O PERIGO DO ESTRESSE

Está escrito: ולא שמעו אל-משה מקצר רוח Velo shamu el-Moshe mikotser ruach, “Mas eles não escutaram Moshe pelo seu espírito impaciente” (Shemot 6:9, Vaerá). O Rashi aqui diz: “Mas eles não escutaram a Moshe. Eles não aceitaram o consolo. Ou seja, eles [o povo] se desesperaram completamente sobre serem redimidos em qualquer tempo, devido à falta de fôlego para respirar. Todo aquele que está sob estresse, seu vento e sua respiração são curtos, e ele não pode respirar profundamente”. A falta de respiração é o que a pessoa sente quando está se afogando. Ela consegue apeans algumas breves respirações, não o suficiente para se sustentar. É isso que o momento de estresse causa no indivíduo. E veja, a guemátria katán deste passúk é 78, a mesma de Mabúl (“Dilúvio” das águas): membetvavlámed = 40 + 2 + 6 + 30 = 78. Misticamente, a palavra mabúl alude ao remover da força vital Divina. É por isso que a sensação de desespero ocorre, pois as “águas turbulentas” do estresse sobem e “inundam” a mente da pessoa, por assim dizer. E quando fazemos a “regressão” (a visão da parte posterior/achorayim) dos 3 Nomes Divinos (de como o Tetragrama/YKVK é soletrado) – do “Nome de 72 letras” (Shem Ayn Bet), do “Nome de 63 letras” (Shem SaG), e por fim do “Nome de 45 letras” (Shem MaH), temos os total de 78 letras, indicando (pela regressão destas iterações dos Nomes Divinos) a “remoção” do Name Havayah (YKVK) do mundo, o que na escala global significou o “afogar” da terra e o seu fim. Agora, podemos entender porque o estresse é tão perigoso!

tzedakah