5 pensamentos sobre “BEHAR: “VOCÊ É MEU”

  1. Caro Sr. Rabino Avraham,

    Venho por meio deste solicitar permissão para traçar algumas linhas referentes a aula sobre a Parashá Behar, conforme aula oral do Mestre Rav Avraham: “ Behar: Você é Meu” disponível no site Beit Ari”zal:https://beitarizal.org.br/2014/05/09/behar-voce-e-meu.

    O Mestre Rav Avraham inicia a aula explicando, através de técnica de guematriót a relação entre o passúk de Vayicrá 25:13: “Nesse ano do Jubileu, voltareis cada um à sua possessão” e a existência de quatro mundos espirituais, bem como, as relações com os níveis de consciência existentes. Mais ainda, o Mestre Avraham faz relação com estes aspectos com as quatro letras do Nome transcendental de D’us. Longe de apreender todas essas relações, bem como, os muitos entendimentos possíveis delas, fico espantado com a profundidade, com as extraordinárias “conexões” que o Mestre revela, que em minha apreensão expressam que temos de reconhecer que “D’us é o Único Ser vivente”, como o Mestre Avraham nos traz em outras aulas, pois tudo é expressão D’Ele mesmo. Assim, mesmo que meu intelecto não tenha capacidade de compreender, meu coração sente que a única coisa que posso fazer é amar e temer a D’us, que Ele assim permita.

    O Mestre segue falando sobre o termo “Sulam Allyah”/ escada de ascensão, explicando que ela representa o “erguer da consciência Divina através do avodat Hashem, ou seja, o trabalho espiritual da pessoa” e que para que essa ascensão ocorra há a “necessidade de mudanças de comportamento, envolvimento emocional e intelectual e a submissão do eu à realidade Divina”, sendo que quanto mais elevado o degrau da escada em que se encontra a pessoa, mais próximo de sua redenção, onde ela deixa de ser um servo e ascende ao grau de filho da Torá. Novamente, longe de apreender aquilo de mais profundo, em meu nível de entendimento, fica a ideia de que o Mestre mostra a necessidade de que para existir uma real ascensão, crescimento espiritual, deve-se buscar um alinhamento de que perpasse os diversos planos/níveis, quer mental, emocional, etc, fazendo com que, ao final, todas as ações que tenha a pessoa estejam alinhadas com a Torá, dentro daquele nível em que se encontre. Quando o Sr. Rabino fala em Ben Torá, veio a mente a ideia de que o servo cumpre às ordens/ Lei que o Rei determina, pois teme ao Rei, enquanto o filho o faz da mesma forma, porém, ele teme e ao mesmo tempo ama o Pai/Rei, e aqui relacionei com a ideia de amor e temor a D’us que o Mestre traz em muitas partes de sua obra, obviamente guardadas as proporções, afinal, como o Mestre Avraham fala na sequencia, muito poucos conseguem realmente esse nível de conexão com Hashem, mas creio que reforce o nosso desejo de crescer, e com humildade, chegar ao melhor que podemos ser, se D’us quiser.

    No seguimento o Sr. Rav Avraham traz a explicação sobre aquilo que representa o maior empecilho para a ascensão espiritual, as klipót, forças que “amarram e diminuem a vida”, pois “se agarram a pessoa, sugando sua vitalidade.”. Sendo que para crescer é “preciso empurrar essas forças para fora da sua terra”, querendo dizer, que é preciso, com a força que vem do Céu, lutar para quebrar essas amarras, sendo que o Mestre explica que “a terra” refere-se a vida da pessoa. Mais ainda, o Mestre, através de técnica de guematriót, mostra que no texto da Parashá há também a Bênção, ou a ajuda de que o Mestre fala: “ajuda benevolente do Alto”, ao menos assim entendi, que diz: “ E proclamarei liberdade em toda a terra”, que está relacionada com: “ Pois através de Mim serão multiplicados os teus dias e incrementados os anos de tua vida” (Provérbios 9:11).

