem decidir sobre nossas vidas e nossos familiares, diante de tudo que temos aprendido com o Rabino Avraham, pomos concluir que as consequências disso são desastrosas para todos, que D”us não permita”.

    Nessa aula temos aprendido que é significativo entender o papel de todo e cada ser humano na sua luta moral contra os valores que venham a agredir os princípios de D-us para um mundo justo e harmônico.

    O mestre continua com outa pergunta que diz: e a liberta de nós optarmos vivermos de maneira que nós desejamos, o mestre continua dizendo que desde que a pessoa não prejudique outra, essencialmente deveríamos viver de modo livre, se D’us quiser.

    Entendo nas palavras do Rabino que essa liberdade é viver uma vida reta e justa de acordo com a Torá, onde possamos exercer uma liberdade pautada nos atos corretos nas intenções santas e puras.

    Uma aula extraordinária que merece ser estudada muitas e muitas vezes para ser entendida na sua essência graças a D’us.

    Peço perdão ao Rabino Avraham e aos amigos por não explorar com mais detalhes devido ao tempo.

    Muito obrigado Rabino Avraham pela oportunidade graças a D’us.

    Que Hashem nos ajude abrindo nossa consciência para um melhor entendimento

    Que tudo seja para o bem

    Shalom

    Francisco Saturnino

  2. Pela Graça de D’us.

    Prezado Rabino e Prezados Amigos:

    Peço permissão ao Rabino Avraham, para comentar sobre o presente shiur.

    A aula se inicia com o Rav explicando que, na Parashá Mikêts, se lê sobre a ascensão de Yossef HaTsadik – Yossef, o Justo – à posição de vice-rei. No Bereshit 41:40, depois que Yossef interpretou os sonhos do Faraó e foi reconhecido, o Faraó diz para Yossef que “tu estarás sobre a minha casa”, ou seja, Yossef se tornou o governador do império egípcio. Yossef é um tsadik, e a questão de ele ser um reto vem diretamente da maneira que ele tratou, em sua vida, o assunto de relações sexuais – brit kodesh, nas palavras do mestre, além do fato de ele ser de uma linhagem espiritual sublime, sendo ele filho de Ya’acov Avinu, um dos Patriarcas. A elevação de Yossef em um governo laico têm grandes implicações: um justo agora governa sobre esse império. Ao mesmo tempo, prossegue o Rabino, há o Chanucá, que é uma festa de liberdade, que celebra a luta contra a tirania, contra o desejo despótico do Império Helenista, na época, de afetar negativamente o Bnei Yisrael. Em outras palavras, traz o Rav, a essência disso é a luta contra um governo tirano. Há dois temas no shiur: a questão da retidão no governo e, pelo outro lado, um governo que é corrupto. O mestre une esses dois temas, para explicar sobre o papel do governo, de acordo com a Torá.

