13 pensamentos sobre “MATOT: “VINGANÇA SANTA”

  1. Shalom prezado rabino Avraham. Rezo para que o Sr, esteja com saúde e paz.

    Permita-me rabino expor em alguma linhas entendimento sobre esta aula que entendo ser dedicada ao luto pela destruição dos templos Sagrados em Jerusalém.

    Compreendo que o senhor trás um vislumbre de como foi na época em que Moshê, Josué, e os reis de Israel conseguiram reunir o povo com o único propósito de estudar Torá e seguir as Leis do Criador. Ainda nestes tempos esta união muito incomodou seus vizinhos árabes que decidiram “cobrar” um preço pela primogenitura conquistada por Ya’acov diante do irmão Essav. Reflito sobre a exclamação de que não é mais possível dar terras em troca de suposta paz, pois os inimigos de Israel sempre serão vorazes no desejo de vingança, porem o Criador e Sua justiça não iram “dormir para sempre” um dia tudo isso será cobrado e julgado com reto juízo, então para alguns a vinda do Único e verdadeiro Mashiach não será um “mar de rosas”, já para os que estiverem alinhados com a santa Torá/Leis, passaram despercebidos diante do caos que aumentará o mundo.

    Obrigado rabino Avraham, por trazer revelações essências que tornam possível a compreensão dos acontecimentos nos dias atuais.

    Edson Bertoldo

  2. Shalom caro Rabino Avraham e amigos do Beit Arizal,

    Peço a licença do Rabino Avraham e dos amigos para trazer breves palavras sobre esta aula:

    O Rabino Avraham mostra o grande perigo de criar expectativas ilusórias sobre a vinda de Mashiach. Tal alerta me faz lembrar de uma frase contundente que o Rabino Avraham fala na série de aulas Zivuguim onde se diz que “na imaginação todas as ilusões do mundo encontram suas expressões”. A lição que tiro para minha vida particular é que devo fazer os esforços árduos para retificar meu caráter, não repetindo os erros do meu passado, não esperando que tudo será consertado miraculosamente, pois aprendo nas obras do Rabino que não se reza por milagres, mas se aceita os juízos divinos.

    Sobre o problema de dar terras aos árabes em troca de paz, entendo que só quem não confia em D-us faz concessões e médias com o lado negativo através de artifícios políticos, negócios ilícitos, etc.; pois o que temem somente á D-us sabem muito bem que paz verdadeira só se alcança através da fiel observância de Torá e mitsvót e não buscam favores do lado do mal de forma alguma. Agradeço ao Rabino Avraham pelas lições preciosas aqui recebidas, tudo de bom!

    Respeitosamente, Emerson

  3. Shalom Rabino Avraham. Peço permissão para expressar um humilde comentário dessa aula.

    É sabido que foram grandes as lutas e as dificuldades do Povo de Israel para estabelecer seu quinhão na Terra Prometida. Esta situação estava e estará sempre ligada à obediência às Leis de D-us, pois a ação do homem perante a Vontade de Hashem é que estabelece seus desígnios nesse mundo em meu humilde entendimento.

    Este tempo que passamos agora é um período de luto do Povo Santo, pois foi nesta época que ocorreu a destruição do primeiro e segundo Templos. Portanto, um período para reflexão da história; dos fatos ocorridos e a relação disso com a ação do Povo de Israel no passado e no presente com relação à Vontade de Hashem.

    Será que Hashem gosta do que vê? Essa é uma frase que deixa uma profunda reflexão não só para o Povo de Israel mas para todos os homens. Pois apesar de muitas vezes sabermos e conhecermos a Vontade do Criador, não temos força suficiente para transpor a barreira do lado negativo e trilharmos o caminho de fé e obediência para a nossa Terra Prometida. Fica então o desafio, de vencermos a cada dia uma batalha para subjugar a nossa arrogância de querer resolver as coisas do nosso modo ao invés de aquietar a mente, subjugar os desejos maléficos e trilhar o caminho da retificação para poder estarmos preparados para o momento em que todo mal será expurgado do mundo e aí sim poderemos vislumbrar se D-us quiser, a paz tão almejada por todos, quando o único e verdadeiro Mashiach vier, e que seja muito em breve amém.