    O Mestre Avraham segue falando sobre o significado do termo liberdade trazido na Parashá, sendo que ele se relaciona com a expansão de consciência/ redenção, uma vez liberta a pessoa das amarras que a prendem, representadas pelas klipót, que são a causa da restrição da consciência/ mochin de katnut, que não permite ao homem ter “percepção da realidade”, tornando a realidade que vive mais difícil e dura, pois “julga tudo com severidade e dureza”, explica o Mestre. Mas o que chamou-me a atenção aqui, foi quando o Mestre Avraham fala que a pessoa precisa aprender a lutar para que isso ocorra, querendo dizer, dever se esforçar verdadeiramente para que essas “ amarras da mente” sejam quebradas, e como sempre o Mestre nos diz: “isso requer esforço!”, nada ocorre sem o desejo e o esforço, ao menos assim entendo. Além disso, a pessoa deve contar com um Mestre verdadeiro, que a ajude nesta trabalho de ascensão. Lembrei aqui das palavras do Mestre Avraham: “o prisioneiro não pode sair sozinho de sua cela, alguém deve abrir a porta pelo lado de fora”, querendo dizer, o papel do Mestre é possibilitar a abertura/expansão da mente da pessoa, para que ela consiga verdadeiramente se erguer em direção aos degraus mais elevados da escada, se D’us permitir.

    Caro Mestre Avraham, fico por aqui, na linha de trazer textos menores e mais focados, encerro este comentário pedindo desculpas pelo erros de entendimento cometidos.
    Rogo que D’us permita que todos nós cresçamos e possamos lentamente expandir nossa consciência sob os auspícios do Mestre Rabino Avraham.
    Tudo de bom,
    Diego Malheiros.

  2. B’H
    Caro Rabino Avraham.
    Permita-me tecer um humilde comentário sobre a Parashá Behar: “Você é meu”. Desde já peço desculpas por possíveis erros de entendimento que eu venha cometer.

    O Rabino Avraham inicia sua aula sobre Vayicra 25:13 que diz ” Este ano do Jubileu voltareis cada um a sua possessão, ou seja a sua Terra”. É explicado a relação da Gematria deste passúk com os 4 domínios da Terra e com esses conhecimentos profundos o Rabino relaciona esses quatro elementos as quatro letras do nome Divino, o Tetragrama. E assim o nosso Caro Rabino nos leva a uma viagem transcendental de uma complexidade inexplicável para alguém tão leiga como eu, porém, compreensíveis a meu ver e profundas.
    Sendo assim o Rabino nos ensina através do processo de ascensão, cujo termo ele denomina importante é o ” Sulam Allyah” que significa a ascensão espiritual como é entendido pela Torá. E com isso aprendemos que para obter uma ascensão espiritual, o indivíduo requer uma mudança de comportamento e a sua submissão do “eu”. É preciso se alinhar as coisas de D’us, quanto mais alto estiver este comportamento de conexão a Torá e união a HaShem, mais próximo desse indivíduo ser considerado um Tsadik, é um grau mais próximo de redenção diz o Mestre, que no meu ver requer devoção, foco, crescimento espiritual e um realinhamento com as coisas do Divino, é o se abster de tudo aquilo que aparentemente traz conforto a ” carne”, as coisas deste mundo, para buscarmos a retidão e podermos fazer a vontade de D’us.