    O Rabino Avraham pergunta: De onde vem a autoridade da lei do governo? Por que um grupo pequeno de indivíduos pode tomar controle, e ditar como as outras pessoas devem viver suas vidas? De onde vem essas leis, como elas efetivamente funcionam e operam em nossas vidas? Mais ainda, prossegue o Rav, sabemos que transgredir as leis do governo implica em punição, seja financeira ou até mesmo chegando à prisão. Mais indagações do mestre: será correto o povo viver com medo dessas leis? E a liberdade de optar por vivermos como desejamos? O Rabino acredita que, desde que a pessoa não prejudique outrem, deveríamos poder viver de modo livre, até certo ponto, havendo vários graus e níveis para a lei, atuando em diferentes funções da sociedade. Porém, o Rabino continua, há pouco espaço para contrariar essas leis, assim operam os governos. Talvez as pessoas não se perguntem se isso é correto e moral. Outra questão do mestre: quem dá a esse grupo de pessoas o direito de dizer “sim” ou “não”, de modo definitivo, para a vida de todos sob a sua regência? O Rav explica que o modelo democrático pressupõe que o eleitorado – o grupo de pessoas que votam – elege o corpo político, seja qual for o modelo particular dessa democracia, e a expectativa é que esse corpo político crie leis que governem o povo, ou seja, o envolvimento que temos com o processo eleitoral e com o governo, é um acordo tácito, de modo a seguir as leis que são legisladas no país, mesmo que nós não concordemos com essas leis, e é assim que funciona no mundo todo em geral, traz o Rabino. Se há discordância com essas leis, através do processo eleitoral é possível eleger novos representantes e, desse modo, buscar a modificação dessas leis. Esses indivíduos especiais recebem o poder de mudar essas leis, dentro de um processo complexo, variando de um país para outro, para que se busque um consenso popular dessas leis, ou seja, esse é o conceito de que a maioria rege e, portanto, a maioria das pessoas tem que seguir as leis que ela mesma consentiu que fossem erguidas e desenvolvidas, na legislação de seu país. Outra pergunta do mestre: o que acontece com aqueles que não concordam com essa legislação. Muitas vezes, prossegue o Rav, há uma aparente concordância da maioria com as leis, ocorrendo que a própria maioria pode discordar das várias restrições que o governo estabelece, ou de legislações específicas, mas, como cidadãos, eles são obrigados a seguir a lei, e a as pessoas sabem, intuitivamente, que violar essas leis é uma transgressão moral, que implica em transgredir uma lei que, sem si mesma, é imoral. Em outras palavras, traz o Rabino, é errado transgredir uma lei, mas às vezes a própria lei é errada. O obedecer de uma lei é algo esperado, a despeito da retidão da lei, e sabemos que as violações dessas leis causam problemas sérios, para as pessoas que ousam assim fazer, ensina o Rav. No final das contas, explica o mestre, obedecemos ao governo, em muitas instâncias, não devido à retidão do governo e suas leis, mas pelo medo da represália do governo, garantido pelas suas próprias leis. Entretanto, o Rabino revela, muitas vezes, certo grupo particular no governo, pode legislar de tal maneira, que certas pessoas são agradadas por essas leis e, ao mesmo tempo, esse mesmo grupo acaba sendo hostil a outros grupos que, na essência, contradizem os desejos do primeiro grupo. O Rav afirma que é por isso que a democracia é chamada, muitas vezes, de “a opressão da classe regente sobre aqueles que não estão no poder”. O mestre faz a ressalva de que o processo democrático é uma ferramenta fundamental, porém ela acaba, na dicotomia de liberdade e poder, impondo pesos sobre as pessoas, sendo que algumas não toleram esse peso indevido. O Rabino dá um exemplo: uma lei que afronta diretamente uma cerca moral, sendo que moralidade é a mesma coisa que espiritualidade, relembra o Rav en passant. Ao se criar uma lei que force as pessoas de bem a se calarem, diante de um ato imoral, a história da humanidade e, em particular, do Bnei Yisrael, em sua relação com os gregos, rememorada na época de Chanucá, mostra o que tem que ser feito, quando não é mais tolerável atitudes corruptas de um governo, o Rabino revela. Há uma necessidade de mudança e transformação e, em alguns casos, revolução. A ideia, o Rav trazendo o assunto para a moldura da Torá, é que o homem, não sendo fiel e verdadeiro com o seu próximo, também não pode ser fiel e verdadeiro com D’us. Em outras palavras, um grupo de pessoas que não andam em retidão com D’us, não será um grupo que ande em retidão com outras pessoas, conclui o mestre.