    Peço perdão ao Sr. por algum equívoco aqui expresso.

    Tudo de bom para o Sr. sempre.

    Respeitosamente,
    Robson Cleber Garcia da Silva

  4. Shalom Rabino Avraham. Peço permissão ao Sr. para postar um humilde comentário sobre a presente aula.

    O que ficou para mim de aprendizado nesta aula é que devemos estar alinhados com a Vontade de D-us em nossas ações. Devemos também sempre confiar na Providência Divina. Assim deve ser se quisermos andar no caminho que nos trará bênçãos, do contrário estaremos sempre caminhando para trás em nossa caminhada para retificação, que D-us não permita.

    O Povo de Israel, Hashem e a Torá são Um. A conquista da Terra Prometida sempre dependeu exatamente de cumprir tudo que Hashem ordenava ao Povo através de Moshe. Pois Hashem, Ele mesmo, que é Um com o Povo Santo, daria a vitória e a conquista. Somente Ele. Não adiantaria agir de acordo com o próprio entendimento, circunstâncias, negociações, etc.

    Atualmente o estado laico de Israel, procura a paz com os árabes através de negociações, mas isso de nada adianta. Israel e os judeus deveriam estar procurando se alinhar com a Torá e Hashem, aguardando a vinda de Mashiach, pois somente Ele expurgará todo o mal do mundo e trará a paz.

    Reflito em minha humilde posição que, eu sendo alguém das nações que almeja estar alinhado com a Torá de acordo com meu quinhão, deveria agir exatamente assim, cumprindo minhas Mitzvot, as Sete Leis de Noach e suas ramificações e confiar na Providência de D-us. De nada adianta resolver muitos de nossas adversidades, ou conquistar objetivos do teatro da vida ao nosso modo, se preocupando com a vida secular, pois certamente estaremos opostos à vontade de D-us não contribuindo em nada para nossa retificação bem como a retificação do mundo, para estarmos alinhados e preparados para a vinda do Mashiach, que seja breve e ainda em nossos dias amém.

    Agradeço ao Rabino Avraham, por mais esta aula, e peço minhas desculpas por algum erro de escrita ou de entendimento desse breve comentário.
    Shalom. Tudo de bom.

    Respeitosamente,
    Robson Cleber Garcia da Silva.

  5. Shalom Rabino Avraham e aos demais Srs., eu peço permissão para postar breve comentário sobre esta aula da parashat Matot.

    Graças à D’us o Rabino Avraham nos ensina algo extraordinário sobre a parashat Matot, sobre os perigos da falta de entendimento em relação à D’us, a Torá e Suas Leis. Essa forma de pensar, que como ensina o Rabino Avraham é fora da realidade, geralmente se expressa na crença de que tudo, subitamente, deve melhorar sem os esforços necessários para retificação do caráter e de práticas morais alinhadas com as Leis de D’us. Esse modo de pensar, quase sempre, escondem erros e incongruências, isto é, falta de amadurecimento e autocrítica: o desequilíbrio que, justamente, deveria ser retificado através da Torá.

    Nesse sentido, a vinda do Mashiach, que seja muito em breve, como ensina o Rabino: não pode ser um subterfugio para fantasias religiosas desconectadas das ações corretas, estas sim podem apressar a redenção e adoçar a realidade severa que o mundo passa se D’us quiser. Mesmo assim, o Mestre sempre nos lembra de que somente Hashem sabe com absoluta precisão o dia e a hora que a redenção deve ocorrer, pois tudo depende da Sua Vontade e que a razão humana não consegue compreender plenamente Seus desígnios.