    O Rabino Avraham na sequência nos apresenta os obstáculos que nos impede de obtermos a ascensão espiritual, as chamadas ” Klipots”, e em suas palavras são elas que nos amarram e sugam nossa vitalidade, porém, neste trecho o Mestre Avraham revela nos que é preciso ter forças e ajuda do alto para expulsa essas forças para fora da ” Terra ” , fazendo uma conexão com o Passúk do início, onde a ” Terra” representa cada indivíduo na sua vida pessoal, que com a ajuda do alto nos ajudam e nos fortalecem para as lutas diárias deste mundo.
    Seguindo de uma citação que diz ” E Proclamarei liberdade em toda a Terra”. E em PV 9.11 ” Pois através de mim serão multiplicados os seus dias e encrementado os anos da tua vida”. O Mestre nos ensina que a própria Parashá revela-nos uma Bênção, para que haja um prolongamento em nossos dias ao passo que as Klipots querem justamente o oposto disto, elas querem diminuir nossas forças e ceifar nossas Bênçãos.
    Na sequência o Rabino nos ensina sobre o conceito de “Liberdade”, e ele explica que essa “liberdade”, só ocorre através do ” intelecto” significando a ” abertura da mente” que na Torá quer dizer os 50 portais da Mente sendo que no nível psicológico a amargura das Klipots significa ” o estado de contrição mental”, diz o Mestre Avraham Mentalidade restrita é um bloqueio das percepções, onde no mundo as pessoas agem com severidade fazendo julgamento de tudo e com esse tipo de atitude traz literalmente severidade para o mundo, é uma dureza no julgar fazendo com que tudo torne-se segundo o Mestre mais pesado, difícil e portanto, esse conceito de julgamento é preciso ser adoçado pois tudo isso é ocasionado por conta dessas amarras advindas das “Klipots”. Vemos então através dos ensinamentos do Rabino que liberdade significa justamente essa redenção da consciência, e nas palavras do Mestre “do seu estado de Katnut de conhecimento sobre o divino”, é preciso, portanto lutar para que possamos subir os degraus de conhecimento e por meio do crescimento sobre o Divino podemos nos livrar dessa prisão psicológica, o Mestre diz ” é uma luta sem paralelos”, fica claro portanto, o quanto precisamos da ajuda de um Sábio de D’us, um Mestre para nos auxiliar nesse caminho tão longo e difícil de retidão. É necessário, portanto, que haja uma busca verdadeira no degrau de ascensão desta escalada espiritual, e o Mestre ainda completa dizendo, que cada degrau implica no surgimento das ” Muralhas de Ferro”, uma expressão do Profeta Ezequiel no Cap. 4 verso 3 onde são relacionadas as Klipots, entende se com isso, que segundo o Rabino essa passagem fala sobre as dificuldades que encontramos nesta jornada espiritual, onde as prisões que nos impedem de subir os degraus dessa escada são justamente essas dificuldades, os obstáculos diários que enfrentamos, ficando assim presos nessas ” muralhas”, nessas ” cidades”, que nos impossibilitam de crescer. Acredito que são justamente essas muralhas, que em muitas ocasiões nos afastam de HaShem, não há nada fora de nos que nos distancie tanto do Eterno, como essa barreira no intelecto, essa incapacidade interna que nos impede de enxergar o óbvio, é uma luta interna sem precedentes, em muitos casos findam se os anos, e não conseguimos encontrar o que nos amarra, nos aprisiona e com isso nos afasta de HaShem.

    E o Mestre segue dizendo, que toda oportunidade perdida de rebaixar as ” Klipots ” implica na falta de retificação em algum nível, e é por isso que elas voltam, isso fez me ver o quanto é importante a busca, a determinação em aprender as coisas pertinentes a como agradar a D’us, a trilha um caminho longe das coisas que nos faz imperfeitos na presença do Eterno. É preciso crescer dia a dia, degrau por degrau sem nos enganar. As pessoas segundo o Mestre vivem enganadas, acreditam que não são capazes de seguir, de ir para um próximo estágio espiritual, mesmo HaShem nos ordenando a crescer, certas pessoas ficam retidas, cativas, essas pessoas segundo o Rabino são “os cativos das muralhas”, pessoas sem fé, sem Emunah.
    Nesta passagem da Parashá o Rav Avraham usa a Gematria, fazendo uma conexão entre os cativos e os espiões e ainda as relaciona com o ouro batido, uma aula de sabedoria onde o Mestre nos proporciona com todos esses conhecimentos grandes ensinamentos, e ainda segue dizendo sobre o Jubileu e segundo suas próprias palavras ainda que esses assuntos sejam de difícil compreensão, no fundo significa só uma coisa “É preciso recalibrar o propósito da vida”, esse recalibrar é feito mediante muito zelo da pessoa que aprende ao longo de toda a sua vida a como ser um bom servo. E como um Pai que quer ver seu filho próximo, assim é HaShem que entregou aos Judeus a Torá e junto os 613 mandamentos, apenas porque ” Você é Meu”, uma expressão segundo o Mestre do Profeta Isaias 43:1.
    A respeito do selo dos níveis espirituais, o Rabino Avraham segue explicando sobre o grau de servo e filho. Ensina-nos com isso que o primeiro Nível de Servo creio que seja algo referente ao que somos ou tentamos ser, são pessoas que buscam um alinhamento com a Torá, com os mandamentos de D’us no nosso caso as 7 Leis e tudo que se aplica a elas, mas o Mestre acrescenta que se a pessoa crescer muito espiritualmente, se ganhar mérito de filho se retificar, tornará um Tsadik. Ensina-nos o Mestre com esse Shiur, “Cresça, expanda sua consciência, seja redimido, torne se reto e assim ajude a revelar o Bem na Terra”. E ainda nesta Parashá o Rabino Avraham mostra com seus ensinamentos através da gematria, relações como do Jubileu e a Alegria, sendo a alegria no serviço espiritual a HaShem um diferencial que nos da forças para vencermos as ” Klipots”, e essa alegria advinda do serviço a HaShem nos da esperanças, nos renova fazendo portanto, com que nos tornemos abençoados.