    Com essa explicação, consigo entender um pouco melhor como, em nosso país, um partido político se mantém há tanto tempo no poder: vejo uma “inércia” enorme em muitos seguimentos da sociedade, incluindo os mais desfavorecidos, que recebem “mimos” do governo, meros paliativos na resolução de suas mazelas sociais, em uma estratégia populista, e se mantém passivos. Pelo que o Rav ensinou neste trecho do shiur, pessoas que não acreditam em nada, muito menos em limites, com pseudocrenças, estando no poder, oferecem um perigo enorme para a sociedade, como um todo. Entendo que, para se manter no poder, há o controle de uma boa parte dos votantes com o populismo dos benefícios concedidos, enquanto que outros setores se aproveitam da situação, como verdadeiros “sanguessugas”, propondo leis que beneficiam a seus interesses obscuros, incluindo os grupos mal-intencionados que propõe leis que são verdadeiros atentados às leis espirituais e, por conseguinte, morais, tudo conforme os ensinos do Rav. O fato de haver tantos escândalos acobertados, e fatos mais do que evidentes, revela uma verdadeira “dormência” por parte da população. A isso, é acrescida a cultura permissiva e leniente que permeia o Brasil. Vejo o panorama político e social atual do país como “nitroglicerina pura”.

    Segundo o Rabino, casos de repressão violenta de um governo contra o seu próprio povo, é causado pelas falhas de retidão, na essência – sem respeito e temor a D’us, sem conhecer Suas leis, não há respeito pelos outros, cada um faz o que bem entende, de acordo com os seus desejos não retificados. O resultado, a história mostra, destaca o Rav, são regimes que oprimem o seu povo, e clamam autoridade moral para fazer isso, ao impor o peso que for necessário para cumprir as suas agendas nefastas. Aqueles que não aceitam se subjugar são chamados de criminosos, e são punidos, traz o mestre.

    Eu vejo as tentativas recentes, de silenciar a imprensa do país, até mesmo artistas que se posicionam contra o governo, como uma verdadeira violência, ainda que de forma mais sutil. Também encaro como violência às crianças, a questão do “kit” informativo sobre sexualidade não sancionada, direcionada para as escolas, o que também foi uma tentativa de romper com as cercas morais, segundo o que é ensinado pelo mestre. Há diversos problemas na sociedade em geral, e baruch Hashem que sou orientado pelo mestre. E, novamente graças a D’us, não se chegou ao ponto de fechar o Congresso Nacional, e ser instituída uma ditadura.

    A violência, prossegue o Rav, são sancionadas pelo próprio país, e a regência pela lei é um contrato social entre as pessoas – aqueles que governam e aqueles que são governados. Quando a classe governante não mais representa amplamente os seguimentos da população, eles perdem o direito moral de reger sobre eles, independentemente de seu mandato, o Rav salientando uma verdade – as leis são do povo e para o povo, um princípio bem explicado e iluminado pela Constituição norte-americana, um documento noético, escrito por grandes bnei nôach, o Rav aqui comentando sobre a fundação dos Estados Unidos da América. Em suma, o Rabino ensina, as pessoas precisam ser servidas pelo governo e suas leis e, desta maneira, evitar o erro em que a lei é servida pelo povo, a lei deve prover para o bem comum das pessoas, e respeitar as diferenças entre elas, até mesmo aquelas que não concordam com a lei, sendo este o modelo ideal. Se isso não ocorre, se a lei perde a sua autoridade moral, ela se torna uma “casca vazia”, que só consegue ser imposta através da força, e perde o princípio básico de justiça moral e social, nas palavras do Rabino. Quando a lei é imposta pela força, ela escraviza o povo, testifica o mestre, e são obrigadas a se adaptar ao modelo que se corrompeu. O governo deveria preservar os direitos das pessoas, e não roubá-los e, quando há esse roubo, existe um governo de repressão e uma espécie de ditadura, tendo ela esse nome ou não, afirma o Rav.