    Logo, como traz o Rabino, as ilusões e conjecturas politicas muitas vezes não estão alinhadas com o desejo de D’us, por esse motivo a “paz” idealizada pelos homens não é a mesma paz que o Criador deseja e que virá com a vinda do Mashiach. Uma “paz” forjada por interesses meramente políticos, baseada em pressupostos seculares tem seu prazo de validade curto, alcance superficial e, por isso, seus valores não podem ser confundidos com os valores eternos da Torá.

    Os inimigos de Israel são os inimigos de todas as pessoas retas do mundo, de todas as pessoas que buscam alinhamento dos seus corações e mentes em D’us com profundidade. Contra esses inimigos, as armas ou estratégias que a razão humana concebe não são suficientes: Hashem é único e verdadeiro refúgio em todas as batalhas e dificuldades.

    Grato pela oportunidade.

    Tudo de Bom.

    Carlos Bengio.

  6. Shalom Rav,

    Nessa aula o Rabino alerta sobre os acontecimentos recentes que ocorrem em Israel e comparáveis ao do povo judeu na época da destruição do segundo templo.
    O estado de Israel é laico e com inúmeros problemas em sua sociedade. O Mestre pergunta, será que Hashem gosta do que vê?
    Nesse período de luto e introspecção é importante refletir não somente sobre os problemas do passado mas principalmente os que acontecem hoje.
    Diz o mestre, “fé não é o que você acredita e sim o que você faz”. É preciso fazer teshuva e reavaliar os comportamentos da sociedade. Sabidamente o Rav diz que não é possível mudar o passado mas corrigir o presente para consertar e ter um novo futuro.
    Erroneamente o estado de Israel busca paz com seus inimigos através da política e concessões, porém isso é ilusório, somente Hashem pode trazer paz e proteção a Israel, então o povo deve se ligar a Torá e mitsvot para que dessa forma sejam protegidos do mal que os cercam.
    Aprendo que eu como noetico devo me inspirar nessas lições e cumprir as leis relacionadas e suas ramificações para assim estar cumprindo meu papel como aliado do povo santo e ajudando na retificação do mundo e no apressar da vida do único e verdadeiro Mashiach.

    Muito obrigado por mais uma aula maravilhosa.
    Tudo de bom .

    Thiago

  7. Shalom rabino Avraham Chachamovits,

    Permita-me mestre tecer um pequeno comentário sobre o presente shiur.

    O shiur retrata a importância da teshuvá como elemento essencial para o cumprimento da expectativa da revelação de Hashém. Não importa as situações pelo qual se passa ou tenha se passado é importante demonstrar um coração reto e se inclinar para o bem com o fim de alcançar o intento de vencer a inclinação para o mal. É esta a reflexão a que somos convidados sempre em momentos de dificuldade e que merecem a atenção nessas situações.

    Grato pela oportunidade,

    Tudo de bom.

    Davi Niemann Ottoni

  8. Shalom, rabino Avraham,
    Solicito licença para fazer alguns comentários.
    Quando o senhor diz: “e quando vemos como o estado laico de Israel tem se comportado nos últimos tempos é evidente que eles não têm entendimento algum de como esses comportamentos que eles exibem são perigosos e semelhantes ao que ocorreu no passado” não posso deixar de lembrar da “lei da semeadura” ou “lei do retorno”, isto é, aquilo que se planta é o que será colhido. Feliz o homem que conhece os caminhos para mitigar as colheitas das sementes negativas.
    Como essa “lei” é forte, real e séria. Tanto para o povo de Israel; mas, principalmente, no nível individual de quem busca se retificar. Afinal, a Justiça Divina não cochila.
    Outro tópico que me chamou a atenção é a terra de Israel como metáfora para nosso coração. Ou seja, não devemos negociar com o outro lado partes ou fazer cessões na ilusão que conseguirá paz. Pelo contrário, o fruto colhido será mais insensibilidade e frieza espiritual cujo final é mais e mais violência tanto no nível da nação de Israel quanto no individual. Que D-us nos livre!
    Obrigado por este shiur.
    Tudo de bom.
    Shalom!
    Gustavo

  9. Shalom Rabino Avraham e a todos que frequentam este espaço santo de Torá. Permita-me fazer um breve comentário sobre esta aula.