    É com esse estudo tão precioso do Mestre Avraham que podemos ver o diferencial da Alegria de alguém que verdadeiramente serve a D’us por amor a sua Torá, com o único objetivo de agradar ao Eterno na busca desenfreada pela Retidão, por Retifica se, pelo Realinhamento com HaShem, diferentemente de tudo que vemos no mundo. É um desejo profundo de obter sempre mais e mais conhecimentos espirituais, um Crescer sem fim.
    E com isso termino esse humilde comentário agradecendo a D’us por nos proporcionar mais este incrível aprendizado e por derramar de sua infinita sabedoria ao Mestre Avraham que nos transmite com tanto zelo todo esse rico ensinamento fazendo assim com que cresçamos no trabalho espiritual com o objetivo de obtermos a Retificação, que assim seja.
    Agradeço aos amigos por lerem o meu comentário e perdoe-me o prolongamento.
    Tudo de Bom.
    Shalom!
    Wiviane Morgado

  3. Shalom Rabino Avraham,

    Permita me rabino, expressar através deste pequeno texto como compreendo nesta aula tão especial e profunda, onde senhor fala dos quatro níveis de consciência, representado nas quatro letras do tetragrama, sendo que cada letra representa um nível espiritual, e portanto a responsabilidade com a retificação do caráter para que assim as mudanças e progressão espiritual aconteça, que D-us permita.

    Somos ensinados, alertados sobre as klipots, que agarram a pessoa, e ela precisa de muito esforço e ajuda do Alto, de alguém de fora para se libertar das prisões fortificadas que são nosso próprio ego que não permitem saída. É necessário impor toda a força possível para ultrapassar as barreiras da consciência em prol da redenção. O traz entendimentos sobre a possibilidade de uma pessoa acender aos mundos espirituais através do processo representativo da escada, que a cada degrau todos os obstáculos ressurgem. Esta é uma luta continua e para uma vida inteira.

    Entendo que uma pessoa que não busca constante retificação através de realizar atos retos e caridade, pode estar envolto em grande escuridão, portanto não percebe as casca atuando em tudo, na forma que a pessoas vive sua vida, o que faz, o que come etc.. Assim como é perceptível a quem Graças a D-us recebe um pouco de Luz, e presencia mesmo que uma pequena porção de santidade, é perceptível ver que algo esta melhorando, seja a paz interior ou mesmo o nível de entendimento da Torá, ou de uma obra que antes não foi possível compreender etc.
    Em Vaiycra 25-13, o senhor fala sobre uma lei da Torá, e vivida pelo Bnei Israel em algum tempo, onde quem adquiria uma propriedade teria direito a ela por cinquenta anos, após este período a propriedade voltava a ser dos antigos donos ou seus familiares, entendo como sendo algo extraordinário, pois este familiar poderia estar em situação de dificuldade ou pobreza e então tudo voltaria a ele e sua família que poderia ter o direito de produzir o alimento na terra e viver com dignidade.

    Em reflexão sobre tudo contemplo como tudo seria se regido sob as Leis da Torá, as sete Leis para o mundo, no entendo vemos que os homens as ignoram e criam suas próprias leis que os favorecem e sacrificam mais e mais quem não possui conhecimento e forças para quebras as cascas, e buscar a Luz que vem do alto, a Única que decepa toda escuridão.

    Graças a D-us pela oportunidade tão especial de ser aconselhado pelo Sr, Mestre. Agradeço à Hashem com todo meu coração por ter permitido vivenciar esta experiência ao lado do Mestre nestes dias turbulentos que Graças a D-us ficarão para traz.

    Edson Bertoldo.