    Não consigo deixar de pensar que, se eu não me retificar, vou ter uma visão torpe, que vai me fazer ter interesses torpes, e me fará escolher um representante torpe para o ocupar o poder. Preciso “me consertar” primeiro, para depois agir de maneira mais lúcida, incluindo o ato de votar, assim interpreto o que foi explicado pelo mestre. A questão da lei virar uma “casca vazia” e, assim, um instrumento de repressão, me fez lembrar das klipót, as “cascas”, na definição do Rav. De instrumento de proteção aos direitos humanos, a lei, nas mãos de um governo sem autoridade moral, se transformaria em klipá?

    A regência com leis, o Rav explica, é algo de origem divina – os governos criam leis e as pessoas criam governos, mas os direitos humanos não são criações dos governos ou das pessoas: os direitos humanos fundamentais são um aspecto integral da humanidade, definidos em estrito acordo com o Criador do mundo. Nenhum indivíduo, grupo ou governo, tem o direito moral e autoridade, de fato, de negar ou remover aquilo que D’us deu, que são os direitos humanos, e aqui se entende a importância de Yossef, um tsadik, ser elevado a um governo laico, ao que o Rabino revela: um homem que teme a D’us, que busca justiça, e que tem integridade moral, ao assumir o poder torna tudo diferente. A própria busca pela justiça, o mestre citando Devarim 16:20, é fundamental. Antes que a pessoa possa buscar a sua suposta felicidade e liberdade, ela precisa conhecer os limites e fronteiras dessa busca, para que não se viole os limites e fronteiras do próximo, o mestre afirmando que esse é um assunto de libertinagem, em que a liberdade de um indivíduo termina quando começa a do outro, sendo este um assunto de Torá. Além disso, o Rav explica, toda vez que há uma infração dos direitos de um sobre o outro, é criado, na prática e espiritualmente, um desequilíbrio natural.

    De acordo com o Rabino Avraham, Yossef representa a retidão no governo, Chanucá representa a iluminação contra a tirania, e tudo isso representa a obediência a D’us, que demanda uma condição sine qua non – a liberdade. Prosseguindo, o Rav cita Shemot 20:2: “Eu sou o S-nhor teu D’us, que trouxe você para fora da terra do Egito, da casa de escravidão”. Na essência da formação do Povo de Israel e, posteriormente, do recebimento da Torá, temos o conceito de liberdade, até porque Mitsrayim, que é “Egito” em hebraico, significa também “estreitamento”. Portanto, continua o Rav, a pessoa só pode servir a D’us se ela for livre, e a tirania da ilusão da realidade é uma outra maneira de escravizar as pessoas, e é por isso que elas não seguem às leis de D’us, pois elas são escravas de suas ilusões, e o entendimento deste shiur faz parte do caminho de retidão e judeus e não judeus, e desta maneira entender o papel fundamental do governo e dos cidadãos, saber como essa dinâmica deveria funcionar e, com o crescimento de entendimento, poderem servir a D’us de modo mais aberto e verdadeiro, de modo a apressar a vinda do único e verdadeiro Mashiach, amém.

    Preciso trabalhar, de modo a me libertar de minhas ilusões pessoais. Como poderei reagir de modo digno, contra um governo tirano, por exemplo, se eu mesmo “me tiranizo” com os meus defeitos? Assim como a série de shiurim Ecologia Noética, que me fez abrir os olhos quanto aos cuidados que devo ter com a natureza, que é D’us em oculto, assim ensina o mestre, e que me fez concluir que, se não tenho cuidado com o meio ambiente, é como se eu não acreditasse em D’us, o mesmo compreendi deste shiur, quanto a minha busca por retificação espiritual: vou demonstrar que acredito em D’us ao me respeitar, buscando me libertar do que não presta, para depois isso ser refletido na sociedade, inclusive na escolha consciente dos representantes do meu país. Para mim, falta muito para chegar nesse objetivo, mas ao menos já tenho uma luz para iluminar o meu caminho, que é o mestre e a sua obra de Torá, graças a D’us.

    Um bom dia ao Rabino Avraham e aos amigos.

    Márcio

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