    Após estudar este ensinamento, humildemente compreendi que graças a D-us, temos aqui um aprendizado fundamental para nortear nossas ações do dia a dia quando o Rabino Avraham cita “ Será que Hashem se alegra com o que vê “? Quão importante e forte é esta frase! Para cada pessoa, para cada nação, para cada comandante de um país. Qual seria nossa resposta?

    Em minha pequenez, penso que a resposta poderia ser de duas formas: primeiro: se estou agindo do jeito que penso ser bom pra mim e pronto, baseado em minhas vontades e “achismos” ou segundo; do modo reto de acordo com a Verdade da Torá. E. já que estamos inseridos no aprendizado de Torá, muito mais, teríamos que temer se respondêssemos de acordo com primeira resposta.

    Assim como a Terra de Israel foi dada por Hashem ao Povo Santo sem concessões, sem ter que dividi-la com nenhum outro povo, também nosso coração não deve ser de outro senão de Hashem; não deve ser dividido ou cedido partes dele para o outro lado, D-us nos livre. E se falhamos em algum tempo em sair dos caminhos ordenados por Hashem, ainda há tempo enquanto vivos nesta realidade, de fazer Teshuvá – arrependimento genuíno – e voltarmos ao curso da retidão. Cada grupo com suas Mitsvot, seus atos de bondade e ações retas baseadas no aprendizado santo de Torá.

    Que possamos analisar nossos corações, e possamos a cada dia manter a sensibilidade e a humildade para retomarmos o nosso compromisso com a retidão de acordo com a Torá.

    Este é o meu comentário hoje, e desde já agradeço ao Rabino Avraham por esta oportunidade e também peço perdão por algum erro de escrita ou interpretação que eu possa ter cometido.

    Shalom e tudo de bom.

    Respeitosamente,

    Robson Cleber

  10. Shalom !!
    Peço licença e permissão ao Rabino Avraham para postar um breve comentário sobre a aula da Parasha Matot. Graças à D’us o Mestre como sempre nos traz profundos e santos ensinamentos de extraordinária importância da Torá a todos que procuram a este santo canal.
    Inicialmente já me causou espanto e aprendi em meio a tantos aspectos pelo Mestre ensinados um que me despertou atenção, e assim aprendi é o de que os inimigos de Israel, são exatamente os mesmo inimigos de todas as pessoas que desejam andar em retidão aqui neste mundo, das mesmas pessoas que buscam na Torá de Hashém o único e verdadeiro alinhamento/refinamento espiritual dos seus corações e mentes já tão combalidos na idolatria das nações. Me impacta, D-us sempre foi, e será o único e verdadeiro refúgio nosso em todas as nossas batalhas e dificuldades sejam elas no campo físico e ou espiritual. Vemos no noticiario geopolitico as muitas nações sempre a procura de invadirem e tentarem tomar os territórios de Israel ao longo das décadas, é sempre aquele dilema, sobre dar terras em troca de paz no oriente médio, o Mestre nos aclara acerca dos ciclos que sempre acontecem na terra santa, os falsos profetas que hoje são os politicos que repicam perigosos padrões em outros momentos já feitos e que culminaram em pesados julgamentos e severidades ao Bnei Israel.
    Finalizando me minimo comentário, Introspecto que não se deve jamais negociar e muito menos conceder concessões a Sitra Achra (lado do mal), seja da minha mente ou coração que dirá aspectos fisicos em termos de nação, pois ela tem os seus interesses que sempre serão escusos, enganadores e totalmente contrários a vontade divina, que fatalmente nos levarão pra longe da santidade de Hashém.,
    Agradeço ao céus, ao Mestre por esta maravilhosa aula e valiosos aprendizados
    Muito obrigado Rabino Avraham
    Minimamente
    Fabricio Ezra Capelletti

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