  4. Shalom Rabino e amigos da comunidade
    Se permissão me for dada, traço algum mínimo comentário sobre este shiur impactante.
    Tal qual a musculatura que envolve o olho e controla o foco do nosso olhar, o ego delimita e conforma nossa consciência, moldando nossa realidade. E tudo que percebemos e cogitamos circula dentro das barreiras desse ego.
    Nós não vemos a musculatura do olho ou o próprio olho, mas apenas a imagem que por ele é formada sobre o influxo de luz. Do mesmo modo, não vemos o ego e a conformação que ele exerce sobre nossa consciência. Vemos o seu conteúdo e, por causa disso, tendemos a perceber este conteúdo como “natural” ou como “a realidade”, ela mesma, sem nos dar conta de que se trata apenas um reflexo produzido por nosso ego. Não nos percebemos de que outros mundos são possíveis, outros olhares plausíveis, sob os quais novas dimensões se revelam, novas perspectivas, novos umbrais que ultrapassam em muito minhas próprias limitações.
    A escada da evolução espiritual é assim composta por diversos degraus. Em cada um deles uma realidade conformada por nosso ego. Quanto mais poderosas são as severidades que amalgamam o meu ego, maiores as klipoth e o encobrimento da luz. A expansão da visão, a possibilidade de uma maior entrada de luz precisa, então, romper as cascas que limitam a luz, para o que o primeiro passo indispensável é ter a necessária humildade de reconhecer que minha realidade não é “a realidade”, ela mesma. Só D´us tem a consciência última de toda a realidade que é, enfim, Ele mesmo. E uma vez reconhecidas minhas próprias limitações, é possível separar a imagem formada do olho que a forma e estender para além os limites, expurgar para fora de nós as cascas e propiciar uma maior entrada de luz.
    Que Hashem assim nos permita.
    Shalom

  5. Shalom caro Rabino Avraham e amigos do Beit Arizal,

    Peço a licença para comentar o presente shiur com a ajuda dos Céus.

    O Mestre explica que pouquíssimos indivíduos no mundo são filhos da Torá mas que é importante conhecer essa estrutura que possibilita mesmo pessoas comuns de crescerem saindo do nível baixo em que elas se encontram.
    Entendo que as klipót (maior obstáculo para a ascensão espiritual como foi explicado) representam as muitas ilusões que impedem muitas pessoas boas e talentosas de se ligar à Torá. Como foi explicado, a pessoa em seu estado psicológico rebaixado julga as coisas com severidade. Entendo que isso inclui as muitas desculpas e racionalizações que faz a pessoa sempre se esquivar de começar ou continuar um trabalho verdadeiro de ascensão espiritual. Isso até lembra o pecado dos espiões que julgavam não poder entrar na terra prometida por D-us como o Mestre explica.

    Entendo que o desafio maior ainda está em manter a ascensão espiritual de forma ininterrupta, pois alguns até tem a chance de se ligar à um Mestre verdadeiro e mesmo depois de se ligar à ele as klipót ainda lutam para cega-los afim de convencê-los a abandonar essa ligação tão preciosa. Entendo que muitas vezes a pessoa pode se iludir voltando a cometer pecados que ela já achava ter abandonado definitivamente, que D-us não permita, afinal através da ietser hará existe a tendência natural de queda constante.

    Assim o desafio de subir de um nível ao outro é árduo e constante. Entendo que é preciso trabalhar bem em um nível, retificando tudo que puder nele e só assim será possível ascender com coragem e força para o próximo nível, disposto a desmascarar os enganos das klipót através do estudo e práticas de Torá. Graças à D-us tenho um Mestre amigo, o Rabino Avraham, que me aconselha, admoesta e encoraja a seguir esta jornada com alegria e certeza que esse trabalho árduo jamais será em vão, e sim trará mais lucidez e força para avançar alcançando novos níveis de consciência que me possibilitem retificar os aspectos ainda negativos do meu caráter se D-us quiser.

    Assim com alegria constante, mas temperada com temor como o Mestre ensina em suas obras, busco cultivar a humildade para não ser surpreendido pelas forças tão traiçoeiras do mal, pois ainda tenho muito trabalho árduo pela frente, que D-us me ajude. Muito obrigado caro Rabino Avraham, que D-us fortaleça ainda mais esta grande obra de Torá, tudo de bom!

    Respeitosamente,
    Emerson.

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