Gravado em 18 de Shevat 5784 (28/01/2024)
(Sobre o Shemot 19:16-20 – Parashá Yitrô 5784)
Um grande shiur do Rabino Avraham explicando qual é a diferença entre as almas Judias e as das Nações. Além disso, é trazido a razão da proibição de um gentio cumprir o Shabbat.
Um shiur fundamental para todos os Noéticos!
CONSIDERE SEMPRE FAZER TZEDAKA – CONSULTE A PÁGINA DE DOAÇÕES
Shalom Rav,
Fiquei muito feliz em ver o Mestre em grande forma e vigor nesse maravilhoso shiur.
Quantas instruções importantes para os noéticos foram trazidos nessa aula. Me sinto revigorado em receber tanto conhecimentos de Torá.
Que Hashem abençoe sempre o Sr para que continue nos abençoando com essas maravilhosas pérolas de conhecimento profundo e santo da Torá.
Muito obrigado por todo cuidado com cada um de nós.
Tudo de bom
Thiago
Muito obrigado, Rabino
Shalom Rabino Avraham,
Peço licença do senhor para falar o que pude entender desses sublimes assuntos:
Entendo que os ensinos deste shiur são extremamente vitais e indispensáveis para os não judeus que querem viver corretamente de acordo com as 7 leis Noéticas e suas ramificações, para assim se salvarem de muitas heresias que se fazem com assuntos Judaicos e decretos severos que resultam disso.
Antes de estudar com o senhor eu desconhecia completamente que existe uma hierarquia entre almas judias e não judias e fui levado a imitar Judeus, tentando cumprir Shabat e outros mandamentos exclusivos do povo de Israel. Mas graças a D-us, um dia Ele permitiu que a luz das obras do senhor chegassem até a mim, e pude me libertar desses gravíssimos erros. Fico profundamente tocado quando o senhor diz no shiur que um não judeu que tem sua fagulha divina tão distante dele, um dia por Providência Divina essa fagulha pode começar a se aproximar dele, e certamente isso acontece em algum nível com todas as pessoas das nações que se aproximam do senhor e tem a chance extraordinária e tão rara de se tornarem Noéticos verdadeiros. Entendo que chegar a esse caminho é um milagre, permanecer nele com consistência é um milagre maior ainda.
Graças a D-us o senhor ensina não somente as coisas corretas de acordo com as leis da Torá, mas incute em nossa consciência o espírito correto do que significa ser Noético de verdade, nos ajudando a vencer a infantilidade que é algo tão marcante nas nações, pois como o senhor diz neste shiur, que de acordo com a Cabalá, o mal num nível conceitual é definido como a infantilidade. Por isso é tão importante crescer em responsabilidade espiritual como o senhor sempre ensina.
O senhor também fala: “se conectar na acepção, no sentido mais essencial do conceito é se conectar com Hashem”, assim como falar é falar de D-us. Os seres humanos precisam aprender a se conectar com Hashem, caso contrário vão se conectar a qualquer coisa errada que os atraia. Entendo que só a Torá através do direcionamento de um mestre verdadeiro pode ser o caminho seguro para os não judeus se conectarem com Hashem corretamente, ainda mais nesses tempos tão difíceis e repletos de heresias e severidades.
Fico sem palavras para agradecer pela grande bondade de D-us e do senhor em permitir que nós das nações recebam estes direcionamentos que salvam nossas vidas e iluminam nossa jornada nesse mundo tão difícil. Recebo este shiur como um grande e precioso presente. Que Hashem abençoe ricamente o senhor.
Emerson
Shalom Mestre,
Peço permissão ao Sr para comentar essa generosa aula do qual o Sr trás instruções valiosas, e esclarecedora para os não Judeus que buscam de verdade o crescimento espiritual.
Uma aula especial onde deixa bem claro que os Judeus são canais da luz de Hashem para as nações.
Isaías 60:1-3
Eu queria compartilhar uma experiência negativa que tive por falta de conhecimento e por ingenuidade. No passado eu forçava a introdução para minha vida de ritos… restritos do povo santo (Judeus). E por atrevimento ingressei no modismo de querer imitar os Judeus, e quando percebi que era um perigo para minha vida já era tarde, já estava mergulhado em águas profundas e se afogando na heresia. Eu era um pleno idólatra, e ainda achava que existia Judaísmo messiânico.
O pior é que não trouxe nada de benefício algum para mim, pelo contrário não agregou valor algum a minha pessoa, a não ser somente alimentar mais o meu ego não retificado. Literalmente estava no fundo do poço e minha vida ficou estagnada por um tempo. Quanto mais eu tentava querer se aproximar de Hashem com ritos Judaicos mais, eu me queimava.
Exausto, desiludido e sem um norte, clamei a Hashem por um Mestre para me ajudar a sair desse infortúnio, e foi através das aulas do Sr que Hashem me ajudou a sair desse poço, foi através das aulas do Sr, que minha consciência monoteísta foi restabelecida e agora eu sigo em paz o meu caminho Noético, B’’H.
O Sr e uma Luz na minha vida e de todos da minha casa, o trabalho do Sr é muito valioso e eu valorizo muito. Todos que acessam essa fonte de luz devem apreciar com muita atenção, dedicação e receber as instruções com carinho e alegria desse portal de luz que é o BEIT ARIZAL.
Um não Judeu que busca de verdade retificação e maturidade espiritual, ele aceita a sua missão como um Noético e cumpri as 7 leis e suas inúmeras ramificações que já não e fácil, e da graças a D-us por ter acesso as fontes casher contidas aqui neste portal de sabedoria, e jamais tenta ser um plágio igual eu foi um dia.
Muito obrigado ao Sr por me ensinar o caminho verdadeiro, quero sempre apegado nas orlas do Sr.
Assim disse o Eterno dos Exércitos: Naqueles dias, 10 homens de diferentes línguas e de todas as nações segurarão a orla das vestes de um Judeu, dizendo: ‘Iremos contigo, porque sabemos que D-us está contigo!’
Zacarias 8:23
B’’H pela sabedoria do Sr, Gratidão!
Tudo de bom,
Eduardo Campos
Shalom Mestre,
Muito obrigado por este shiur tão especial.
Peço licença para expressar o pouco que pude compreender destes ensinamentos sublimes.
O senhor ensina que tudo o que existe é vitalizado por uma fagulha divina. De modo mais particular, tratando dos seres humanos, existe uma variação dessa fagulha na maneira em que ela atua na consciência das pessoas. Para os Judeus, esta fagulha é intrínseca, internalizada em suas mentes. Já para os Noéticos, ela é externa, porém próxima, exercendo forte influência em suas vidas. E o outro grupo são as pessoas das nações, que mantém essa fagulha mais distante, por não estarem alinhadas com o povo de Israel.
O Mestre aprofunda o assunto explicando o motivo dessa diferenciação, trazendo que a outorga da Torá foi um evento vivenciado por milhões de pessoas, as quais passaram por uma transformação na sua configuração espiritual, pelo fato de tornarem-se recipientes capazes de absorver a revelação de Hashem nesta realidade física. Daí o motivo de o Judeu possuir a fagulha divina internamente.
O Mestre ensina que o nível de conexão com Hashem pode ser medido pela maior proximidade ou distância que esta fagulha está da consciência de uma pessoa. De modo detalhado, o senhor revela que a razão essencial que permite ao ser humano a capacidade de se conectar a algo, é a conexão que ele tem com Hashem. E esta faculdade de se conectar se degenera quando distante de sua fonte, fazendo com que o homem se ligue a toda sorte de coisas.
E neste ponto me sinto muito comovido, pois realmente me liguei a muitas outras coisas até finalmente conhecer a obra do Rabino. Desde modismos à filosofias estranhas, bem como um contato com a Torá baseado em muitas misturas…Uma postura de tratar a Torá como um objeto, como mais um livro que pode ser comprado numa livraria, lido academicamente e assim interpretado e praticado à minha maneira. E também não posso deixar de mencionar os movimentos que tentam imitar Judeus, onde passei a fazer muitas ações que não são apropriadas para um não-Judeu.
Deste modo, após me conectar com tantas luzes falsas, agradeço muito a Hashem por ter encontrado o Rabino, que literalmente me salvou. Recebo este shiur de uma maneira especial, pois o senhor além de nos ensinar nosso lugar no mundo, nessa estrutura espiritual, ainda nos explica a razão de ser de certos mandamentos que podemos ou não fazer. Sabíamos que não podemos guardar o Shabat, mas que o motivo disso era porque não podemos suportar tamanha energia, foi algo revelador.
Muito obrigado, Rabino, por toda dedicação que o senhor oferece a nós.
Respeitosamente,
Felipe
Muito Grata pela partilha de tão valiosos ensinamentos!!
Rabino, fico até emocionado em vê-lo com todo esse vigor e ânimo.
Esplêndido Shiur…. lindas palavras cheias de vida e sabedoria.
D’us abençoe e tudo de bom.
Shalom,
Um shiur inspirador do Rabino Avraham explora profundamente a diferença entre as almas judaicas e as almas das nações.
Nesta aula, o Rabino aborda aspectos complexos e intrigantes da alma humana. Ele começa explicando que todos os seres humanos possuem uma fagulha divina. Essa fagulha está presente em toda a criação, indicando que tudo o que existe possui um fragmento da Divindade. Embora haja diferenças em termos de níveis e intensidade dessa fagulha, a essência Divina é a fonte vital de toda existência.
A diferença principal entre um ser humano e outro reside no nível de consciência espiritual que cada um possui. Um noético, ou seja, um não-judeu que vive de acordo com as leis noéticas, ocupa uma posição especial. A fagulha Divina está mais próxima dele, e ele é inspirado a seguir os caminhos de D’us de maneira fiel e dedicada.
Contudo, mesmo um noético virtuoso não possui a mesma capacidade e sensibilidade espiritual intrínseca de um judeu. Isso é parte do design Divino e das diferentes funções espirituais que cada alma desempenha no grande esquema da Criação. Falar de D’us é a expressão mais elevada da espiritualidade; qualquer discurso ou ação que desvie dessa conexão é considerado baixeza.
O Rabino também explica que quando uma pessoa age de maneira infantil ou imatura, ela está se conectando com o Mal. Isso contrasta com a maturidade espiritual que aproxima a pessoa da fagulha divina.
Além disso, a aula menciona que a fagulha divina de um noético é uma luz circundante próxima, que ainda não está plenamente internalizada como em um judeu. Em alguns casos, noéticos sentem um desejo incontrolável de converter-se ao judaísmo, geralmente devido a uma forte atração espiritual.
A proibição de um gentio guardar o Shabbat é um ponto crucial abordado pelo Rabino. Mesmo aqueles que estão em processo de conversão não devem observar o Shabbat, pois isso pode ser espiritualmente prejudicial e até representar um perigo de vida. O Shabbat é um presente sagrado, reservado exclusivamente para o povo de Israel, e apenas as almas que foram configuradas desde a outorga da Torá têm a permissão divina para guardá-lo.
Ao entender essas diferenças e proibições, fica claro que cada alma tem sua própria trajetória e função no mundo. Respeitar esses limites é essencial para manter a harmonia espiritual e seguir corretamente os caminhos de D’us.
Tudo de bom,
Thiago